QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
263 questões encontradas

Segundo especialistas, o Brasil vale-se da metodologia Frascatti, recomendado pela OCDE (Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico), para balizar a legislação sobre pesquisa, ciência, tecnologia e inovação. Entre os conceitos usados para estruturar as normas sobre o assunto, é correto entender que

A Serviços de apoio técnico correspondem em parte à comprovação ou demonstração de viabilidade técnica ou funcional de novos produtos, processos, sistemas e serviços.
B Desenvolvimento experimental agrupa, entre outras, ações indispensáveis à implantação e manutenção de equipamentos de projetos de pesquisa e inovação tecnológica.
C Tecnologia industrial básica refere-se, entre outras atividades, à aferição e calibração de máquinas; aos ensaios visando à certificação; à documentação técnica gerada e ao patenteamento do produto.
D Pesquisa básica dirigida refere-se aos trabalhos executados para adquirir novos conhecimentos, com vistas ao desenvolvimento ou aprimoramento de produtos, processos e sistemas.
E Pesquisa básica aplicada engloba, entre outros, os trabalhos executados com o objetivo de revelar a compreensão de novos fenômenos para o desenvolvimento de produtos, processos ou sistemas inovadores;
Texto associado
Página infeliz O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. O cenário de derrocada , contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer? ” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. (Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)

A expressão “paradoxo assustador”, apontado no texto, associa-se

A a contingências alheias às intenções das livrarias de pagar suas dívidas, em função de créditos reduzidos.
B ao equilíbrio de estratégias, postas em prática, não apenas pelo mercado editorial, como também por outros setores.
C ao acerto de contas entre os bancos e as líderes do mercado, Saraiva e Cultura, em função das dívidas que contraíram.
D à projeção bem sucedida da venda de livros no país, feita com ajuda de estudos desenvolvidos por advogados.
E ao acúmulo de dívidas das livrarias com as editoras, apesar do incremento nas vendas, expondo uma desproporção.
Texto associado
LIVROS Tropeçavas nos astros desastrada Quase não tínhamos livros em casa E a cidade não tinha livraria Mas os livros que em nossa vida entraram São como a radiação de um corpo negro Apontando pra expansão do Universo Porque a frase, o conceito, o enredo, o verso (E, sem dúvida, sobretudo o verso) É o que pode lançar mundos no mundo. (https://www.letras.mus.br/caetano-veloso, acessado em 09.11.2018)

Assinale a alternativa correta quanto ao sentido da canção.

A A falta de livros na casa e na cidade contribuiu para que a família do eu lírico não tivesse uma cultura aprimorada
B Frases, enredos e conceitos, próprios do universo livresco, são mais eficazes que o verso para aperfeiçoar os limites do leitor
C O eu lírico afirma que a família não adquiriu conhecimento livresco porque não tinha experiência com o universo da leitura
D Uma espécie de escuridão sem fim tomou conta da vida do eu lírico porque faltavam livros na família e na cidade.
E Os poucos livros de que o eu lírico dispunha em casa foram suficientes para expandir sua visão de mundo.

O trabalho de pauta é essencial no videojornalismo. Os encarregados da pauta fazem um roteiro para o trabalho da equipe na rua, isto é, a pauta corresponde também a uma estratégia de trabalho das várias pessoas envolvidas na apuração da matéria. Basicamente, a pauta para o videojornalismo deve conter os seguintes elementos: retranca, roteiro, proposta, encaminhamento e dados. É correto afirmar que

A a retranca corresponde à descrição do assunto a ser tratado. É nela que todas as perguntas do lead estão respondidas
B a proposta é uma definição básica do tema da matéria. Deve ter poucas palavras porque elas serão repetidas no relatório de reportagem e na lauda do apresentador.
C o roteiro se relaciona à ordem em que as perguntas devem ser feitas ao entrevistado e as questões que devem ser priorizadas no momento da abordagem
D os dados dizem respeito às imagens de arquivo que serão usadas na matéria; aos infográficos já elaborados com as informações existentes e os números coletados pelo departamento de pesquisa.
E o encaminhamento apresenta a sugestão de offs, passagens, sonoras e outras questões relacionadas à edição da matéria, inclusive o teaser.

Não há um modelo padrão para a elaboração de pauta para jornal impresso. Entretanto, pode-se afirmar, resumindo a recomendação de experientes editores, que, além do cabeçalho que identifica o jornal, a editoria, as datas e o(s) repórter(es), a pauta deve conter informações a respeito

A do tema e seus desdobramentos; do enfoque que deve ser dado ao tema principal; das fontes oficiais a respeito do tema, para que criem um compromisso do poder instituído com o fato e um conjunto de textos para que o repórter extraia deles as perguntas a serem feitas.
B do assunto; do histórico, para contextualizar o fato jornalístico; da abordagem, isto é, qual o enfoque que se pretende; das fontes, se possível com endereços e telefone e sugestões de perguntas, principalmente aquelas que estão afeitas ao enfoque da matéria.
C do tema; a justificativa da importância do tema; do contexto em que ele se insere; do roteiro completo de perguntas a serem feitas às fontes oficiais e fontes não oficiais; as questões que não devem ser levantadas em relação ao tema.
D do assunto; do interesse da empresa em relação ao assunto; do enfoque que deve ser priorizado no momento de elaborar a matéria; dos documentos que devem ser solicitados às fontes para ilustrar a matéria.
E do tema; da conexão do tema com matérias já publicadas no periódico; da sinopse do acontecimento; do encaminhamento a ser dado ao assunto; das fontes que não devem fazer parte da matéria
Texto associado
Página infeliz O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. O cenário de derrocada , contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer? ” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. (Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)

Se a norma do preço fixo fosse aprovada no país,

A as livrarias independentes seriam mais competitivas diante dos maiores grupos.
B as grandes redes desnivelariam o mercado e poderiam lucrar ainda mais.
C o Brasil se tornaria um país leitor, como França, Dinamarca e Alemanha.
D as livrarias evitariam os prejuízos que vêm enfrentando por causa da crise.
E a leitura teria mais dinamismo no país e a guerra de preço seria eliminada.

O aproveitamento do título de um press-release da Assessoria de Imprensa da Unicamp foi vetado pelo editor de um jornal comercial. O editor afirmou que se tratava de um título encampado. (Jornal da Unicamp. Adaptado) O título vetado foi o seguinte:

A Entre sons e pausas, o sonho de tocar e cantar
B Do primeiro giz a uma vaga no ensino superior
C Uma escola para chamar de sua, afirma Diretora
D Demógrafa mergulha no cotidiano de refugiados sírios em São Paulo
E Unicamp leva arte, saúde e cidadania para população em situação de rua

Em 31 de agosto de 2010, após 119 anos de história, um dos mais tradicionais jornais brasileiros deixou a versão impressa e passou a ser disponível somente na sua versão digital. Na sua estreia como jornal digital, o periódico enumerou os argumentos que justificaram a sua opção, colocando entre eles o respeito à ecologia e o alinhamento com o futuro. Mas, no dia 25 de fevereiro de 2018, sob nova direção, o jornal voltou às bancas cariocas. O empresário que adquiriu os direitos justificou o projeto por ter identificado um nicho no mercado de jornais impressos. O nome desse jornal é

A Jornal do Brasil.
B Extra
C Diário Carioca.
D Tribuna da Imprensa
E Diário do Comércio
Texto associado
Página infeliz O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. O cenário de derrocada , contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer? ” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. (Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a segunda frase substitui, corretamente, por um pronome pessoal, com sua devida colocação, a expressão em destaque na primeira.

A No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos ./ No pedido à Justiça, a rede afirma lhes acumular.
B Saraiva e Cultura reduziram o número de lojas ./ Saraiva e Cultura lhe reduziram.
C A Cultura não teria aumentado seus preços ./ A Cultura não teria aumentado-nos.
D Na hora em que você deveria receber o dinheiro , ele não volta./ Na hora em que você deveria recebê-lo, ele não volta.
E O que vai acontecer às pequenas editoras ?/ O que vai acontecê-las?

Na produção de notícias, tem-se, por um lado, a cultura profissional e, por outro, as restrições ligadas à organização do trabalho sobre as quais são criadas convenções profissionais que definem a notícia e legitimam o processo produtivo, desde a captação do acontecimento, passando pela produção, edição até a apresentação. O resultado disso é um conjunto de critérios de relevância que definem

A os valores notícia.
B a pauta.
C a noticiabilidade.
D o espelho de página.
E a diagramação.