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Considerando as diretrizes relativas ao componente de atenção básica no âmbito do Sistema Único de Saúde, julgue o item subsecutivo. O Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB) deverá ter, obrigatoriamente, um nutricionista.

A Certo
B Errado

Considerando as diretrizes relativas ao componente de atenção básica no âmbito do Sistema Único de Saúde, julgue o item subsecutivo. A integralidade é um dos princípios da atenção básica segundo o qual devem ser levadas em consideração, na oferta do cuidado, as diferenças nas condições de vida e saúde, bem como as diversidades de necessidades das pessoas.

A Certo
B Errado

A gota é uma doença em que ocorre deposição de cristais de ácido úrico nas articulações e nos tecidos circunvizinhos. Sobre a gota, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) A principal estratégia para a terapia não medicamentosa é a abordagem da alimentação e do quadro plurimetabólico, pois a gota está intimamente relacionada com o aumento de peso corporal.

( ) A diminuição do consumo de gorduras saturadas e de carboidratos refinados, bem como um plano alimentar para redução do peso, contribui para o melhor controle da hiperuricemia e das crises de gota.

A C - C.
B E - E.
C C - E.
D E - C.

Em relação aos cuidados durante a aquisição, o armazenamento e o preparo das verduras e legumes, assinalar a alternativa CORRETA.

A O branqueamento é um processo que visa destruir, por meio do resfriamento em água, todos os sistemas enzimáticos das verduras e legumes, permitindo, assim, a redução da perda de qualidade durante o congelamento, bem como a destruição de formas vegetativas de microrganismos presentes na superfície das hortaliças.
B O congelamento consiste na retirada de calor das verduras e dos legumes, impedindo ou reduzindo a ação destrutiva dos microrganismos. O tempo de congelamento deve ser o mais rápido possível, principalmente na faixa de 0 a -4°C (zona de cristalização da água).
C O enlatamento é uma técnica de industrialização dos alimentos que garante a disponibilidade de hortaliças sazonais, confere praticidade no consumo e mantém as qualidades sensoriais do alimento. Porém, seu grande inconveniente é a quantidade significativa de sódio e açúcar adicionada para aumentar o tempo de conservação do alimento.
D Após a aquisição, as verduras devem ser higienizadas e armazenadas. O armazenamento feito sob refrigeração é o mais indicado, e, durante o pré-preparo e preparo, as verduras e os legumes devem ser bem lavados e, quando necessário, descascados de preferência antes do seu consumo, trazendo praticidade e organização para que não haja também perda nutritiva e sensorial.

Ao superarem os sistemas de defesa do intestino, muitos microrganismos causam gastrenterites ou infecções sistêmicas. Sobre os cinco mecanismos de patogenicidade das bactérias, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

( 1 ) Bactérias que produzem toxina(s), mas não aderem ou se multiplicam no trato intestinal.

( 2 ) Bactérias que aderem e causam danos às microvilosidades similares a cerdas de escova.

( 3 ) Bactérias que invadem a camada mucosa e iniciam multiplicação intracelular.

( ) São exemplos: B. cereus, St. aureus, Clostridium perfringes e Cl. botulinum.

( ) É um exemplo: Shigella spp.

( ) São exemplos: E. coli enteropatogênica e E. coli enterohemorrágica.

A 1 - 2 - 3.
B 2 - 3 - 1.
C 1 - 3 - 2.
D 2 - 1 - 3.

Em relação à classificação dos aditivos alimentares, substâncias que são adicionadas intencionalmente aos alimentos processados, conferindo uma determinada característica a eles, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

( 1 ) Conservantes (CONS): impedem ou retardam a alteração dos alimentos provocada por microrganismos ou enzimas.

( 2 ) Estabilizante de cor (EST COL): estabiliza, mantém ou intensifica a cor de um alimento.

( 3 ) Agente de firmeza (FIR): mantém os tecidos de frutas ou hortaliças firmes ou interage com agentes geleificantes para fortalecer um gel.

( ) Hidróxido de magnésio INS 528.

( ) Gluconato de cálcio INS 578.

( ) Sorbato de potássio INS 202.

A 1 - 2 - 3.
B 3 - 2 - 1.
C 2 - 3 - 1.
D 2 - 1 - 3.

Em relação ao câncer colorretal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) O chamado grupo de risco para seu desenvolvimento inclui indivíduos: com idade superior a 40 anos; com antecedentes pessoais ou familiares de adenoma ou adenocarcinomacolorretal; com antecedentes de câncer no trato digestório, ginecológico ou na mama; portadores de doenças inflamatórias intestinais, de doenças genéticas (polipose familiar, câncer colorretal hereditário não associado a polipose) ou de lesões actinicas colorretais.

( ) Entre os principais agentes implicados na sua gênese, estão os fatores dietéticos, como a dieta derivada da ocidental, que é rica em gorduras monoinsaturadas, polinsaturadas e saturadas, proteína animal, carne vermelha e processada, carboidratos refinados e calorias, sendo pobre em fibras.

A C - C.
B E - E.
C C - E.
D E - C.
Texto associado
Analise o texto e responda à questão. Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda. O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou. Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir. Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal. “Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...] Desaprendendo a ter medo Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo. Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos. A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...] (Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado)

Embora trate do resultado de um trabalho técnico, o texto busca estratégias de aproximação com o público leitor em geral. Uma dessas estratégias é:

A a ausência da indicação de efeitos físicos do medo, impedindo a identificação.
B o emprego do pronome de tratamento “você”, sem um interlocutor específico.
C a referência precisa à quantidade de dois tipos de hormônios: adrenalina e cortisol.
D o uso exclusivo da linguagem formal a fim de aumentar a credibilidade do conteúdo.
Texto associado
Analise o texto e responda à questão. Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda. O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou. Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir. Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal. “Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...] Desaprendendo a ter medo Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo. Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos. A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...] (Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado)

Ao considerar a oração “o medo se instaurou” (1º§), nota-se que o vocábulo “se” confere à ação verbal um sentido:

A indeterminado.
B reflexivo.
C passivo.
D recíproco.
Texto associado
Analise o texto e responda à questão. Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda. O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou. Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir. Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal. “Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...] Desaprendendo a ter medo Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo. Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos. A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...] (Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado)

Um texto pode apresentar mais de uma sequência tipológica. Nesse sentido, tem-se um exemplo de sequência argumentativa no trecho:

A “Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido.” (1º§).
B “O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios.” (2º§).
C “No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros” (2º§).
D “Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente” (3º§).