QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
263 questões encontradas

No relacionamento entre assessor de imprensa e jornalista, o que se espera do assessor?

A Fidelidade ao assessorado a ponto de saber quais informações deve divulgar e quais precisa sonegar aos jornalistas. Um bom assessor funciona como um advogado de defesa de seu assessorado.
B Ter um bom network é fundamental. Quanto mais um assessor conhece os jornalistas e estreita a relação de amizade com eles, maiores são as chances de emplacar uma pauta de interesse da empresa.
C Assumir o papel de porta-voz da instituição, fazendo o uso de releases para reforçar que o assessor fala em nome da organização, ligando frequentemente para as redações para se mostrar uma fonte valorosa para os jornalistas.
D Saber qual notícia é mais adequada para cada veículo de comunicação e anteciparse às demandas.

A definição de reportagem é construída, na maioria das vezes, em comparação com o conceito de notícia. No entanto notícia se difere da reportagem tanto em relação á sua estrutura quanto do ponto de vista de sua produção. Como se dá essa diferença?

A Enquanto a notícia apura fatos, a reportagem lida com assuntos sobre fatos.
B A notícia trabalha com a dedução enquanto a reportagem opera um movimento típico de indução.
C A notícia é imune à intenção do veículo enquanto a reportagem é produto da intenção de passar um recorte da realidade.
D Enquanto a notícia é totalmente imparcial, a reportagem é objetiva, mesmo trabalhando com o enfoque e a interpretação dos fatos.

Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
Quanto ao estilo, o texto jornalístico segue alguns princípios, como o princípio da __________, que determina que o texto jornalístico não pode ser prolixo, e o princípio da __________, que estabelece que, em seu texto, o jornalista deve respeitar as regras gramaticais.

A clareza / precisão
B concisão / correção
C clareza / correção
D concisão / precisão

Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s). Em relação à estrutura do texto jornalístico.
I. A estrutura homérica ou nestoriana, aplicada à reportagem, apresenta no lead os fatos mais fortes e atuais, na forma da pirâmide invertida, e depois relata os fatos na ordem cronológica.
II. Duas ou mais histórias, casos particulares, convergem para uma mesma conclusão em uma estrutura em Y.
III. No texto epistolar, a peça jornalística assume a forma de uma carta.
IV. O modelo estrutural da pirâmide invertida é o único aceito para a redação de notícias, pois o núcleo duro da informação está presente no lead .

A Apenas IV.
B Apenas I e IV.
C Apenas II e IV.
D Apenas I, II e III.

A entrevista é uma das principais ferramentas que os jornalistas utilizam para a apuração dos fatos. Sobre esse assunto, é correto afirmar que

A o repórter, antes de começar uma entrevista, já deve saber de quais respostas precisa para fechar seu texto. Isso torna o trabalho mais ágil e não compromete a qualidade do produto jornalístico.
B um repórter deve manter uma postura gentil, mas nunca subserviente. Por mais intimidador que o entrevistado seja, deve manter a postura e agir sempre com respeito.
C um repórter nunca interrompe o entrevistado enquanto ele estiver falando. Além de ser falta de educação, pode dificultar a relação entre entrevistador e entrevistado.
D se o entrevistado é monossilábico, é melhor não intervir. Respostas curtas também são respostas assim como o silêncio também é.

Os americanos foram às urnas nesta terça-feira (06.11) para as eleições de meio de mandato (midterms, em inglês), nas quais definiram uma nova Câmara, um terço do Senado e mais de 75% de seus governadores. (Acesso em 06.11.18 - disponível em: https://glo.bo/2QltGGJ. Adaptado) A votação teve clima de referendo para Donald Trump, que completou dois anos na Casa Branca, pois:

A o Presidente manteve sua maioria no Senado, perdendo a maioria da Câmara dos representantes para os Democratas
B a população manifestou boicote à eleição em protesto contra o Presidente.
C os candidatos eram todos contrários à política do presidente contra imigrantes.
D o Presidente aguardava as eleições para continuar sua guerra contra a Coreia do Norte.
E o Presidente dependia das eleições para saber se iria continuar com sua política de corte de gastos militares.

Uma indústria de refrigerantes publicou uma pequena brochura com a colaboração de jornalistas experientes sobre um produto jornalístico ainda muito em uso por empresas. Gualter Mathias Netto, então redator de “O Globo” afirmou que “a função primordial do_______ - e seu irmão mais gordo, o _______ - não é a de ser publicada como matéria acabada, mas de provocar a notícia.” (***) Esses produtos jornalísticos têm grande “diversidade de aproveitamento” por esse motivo “exige concepções diversas do material a ser distribuído. Há que se elaborar um texto pronto para publicação, quando dirigido a pequenos órgãos; o _______ curto (como diz o nome) para colunistas, pauteiros e chefes de reportagem; e o mais extenso,_______ , para informar os autores de matérias mais profundas.” Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente as lacunas do texto.

A paper ... press-book ... briefing ... release
B press-book ... release ... briefing ... paper
C briefing ... press-book ... release ... paper
D release ... press-book ... briefing ... paper
E release ... paper ... briefing ... press-book

O Manual de Redação e Estilo , do jornal O Estado de S. Paulo, recomenda que os seus jornalistas evitem “o uso de muletas nos títulos....como recurso para ganhar alguns sinais” para preencher os espaços gráficos a eles destinados. Assinale a alternativa de título que foi construído com “muleta”:

A Com o fim das parcerias, os médicos cubanos já começam a deixar o Brasil no dia 25
B Marginal em São Paulo tem pista fechada por tempo indeterminado.
C Guedes promete dividir com Estados recursos de megaleilão.
D BNDES: atrasos de Venezuela e Cuba impactam inadimplência
E Glenda Kozlowski será aparesentadora do SporTV.
Texto associado
Página infeliz O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. O cenário de derrocada , contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer? ” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. (Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)

O segmento frasal - carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - indica, no contexto:

A uma indiferença do governo que termina em ajudar a resolver o problema dos grupos editoriais.
B uma solução de última hora para as redes livreiras, se o atual governo aprovar a norma do preço fixo do livro
C uma possibilidade de as redes livreiras entrarem em acordo com os bancos para resolver a situação.
D um voto de confiança no governo disposto a estancar a crise financeira das redes livreiras
E a falta de perspectiva na busca de solução para as redes livreiras, por causa da atual crise econômica do país.
Texto associado
Página infeliz O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. O cenário de derrocada , contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer? ” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. (Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)

Assinale a alternativa que completa, respectivamente e de acordo com a norma-padrão da regência, os segmentos: O cenário de derrocada parece... A Livraria Cultura... Os editores pretendem.

A divergir aos números de venda./ recorreu dos empréstimos bancários./ equiparar-se com o pujante mercado europeu.
B divergir dos números de venda./ recorreu pelos empréstimos bancários./ equiparar-se pelo pujante mercado europeu.
C divergir com os números de venda./ recorreu dos empréstimos bancários./ equiparar-se no pujante mercado europeu.
D divergir dos números de venda./ recorreu a empréstimos bancários./ equiparar-se ao pujante mercado europeu.
E divergir os números de venda./ recorreu dos empréstimos bancários./ equiparar-se o pujante mercado europeu.