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O trabalho fonoaudiológico miofuncional com adultos

A tem como principal alvo casos de tratamento ortodôntico quando há intervenção cirúrgica que corrija as estruturas ósseas comprometidas com o objetivo de adequação das funções estomatognáticas.
B tem como principal alvo a reabilitação de disfunções temporomandibulares, uma vez que nesse ciclo de vida são estas articulações as estruturas que mais sofrem sobrecarga de hábitos inadequados e de tensão.
C tem como objetivo a organização e equilíbrio da musculatura, bem como a reabilitação funcional orofacial para propiciar a retomada organizada das funções estomatognáticas no menor prazo possível.
D é medida paliativa uma vez que as deformidades dentofaciais já estão consolidadas e os padrões de respiração, mastigação, deglutição e articulação já estão definidos e pouco serão modificados.
E tem como principal alvo casos de fraturas maxilomandibulares com o objetivo de adequar a flexibilidade e mobilidade de tecidos moles associados; a mobilidade evitando posturas nocivas e restrição funcional e também recuperar a funcionalidade da estrutura orofacial.

Sobre a Triagem Auditiva Neonatal Universal − TANU, é recomendado que todos os neonatos devam ser avaliados antes da alta hospitalar. Levando em consideração este aspecto,

A no caso de neonatos nascidos fora do ambiente hospitalar ou daqueles que não foram submetidos à triagem auditiva antes da alta hospitalar, o teste deve ser feito preferencialmente até o primeiro mês de vida.
B no caso de neonatos nascidos fora do ambiente hospitalar ou daqueles que não foram submetidos à triagem auditiva antes da alta hospitalar, o teste deve ser feito preferencialmente até o terceiro mês de vida.
C em função da ocorrência de falso-positivos pela presença de vérnix na orelha externa nos primeiros dias de vida, recomenda-se um retorno no período de até 30 dias após a alta hospitalar, em todos os casos de registros ausentes (alterados) de EOAE, exceto se apenas em uma orelha.
D no caso de falha confirmada em reteste, é preciso encaminhamento imediato para diagnóstico fonoaudiológico completo, para confirmar a presença da perda auditiva e início da intervenção fonoaudiológica preferencialmente até o sexto mês de vida.
E no caso de falha confirmada em reteste, é preciso encaminhamento imediato para diagnóstico médico otorrinolaringológico e avaliação audiológica completa, para confirmar a presença da perda auditiva e início da intervenção fonoaudiológica preferencialmente até o terceiro mês de vida.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 44 e 45, considere o caso hipotético abaixo.

Juliana é professora da rede pública de educação há 25 anos e, após solicitação do otorrinolaringologista, procurou atendimento fonoaudiológico. Ela relatou que sua voz mudou ao longo dos anos de docência, já não consegue mais falar sem apresentar alguma alteração vocal ao longo da semana e atribui isso ao esforço para dar aulas em condições inadequadas. Na avaliação vocal, a emissão das fricativas /s/ e /z/ apresentou tempo total de fonação inferior a 11 segundos. E a relação entre as duas fricativas ( s/z ) ficou acima de 1,3.

A avaliação otorrinolaringológica havia apontado lesão bilateral nas pregas vocais. Após alguns meses de terapia, foi solicitada nova avaliação com exame de imagem que apontou redução unilateral da lesão. Trata-se, possivelmente de um quadro de

A nódulo que causou lesão contralateral. Há grande possibilidade de mudança com o trabalho fonoaudiológico.
B cisto, a diminuição da lesão contralateral indica que o trabalho fonoaudiológico deve continuar para que a lesão remanescente também regrida.
C granuloma que havia causado lesão contralateral. A intervenção deve ser cirúrgica, uma vez que esta lesão não regride com o trabalho fonoaudiológico.
D sulco, de origem congênita, que causou lesão contralateral. Há pouca possibilidade de mudança com o trabalho fonoaudiológico e a paciente deve ser encaminhada para cirurgia.
E cisto, a diminuição da lesão contralateral é um forte indício disso. O trabalho fonoaudiológico deve continuar e avaliar o impacto do cisto, bem como a necessidade ou não de cirurgia.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 44 e 45, considere o caso hipotético abaixo.

Juliana é professora da rede pública de educação há 25 anos e, após solicitação do otorrinolaringologista, procurou atendimento fonoaudiológico. Ela relatou que sua voz mudou ao longo dos anos de docência, já não consegue mais falar sem apresentar alguma alteração vocal ao longo da semana e atribui isso ao esforço para dar aulas em condições inadequadas. Na avaliação vocal, a emissão das fricativas /s/ e /z/ apresentou tempo total de fonação inferior a 11 segundos. E a relação entre as duas fricativas ( s/z ) ficou acima de 1,3.

O caso apresentado sugere

A um quadro com comprometimento do suporte respiratório, voz soprosa e ressonância de foco alto.
B falta de coaptação adequada das pregas vocais durante a fonação, comum em casos de hipercinesia, e comprometimento do suporte respiratório.
C um quadro com comprometimento do suporte respiratório, voz tensa e ressonância de foco baixo.
D um quadro sem comprometimento do suporte respiratório, voz soprosa e ressonância de foco baixo.
E falta de coaptação adequada das pregas vocais durante a fonação, comum em casos de fenda ou paralisia de pregas vocais, e comprometimento do suporte respiratório.

A definição para a Perda Auditiva Neurossensorial ou Sensório-neural é:

A Limiares de via óssea maiores do que 15 dBNA e limiares de via aérea maiores do que 25 dBNA, com gap aéreo-ósseo de até 10 dB.
B Limiares de via óssea maiores do que 25 dBNA e limiares de via aérea maiores até 15 dBNA, com gap aéreo-ósseo de até 20 dB.
C Limiares de via óssea por volta de 10 dBNA e limiares de via aérea maiores do que 30 dBNA, com gap aéreo-ósseo maior ou igual a 15 dB.
D Limiares de via óssea maiores do que 15 dBNA e limiares de via aérea maiores do que 25 dBNA, com gap aéreo-ósseo maior ou igual a 15 dB.
E Limiares de via óssea menores ou iguais a 15 dBNA e limiares de via aérea maiores do que 25 dBNA, com gap aéreoósseo maior ou igual a 15 dB.

O uso da fala espontânea para o diagnóstico dos distúrbios de fluência tem sido um instrumento comum e recomendado na literatura. A avaliação fonoaudiológica de um paciente com queixas de disfluência encontrou as seguintes características: hesitação, excesso de interjeições, repetição de palavras − inclusive monossilábicas e repetição de sílabas em uma mesma palavra. Esses dados são mais compatíveis com um quadro de

A Distúrbio articulatório.
B Taquifemia.
C Disfluência Atípica/Gagueira.
D Disfluência Típica/Comum.
E Disfluência Sintática.

O traumatismo cranioencefálico (TCE) caracteriza-se por uma agressão ao cérebro, causada por uma força física externa, que acarreta lesão anatômica e/ou comprometimento funcional do couro cabeludo, crânio, meninges ou encéfalo.

O fonoaudiólogo, que tem papel fundamental na reabilitação pós-TCE, na fase subaguda, irá

A adequar orientação temporal, espacial e pessoal; organizar a linguagem oral e estimular a memória.
B organizar a linguagem e trabalhar a deglutição.
C adequar orientação temporal, espacial e pessoal; trabalhar figura fundo e os aspectos auditivos.
D trabalhar a associação de ideias, adequar atenção verbal, auditiva e visual.
E estimular a linguagem expressiva e receptiva, a escrita e a leitura.

Dentro de uma visão de intervenção multidisciplinar em pacientes neurológicos, existem critérios que direcionam para uma proposta de adaptações e não necessariamente de reabilitação.
Isso ocorre, pois a resposta do paciente está condicionada aos seguintes fatores:

A tempo de internação na UTI e natureza da lesão
B idade, sexo e característica da doença degenerativa
C contexto socioeconômico e idade
D extensão e local da lesão, caráter de evolução e idade
E amplitude do comprometimento motor e tempo de internação

A classificação discinética da paralisia cerebral, também conhecida como coreoatetósica, apresenta

A hemiplegia por lesões transitórias de neurônios motores inferiores.
B reflexos patológicos por alterações de via piramidal unilateral.
C comprometimento cognitivo e alterações motoras apenas em membros inferiores.
D hipercinesia com movimentos involuntários associados.
E incoordenação estática e cinética, tremores de ação e dismetria.

O declínio físico apresenta-se como uma das principais características do envelhecimento.

O processo de envelhecimento fisiológico, marcado por um conjunto de alterações orgânicas, funcionais e psicológicas, é denominado

A senilidade
B demência
C senescência
D Parkinson
E Alzheimer