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A confirmação da alteração da capacidade psicomotora, em razão da influência do álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência, dar-se-á por meio de procedimentos a serem realizados no condutor de veículo automotor, pelas autoridades de trânsito e seus agentes, tais como:

I. Exames realizados por laboratórios especializados, indicados pelo órgão ou entidade de trânsito competente e pela Polícia Rodoviária Federal, em caso de consumo de outras substâncias psicoativas que determinem dependência.

II. Prova testemunhal, imagem, vídeo ou qualquer outro meio de prova em direito adquirido.

III. Teste em aparelho destinado à medição do teor alcoólico no ar alveolar, que não se trata de medida prioritária, nos procedimentos de fiscalização. Está correto o que consta APENAS em

A I e II.
B I e III.
C II.
D I.
E III.

Um pacote contém N balas. Sabe-se que N ≤ 29 e que há 8 maneiras diferentes de dividir o número de balas do pacote em partes iguais, incluindo a divisão trivial em uma só parte contendo todas as N balas. Então, o resto da divisão de N por 5 é igual a

A 4
B 0
C 3
D 1
E 2
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 8, baseie-se no texto abaixo. Olhador de anúncio Eis que se aproxima o inverno, pelo menos nas revistas, cheias de anúncios de cobertores, lãs e malhas. O que é o desenvolvimento! Em outros tempos, se o indivíduo sentia frio, passava na loja e adquiria os seus agasalhos. Hoje são os agasalhos que lhe batem à porta, em belas mensagens coloridas. E nunca vêm sós. O cobertor traz consigo uma linda mulher, que se apresenta para se recolher debaixo de sua “nova textura antialérgica”, e a legenda: “Nosso cobertor aquece os corpos de quem já tem o coração quente”. A mulher parece convidar-nos: “Venha também”. Ficamos perturbados. (...) Não, a mulher absolutamente não faz parte do cobertor, que é que o senhor estava pensando? Nem adianta telefonar para a loja ou agência de publicidade, pedindo o endereço da moça do cobertor antialérgico. Modelo fotográfico é categoria profissional respeitável, como qualquer outra. Tome juízo, amigo. E leve só o cobertor. São decepções do olhador de anúncios. Em cada anúncio uma sugestão erótica. Identificam-se o produto e o ser humano. A tônica do interesse recai sobre este último? É logo desviada para aquele. Operada a transferência, fecha-se o negócio. O erotismo fica sendo agente de vendas. Pobre Eros! Fizeram-te auxiliar de Mercúrio (*). (*) Eros e Mercúrio são, respectivamente, o deus do amor e o deus dos negócios na mitologia clássica. (Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond. O poder ultrajovem . São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p. 167)

É comum que a linguagem da propaganda empregue palavras ou expressões com maliciosa duplicidade de sentido. É o que ocorre, por exemplo, em

A Nem adianta telefonar para a loja (3o parágrafo).
B São decepções do olhador de anúncio (4o parágrafo).
C belas mensagens coloridas (1o parágrafo).
D O que é o desenvolvimento! (1o parágrafo).
E aquece os corpos de quem já tem o coração quente (2o parágrafo).

Uma fábrica produz camisetas em duas cores: brancas ou vermelhas. No último mês, 3/5 do total de camisetas produzidas eram brancas e as demais, vermelhas. Ainda, 3/10 do total de camisetas produzidas de cada cor tinham estampa na frente e as demais, atrás. Se 216 das camisetas produzidas naquele mês eram brancas com estampa na frente, então o número de camisetas vermelhas com estampa atrás foi de

A 480.
B 336
C 720.
D 504
E 142.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 8, baseie-se no texto abaixo. Olhador de anúncio Eis que se aproxima o inverno, pelo menos nas revistas, cheias de anúncios de cobertores, lãs e malhas. O que é o desenvolvimento! Em outros tempos, se o indivíduo sentia frio, passava na loja e adquiria os seus agasalhos. Hoje são os agasalhos que lhe batem à porta, em belas mensagens coloridas. E nunca vêm sós. O cobertor traz consigo uma linda mulher, que se apresenta para se recolher debaixo de sua “nova textura antialérgica”, e a legenda: “Nosso cobertor aquece os corpos de quem já tem o coração quente”. A mulher parece convidar-nos: “Venha também”. Ficamos perturbados. (...) Não, a mulher absolutamente não faz parte do cobertor, que é que o senhor estava pensando? Nem adianta telefonar para a loja ou agência de publicidade, pedindo o endereço da moça do cobertor antialérgico. Modelo fotográfico é categoria profissional respeitável, como qualquer outra. Tome juízo, amigo. E leve só o cobertor. São decepções do olhador de anúncios. Em cada anúncio uma sugestão erótica. Identificam-se o produto e o ser humano. A tônica do interesse recai sobre este último? É logo desviada para aquele. Operada a transferência, fecha-se o negócio. O erotismo fica sendo agente de vendas. Pobre Eros! Fizeram-te auxiliar de Mercúrio (*). (*) Eros e Mercúrio são, respectivamente, o deus do amor e o deus dos negócios na mitologia clássica. (Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond. O poder ultrajovem . São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p. 167)

O autor do texto refere-se à iniciativa decidida e algo invasiva da propaganda quando afirma:

A Modelo fotográfico é categoria profissional respeitável (3o parágrafo).
B São decepções do olhador de anúncios (4o parágrafo).
C são os agasalhos que lhe batem à porta (1o parágrafo).
D passava na loja e adquiria os seus agasalhos ( 1o parágrafo).
E a mulher absolutamente não faz parte do cobertor (3o parágrafo).

No que diz respeito à classificação prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), os veículos classificam-se quanto à espécie em: de passageiros, de carga, misto, de competição, de tração, especial e

A de coleção.
B particular.
C de propulsão humana.
D oficial
E de aprendizagem.

A mobilidade urbana tem enorme importância para a qualidade de vida da população (2o parágrafo) Mantêm-se o sentido básico e a correção da frase acima numa nova redação que, iniciando-se por A qualidade de vida da população , venha a se complementar com

A refere-se a aspectos próprios de que se constituem a mobilidade urbana.
B condiciona os problemas que hajam na base da mobilidade urbana.
C guarda uma relação essencial com a mobilidade urbana.
D implica numa grande importância para a mobilidade urbana.
E é um aspecto de cujo não se pode desprezar na mobilidade urbana.

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se de modo a concordar com o elemento sublinhado na frase:

A A solução técnica que ( estudar ) os técnicos do trânsito não é fácil de achar.
B Para que se ( atingir ) os ideais de um salto civilizatório será preciso muito esforço.
C Logo pela manhã ( aflorar) na conversa os problemas do trânsito.
D As condições de um trânsito bem fluente ( constituir ) um verdadeiro milagre.
E Não se ( evidenciar ) quaisquer melhorias no trânsito desta cidade.
Texto associado
Atenção: Para responder às questões de números 9 a 15, baseie-se no texto abaixo. Conversas movimentadas É muito comum que logo pela manhã, nas grandes cidades, a conversa entre colegas de trabalho se inicie por frases que aludam aos congestionamentos enfrentados no caminho, ou à surpresa de o trânsito naquela praça não estar inteiramente prejudicado, ou então – milagre dos milagres! - ao fato inexplicável de como dessa vez não demorou quase nada a travessia da famosa ponte. Tais assuntos dominam as conversas, determinam o humor; representam-se nelas o pequeno drama, a ansiedade, a aflição ou o desespero que vivem os habitantes das metrópoles. É um assunto tão invasivo quanto obrigatório, do qual não se pode fugir. A simples locomoção de um lugar para outro reedita, a cada dia, a façanha que é o ir e o vir nas grandes cidades, o desafio que está na chamada “mobilidade urbana”, designação do conjunto de fatores que condicionam a movimentação dos indivíduos no espaço público. A mobilidade urbana tem enorme importância para a qualidade de vida da população. Não se trata, simplesmente, da movimentação mecânica de um lugar para outro; trata-se do modo pelo qual ela ocorre, de seus efeitos no cotidiano, da fixação de prazos e horários de trabalho e lazer, do humor dos indivíduos, dos prazeres e desprazeres que acarreta. Falar do trânsito, sobretudo de suas dificuldades que parecem fatais, torna-se, assim, mais do que um papo corriqueiro: vira uma espécie de senha familiar pela qual todos se reconhecem, um motivo para se reafirmar aquela cumplicidade solidária que os problemas comuns provocam nas criaturas. Um considerável salto civilizatório se dará quando as pessoas, no começo do dia de trabalho, não tiverem do que se queixar quanto à sua mobilidade, e puderem tratar de outros assuntos que melhor as congreguem. (Salustino Penteado, inédito)

No 1o parágrafo, o segmento Tais assuntos dominam as conversas está-se referindo

A aos específicos transtornos causados por obras, numa praça ou num viaduto, que se prolongam no tempo.
B às surpresas que os habitantes de uma metrópole experimentam diante da resolução dos problemas do trânsito.
C às contrariedades de ordem pessoal que cada um dos colegas de trabalho experimenta logo pela manhã.
D aos fatos excepcionais de que se teve notícia pelos noticiários lidos já no começo da jornada de trabalho.
E a desafios comuns das grandes metrópoles, afetos à necessidade e à qualidade de locomoção.

De acordo com o que estabelece a Constituição Federal de 1988,

A é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer e observados os imperativos de necessidade do Estado e da coletividade.
B é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura, ressalvada a necessidade de licença prévia da autoridade competente nos casos de segurança da sociedade e do Estado.
C todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ainda que seu sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado.
D no caso de iminente perigo público, a autoridade competente poderá usar de propriedade particular, assegurada ao proprietário indenização ulterior, se houver dano.
E ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, ainda que as invoque com a intenção de se eximir de obrigação legal a todos imposta e de se recusar a cumprir prestação alternativa fixada em lei.