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A flauta moderna, tal como a conhecemos hoje – com chaves, de tubo cilíndrico e construída em metal – é uma invenção do compositor e flautista virtuose alemão Theobald Boehm. Ele construiu sua primeira flauta aos 16 anos, graças aos conhecimentos de ourivesaria aprendidos com o pai. Algumas décadas depois, após estudar Acústica na Universidade de Munique, Boehm dedicou-se a aperfeiçoar o instrumento, criando seu revolucionário sistema de chaves, usado até hoje. Esse sistema foi patenteado em

A 1810.
B 1838.
C 1847.
D 1869.
E 1893.

Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, os instrumentos da família das flautas doces que são transpositores, ou seja, cujo som anotado na partitura não corresponde à sua altura real, e a relação entre o som anotado e o som real.

A Contralto, tenor e baixo; som real uma oitava abaixo da altura escrita em partitura.
B Sopranino, soprano e baixo; som real uma oitava acima da altura escrita em partitura.
C Sopranino e tenor; som real uma oitava acima da altura escrita em partitura.
D Tenor e baixo; som real uma oitava abaixo da altura escrita em partitura.
E Sopranino e baixo; som real uma oitava abaixo da altura escrita em partitura.

Assinale a alternativa que identifica corretamente os dois sistemas de digitação atualmente empregados na fabricação de flautas doce soprano.

A Germânico e italiano.
B Francês e italiano.
C Clássico e germânico.
D Clássico e barroco.
E Germânico e barroco.

Assinale a alternativa que identifica corretamente três compositores do período Barroco que criaram obras para a família das flautas doces.

A Franz-Joseph Haydn, George F. Handel e Johann Sebastian Bach.
B George F. Handel, Antonio Vivaldi e Karl Stamitz.
C Franz-Joseph Haydn, Georg Philipp Teleman e Karl Stamitz.
D Antonio Vivaldi, Johann Sebastian Bach e Georg Philipp Teleman.
E Giovani Pierluigi da Palestrina, Antonio Vivaldi e Johann Sebastian Bach.

Uma das inovações da música instrumental do século XX foi a exploração das assim chamadas “técnicas estendidas”, isto é, técnicas não tradicionalmente associadas à prática interpretativa convencional do instrumento. Alguns exemplos de técnicas estendidas disponíveis ao flautista são

A sons multifônicos; frullato; golpes de chaves.
B voz falada/cantada em simultâneo; sons multifônicos; mordentes.
C frullato; sons multifônicos; sons harmônicos.
D sons multifônicos; sons harmônicos; mordentes.
E sons multifônicos, voz falada/cantada em simultâneo; golpes de chaves.

Sobre a relação entre o flautim (ou piccolo) e a flauta transversal moderna, é correto afirmar que, de modo geral,

A as digitações do piccolo correspondem às da flauta, produzindo sons uma oitava acima.
B as digitações do piccolo correspondem às da flauta, produzindo sons duas oitavas acima.
C com exceção de uma alteração no sol sustenido da primeira oitava, as digitações básicas da flauta também servem no piccolo, produzindo sons uma oitava acima.
D com exceção de uma alteração no fá sustenido e no sol sustenido da terceira oitava, as digitações básicas da flauta também servem no piccolo, produzindo sons uma oitava acima.
E com exceção de uma alteração no fá sustenido da terceira oitava, as digitações básicas da flauta também servem no piccolo, produzindo sons duas oitavas acima.

Obra emblemática da década de 1950, composta para flauta solo, caracteriza-se pelo uso pioneiro de harmônicos duplos e de notação proporcional (em que as durações não são fixas, mas relativas à distância entre as notas no papel); posteriormente, seu autor a reescreveu em notação rítmica convencional. Trata-se de

A Proporzioni , de Franco Evangelisti.
B Musica su Due Dimensioni , de Bruno Maderna.
C Solo , de Karlheinz Stockhausen.
D Tempus Loquendi , de Bernd Alois Zimmermann.
E Sequenza I , de Luciano Berio.