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Nos termos da Constituição do Estado de São Paulo, é correto afirmar que os municípios responsabilizar-se-ão

A prioritariamente pelo ensino médio e fundamental, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria, e pré-escolar.
B exclusivamente pelo ensino médio, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria, e pré-escolar.
C prioritariamente pelo ensino superior, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria, e pré-escolar.
D exclusivamente pelo ensino fundamental, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria, e pré-escolar.
E prioritariamente pelo ensino fundamental, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria, e pré-escolar.
Texto associado
Leia o trecho, para responder às questões de números 13 e 14. Sucesso de público, a exposição Tarsila Popular, em cartaz no Masp, ganhou horário de visitação estendido até o final da mostra, em 28 de julho. O enfoque da exposição é o ‘popular’, noção tão complexa quanto contestada, e que Tarsila explorou de diferentes modos em seus trabalhos ao longo de toda a sua carreira. O popular está associado aos debates sobre uma arte ou identidade nacional e a invenção ou construção de uma brasilidade. Em Tarsila, o popular se manifesta através das paisagens do interior ou do subúrbio, da fazenda ou da favela, povoadas por indígenas ou negros, personagens de lendas e mitos, repletas de animais e plantas, reais ou fantásticos. Além de Tarsila Popular, fica também em cartaz no Masp a exposição Lina Bo Bardi: Habitat, que retrata vida, obra e legado da arquiteta, designer, curadora, editora, cenógrafa e pensadora ítalo-brasileira Lina Bo Bardi (1914-1992). (O Estado de S. Paulo. 26.05.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra em destaque reforça a ação verbal.

A O conceito de popular na pintura de Tarsila é debatido amplamente.
B Lina Bo Bardi, arquiteta que concebeu o Masp, foi uma artista italiana polivalente
C A concepção de identidade nacional e de brasilidade provoca constante debate na história das ideias do país.
D Tarsila abordou o popular em sua pintura, a partir de um universo temático multifacetado.
E Criação emblemática das artes plásticas no Brasil, a obra de Tarsila, Abaporu, é conhecida fora das fronteiras do país
Texto associado
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 11. Vão-livre do Masp vira casa para crianças e adultos. Deitado sobre um colchão, Hippierre Freitas, 34, estica o pescoço para ver as horas. Da sua cama improvisada no meio do vão-livre do Masp, ele avista um dos relógios eletrônicos da avenida Paulista e se situa no horário. “É meu relógio particular”, diz ele, enfiado debaixo de uma pilha de cobertores. O mesmo colchão serve de “habitação” para a vira-lata Maloqueira, a única distração capaz de mobilizar a atenção do grupo de dez meninos, que também têm como casa o espaço entre os famosos pilares vermelhos da construção de Lina Bo Bardi. Em comum, histórias de agressão, de desestruturação familiar, conflitos na comunidade onde vivem ou ameaças são o que mantém crianças e adultos longe de casa, de acordo com a Secretaria de Assistência Social. Viver nas ruas para fugir de conflitos familiares não é exclusividade das crianças. Há 13 anos vivendo nas calçadas da Paulista, Thiago Rodrigo Simões, 29, conta que tem casa e família no extremo da zona leste da capital, mas mantém a rotina de alternar duas semanas dormindo no chão do vão- -livre do Masp com uma semana em que volta para casa “para tomar banho e trocar de roupa.” Eles aqui na rua são a minha família de verdade, me sinto mais confortável aqui do que na minha casa. Tenho um estilo aventureiro”, diz ele, que divide o colchão com Hippierre e a cachorra. Sobre a escolha do vão-livre para se instalar, Thiago cita a segurança como principal atrativo. “Aqui tem muitas câmeras. Se eu der alguma coisa na sua mão, os policiais ali já ficam ligados”, diz ele apontando uma base da Polícia Militar instalada no outro lado da avenida, em frente ao Parque Trianon. Enquanto isso, uma equipe do museu montava um palco a poucos metros do colchão para uma atração musical. “Agora vou ver um show de graça sem nem sair da minha cama”, diz Thiago. “O vão, como o próprio nome diz, é livre, e deve ser ocupado.” (Folha de S. Paulo, 09.06.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa em que as conjunções em destaque mantêm o mesmo sentido nas duas frases

A Thiago fica na rua, porque se sente mais confortável que em casa. / Thiago fica na rua, mesmo assim se sente mais confortável que em casa.
B Assim que a equipe do museu monta o palco, a Polícia Militar vigia o entorno./ A Polícia Militar vigia o entorno, logo que a equipe do Museu monta o palco.
C Lina Bo Bardi concebeu o Masp e depois dirigiu o museu./ Lina Bo Bardi concebeu o Masp, a fim de que pudesse dirigir o Museu.
D Thiago dorme no chão do vão-livre do Masp, mas volta para casa para tomar banho e trocar de roupa./ Thiago dorme no chão do vão-livre do Masp e volta para casa para tomar banho e trocar de roupa.
E O vão é livre, deve, b , ser ocupado./ Já que o vão é livre, deve ser ocupado.

Um usuário do MS Windows 7, em sua configuração padrão, está utilizando o programa Windows Explorer para organizar os arquivos do disco rígido de seu computador. Percebendo que acabou de colar um arquivo numa pasta errada, esse usuário poderá desfazer essa ação equivocada acionando simultaneamente as teclas de atalho CTRL e

A A.
B C.
C D.
D W.
E Z

Nos termos do Decreto n° 60.428, de 08.05.2014 (aprova o Código de Ética da Administração Pública Estadual e dá nova redação a dispositivos do Decreto n° 57.500, de 8 de novembro de 2011), assinale a alternativa correta.

A Não é necessário que os órgãos e entidades da Administração Pública mantenham registro de suas reuniões e audiências.
B O agente público deverá esclarecer a existência de eventual conflito de interesses, não sendo necessário comunicar eventuais circunstâncias, suspeições ou fatos impeditivos de sua participação em decisão individual ou em órgão colegiado.
C O agente público somente poderá participar de seminários, congressos e eventos de forma gratuita, sem receber qualquer remuneração, vantagens ou despesas.
D É dever do agente público ter sempre em vista o interesse público e o bem comum, observando, em sua função ou fora dela, a dignidade, o decoro, o zelo e os princípios morais, evitando qualquer conflito de interesses.
E É vedado ao agente público receber qualquer tipo de presentes, mesmo não tendo valor comercial.
Texto associado
Os cargos e as funções-atividades abrangidos pela Lei Complementar n°1.080, de 17.12.2008, serão exercidos em Jornada Completa de Trabalho, caracterizada pela exigência da prestação de quarenta horas semanais de trabalho.

É correto afirmar que se excetuam do disposto no enunciado

A apenas os cargos cujos ocupantes estejam sujeitos a Jornada Comum de Trabalho, caracterizada pela exigência da prestação de vinte e cinco horas semanais de trabalho.
B os cargos e as funções-atividades cujos ocupantes estejam sujeitos a Jornada Comum de Trabalho, caracterizada pela exigência da prestação de trinta e cinco horas semanais de trabalho.
C os cargos e as funções-atividades cujos ocupantes estejam sujeitos a Jornada Comum de Trabalho, caracterizada pela exigência da prestação de vinte e cinco horas semanais de trabalho.
D os cargos e as funções-atividades cujos ocupantes estejam sujeitos a Jornada Comum de Trabalho, caracterizada pela exigência da prestação de trinta horas semanais de trabalho.
E apenas as funções-atividades cujos ocupantes estejam sujeitos a Jornada Comum de Trabalho, caracterizada pela exigência da prestação de vinte e cinco horas semanais de trabalho.
Texto associado
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 11. Vão-livre do Masp vira casa para crianças e adultos. Deitado sobre um colchão, Hippierre Freitas, 34, estica o pescoço para ver as horas. Da sua cama improvisada no meio do vão-livre do Masp, ele avista um dos relógios eletrônicos da avenida Paulista e se situa no horário. “É meu relógio particular”, diz ele, enfiado debaixo de uma pilha de cobertores. O mesmo colchão serve de “habitação” para a vira-lata Maloqueira, a única distração capaz de mobilizar a atenção do grupo de dez meninos, que também têm como casa o espaço entre os famosos pilares vermelhos da construção de Lina Bo Bardi. Em comum, histórias de agressão, de desestruturação familiar, conflitos na comunidade onde vivem ou ameaças são o que mantém crianças e adultos longe de casa, de acordo com a Secretaria de Assistência Social. Viver nas ruas para fugir de conflitos familiares não é exclusividade das crianças. Há 13 anos vivendo nas calçadas da Paulista, Thiago Rodrigo Simões, 29, conta que tem casa e família no extremo da zona leste da capital, mas mantém a rotina de alternar duas semanas dormindo no chão do vão- -livre do Masp com uma semana em que volta para casa “para tomar banho e trocar de roupa.” Eles aqui na rua são a minha família de verdade, me sinto mais confortável aqui do que na minha casa. Tenho um estilo aventureiro”, diz ele, que divide o colchão com Hippierre e a cachorra. Sobre a escolha do vão-livre para se instalar, Thiago cita a segurança como principal atrativo. “Aqui tem muitas câmeras. Se eu der alguma coisa na sua mão, os policiais ali já ficam ligados”, diz ele apontando uma base da Polícia Militar instalada no outro lado da avenida, em frente ao Parque Trianon. Enquanto isso, uma equipe do museu montava um palco a poucos metros do colchão para uma atração musical. “Agora vou ver um show de graça sem nem sair da minha cama”, diz Thiago. “O vão, como o próprio nome diz, é livre, e deve ser ocupado.” (Folha de S. Paulo, 09.06.2019. Adaptado)

Para as crianças, o vão-livre do Masp representa

A a liberdade que elas têm para fazer escolhas.
B a oportunidade de viver com mais dignidade.
C a preocupação do poder público em relação a elas.
D a possibilidade de se livrar de um ambiente de opressão.
E a variedade de opções que a Assistência Social lhes oferece.
Texto associado
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 11. Vão-livre do Masp vira casa para crianças e adultos. Deitado sobre um colchão, Hippierre Freitas, 34, estica o pescoço para ver as horas. Da sua cama improvisada no meio do vão-livre do Masp, ele avista um dos relógios eletrônicos da avenida Paulista e se situa no horário. “É meu relógio particular”, diz ele, enfiado debaixo de uma pilha de cobertores. O mesmo colchão serve de “habitação” para a vira-lata Maloqueira, a única distração capaz de mobilizar a atenção do grupo de dez meninos, que também têm como casa o espaço entre os famosos pilares vermelhos da construção de Lina Bo Bardi. Em comum, histórias de agressão, de desestruturação familiar, conflitos na comunidade onde vivem ou ameaças são o que mantém crianças e adultos longe de casa, de acordo com a Secretaria de Assistência Social. Viver nas ruas para fugir de conflitos familiares não é exclusividade das crianças. Há 13 anos vivendo nas calçadas da Paulista, Thiago Rodrigo Simões, 29, conta que tem casa e família no extremo da zona leste da capital, mas mantém a rotina de alternar duas semanas dormindo no chão do vão- -livre do Masp com uma semana em que volta para casa “para tomar banho e trocar de roupa.” Eles aqui na rua são a minha família de verdade, me sinto mais confortável aqui do que na minha casa. Tenho um estilo aventureiro”, diz ele, que divide o colchão com Hippierre e a cachorra. Sobre a escolha do vão-livre para se instalar, Thiago cita a segurança como principal atrativo. “Aqui tem muitas câmeras. Se eu der alguma coisa na sua mão, os policiais ali já ficam ligados”, diz ele apontando uma base da Polícia Militar instalada no outro lado da avenida, em frente ao Parque Trianon. Enquanto isso, uma equipe do museu montava um palco a poucos metros do colchão para uma atração musical. “Agora vou ver um show de graça sem nem sair da minha cama”, diz Thiago. “O vão, como o próprio nome diz, é livre, e deve ser ocupado.” (Folha de S. Paulo, 09.06.2019. Adaptado)

Pode-se afirmar, corretamente, que Hippierre e Thiago

A optaram por morar na rua porque seus familiares implicavam muito com eles.
B tinham dificuldades em estabelecer laços afetivos com as crianças da própria família.
C preferiram ficar próximos da Secretaria de Assistência Social.
D concluíram que conviver com crianças é melhor que se submeter às regras familiares.
E escolheram morar na rua para escapar dos desajustes e conflitos familiares.

No Windows 10, em sua configuração padrão, os arquivos e pastas apresentam algumas características, como

A poder ter nomes de qualquer tamanho.
B os arquivos marcados como favoritos, que só podem ser apagados mediante o fornecimento desenha.
C os seus nomes não aceitarem caracteres especiais, como ? e *.
D não mais permitir arquivos ocultos.
E ao contrário de outras versões do Windows, não mais possuem extensão.
Texto associado
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 11. Vão-livre do Masp vira casa para crianças e adultos. Deitado sobre um colchão, Hippierre Freitas, 34, estica o pescoço para ver as horas. Da sua cama improvisada no meio do vão-livre do Masp, ele avista um dos relógios eletrônicos da avenida Paulista e se situa no horário. “É meu relógio particular”, diz ele, enfiado debaixo de uma pilha de cobertores. O mesmo colchão serve de “habitação” para a vira-lata Maloqueira, a única distração capaz de mobilizar a atenção do grupo de dez meninos, que também têm como casa o espaço entre os famosos pilares vermelhos da construção de Lina Bo Bardi. Em comum, histórias de agressão, de desestruturação familiar, conflitos na comunidade onde vivem ou ameaças são o que mantém crianças e adultos longe de casa, de acordo com a Secretaria de Assistência Social. Viver nas ruas para fugir de conflitos familiares não é exclusividade das crianças. Há 13 anos vivendo nas calçadas da Paulista, Thiago Rodrigo Simões, 29, conta que tem casa e família no extremo da zona leste da capital, mas mantém a rotina de alternar duas semanas dormindo no chão do vão- -livre do Masp com uma semana em que volta para casa “para tomar banho e trocar de roupa.” Eles aqui na rua são a minha família de verdade, me sinto mais confortável aqui do que na minha casa. Tenho um estilo aventureiro”, diz ele, que divide o colchão com Hippierre e a cachorra. Sobre a escolha do vão-livre para se instalar, Thiago cita a segurança como principal atrativo. “Aqui tem muitas câmeras. Se eu der alguma coisa na sua mão, os policiais ali já ficam ligados”, diz ele apontando uma base da Polícia Militar instalada no outro lado da avenida, em frente ao Parque Trianon. Enquanto isso, uma equipe do museu montava um palco a poucos metros do colchão para uma atração musical. “Agora vou ver um show de graça sem nem sair da minha cama”, diz Thiago. “O vão, como o próprio nome diz, é livre, e deve ser ocupado.” (Folha de S. Paulo, 09.06.2019. Adaptado)

Para Thiago, o papel da Polícia Militar é

A proteger as crianças e deixar que elas brinquem à vontade.
B fiscalizar o Parque Trianon, o que incomoda os frequentadores.
C acompanhar a montagem do palco para as atrações musicais.
D monitorar o entorno do museu, ficando atenta a ocorrências suspeitas.
E garantir que os eventos e as atrações do Masp sejam bem sucedidos.