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Durante a análise de imagens enviadas repetidamente por um suspeito, o perito nota que as imagens parecem normais, mas possuem tamanhos quase idênticos e apenas pequenas variações entre elas.

A técnica de estenografia provavelmente utilizada denomina-se

A Codificação Huffman.
B Esteganografia por LSB (Least Significant Bit).
C JSteg (esteganografia em coeficientes DCT de JPEG).
D Artefato de "blockiness".
E Calibração JPEG (técnica de detecção).
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Um perito analisa uma invasão em um sistema corporativo que utiliza SAML SSO. O atacante interceptou o token SAML e modificou seu conteúdo, conseguindo que o Service Provider aceitasse o token falsificado.

A vulnerabilidade que permitiu esse ataque foi

A falha na validação da expiração do token.
B falha na verificação da assinatura XML (XML Signature Wrapping).
C token JWT malformado.
D falha no DNSSEC.
E senha fraca no Identity Provider.
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Um malware interage com um hash criptográfico ideal utilizado para proteger a senha do usuário.

Considerando somente o processamento do hash de uma única senha com comprimento fixo, a complexidade temporal da operação é de ordem

A O(1)
B O(log n)
C O(n)
D O(n log n)
E O(n²)
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O perito está analisando um possível ataque à cadeia de compilação (supply-chain attack), no qual o binário está sendo gerado com código malicioso. Para compreender o fluxo de geração do executável, ele revisa a função do montador (assembler).

O assembler é responsável por converter

A código fonte em C para Assembly.
B Bytecode de máquina virtual para Assembly.
C chamadas de API diretamente para código de máquina.
D estruturas JSON para binário de execução.
E assembly para código de máquina (binário executável).
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Em uma página web com JavaScript suspeito, o perito observa que um invasor inseriu um break dentro do loop responsável pela validação dos dados.

O efeito dessa instrução dentro do loop é de

A pausar temporariamente a execução do script.
B pular diretamente para a próxima iteração.
C encerrar imediatamente o loop e prosseguir a execução após ele.
D gerar exceções durante o processo de validação.
E suspender atividades do garbage collector do navegador.
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Durante uma análise de código para um sistema bancário, o perito identificou um problema de projeto conhecido como "Fragile Base Class Problem", típico em hierarquias de herança.

Esse problema geralmente ocorre quando

A se tenta sobrescrever métodos privados.
B uma modificação na superclasse afeta negativamente o comportamento de subclasses existentes.
C uma interface é implementada sem exploração de polimorfismo.
D se tenta herdar de uma classe marcada como final.
E o coletor de lixo remove objetos derivados antes dos objetos base.
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Sandboxes são ferramentas eficazes para análise dinâmico-comportamental de malware, mas apresentam limitações típicas.

Assinale a opção que apresenta uma limitação inerente ao seu modo de operação.

A Não conseguem capturar tráfego de rede.
B Não podem executar binários ELF.
C Executam amostras por tempo limitado, podendo perder comportamentos atrasados.
D Não registram atividades internas do sistema analisado.
E Não são compatíveis com sistemas Windows.
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Durante a análise estática, o analista observa que o malware verifica ou manipula a Trap Flag (TF) no registrador EFLAGS para provocar ou detectar exceções de single-step (INT 1).

Essa técnica é classificada como

A Detecção de ambiente virtualizado (Anti-VM)
B Técnicas de proteção contra dumping de memória
C Anti-debugging baseado em exceções
D Anti-análise baseada em temporização
E Mecanismo de detecção de hooking em funções do sistema
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Em uma análise estática de um binário suspeito, o analista identifica uma sequência que utiliza API hashing para resolver funções do Windows dinamicamente.

O objetivo pelo qual o malware utiliza esse mecanismo é

A exclusivamente aumentar a velocidade de execução do malware.
B evitar dependências de DLLs externas, somente.
C reduz o tamanho do arquivo executável em pelo menos 20%.
D evasão de assinaturas baseadas em strings.
E permitir execução apenas em modo kernel.
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Em atividades investigativas policiais, a confiabilidade, a rastreabilidade e a integridade de registros armazenados em Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados (SGBDs) são essenciais para reconstrução de linhas do tempo, identificação de autoria de ações e preservação da cadeia de custódia digital. Nesse contexto, as técnicas FORCE/NO-FORCE e STEAL/NO-STEAL, que definem as políticas de escrita em disco e de gerenciamento do buffer, determinam a necessidade de operações de UNDO e REDO durante a recuperação de falhas e influenciam diretamente a consistência das evidências digitais.

Considerando essas técnicas e seus efeitos sobre a persistência de páginas modificadas em sistemas gerenciadores de bancos de dados, pode-se afirmar que a técnica

A FORCE de REDO será necessário durante a recuperação para garantir a durabilidade da transação.
B FORCE define com o valor 1 (ou seja, preso) um bit de preso-solto, sinalizando que um buffer de cache não pode ser gravado de volta no disco.
C STEAL aplica-se quando gerenciador de cache necessitar de um quadro do buffer para outra transação e o gerenciador de buffer substituir uma página existente previamente atualizada de uma transação não confirmada.
D STEAL tem como consequência demandar grandes espaços de buffer para o armazenamento de todas as páginas atualizadas na memória; assim como NO-FORCE garante o isolamento de transações concorrentes.
E NO-STEAL é utilizada em esquemas de recuperação imediata como o utilizado no modelo ARIES, dado que as alterações promovidas por uma transação em uma página persistirão no disco, garantindo a consistência dos efeitos da transação.