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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
354 questões encontradas
Paciente do sexo feminino, 62 anos, apresentou um quadro clínico compatível com a pêntade de Reynolds. No momento, está em estado grave e em leito de UTI. Considerando a pêntade de Reynolds, qual diagnóstico seria o correto?
Paciente com diagnóstico de gota procura a UBS onde você atende para informações sobre a doença. Em relação a esse diagnóstico, assinale a alternativa correta.
Paciente do sexo masculino, 35 anos, previamente hígido, deu entrada no hospital após quadro de acidente automobilístico, devido ao qual necessitou de laparotomia exploradora com esplenectomia e transfusão sanguínea maciça no intraoperatório. Foi levado para a UTI com instabilidade hemodinâmica e com necessidade de uso de droga vasoativa, noradrenalina 0,3 mcg/kg/min. Evoluiu com piora da função renal, creatinina 4,2 mg/dl e ureia 135 mg/dl. Você solicitou a avaliação de um nefrologista, que apontou o diagnóstico de injúria renal aguda, KDIGO 3. A respeito da injúria renal aguda, assinale a alternativa correta.
Paciente do sexo masculino, 55 anos, vem à consulta na UBS em que você trabalha munido de exames solicitados por um colega de profissão após suspeita de infecção do trato urinário. O paciente encontra-se sintomático, relata disúria e polaciúria, porém nega febre. O colega de profissão solicitou um exame parcial de urina que mostrou leucócitos de 200000, hemácias 10000 e células epiteliais de 1000, assim como nitrito positivo, sem outros achados dignos de nota. O paciente também tem em mãos uma urocultura com antibiograma. Após analisar o resultado, você opta por iniciar antibioticoterapia com uma cefalosporina de segunda geração. Dentre as alternativas a seguir, qual medicação se encaixa no tipo e geração de antibiótico escolhido?
Paciente do sexo feminino, 59 anos, hipertensa e diabética, dá entrada na emergência de seu plantão apresentando sudorese profusa e confusão mental de início há aproximadamente 25 minutos, negando quadros parecidos anteriores. Sinais vitais na admissão: pressão arterial 70/40; Sat02 90%; FC 190 bpm; FR 27 ipm; afebril. Foram iniciadas monitorização da paciente, passagem de acesso venoso central e oxigenioterapia via cateter nasal 2 L/min. O ritmo mostrado no monitor cardíaco é apresentado a seguir.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o diagnóstico e a conduta adequada para esse caso.
Texto associado
Em relação à insuficiência renal aguda e crônica, julgue os itens a seguir.
Segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia, as principais causas de insuficiência renal crônica incluem hipertensão arterial sistêmica seguida por diabetes melito e pelas glomerulonefrites.
Texto associado
Em relação à insuficiência renal aguda e crônica, julgue os itens a seguir.
Pancreatite, tamponamento cardíaco e falência hepática são possíveis causas de insuficiência renal aguda.
Texto associado
Indivíduo de 58 anos de idade, tabagista, previamente hígido, procurou o ambulatório visando à prevenção e à detecção precoce do câncer.
A respeito desse caso clínico e dos aspectos a ele pertinentes, julgue os itens seguintes.
A respeito desse caso clínico e dos aspectos a ele pertinentes, julgue os itens seguintes.
Segundo definição da Organização Mundial de Saúde, recomenda-se, no caso em análise, a pesquisa de sangue oculto nas fezes.
Texto associado
Texto CB1A1-I
A história da saúde não é a história da medicina, pois apenas de 10% a 20% da saúde são determinados pela medicina, e essa porcentagem era ainda menor nos séculos anteriores. Os outros três determinantes da saúde são o comportamento, o ambiente e a biologia – idade, sexo e genética. As histórias da medicina centradas no atendimento à saúde não permitem uma compreensão global da melhoria da saúde humana. A história dessa melhoria é uma história de superação. Antes dos primeiros progressos, a saúde humana estava totalmente estagnada. Da Revolução Neolítica, há 12 mil anos, até meados do século XVIII, a expectativa de vida dos seres humanos ocidentais não evoluíra de modo significativo. Estava paralisada na faixa dos 25-30 anos. Foi somente a partir de 1750 que o equilíbrio histórico se modificou positivamente. Vários elementos alteraram esse contexto, provocando um aumento praticamente contínuo da longevidade. Há 200 anos, as suecas detinham o recorde mundial com uma longevidade de 46 anos. Em 2019, eram as japonesas que ocupavam o primeiro lugar, com uma duração média de vida de 88 anos. Mesmo sem alcançar esse recorde, as populações dos países industrializados podem esperar viver atualmente ao menos 80 anos. Desde 1750, cada geração vive um pouco mais do que a anterior e prepara a seguinte para viver ainda mais tempo.
Jean-David Zeitoun. História da saúde humana : vamos viver cada vez mais? Tradução Patrícia Reuillard. São Paulo: Contexto, 2022, p. 10-11 (com adaptações).
No que se refere a aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue os itens seguintes.
A história da saúde não é a história da medicina, pois apenas de 10% a 20% da saúde são determinados pela medicina, e essa porcentagem era ainda menor nos séculos anteriores. Os outros três determinantes da saúde são o comportamento, o ambiente e a biologia – idade, sexo e genética. As histórias da medicina centradas no atendimento à saúde não permitem uma compreensão global da melhoria da saúde humana. A história dessa melhoria é uma história de superação. Antes dos primeiros progressos, a saúde humana estava totalmente estagnada. Da Revolução Neolítica, há 12 mil anos, até meados do século XVIII, a expectativa de vida dos seres humanos ocidentais não evoluíra de modo significativo. Estava paralisada na faixa dos 25-30 anos. Foi somente a partir de 1750 que o equilíbrio histórico se modificou positivamente. Vários elementos alteraram esse contexto, provocando um aumento praticamente contínuo da longevidade. Há 200 anos, as suecas detinham o recorde mundial com uma longevidade de 46 anos. Em 2019, eram as japonesas que ocupavam o primeiro lugar, com uma duração média de vida de 88 anos. Mesmo sem alcançar esse recorde, as populações dos países industrializados podem esperar viver atualmente ao menos 80 anos. Desde 1750, cada geração vive um pouco mais do que a anterior e prepara a seguinte para viver ainda mais tempo.
Jean-David Zeitoun. História da saúde humana : vamos viver cada vez mais? Tradução Patrícia Reuillard. São Paulo: Contexto, 2022, p. 10-11 (com adaptações).
No que se refere a aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue os itens seguintes.