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Em 31 de outubro de 2019, foi feita a desocupação da área da comunidade Ester Fernandes, na Fazenda Palheta, onde viviam 50 famílias, no município de Alvorada do Sul-PR. Assinale a alternativa que indica o movimento social responsável por essa ocupação, em janeiro de 2009:

A Movimento dos Trabalhadores Sem Teto.
B Movimento dos Trabalhadores Atingidos por Barragens.
C Via Campesina.
D Movimento dos Trabalhadores pela Paz no Campo.
E Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.

Dada a sequência composta por números inteiros: -10, -5, -1, 0, 2, 3, 7, 10, se dividirmos cada número desta sequência por -1, quais serão os números da nova sequência?

A 10, 5, 1, 0, -2, 3, -7, -10.
B 10, 5, 1, 0, -2, -3, -7, -10.
C 10, 5, 1, 0, 2, -3, 7, -10.
D 10, 5, 1, 0, -2, 3, -7, 10.
E 10, 5, 1, 0, -2, -3, 7, 10.

Em 25 de janeiro de 2019, o rompimento de uma barragem da mineradora Vale, provocou a morte de 206 pessoas. Assinale a alternativa que contém o nome do município do estado de Minas Gerais onde isso aconteceu:

A Mariana.
B Diamantina.
C Belo Horizonte.
D Brumadinho.
E Itabira

Um conhecido ator brasileiro nasceu em Arapongas-PR, em 1948. Assinale a alternativa que contém o nome desse autor:

A Tony Ramos.
B Paulo José.
C Ney Latorraca.
D José Mayer.
E Alexandre Frota.

Em 31 de dezembro de 2020, encerra-se a validade de um importante fundo, que se constitui um mecanismo de redistribuição de recursos destinados à Educação Básica. Assinale a alternativa que contém a sigla correspondente a esse fundo:

A Fundef.
B Fundeb.
C Funrural.
D FNDE.
E Funart

O conjunto dos números reais (?) é formado pela união de outros conjuntos numéricos: naturais (?), inteiros (?), racionais (?) e irracionais. Das alternativas a seguir, qual representa um conjunto de múltiplos de um número real e, ao mesmo tempo, um subconjunto dos números naturais?

A {1, 5, 7, 9, 11, 13}.
B {?1, 5, ?7, 9, ?11, 13}.
C {1, ?5, 7, ?9, 11, ?13}.
D {? , 27 , 36, 45, 54, 63, 72, ? }.
E {1, 5, 7, ?9, ?11, ?13}.

Esta startup compra roupas usadas e devolve para as fabricantes revendê-las Britânica Stuffstr desenvolveu um negócio que tem como objetivo finalizar o ciclo de uso das vestimentas. Adidas já é uma das parceiras Pelo menos uma vez por ano, algumas pessoas fazem aquela limpeza no guarda roupas e pensam no que fazer com peças que não servem mais ou que já não combinam com o novo estilo de vida. A partir daí, as roupas são direcionadas para doação ou para revenda em sites ou brechós. Muitas, ainda, acabam sendo descartadas, mesmo com condições de uso. Enquanto isso, a fabricante não tem ideia de qual fim tiveram as peças produzidas. De olho nessa oportunidade, a startup britânica Stuffstr resolveu aprimorar o trabalho de recolhimento e repasse de roupas de segunda mão. Eles coletam e armazenam dados dos produtos por até cinco anos. Os clientes então podem pesquisar para descobrir quanto a empresa pagará para comprar o item de volta. A startup coleta o item do consumidor e leva para o local de triagem, que analisa se a peça ainda tem condições de uso. As que têm são direcionadas de volta às empresas; já as que têm perda total vão para reciclagem. A Stuffstr, então, envia essas informações de volta às marcas, com base nas condições das roupas devolvidas. As marcas podem usar essas informações para planejar o desenvolvimento futuro de produtos, visando melhor durabilidade, e ajustar os preços que oferecem aos consumidores pelos itens usados. Com isso, a startup argumenta que os consumidores ganham um dinheiro extra, o desperdício é reduzido e as marcas obtêm dados e informações valiosas sobre as peças e os clientes. As primeiras parcerias da Stuffstr foram com as empresas John Lewis e Adidas. Ao entrar no site das marcas, o cliente se depara com a possibilidade de vender peças usadas para a startup . À Forbes, o co-fundador da Stuffstr, John Atcheson disse que a startup está “em uma posição única para poder oferecer aos consumidores um nível sem precedentes de transparência sobre o que acontece com o material - onde é revendido e por quanto - e até o que acontece se não puder ser revendido e for direcionado para a reciclagem. 70% de tudo o que estamos comprando vai para aterros, mesmo que ainda seja utilizável”, diz. De acordo com ele, a ideia é fechar o ciclo de uso das peças e reduzir o descarte desnecessário. Disponível em: . Acesso em: 29 jan. 2020 Qual alternativa apresenta palavras com dígrafo, hiato e ditongo, nessa mesma ordem?

A Pessoas; parceiras; posição.
B Triagem; aterros; informações.
C Ganham; ainda; empresas.
D Sobre; possibilidade; objetivo.
E Fechar; clientes; roupas.

Esta startup compra roupas usadas e devolve para as fabricantes revendê-las Britânica Stuffstr desenvolveu um negócio que tem como objetivo finalizar o ciclo de uso das vestimentas. Adidas já é uma das parceiras Pelo menos uma vez por ano, algumas pessoas fazem aquela limpeza no guarda roupas e pensam no que fazer com peças que não servem mais ou que já não combinam com o novo estilo de vida. A partir daí, as roupas são direcionadas para doação ou para revenda em sites ou brechós. Muitas, ainda, acabam sendo descartadas, mesmo com condições de uso. Enquanto isso, a fabricante não tem ideia de qual fim tiveram as peças produzidas. De olho nessa oportunidade, a startup britânica Stuffstr resolveu aprimorar o trabalho de recolhimento e repasse de roupas de segunda mão. Eles coletam e armazenam dados dos produtos por até cinco anos. Os clientes então podem pesquisar para descobrir quanto a empresa pagará para comprar o item de volta. A startup coleta o item do consumidor e leva para o local de triagem, que analisa se a peça ainda tem condições de uso. As que têm são direcionadas de volta às empresas; já as que têm perda total vão para reciclagem. A Stuffstr, então, envia essas informações de volta às marcas, com base nas condições das roupas devolvidas. As marcas podem usar essas informações para planejar o desenvolvimento futuro de produtos, visando melhor durabilidade, e ajustar os preços que oferecem aos consumidores pelos itens usados. Com isso, a startup argumenta que os consumidores ganham um dinheiro extra, o desperdício é reduzido e as marcas obtêm dados e informações valiosas sobre as peças e os clientes. As primeiras parcerias da Stuffstr foram com as empresas John Lewis e Adidas. Ao entrar no site das marcas, o cliente se depara com a possibilidade de vender peças usadas para a startup . À Forbes, o co-fundador da Stuffstr, John Atcheson disse que a startup está “em uma posição única para poder oferecer aos consumidores um nível sem precedentes de transparência sobre o que acontece com o material - onde é revendido e por quanto - e até o que acontece se não puder ser revendido e for direcionado para a reciclagem. 70% de tudo o que estamos comprando vai para aterros, mesmo que ainda seja utilizável”, diz. De acordo com ele, a ideia é fechar o ciclo de uso das peças e reduzir o descarte desnecessário. Disponível em: . Acesso em: 29 jan. 2020 “Muitas, ainda, acabam sendo descartadas, mesmo com condições de uso.” No trecho retirado do primeiro parágrafo, é possível acrescentar qual palavra, sem perder a coesão e coerência textual?

A Pessoas.
B Roupas.
C Vidas.
D Doações.
E Revendas.