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Na genética forense, os padrões de herança dos marcadores genéticos são muito importantes. Sobre o tema, assinale a alternativa correta.

A Os marcadores genéticos do cromossomo Y, muito utilizados na resolução de casos sexuais, por exemplo, são capazes de individualizar uma pessoa do sexo masculino.
B A análise do mtDNA, que segue um padrão de transmissão materno, permite a individualização de pessoas do sexo feminino.
C Os marcadores genéticos presentes nos cromossomos autossômicos, como os STRs, são herdados de apenas um dos genitores.
D A análise do mtDNA pode ser utilizada quando o DNA autossômico encontra-se degradado ou quando se deseja estabelecer vínculos genéticos maternos distantes.
E O padrão de herança genética dos marcadores presentes nos cromossomos autossômicos e sexuais é igual.

Em uma avaliação de lesão corporal em uma mãe e em seu filho, no IML, o médico-legista notou equimose e escoriação na face da mãe e uma marca de mordida no pescoço do filho. As ações/meios que causaram as lesões na mãe e no filho são, respectivamente:

A perfurante e contundente.
B contusa e cortocontusa.
C contundente e contusa.
D contundente e cortocontundente.
E contundente e cortante.

A necropsia médico-legal, realizada por médico-legista, é “a perícia das perícias”. Sobre a necropsia médico-legal, assinale a alternativa correta.

A Deve ser realizada em toda morte ocorrida por causa natural.
B O exame externo deve ser sumário e omisso.
C É obrigatória em morte de pessoas falecidas por morte natural sem assistência médica.
D Não existe justificativa para não realizar o exame interno das 3 cavidades: craniana, torácica e abdominal.
E Tem como finalidade, dentre outras: identificar o cadáver, a cronotanatognose e determinar a causa médica da morte.

Técnicas cronotanatognósticas compreendem a observação de modificações e fenômenos que se instalam progressivamente no cadáver que possibilitam estimar um lapso temporal desde o momento da morte. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.

A O crescimento do pelo da barba possibilita estimar o intervalo desde a morte.
B Quanto maior o tempo decorrido da morte, mais precisa é a estimativa temporal.
C Algor mortis e rigor mortis não são úteis para estimar o intervalo desde a morte.
D As manchas de hipóstase podem ser utilizadas para estimar o intervalo desde a morte, especialmente por não se fixarem no cadáver.
E Não é possível aplicar técnicas cronotanatognósticas em corpos esqueletizados.

Em um exame de uma criança com diversas lesões e feridas no corpo, o médico-legista suspeitou estar diante de um caso da Síndrome da Criança Maltratada. Como ele NÃO deveria agir para alcançar tal diagnóstico?

A Descrever as lesões quanto à forma, ao tipo, à localização e ao número.
B Realizar estudo radiológico para verificar fraturas e calcificações ósseas em diferentes estágios.
C Realizar a entrevista, sempre que possível, na presença do responsável.
D Verificar a escassez de tecido subcutâneo relacionado à privação de alimento.
E Verificar presença de infestações de parasitas relacionada à negligência.
Texto associado
Utilize o Texto I para responder a questão.
Projetos e Ações: Papo de Responsa

O Programa Papo de Responsa foi criado por policiais civis do Rio de Janeiro. Em 2013, a Polícia Civil do Espírito Santo, por meio de policiais da Academia de Polícia (Acadepol) capixaba, conheceu o programa e, em parceria com a polícia carioca, trouxe para o Estado.

O ‘Papo de Responsa’ é um programa de educação não formal que – por meio da palavra e de atividades lúdicas – discute temas diversos como prevenção ao uso de drogas e a crimes na internet, bullying, direitos humanos, cultura da paz e segurança pública, aproximando os policiais da comunidade e, principalmente, dos adolescentes.

O projeto funciona em três etapas e as temáticas são repassadas pelo órgão que convida o Papo de Responsa, como escolas, igrejas e associações, dependendo da demanda da comunidade. No primeiro ciclo, denominado de “Papo é um Papo”, a equipe introduz o tema e inicia o processo de aproximação com os alunos. Já na segunda etapa, os alunos são os protagonistas e produzem materiais, como músicas, poesias, vídeos e colagens de fotos, mostrando a percepção deles sobre a problemática abordada. No último processo, o “Papo no Chão”, os alunos e os policiais civis formam uma roda de conversa no chão e trocam ideias relacionadas a frases, questões e músicas direcionadas sempre no tema proposto pela instituição.

Por fim, acontece um bate-papo com familiares dos alunos, para que os policiais entendam a percepção deles e também como os adolescentes reagiram diante das novas informações.

Disponível em . Acesso em: 30/ jan./2019.

Dentre os processos existentes para formar novas palavras, verifica-se que o substantivo “responsa” é formado por

A derivação prefixal.
B derivação parassintética.
C redução.
D hibridismo.
E composição por aglutinação.

Quando se redige um texto manuscrito, é necessário conhecer as regras de separação silábica. Considerando essa afirmação, assinale a alternativa em que os vocábulos apresentam separação silábica correta.

A Pri-me-i-ro / a-pro-xi-ma-çã-o.
B E-qui-pe / me-i-o.
C Intr-oduz / rea-gi-ram.
D I-ni-ci-a / a-ca-de-mi-a.
E Pro-ce-sso / in-sti-tu-i-ção.
Texto associado
Utilize o Texto I para responder a questão. Projetos e Ações: Papo de Responsa

O Programa Papo de Responsa foi criado por policiais civis do Rio de Janeiro. Em 2013, a Polícia Civil do Espírito Santo, por meio de policiais da Academia de Polícia (Acadepol) capixaba, conheceu o programa e, em parceria com a polícia carioca, trouxe para o Estado.

O ‘Papo de Responsa’ é um programa de educação não formal que – por meio da palavra e de atividades lúdicas – discute temas diversos como prevenção ao uso de drogas e a crimes na internet, bullying, direitos humanos, cultura da paz e segurança pública, aproximando os policiais da comunidade e, principalmente, dos adolescentes.

O projeto funciona em três etapas e as temáticas são repassadas pelo órgão que convida o Papo de Responsa, como escolas, igrejas e associações, dependendo da demanda da comunidade. No primeiro ciclo, denominado de “Papo é um Papo”, a equipe introduz o tema e inicia o processo de aproximação com os alunos.

Já na segunda etapa, os alunos são os protagonistas e produzem materiais, como músicas, poesias, vídeos e colagens de fotos, mostrando a percepção deles sobre a problemática abordada. No último processo, o “Papo no Chão”, os alunos e os policiais civis formam uma roda de conversa no chão e trocam ideias relacionadas a frases, questões e músicas direcionadas sempre no tema proposto pela instituição.

Por fim, acontece um bate-papo com familiares dos alunos, para que os policiais entendam a percepção deles e também como os adolescentes reagiram diante das novas informações.

Disponível em . Acesso em: 30/ jan./2019.

“Em 2013, a Polícia Civil do Espírito Santo, por meio de policiais da Academia de Polícia (Acadepol) capixaba, conheceu o programa e […] trouxe para o Estado”.

A expressão em destaque no excerto apresentado pode ser substituída adequadamente, considerando a escolha pronominal e sua colocação, por

A conheceu-o.
B os conheceu.
C conheceu-lhe.
D conheceu-no.
E lhe conheceu.

Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta. Afastar a possibilidade de _________ na perícia do acidentado é essencial para realizar um exame minucioso e adequado, podendo ser realizado o estudo dos sinais da dor para verificar a realidade ou não desse fenômeno.

A simulação.
B erro.
C dissimulação
D metassimulação
E imitação