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A escala assume papel importante na produção de um mapa, uma vez que assegura a precisão e o detalhamento das informações espacialmente localizadas. Além disso, a escala contribui para uma interpretação adequada e um uso eficaz do mapa. (Paulo Roberto Fitz. Cartografia Básica. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. Adaptado) De maneira geral, as escalas são apresentadas em mapas nas formas: numérica,

A nominal ou equivalente.
B fracionária ou equivalente.
C gráfica ou nominal.
D gráfica ou hipsométrica.
E topocêntrica ou geocêntrica.

A Geografia possui alguns conceitos-chave, capazes de sintetizarem a sua objetivação, os quais guardam entre si forte grau de parentesco, visto que todos se referem à ação humana modelando a superfície terrestre: paisagem, região, espaço, lugar e território. Cada um desses conceitos possui várias acepções, cada qual baseada em uma corrente teórica específica do pensamento geográfico. (Roberto Lobato Corrêa. Espaço, um conceito-chave da Geografia. In: Iná Elias de Castro; Paulo Cesar da Costa Gomes; Roberto Lobato Corrêa. Geografia: conceitos e temas. 7. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. Adaptado) O debate em torno desses conceitos tem se mostrado de grande relevância, pois revela conflitos e, consequentemente, propicia avanços na teoria geográfica. Nesse contexto, é correto afirmar que, na Geografia

A Clássica, o espaço e a região são dois conceitos que fundamentam essa teoria.
B Tradicional, os conceitos de paisagem e região foram privilegiados.
C Teorético-quantitativa, a região e o lugar são os conceitos mais significativos.
D Crítica, o território é considerado um conceito-chave dessa corrente.
E Humanista, o espaço passa a ser o conceito-chave mais relevante.

Segundo Simielli

( 1999 ), há três tipos de croquis que mais interessam ao ensino da Geografia, nos quais as informações são representadas de forma simplificada e estilizada. (Nídia Pontuschka; Tomoko Iyda Paganelli; Núria Hanglei Cacete. Para ensinar e aprender Geografia . São Paulo: Cortez, 2007. Adaptado) Esses croquis são de

A análise/localização, de correlação e de síntese.
B ordem direta e inversa, de referência móvel e de territorialidade gráfica.
C relação topológica, de relação projetiva e de relação euclidiana.
D ordem vertical, de ordem tridimensional e de ordem oblíqua.
E transposição tridimensional, de plano bidimensional e perspectiva linear.

Se as chuvas fossem distribuídas de maneira uniforme no globo, a média seria de 900 mm. A distribuição geográfica da chuva depende, basicamente, de quatro fatores que determinam a quantidade e o padrão de precipitação em diferentes regiões do mundo. (José Bueno Conti; Sueli Angelo Furlan. Geoecologia: o clima, os solos e a biota. In: Jurandyr Luciano Sanches Ross. Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995. Adaptado) São eles:

A latitude, distância do oceano, ação do relevo e efeito das correntes marítimas.
B longitude, ventos alísios, elevação da temperatura e presença de cobertura vegetal.
C latitude, massas de ar, amplitude térmica, distância do oceano.
D temperatura, umidade, pressão atmosférica e radiação solar.
E longitude, estações do ano, evapotranspiração e efeito das correntes marítimas.

Considere os textos a seguir: Texto

I Os desmatamentos na Amazônia eliminarão uma fonte de umidade importante para a atmosfera, considerando que 56% das chuvas locais e regionais dependem da floresta. Através da superfície das folhas das árvores evaporam-se grandes volumes de água. (José Bueno Conti; Sueli Angelo Furlan. Geoecologia: o clima, os solos e a biota. In: Jurandyr Luciano Sanches Ross, (Org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995. Adaptado) Texto

II A floresta amazônica exerce um papel fundamental na regulação da umidade atmosférica, através de uma intensa reciclagem da água realizada pelas árvores. Depois da chuva, a floresta tropical promove a evapotranspiração, fenômeno que consiste na combinação de processos de evaporação e transpiração intensas. A água retorna à superfície sob a forma de chuva. A floresta realiza o transporte de umidade dentro e fora da região, afetando o ciclo hidrológico e os níveis dos rios amazônicos. Além disso, a umidade originada na bacia amazônica é transportada pelos ventos para outras partes do continente, desempenhando papel importante na formação de precipitações em regiões distantes da própria Amazônia, como o Sudeste e o Sul do Brasil e a bacia do Prata. (José A. Marengo; Gilberto Fisch. Clima e Região Amazônica. In: Iracema Fonseca de Albuquerque Cavalcanti. Nelson Jesuz Ferreira (Org.). Clima das regiões brasileiras e variabilidade climática . 1. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2021. Adaptado) O Texto II completa a ideia do Texto I , fazendo referência a um fenômeno atmosférico denominado de

A gutação.
B ilhas de calor.
C rios voadores.
D inversão térmica.
E correntes térmicas.

Considere os textos a seguir: Texto I “Cabe ao professor de qualquer disciplina motivar o aluno a encarar os estudos como uma tarefa significativa e interessante. Se o aluno apresenta dificuldades de ler, analisar e redigir textos, é importante a orientação docente. O argumento comumente utilizado de que “não somos professores de Língua Portuguesa” não se justifica. Em qualquer disciplina, também em Geografia, é possível orientar os alunos para a melhor maneira de estudar um texto, desenvolvendo a capacidade de lidar com essa forma de comunicação e ampliando a possibilidade de compreender a realidade social com maior profundidade. [...] Saber ler e analisar um texto ou documento é requisito indispensável para o estudante em todas as disciplinas escolares [...]”. (Nídia Pontuschka; Tomoko Iyda Paganelli; Núria Hanglei Cacete. Para ensinar e aprender Geografia . São Paulo: Cortez, 2007) Texto II “Um texto constitui, portanto, uma mensagem codificada, e sua leitura implica a decodificação da mensagem pela compreensão e acompanhamento do raciocínio do autor. A finalidade da análise textual é aprender a ler, a familiarizar-se com os termos técnicos, os conceitos, as ideias e saber como elas se relacionam, assim como buscar hierarquizar o conteúdo do texto, identificar e acompanhar o raciocínio do autor, suas conclusões e as bases que as sustentam”. (Nídia Pontuschka; Tomoko Iyda Paganelli; Núria Hanglei Cacete. Para ensinar e aprender Geografia . São Paulo: Cortez, 2007). A crítica presente no Texto I remete ao entendimento de que a leitura deve ser trabalhada no espaço escolar por todas as disciplinas, com o intuito de ajudar o aluno a desenvolver a capacidade de análise e compreensão do texto. Considerando-se a finalidade da análise textual abordada no Texto II, as autoras propõem a integração entre literatura e Geografia, pois entendem que é pela leitura que se conhecem e aprendem os conteúdos de ensino. Nesse sentido, sugerem um roteiro para que seja realizada a análise temática de um texto literário, estruturado em:

A assunto e tema, problematização do tema, ideia central, raciocínio do autor, ideias secundárias e resumo.
B biografia do autor, título do texto, leitura flutuante, personagens, hipóteses interpretativas e novo desfecho.
C exposição ou introdução, complicação ou desenvolvimento, clímax, desfecho ou conclusão, tempo fictício e personagens.
D título, personagens, objetivo do texto, hipótese interpretativa, tempo fictício e contexto espacial.
E leitura flutuante, pré-análise, exploração do material, tratamento dos resultados, inferência e interpretação.

As atividades agrárias têm-se mostrado crescentemente como fortes depredadoras dos recursos naturais. É incontestável a necessidade crescente de produção de alimentos que possam atender ao crescimento do consumo pela população que cada dia mais vive em cidades. Para suprir tais necessidades, a tendência tem sido a de recorrer a tecnologias cada dia mais sofisticadas. Nesse processo de aperfeiçoamento técnico e na procura de aumento da produtividade por hectare e por trabalhador visando aumentar a lucratividade, o ambiente natural está cada dia mais sendo alterado, chegando em algumas áreas do Brasil e do mundo a verdadeira degradação ambiental. (Jurandyr Luciano Sanches ROSS. A sociedade industrial e o ambiente. In______. Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995.Adaptado) Uma das variáveis mais importantes de ambientes terrestres que favorecem ou dificultam a expansão de áreas de cultivo e o aumento da capacidade produtiva dos lugares é

A o relevo.
B a rede viária.
C a rotação de culturas.
D o aquecimento global.
E a reserva ecológica.