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De acordo com a Constituição Federal, o Ministério Público da União compreende o Ministério Público

A Federal, o Ministério Público dos Estados e o Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios, sendo vedado, aos seus membros, dentre outras proibições, receber, a qualquer título ou pretexto, auxílios ou contribuições de pessoas físicas.
B do Distrito Federal, somente, tendo como chefe o Procurador-Geral da República, cuja destituição deve ser precedida de autorização da maioria absoluta do Senado Federal.
C Militar e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, dentre outros, sendo vedado, aos seus membros, dentre outras proibições, exercer atividade político-partidária.
D Federal, somente, sendo que este abrange o Ministério Público do Trabalho, o Ministério Público Militar e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios.
E Militar e o Ministério Público do Trabalho, dentre outros, sendo assegurada, aos seus membros, dentre outras garantias, a vitaliciedade, após um ano de exercício, não podendo perder o cargo senão por sentença judicial transitada em julgado.

Considere:

I. Francisco é advogado com mais de dez anos de efetiva atividade profissional, tem 64 anos de idade e possui notável saber jurídico.
II. Jairo é membro do Ministério Público da Justiça Militar, há mais de dez anos, tem 40 anos de idade e possui notável saber jurídico.
III. Lucila tem 69 anos de idade e foi oficial-general da Aeronáutica, ocupando o posto mais elevado da carreira, mas não está mais na ativa.

Considerando que os três são brasileiros natos e possuem conduta ilibada, de acordo com a Constituição Federal, com base apenas nas informações fornecidas, para compor o Superior Tribunal Militar,

A podem ser indicados Francisco e Jairo, apenas.
B pode ser indicada Lucila, apenas.
C podem ser indicados Francisco, Jairo e Lucila.
D pode ser indicado Jairo, apenas.
E podem ser indicados Francisco e Lucila, apenas.

O território brasileiro está dividido em 12 regiões hidrográficas.

A região hidrográfica na qual está localizado o estado do Amapá ocupa

A 3% do território brasileiro, possui atividades agroindustriais desenvolvidas e grande potencial hidrelétrico. O clima é temperado, com chuvas distribuídas ao longo de todo o ano.
B 45% do território brasileiro e possui uma extensa rede de rios com grande abundância de água. A densidade populacional é 10 vezes menor que a média nacional.
C 7,5% do território brasileiro e a precipitação média anual na região é muito abaixo da média nacional, apresentando frequentes situações de escassez de água.
D 10% do território brasileiro, sendo a região mais populosa e de maior desenvolvimento econômico, com as maiores demandas por recursos hídricos, sobretudo para uso industrial.
E 9,3% do território brasileiro e caracteriza‑se pela intermitência das chuvas, com precipitação média anual pouco abaixo da média nacional.

Carlos comprou uma moto e a revendeu por um valor 15% maior do que ele pagou.

Com o dinheiro dessa revenda ele comprou um celular por R$ 720,00 e, com o restante, comprou outra moto pelo mesmo preço que pagou pela moto anterior, ou seja, por

A R$ 5.000,00.
B R$ 3.600,00.
C R$ 4.200,00.
D R$ 4.600,00.
E R$ 4.800,00.

A pirâmide etária I pertence ao estado do Amapá e a pirâmide etária II ao Brasil.

(Fonte: Censo demográfico 2022)

Na comparação entre as pirâmides etárias I e II, observa‑se que a população do Amapá, em relação à população brasileira, tem

A menor proporção de crianças.
B maior proporção de adultos.
C menor taxa de natalidade.
D menor expectativa de vida.
E maior proporção de idosos.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 9 a 15, baseie-se no texto seguinte.

[A força necessária dos princípios]

Não vamos subestimar a força daquilo a que nos opomos. O mundo é, para todos nós, aquilo sobre o qual não temos quase nenhum controle. O senso comum e o sentido de autoproteção nos dizem para nos acomodarmos àquilo que não podemos mudar.
Não é dificil ver como alguns de nós poderíamos ser convencidos da justiça, da necessidade das violências. Pense-se numa guerra que é formulada como série de ações militares pequenas, que irão de fato contribuir para a paz ou reforçar a segurança. Todas as violências na guerra foram justificadas como uma retaliação necessária: estamos nos defendendo, eles é que querem nos matar.
Diante das violências em curso, alguém dotado de um princípio moral parece alguém que corre ao lado de um trem e grita: "Pare! Pare!" O trem pode ser detido? Será que outras pessoas dentro do trem vão se sentir dispostas a saltar e unir-se aos que estão fora? Talvez alguns o façam, mas não a maioria.
Agir por princípio é um gesto político, no sentido de que não estamos fazendo isso por nós mesmos. Não fazemos isso só para agir corretamente ou para aplacar a nossa consciência; muito menos porque estamos certos de que a nossa ação vai de fato alcançar o seu objetivo. Resistimos como um ato de solidariedade com todas as pessoas e comunidades que agem igualmente por algum princípio moral.
As ações comandadas por um bom princípio nos dizem que não temos de pensar se agir por princípio é adequado, ou se podemos contar com o êxito final das ações que levamos a efeito. Agir por princípio é bom em si mesmo. Os princípios nos convidam a fazer algo a respeito do pântano de contradições em que agimos moralmente. Os princípios nos convidam a ter mais rigor em nossas ações, ser intolerantes com a frouxidão moral, a contemporização, a covardia e com a fuga diante do que é perturbador. No curso da História encontram-se os grandes modelos de resistência, os feitos daqueles que, por princípio, agiram dizendo não à negação dos princípios justos. Inspiremo-nos nesses modelos.

(Adaptado de: SONTAG, Susan. Ao mesmo tempo. Trad. Rubens Figueiredo. São Paulo, Companhia das Letras, p.192-193, passim)

Os princípios nos convidam a fazer algo a respeito do pântano de contradições em que agimos moralmente.

O período acima permanecerá coerente e correto caso se substituam os elementos sublinhados, na ordem dada, por:

A convencem-nos em que se faça - em cujo
B nos incitam de que façamos - aonde
C nos dissuadem a que se faça - por meio do qual
D investem-nos de ser feito - de quando
E nos convocam para que seja feito - no qual
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 9 a 15, baseie-se no texto seguinte.

[A força necessária dos princípios]

Não vamos subestimar a força daquilo a que nos opomos. O mundo é, para todos nós, aquilo sobre o qual não temos quase nenhum controle. O senso comum e o sentido de autoproteção nos dizem para nos acomodarmos àquilo que não podemos mudar.
Não é dificil ver como alguns de nós poderíamos ser convencidos da justiça, da necessidade das violências. Pense-se numa guerra que é formulada como série de ações militares pequenas, que irão de fato contribuir para a paz ou reforçar a segurança. Todas as violências na guerra foram justificadas como uma retaliação necessária: estamos nos defendendo, eles é que querem nos matar.
Diante das violências em curso, alguém dotado de um princípio moral parece alguém que corre ao lado de um trem e grita: "Pare! Pare!" O trem pode ser detido? Será que outras pessoas dentro do trem vão se sentir dispostas a saltar e unir-se aos que estão fora? Talvez alguns o façam, mas não a maioria.
Agir por princípio é um gesto político, no sentido de que não estamos fazendo isso por nós mesmos. Não fazemos isso só para agir corretamente ou para aplacar a nossa consciência; muito menos porque estamos certos de que a nossa ação vai de fato alcançar o seu objetivo. Resistimos como um ato de solidariedade com todas as pessoas e comunidades que agem igualmente por algum princípio moral.
As ações comandadas por um bom princípio nos dizem que não temos de pensar se agir por princípio é adequado, ou se podemos contar com o êxito final das ações que levamos a efeito. Agir por princípio é bom em si mesmo. Os princípios nos convidam a fazer algo a respeito do pântano de contradições em que agimos moralmente. Os princípios nos convidam a ter mais rigor em nossas ações, ser intolerantes com a frouxidão moral, a contemporização, a covardia e com a fuga diante do que é perturbador. No curso da História encontram-se os grandes modelos de resistência, os feitos daqueles que, por princípio, agiram dizendo não à negação dos princípios justos. Inspiremo-nos nesses modelos.

(Adaptado de: SONTAG, Susan. Ao mesmo tempo. Trad. Rubens Figueiredo. São Paulo, Companhia das Letras, p.192-193, passim)

A ideia central desenvolvida no parágrafo

A quinto é demonstrar que toda resistência histórica suprime a necessidade de negar.
B primeiro é ressaltar a importância relativa do senso comum, na conduta das pessoas.
C segundo consiste em justificar as violências sociais quando apoiadas em sólidos princípios.
D terceiro ilustra-se na dificuldade de se ajustar um ideal da consciência ao plano da realidade.
E quarto está em comprovar o sucesso dos princípios quando atrelados a um projeto político.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 8, baseie-se no texto abaixo.

Uma palavra, vários sentidos: "segurança"

As palavras nascem com um sentido original preso a um determinado contexto. Com o tempo, modificam-se, ganham novas significações por força de seu emprego em novos contextos. É essa a dinâmica de todas as línguas vivas, sobretudo em seus níveis de fala. Conhecer a história de uma palavra, por meio de sua etimologia e de seu percurso filológico, pode iluminar aspectos da história humana.
Tomemos como exemplo a palavra "segurança", um conceito dos mais discutidos em nosso tempo. Essa palavra tem origem no termo latino "securitas", que por sua vez deriva de "securus" (livre de preocupações, seguro), termo composto por "sine" (sem) e "cura" (cuidado, preocupação). Desde sua origem, pois, "segurança" remete à ideia de estar livre de cuidados, perigos ou riscos, ou seja, em um estado de tranquilidade e proteção.
Mas é nos diferentes contextos de seu emprego que se reconhece uma ampla gama de sentidos dessa palavra. Num nível psicológico, um indivíduo seguro está habilitado a enfrentar seus desafios munido de convictos valores pessoais. Na ordem social, a segurança se torna um bem público, a ser defendido pelas instituições que delegam a seus agentes o papel de defender os valores civilizatórios. Difícil imaginar alguém que nunca se tenha valido da proteção que nos estendem os responsáveis por nossa segurança. Já no âmbito da natureza, catástrofes podem ser, quando não evitadas, minimizadas por medidas preventivas de segurança.
Em nossos dias, o progresso avassalador da cibernética está pondo à prova as situações em que todos nós, ativa ou passivamente, integramos os processos midiáticos de comunicação, expandindo valores e interesses que entram na conformação da vida e do comportamento sociais. Quais os limites dessa propagação? Que segurança podemos ter contra os abusos extremos? - perguntam-se alguns. Ao mesmo tempo, há aqueles que reagem contra qualquer tipo de controle dos procedimentos da mídia.
Não há dúvida de que nossas fragilidades naturais, nossos interesses nem sempre comunitários, nossos instintos primitivos pedem, aqui e ali, algum controle, em favor da segurança de todos. Caracterizar os valores que devem ser objetos prioritários da formação individual, da segurança social e do equilíbrio planetário vem-se constituindo um desafio do nosso tempo.

(Abelardo Villa Siqueira, a editar)

Mas é nos diferentes contextos de seu emprego que se reconhece uma ampla gama de sentidos dessa palavra.

Uma nova redação da frase acima, que mantenha a correção gramatical, a clareza e seu sentido básico se representa em:

A Os contextos em cujos essa palavra é empregada são diferentes, portanto, pode-se aí reconhecer sua ampla gama de sentidos.
B São nos contextos de seu emprego que esta palavra pode reconhecer-se diante de uma ampla gama de conceitos.
C Essa palavra ganha uma ampla gama de conceitos quando considerada nos diversos contextos em que é empregada.
D Essa palavra, cuja gama de conceitos é amplamente reconhecida, conquanto se emprega nos mais diferentes contextos.
E Nos diferentes contextos aonde é empregada, tal palavra tem seu emprego reconhecido, cuja gama de sentidos é bastante ampla.