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Hoje, o Rio Grande do Sul parece ser, artisticamente, uma ilha cercada de silêncio por todos os lados. Mas não foi sempre
assim. [...] a comunicação era muito mais fácil nos anos anteriores... (1° parágrafo)

Mantendo-se a lógica, os segmentos acima estão corretamente reescritos em um único período em:

A Nem sempre, conquanto pareça, o Rio Grande do Sul teria sido, artisticamente, uma ilha cercada de silêncio por todos os
lados: haja visto que, a comunicação era muito mais fácil nos anos anteriores.
B À medida que, artisticamente, a comunicação era bem mais fácil nos anos anteriores, o Rio Grande do Sul, parece hoje
uma ilha cercada de silêncio, por todos os lados, onde se vê-se que não foi sempre assim.
C Embora hoje se tenha a impressão de que o Rio Grande do Sul seja, artisticamente, uma ilha cercada de silêncio por todos
os lados, não foi sempre assim: nos anos anteriores, a comunicação era muito mais fácil.
D O Rio Grande do Sul, hoje parece constituir uma ilha cercada de silêncio, por todos os lados, artisticamente; entretanto,
nem sempre fora dessa maneira, uma vez que nos anos anteriores, a comunicação era bem mais fácil.
E Conforme se constata, o Rio Grande do Sul, que nem sempre fora, artisticamente, uma ilha cercada de silêncio por todos
os lados, apesar de lhe parecer; era muito mais fácil a comunicação nos anos anteriores.

Considere as afirmações abaixo.

I. O autor assinala que, paradoxalmente, apesar de se observarem avanços significativos na tecnologia da comunicação, as
possibilidades de trocas no meio artístico foram reduzidas.

II. Depreende-se do texto que alguns estados brasileiros, como o Rio Grande do Sul, possuem maior trânsito artístico com
países vizinhos, como Argentina e Uruguai, do que com os da própria nação.

III. A arte perdeu a função de elemento propulsor da comunicação, embora tenham se ampliado as possibilidades de
intercâmbio cultural internacional.

Está correto o que consta APENAS de

A I.
B I e II.
C II e III.
D II.
E I e III.

Suponha a seguinte estrutura de dados que registra o trâmite dos processos pelas diversas unidades do Tribunal Regional
Federal da 4ª
Região – TRF4:

Trâmite-Processo ( Num-Processo, Id-Unidade-Trâmite , Data-Ingresso-Processo-Unidade, NomeUnidade-Trâmite, Descritivo-Processo)

E sabendo que:

− Os dados sublinhados são a chave identificadora da estrutura Trâmite-Processo que não se repete entre os inúmeros
processos atualmente em trâmite pelas unidades;

− O dado Data-Ingresso-Processo-Unidade é dependente tanto de Num-Processo quanto de Id-Unidade-Trâmite;

− O dado Nome-Unidade-Trâmite é dependente apenas de Id-Unidade-Trâmite; e

− O dado Descritivo-Processo é dependente apenas de Num-Processo.

Um Analista observou, corretamente, que essa estrutura

A estaria na 2FN se lhe fosse retirado o atributo Descritivo-Processo.
B está na 2FN, apenas.
C não está na 2FN.
D estaria na 2FN se lhe fosse retirado o dado Data-Ingresso-Processo-Unidade.
E está na 3FN.

Para resolver um problema de comunicação de dados, um Analista necessitou pesquisar funções das camadas do modelo de
referência OSI. Em sua pesquisa, ele observou que havia problemas relacionados às seguintes responsabilidades de uma
determinada camada:

I. Endereçamento do ponto de acesso – EPA ao serviço ( service-point addressing ) . Normalmente, computadores
executam vários programas ao mesmo tempo. Por essa razão, a entrega origem-ao-destino significa a entrega não apenas de um computador para o seguinte, mas também de um processo específico (programa em execução) em um
computador para um processo específico (programa em execução) no outro. O cabeçalho dessa camada deve, portanto,
incluir esse EPA (ou também denominado endereço de porta).

II. Segmentação e remontagem . Uma mensagem é dividida em segmentos transmissíveis, com cada segmento contendo
um número de sequência. Esses números permitem a essa camada remontar a mensagem corretamente após a chegada
no destino e identificar e substituir pacotes que foram perdidos na transmissão.

Ele concluiu corretamente que se tratava da camada de

A Apresentação.
B Enlace.
C Rede.
D Transporte.
E Sessão.

As chaves pública e privada são geradas a partir de números aleatórios, que serão descartados mais tarde. Essa criptografia só
é possível porque existe um relacionamento matemático entre estas chaves geradas por estes números aleatórios e pelos
cálculos para encontrá-las. A chave pública é geralmente distribuída. Tecnicamente, o procedimento para gerar um par de
chaves pública/privada é o seguinte:

1. Escolha dois números p e q

2. Calcule n = p x q

3. Calcule z = (p – 1 ) x ( q –1)

4. Escolha um número primo em relação a z e chame-o de e

5. Calcule d = e-1 mod z (mod é o resto da divisão inteira)

6. A chave pública KU = {e, n} e a chave privada KR = {d, n}

Com base nestas informações, um Analista afirma, corretamente, que

A p e q devem ser dois números ímpares extensos.
B este processo é denominado certificação digital e garante confidencialidade, mas não garante autenticação.
C KR é mantida em segredo, apenas o dono a conhece, e pode ficar em um token .
D este algoritmo é conhecido como RC4 e é a base da maioria das aplicações que utilizam criptografia assimétrica.
E o tamanho das chaves varia entre 256 a 1024 bits .

Em determinado tipo de arquitetura, o processador explora o potencial de paralelismo em nível de instrução, podendo haver várias instruções que executam simultaneamente no mesmo estágio de pipeline e múltiplas instruções que são iniciadas no mesmo ciclo de clock . Através do escalonamento dinâmico, todas as instruções na janela de execução podem iniciar a execução, conforme dependência de dados e recursos. Três tipos de dependência de dados podem ser identificados:

I. Write After Read (WAR). Ocorre se uma instrução usa uma posição como um dos operandos enquanto a instrução seguinte está escrevendo naquela posição.

II. Write After Write (WAW). Ocorre se duas instruções estão escrevendo na mesma posição; se a segunda instrução escreve antes que a primeira, ocorre um erro.

III. Read After Write (RAW). Ocorre quando a saída de uma instrução é exigida como entrada para a instrução subsequente. O tipo de arquitetura do processador e os 3 tipos de dependência de dados são, correta e respectivamente,

A VLIW ( Very Long Instruction Word ) ? Dependência híbrida ? Dependência de escrita ? Dependência de leitura.
B Superescalar – Antidependência ? Dependência de saída ? Dependência de dados verdadeira.
C Superpipeline ? Dependência híbrida ? Dependência de escrita ? Dependência de leitura.
D Superpipeline ? Interdependência ? Dependência de saída ? Dependência de entrada.
E ESPP ( Enhanced Super-Parallel Processor ) ? Antidependência ? Dependência de saída ? Dependência de entrada.

O Summit da IBM é considerado o supercomputador mais rápido do mundo com inteligência artificial e machine learning. A máquina é capaz de realizar 200 quatrilhões de operações por segundo (ou 200 seguido por 15 zeros) e deve auxiliar em pesquisas sobre doenças como Alzheimer, além de impulsionar os estudos de energia infinita para as próximas gerações . (Disponível em: https://www.techtudo.com.br ) Ao ler esse artigo, um Analista de Infraestrutura assinala como tecnicamente corretas as informações complementares sobre esta máquina: além dos

A 200 teraflops de poder de processamento, o supercomputador da IBM tem 100 TeraBytes de memória RAM e 250 TeraBytes de armazenamento, equivalente a 250 HDs de 1 MB.
B 200 gigaflops de poder de processamento, o supercomputador da IBM tem 10 TeraBytes de disco SSD e 25 TeraBytes de armazenamento, equivalente a 25 mil HDs de 1 GB.
C 20 exaflops de poder de processamento, o supercomputador da IBM tem 10 PetaBytes de memória RAM e 250 ExaBytes de armazenamento SSD e HD, equivalente a 25 mil HDs de 1 PB.
D 200 exaflops de poder de processamento, o supercomputador da IBM tem 1 ExaByte de memória SDRAM e 250 PetaBytes de armazenamento em discos SSD e HD, equivalente a 250 mil HDs de 10 PB.
E 200 petaflops de poder de processamento, o supercomputador da IBM tem 10 PetaBytes de RAM e 250 PetaBytes de armazenamento, equivalente a 250 mil HDs de 1 TB.

Considere a situação apresentada a seguir. 1. Maria frequentemente visita um site que é hospedado pela empresa E. O site da empresa E permite que Maria faça login com credenciais de usuário/senha e armazene informações confidenciais, como informações de processos judiciais. 2. João observa que o site da empresa E contém uma determinada vulnerabilidade. 3. João cria um URL para explorar a vulnerabilidade e envia um e-mail para Maria, fazendo com que pareça ter vindo da empresa E. 4. Maria visita o URL fornecido por João enquanto está logada no site da empresa E. 5. O script malicioso incorporado no URL é executado no navegador de Maria, como se viesse diretamente do servidor da empresa E. O script rouba informações confidenciais (credenciais de autenticação, informações de processos etc.) e as envia para o servidor da web de João sem o conhecimento de Maria. Um Analista de Infraestrutura conclui, corretamente, que

A a empresa E sofreu um ataque SQL injection e Maria sofreu um ataque de e-mail sniffing .
B Maria foi vítima de identity theft e João lançou um ataque SQL injection .
C Maria foi vítima de e-mail spoofing e João lançou um ataque XSS.
D João utilizou a técnica de sniffing e a empresa E foi vítima de defacement .
E João utilizou a técnica de advance fee fraud e a empresa E foi vítima de um ataque XSS .

Tanto o app Whatsapp quanto o Telegram usam um recurso que embaralha o texto das mensagens, impedindo que elas sejam lidas durante o trajeto do emissor para o destinatário. No formato ‘de ponta a ponta’, apenas as pessoas nas ‘pontas’ da conversa têm o que pode desembaralhá-las, elas inclusive já chegam codificadas aos servidores. No Telegram, há duas opções deste recurso: cliente-cliente, isto é, entre usuários (apenas na opção ‘ chat secreto’), ou cliente-servidor, entre o usuário e o servidor do app (nos chats comuns). Como o conteúdo vazou? Existem outras formas de interceptar conversas tanto no Telegram quanto no WhatsApp. Um dos golpes mais conhecidos é o ‘SIM Swap’. Neste golpe, os hackers clonam temporariamente o cartão de operadora (SIM) da vítima. Isso pode ser feito com algum criminoso infiltrado na empresa telefônica. [...] O perigo fica ainda maior se a vítima opta por fazer backups das conversas dos apps na nuvem. No WhatsApp isso é feito via Google Drive (Android) ou iCloud (iOS). Nestes casos, seria preciso também que o invasor conseguisse descobrir como invadir as contas do Google e iCloud de alguma forma, além de usar um celular com o mesmo sistema operacional da vítima. É importante frisar que as conversas do WhatsApp salvas na nuvem já tiveram o recurso desfeito quando a mensagem foi lida. No Telegram, as conversas comuns são guardadas na nuvem da empresa dona do mensageiro; em caso de invasão do celular, o hacker também consegue livre acesso a todos os backups que foram feitos automaticamente, ou seja, pode ler todo o seu histórico de mensagens de longa data. Só os chats secretos escapam disso, pois ficam armazenados apenas na memória dos celulares dos membros da conversa. (Disponível em: https://noticias.uol.com.br ) Com base no texto, um Analista de Infraestrutura conclui, corretamente, que

A o Telegram usa criptografia assimétrica na troca de mensagens, mas estas não são criptografadas nos backups em nuvem.
B o Telegram garante o segredo das mensagens trocadas em chats secretos, pois estes utilizam um túnel VPN entre os usuários.
C tanto o Telegram quanto o Whatsapp utilizam protocolos criptográficos do tipo DES, IDEA ou 3DES.
D o Whatsapp é mais seguro que o Telegram, pois faz backup automático em serviços de nuvem mais confiáveis por serem públicos, enquanto o Telegram utiliza nuvem própria.
E o Whatsapp usa criptografia simétrica na troca de mensagens, mas estas não são criptografadas nos backups em nuvem.

Em condições ideais, considere que o conteúdo do arquivo de configuração do slapd (Standalone LDAP Daemon), que está em /etc/ldap/slapd.conf, não contém erros e é apresentado abaixo. Os números das linhas não fazem parte do arquivo, servem apenas para a indicação dos comandos nele contidos. 1. access to attrs=userPassword 2. by anonymous auth 3. by * none 4. access to dn.base="" by * read 5. access to * by dn="cn=admin,dc=popce,dc=rnp" write by * read Com base no conteúdo do arquivo, é correto afirmar que a linha

A 1. indica que para fazer login no LDAP é necessário que o usuário user forneça uma senha.
B 4. dá permissão de leitura para a base (raiz) da DIT a todos.
C 5. esta seção permite que o admin escreva em qualquer registro, mas que nenhuma outra pessoa possa fazer leituras no diretório.
D 2. indica que um anônimo pode acessar o diretório sem restrições.
E 3. indica que não há nenhuma restrição para um usuário criar ou modificar um registro do diretório.