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Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Santa Catarina constatou, junto a experientes profissionais e análise de matérias do gênero que, “a partir do lugar de ancoragem na revista foi possível agrupar as entrevistas” do tipo pingue-pongue em dois tipos. As entrevistas_______são publicadas, por exemplo, nas páginas amarelas da revista Veja. São entrevistas que “mantêm independência temática e ocupam os espaços mais privilegiados nas edições das revistas”. As entrevistas_______, “não raras vezes, cumprem a tarefa de “completar” e/ou reafirmar um “já dito” na edição da revista” e esse tipo de entrevista não disputa espaço com outros gêneros jornalísticos da revista. (https://periodicos.ufsc.br. Adaptado) Asinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.

A de perfil ... satélites
B coletivas ... nucleares
C satélites ... de perfil
D nucleares ... satélites
E nucleares ... coletivas.
Texto associado
Página infeliz O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. O cenário de derrocada , contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer? ” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. (Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)

As palavras, em destaque, em Mesmo assim , diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. - podem ser substituídas, respectivamente, sem prejuízo de sentido, pelas conjunções

A Apesar disso e porém, que indicam oposição.
B Por isso e conforme, que indicam conformidade.
C Desta forma e também, que indicam consequência.
D Por esta razão e assim, que indicam comparação.
E Entretanto e enquanto isso, que indicam tempo.

O editor do telejornal da TV Unicamp vetou uma chamada alegando que ela continha um vício de linguagem. A chamada condenada pelo editor foi a seguinte:

A Livro traz pesquisas e recortes historiográficos inéditos sobre o cinema de Glauber
B Pesquisas fazem “musicar” deixar de ser verbo para ser substantivo.
C Técnica expõe adulteração “invisível” do leite tipo “A”.
D Tese revela a pouca fé da luta das brasileiras por direitos civis e trabalhistas
E Extrato da casca de jabuticaba causa efeitos benéficos à saúde

Nos últimos anos, diversos casos bárbaros de execução de jornalistas foram registrados. Entre as vítimas, além de Claude e Ghislaine, estão o repórter Mohamed al-Absi, envenenado no lêmen, os mexicanos Miroslava Breach e Javier Valdez, mortos em 2017 a tiros no México, e Ján Kuciak e sua noiva, na Eslováquia. No ato, realizado em Paris, foi lembrado o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi. (Acesso em 02.11.18 - disponível em: https://glo.bo/2PLz7Sn. Adaptado) O chocante caso de desaparecimento e assassinato do jornalista Jamal Khashoggi acreditava-se inicialmente ter sido ordenado pelo príncipe herdeiro

A do Iêmen.
B da Arábia Saudita.
C dos Emirados Árabes.
D da Jordânia.
E da Turquia.
Texto associado
Página infeliz O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. O cenário de derrocada , contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer? ” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. (Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)

Assinale a alternativa que substitui, correta e respectivamente, de acordo com a norma-padrão da concordância, as expressões em destaque na frase - Dívidas sem fim , prejuízos acumulados, além da crise econômica, provocaram a derrocada das redes livreiras.

A infindável ... que se acumulam ... tudo isso potencializou
B infindáveis ...que se acumula ... tudo isso potencializou
C infindáveis ... que se acumulam ... tudo isso potencializou
D nfindável ... que se acumula ... tudo isso potencializaram
E infindáveis ... que se acumulam ... tudo isso potencializaram

O edifício completou 50 anos nesta quarta-feira (07.11). Um dos principais cartões-postais de São Paulo, abriga o mais importante acervo de arte europeia do Hemisfério Sul. A coleção do museu reúne hoje mais de 10 mil obras, incluindo pinturas, esculturas, objetos e vestuários de diversos períodos, provenientes da África, Ásia, Europa e das Américas. Seu primeiro endereço foi na Rua 7 de abril. Foram 12 anos entre o projeto e a execução do novo prédio, inaugurado em 1968. (Acesso em 07.11.18 - disponível em: https://bit.ly/2JQ6370. Adaptado) Em 2018, comemorou-se os 50 anos do prédio

A do Museu de Arte Moderna de São Paulo.
B da Pinacoteca de São Paulo.
C do Museu de Arte de São Paulo “Assis Chateaubriand”.
D do Museu do Ipiranga.
E do Museu da República.

Assinale a abertura de matéria redigida no formato de “nariz de cera”:

A O ex-baixista do Ramones, C. J. Ramone, desmaiou no palco do Teatro Odisseia na madrugada desta quinta-feira (15), no Rio de Janeiro. O artista ficou desacordado por aproximadamente cinco minutos e a apresentação foi cancelada.
B A justiça espanhola condenou à prisão perpétua o brasileiro François Patrick Nogueira Gouveia, que admitiu ter matado dois tios e dois primos em 2016 na cidade de Pioz. A sentença foi lida nesta quinta -feira (15) pela juíza Maria Elena Mayor Rodrigo, do tribunal de Guadalajara
C Um grupo de 196 médicos retornou nesta quinta -feira a Cuba após três anos de trabalho no Brasil, os primeiros após o anúncio de Havana de sair do programa Mais Médicos devido a críticas do presidente eleito Jair Bolsonaro.
D Sabe o japa símbolo da Operação Lava Jato, aquele que virou marchinha e máscara de carnaval. Pois é, chegou sua vez de virar réu. Em Curitiba, na manhã desta terça-feira(7), o policial federal Newton Ishii foi condenado pelo crime de facilitação de contrabando.
E A juíza Gabriela Hardt, que substituiu Sérgio Moro no interrogatório do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira (14), advertiu o ex-presidente logo no início da sessão, após o petista questionar se era ou não dono do sítio de Atibaia.
Texto associado
Página infeliz O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. O cenário de derrocada , contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer? ” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. (Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)

Segundo o texto, é correto afirmar que as redes de livrarias Cultura e Saraiva

A apostam em uma recuperação do mercado livreiro, por causa da entrada de editoras menores no mercado e dos efeitos dos empréstimos bancários
B pretendem intensificar a venda de livros, porque a lei do preço fixo, criada na Dinamarca em 1 837, foi aprovada pelo governo brasileiro.
C se sentem prejudicadas por causa da competição das editoras independentes, que conseguem melhores resultados na dinâmica das políticas editoriais.
D acreditam que poderão sair do prejuízo, mediante medidas de contenção de despesas, como a redução do número de lojas e o pagamento das dívidas.
E encontram-se afetadas pela crise econômica, pelas mudanças no mercado varejista e empréstimos contraídos junto a instituições financeiras.

O editor do telejornal da Unicamp vetou quatro textos de abertura de matérias de uma edição. Elas continham erros gramaticais e de técnica de redação para telejornais. A única chamada aprovada pelo editor foi a seguinte:

A A imigração haitiana no Brasil passou por vários momentos desde sua intensificação a partir de 2010, ano do terremoto que quase destruiu a ilha.
B Ainda não terminou a rebelião no Centro de Detenção de Pinheiros, zona oeste de São Paulo. O motim começou de madrugada depois que alguns detentos tentaram fugir.
C O cineasta Ugo Giorgetti encerrou residência artística no IdEA com contribuições para novo filme.
D O professor Bastiaan Philip Reydon, do NEA da Unicamp, mostra-se receoso com o momento político do país, quando o governo acena com concessões no âmbito da propriedade e uso da terra ao capital estrangeiro.
E Corinthians e São Paulo empataram em 0X0 na Arena do Timão