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Durante a década de 90, com a aprovação da Lei nº 9.787/99, foram criadas as condições para a implantação de medicamentos genéricos. Qual é a definição de medicamento genérico?

A Aquele que contém o mesmo ou os mesmos princípios ativos, apresenta a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, preventiva ou diagnóstica, do medicamento de referência registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária, podendo diferir somente em características relativas ao tamanho e forma do produto, prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipientes e veículos, devendo sempre ser identificado por nome comercial ou marca.
B Produto inovador registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária e comercializado no País, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente junto ao órgão federal competente, por ocasião do registro.
C Medicamento similar a um produto de referência ou inovador, que se pretende ser com este intercambiável, geralmente produzido após a expiração ou renúncia da proteção patentária ou de outros direitos de exclusividade, comprovada a sua eficácia, segurança e qualidade, e designado pela DCB ou, na sua ausência, pela DCI.
D Produto inovador ainda não registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária.
E Produto de fabricação nacional registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária e comercializado no País, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente junto ao órgão federal competente, por ocasião do registro.

Em saúde pública existem diferentes formas para traduzir a dinâmica da natalidade, podendo ser utilizados:

A coeficiente geral de morbidade, coeficiente de fecundidade global, o de fecundidade específico por idade e o coeficiente de fecundidade mediano.
B coeficiente geral de mortalidade, coeficiente de fecundidade global, o de fecundidade específico por idade e o coeficiente de fecundidade total.
C coeficiente geral de natalidade, coeficiente de fecundidade global, o de fecundidade específico por idade e o coeficiente de fecundidade total.
D coeficiente geral de natalidade, coeficiente de fecundidade global, o de fecundidade específico por gênero (sexo) e o coeficiente de fecundidade mediano.
E coeficiente de natalidade, coeficiente de mortalidade, o de fecundidade específico e o coeficiente de morbidade relativa.

Serviço criado pelo Governo Federal e indicado para pessoas que apresentam dificuldades temporárias ou definitivas de sair do espaço da casa para chegar a uma unidade de saúde, ou ainda para pessoas que estejam em situações nas quais a atenção domiciliar é a mais indicada para o seu tratamento. Criado em 08 de novembro de 2011. Trata-se do:

A Programa “Minha Casa, minha Vida”.
B Programa “Home Care – Brasil”.
C Programa “Casa 100%”.
D Programa “Melhor em Casa”.
E Programa “Hospital em Casa”.
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 5 , leia o texto abaixo.

Campanha contra tabagismo no AM conscientiza sobre riscos à saúde

A Campanha Municipal Sem Tabaco tem como objetivo sensibilizar e mobilizar a população sobre os riscos à saúde decorrentes do uso do tabaco. Além de ações de orientações, está prevista a inauguração de mais um Ambulatório de Tratamento e Controle do Tabagismo na capital.
A Gerência de Promoção da Saúde da Secretaria de Saúde de Manaus (Semsa) desenvolverá várias ações nos ambulatórios da rede de saúde do município, promovendo o início do tratamento ao fumante e atividades de conscientização a serem desenvolvidas por especialistas e técnicos em diferentes locais da cidade.
Nas atividades programadas estão previstas a realização de palestras, apresentações de vídeos, avaliação do dióxido de carbono, Teste de Fagerstron, rodas de conversa para gestantes, puérperas e nutrizes fumantes, além da entrega de material informativo e inscrição no Programa Municipal de Controle do Tabaco para usuários que desejam parar de fumar.
Segundo o secretário municipal de Saúde, Homero de Miranda Leão Neto, o tratamento aos fumantes é oferecido gratuitamente pela rede municipal de saúde, por meio dos 19 ambulatórios. “Eles foram implantados nas Unidades Básicas de Saúde da Semsa e contam com equipes multidisciplinares compostas de psicólogos, nutricionistas, assistentes sociais, médicos, enfermeiros e fisioterapeutas”, destacou.
A Gerência de Promoção à Saúde da Semsa, anunciou que, dentre as atividades programadas na Campanha Municipal Sem Tabaco 2016, está prevista a inauguração, com data a ser confirmada, de mais um Ambulatório de Tratamento e Controle do Tabagismo, desta vez na Policlínica Anna Barreto Pereira.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera o tabagismo a principal causa de morte evitável. O hábito de fumar mata mais de seis milhões de pessoas por ano em todo o mundo. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, o número de fumantes com mais de 18 anos alcança 11,3% da população total.
São mais de 40 doenças relacionadas ao tabagismo, que diminuem o tempo de vida dos homens em dez anos e o das mulheres em 14 anos.

(www.g1.globo.com)

“No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, o número de fumantes com mais de 18 anos alcança 11,3% da população total.”

Considerando a afirmação feita no trecho, pode-se afirmar corretamente que:

A aproximadamente um a cada dez brasileiros tem 18 anos.
B menos de 10% da população brasileira tem mais de 18 anos.
C há uma imprecisão na informação dada, sendo possível interpretar o trecho pelo menos de duas maneiras distintas.
D mais da metade dos fumantes brasileiros é maior de 18 anos.
E quase 12 milhões de fumantes brasileiros têm mais de 18 anos.

Os diuréticos osmóticos são agentes livremente filtrados no glomérulo, que sofrem reabsorção limitada pelo túbulo renal. Qual, dos fármacos a seguir, não é um diurético osmótico?

A Glibenclamida.
B Glicerina.
C Isossorbida.
D Manitol.
E Ureia.

Considere as seguintes afirmativas sobre o propranolol.

I. É indicado no controle de hipertensão.
II. É indicado no controle das arritmias cardíacas.
III. É indicado na profilaxia da enxaqueca.

De acordo com as características farmacológicas do propranolol, é correto o que se afirma em:

A todas.
B somente I e III.
C somente II e III.
D somente I e II.
E nenhuma.
Texto associado
Quem precisa da Barbie, tenha o corpo que tiver? –
Por Eliane Brum

Demorou só 57 anos para a Mattel “descobrir” que as mulheres reais do planeta têm cores e formas variadas. A notícia de que a Barbie ganharia mais três tipos de corpos foi comemorada como uma vitória da diversidade. Por décadas movimentos denunciaram a imposição de um único padrão de beleza. Mas só nos últimos anos, quando as vendas começaram a cair, a Mattel “sensibilizou-se” e reconheceu a multiplicidade das mulheres do mundo. Em 2015, a empresa já tinha iniciado a conversão da Barbie, lançando sua criação com novas tonalidades de pele, penteados e estruturas faciais, sem deixar de manter a “clássica”. Com a inclusão de novas formas, a boneca é lançada agora com sete tons de pele, quatro tipos de corpos, 22 cores de olhos e 24 estilos de cabelos diferentes, na linha que chama de “Fashionistas”. Quando a mudança é anunciada, a Mattel já povoou a Terra com uma superpopulação de suas criaturas loiras, altas e magras. E a cabeça das crianças com um modelo que vai muito além de um padrão de beleza. Barbie é aquela que ensina as meninas que se nasce para consumir. Já foram produzidas mais de 1 bilhão dessas replicantes, há mais Barbies no mundo do que europeus na Europa. Nenhuma delas é “apenas” uma boneca. Se a pressão dos protestos contra a Barbie e o crescente protagonismo das minorias na afirmação da diversidade conseguiu fazer as vendas do produto caírem a ponto de obrigar uma das maiores fabricantes de brinquedos a se mover, não é pequena essa conquista. Mas é também assustadoramente fascinante observar o capitalismo em ação.
A estratégia da Mattel, que parece estar obtendo considerável sucesso, é fazer a liberação dos corpos barbísticos vendendo a imagem de uma empresa afinada com o seu tempo, defensora das “diferenças” e até mesmo inovadora. Se conseguir, se transformará num case obrigatório em livros de marketing, em mais uma prova de que o capitalismo sempre pode contar com a adesão pela fé quando as pessoas são reduzidas a consumidores. Que modelo de mulher é a Barbie, que reinou por mais de meio século como um ideal feminino a ser atingido? Um que não existe. E não é que Barbie não exista por ser linda demais, inatingível para pobres mortais com seus genes imperfeitos, mas sim por ser bizarra demais, uma arquitetura que literalmente não para em pé. Segundo infográfico do Rehabs.com, graças a sua cinturinha, Barbie só teria espaço para acomodar metade de um rim e alguns centímetros de intestino. Como o pescoço é duas vezes maior do que o de uma mulher e 15 centímetros mais fino, ela não teria como manter a cabeça erguida. Andar, só de quatro. Se fosse uma mulher de carne e osso, Barbie seria uma anoréxica.
O que pode ser perturbador, porém, é a aceitação tácita de que precisamos de Barbies e outros produtos do gênero. De que não há brinquedos ou imaginação fora da indústria. De que é preciso consumir mercadorias do tipo – e de que a autonomia possível é influenciar aquilo que as corporações vendem, reduzindo toda intervenção ao papel de “consumidores conscientes”. Pode ser perturbador constatar que a insubordinação máxima seja não comprar porque não se reconhece. Mas, caso se reconheça no produto que chega às prateleiras, toda a cadeia simbólica e concreta implicada nesse ato está justificada? Será que se reconhecer num brinquedo é o suficiente para se sentir representado? É a naturalização que pode soar preocupante quando se testemunha ativistas comemorarem a “evolução” da Barbie, aceitando sua existência no quarto das meninas como fato consumado, presença imprescindível, já dada, sem questionar as engrenagens mais ocultas que levam a boneca até a vida das crianças.
Quem precisa da Barbie, afinal, tenha ela a forma, a cor e o cabelo que tiver? A pergunta parece ter silenciado. Quanto mais realista a boneca, menos imaginação precisa a criança. Sem esquecer que “realista” dá conta de uma realidade determinada, planejada e autorizada por uma equipe de profissionais do marketing. E não da realidade como experiência e conflito. Uma boneca serve justamente para se pensar a vida enquanto se brinca. E brincar não é imitar. Para que, então, serve uma Barbie e o seu “mundo mágico” onde #VocêPodeSerTudoQueQuiser? Para que serve uma Barbie, mesmo que seja a “Barbie da diversidade”?

Texto adaptado. Disponível em: < http://brasil.elpais.com/bra
sil/2016/02/01/opinion/1454337243_379959.html> Acesso em: 17 maio
2016.

A palavra “insubordinação”, expressa na frase: “pode ser perturbador constatar que a insubordinação máxima seja não comprar porque não se reconhece”, pode ser substituída por qual das palavras a seguir, sem que haja prejuízo do sentido?

A Dependência.
B Obediência.
C Insubmissão.
D Sujeição.
E Retratação.

O Brasil, desde os tempos coloniais, tem se mostrado um país essencialmente fornecedor de matéria-prima e de produtos agrícolas ao mercado internacional. Produtos como café, látex, minério de ferro, soja, dentre outros, têm sido responsáveis pela grande maioria de nossas exportações. Isso se deve

A à falta de competitividade de nossas indústrias frente ao comércio internacional e ao alto custo de produção provocado pela alta carga tributária e infraestrutura deficiente.
B à proibição constitucional do Brasil em ser um país tecnologicamente autônomo, para preservar o nosso produtor rural de pequeno e médio porte.
C às políticas neoliberais empregadas pelo governo que acabam por tornar nossa indústria pouco competitiva, em razão das taxas protecionistas.
D à adoção de uma política protecionista que acaba por permitir a entrada de capitais estrangeiros no Brasil em excesso, estrangulando nosso sistema produtivo.
E ao fato de pesquisas atribuírem uma maior vantagem financeira na exportação de produtos primários, pois os países mais ricos são aqueles exportadores de commodities.

A RDC 20, de 5 de maio de 2011, dispõe sobre o controle de medicamentos à base de substâncias classificadas como antimicrobianas, de uso sob prescrição, isoladas ou em associação. Sobre o disposto nessa resolução, assinale a alternativa correta.

A A receita de antimicrobianos tem validade de 20 dias após a data de sua emissão.
B A receita pode conter a prescrição de outros medicamentos, mesmo que sejam medicamentos da portaria 344/98.
C Não há limitação do número de itens contendo medicamentos antimicrobianos prescritos por receita.
D Em situações de tratamento prolongado, a receita poderá ser utilizada para aquisições em períodos posteriores dentro de um período de 180 dias a partir da data de sua emissão.
E O farmacêutico é o único profissional da farmácia que pode aceitar receitas posteriores ao prazo de validade estabelecido pela resolução.