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Assinale a alternativa correta de acordo com a visão de N. T. Wright, apresentada na obra Como Deus se tornou Rei.

A Para Wright, o propósito central dos evangelhos é oferecer um guia moral universal, desvinculado de qualquer projeto político ou escatológico.
B Wright propõe que os evangelhos foram escritos principalmente como documentos litúrgicos para uso nas sinagogas judaicas do século 1º .
C O autor argumenta que a morte de Jesus é o único ponto relevante nos evangelhos, pois todo o restante serve apenas como pano de fundo narrativo.
D A leitura proposta por Wright afirma que o verdadeiro reinado de Deus só começará após o juízo final, sendo apenas antecipado nos evangelhos.
E Wright defende que os evangelhos devem ser compreendidos como a narrativa do momento em que Deus começa a reinar na Terra por meio de Jesus, cumprindo as promessas feitas a Israel.

Aos 29 de abril de 2025, a teologia latino-americana evangélica perdeu uma de suas vozes mais significativas com o falecimento de Samuel Escobar (1934 – 2025), um dos principais articuladores da Missão Integral, ao lado de René Padilla. Escobar destacou-se por sua contribuição no Congresso de Lausanne, em 1974, contexto histórico em que a Missão Integral emergiu. Sobre essa perspectiva teológica, assinale a alternativa correta.

A A teologia de Escobar baseava-se na separação entre fé e vida pública, sugerindo que o discipulado cristão deveria restringir-se ao culto e à moral pessoal.
B Samuel Escobar, influenciado pela teologia liberal europeia, defendia que a missão deveria priorizar a transformação espiritual individual, deixando as questões sociais para a esfera do Estado.
C Escobar criticava a noção de missão como expansão e colonização cultural, defendendo um modelo encarnacional e contextualizado à realidade latino-americana.
D A proposta de Missão Integral defendida por Escobar e Padilla se opunha ao evangelismo, enfatizando exclusivamente a promoção de justiça social e cidadania.
E O movimento da Missão Integral, segundo Escobar, buscava suprimir os fundamentos bíblicos da missão em favor de uma teologia da libertação marxista.
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. O descobridor das coisas A gente vinha de mãos dadas, sem pressa de nada pela rua. Totoca vinha me ensinando a vida. E eu estava muito contente porque meu irmão mais velho estava me dando a mão e ensinando as coisas. Mas ensinando as coisas fora de casa. Porque em casa eu aprendia descobrindo sozinho e fazendo sozinho, fazia errado e fazendo errado acabava sempre tomando umas palmadas. Até bem pouco tempo ninguém me batia. Mas depois descobriram as coisas e vivem dizendo que eu era o cão, que eu era capeta, gato ruço de mau pelo. Não queria saber disso. Se não estivesse na rua eu começava a cantar. Cantar era bonito. Totoca sabia fazer outra coisa além de cantar, assobiar. Mas eu por mais que imitasse, não saía nada. Ele me animou dizendo que era assim mesmo, que eu ainda não tinha boca de soprador. Mas como eu não podia cantar por fora, fui cantando por dentro. Aquilo era esquisito, mas se tornava muito gostoso. E eu estava me lembrando de uma música que Mamãe cantava quando eu era bem pequenininho. Ela ficava no tanque, com um pano amarrado na cabeça para tapar o sol. Tinha um avental amarrado na barriga e ficava horas e horas, metendo a mão na água, fazendo sabão virar muita espuma. Depois torcia a roupa e ia até a corda. Prendia tudo na corda e suspendia o bambu. Ela fazia igualzinho com todas as roupas. Estava lavando a roupa da casa do Dr. Faulhaber para ajudar nas despesas da casa. Mamãe era alta, magra, mas muito bonita. Tinha uma cor bem queimada e os cabelos pretos e lisos. Quando ela deixava os cabelos sem prender, davam até na cintura. Mas bonito era quando ela cantava e eu ficava junto aprendendo. (José Mauro de Vasconcelos. O meu pé de laranja lima , 1975. Adaptado)

A concordância atende à norma-padrão em:

A O sabão e a água usados pela minha mãe eram para lavar a roupa alheia.
B Na minha opinião, cantar e assobiar eram bonito e me distraiam.
C Eu e Totoca vinha de mãos dadas, sem pressa de nada pela rua.
D Haviam boas lembranças, como uma música que Mamãe cantava.
E Mas depois foi descoberto as coisas e vivem dizendo que eu era o cão...
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. Os corpos dos porcos Os caminhos da biomedicina não cessam de surpreender. Quem diria, décadas atrás, que partes dos animais mais identificados com sujidades viriam a salvar milhares de pessoas? Pois agora se convive com a era dos transplantes com órgãos de porcos, com notável avanço anunciado. O Hospital Geral de Massachusetts em Boston divulgou operação bem-sucedida, comandada por um médico brasileiro, em que um homem de 62 anos com insuficiência renal grave recebeu um rim suíno geneticamente modificado. O paciente se recuperava bem. Dá-se o nome de xenotransplante ao procedimento em que o doente recebe órgão de outra espécie, para contornar a escassez de doações humanas. A fila de brasileiros à espera de um rim, por exemplo, conta cerca de 39 mil pessoas. Embora pouco se pareçam com humanos, suínos têm a parte central do corpo e os órgãos vitais nela contidos de tamanhos comparáveis. A desvantagem está no potencial aumentado para rejeição, dado o parentesco distante com a espécie Sus scrofa domesticus. Recorreu-se a dezenas de manipulações de DNA para diminuir a rejeição, com a retirada de genes porcinos e inserção de genes humanos. Também se inativaram sequências genéticas correspondentes a vírus adormecidos, por assim dizer, no genoma de porcos. Vida longa aos xenotransplantes. De uma perspectiva pragmática, é finalidade nobre destinar corpos de animais para salvar pessoas condenadas pela relutância de parentes, esta sim injustificável, a doar órgãos de entes queridos. (Editorial. Folha de S.Paulo, 22.03.2024. Adaptado)

No editorial, a análise desenvolvida trata

A das dificuldades de transplantes em humanos, pelas limitações da medicina atual.
B dos corpos dos porcos, que estão sendo totalmente modificados para os transplantes.
C das diferenças entre órgãos humanos e animais, o que que dificulta os transplantes.
D dos avanços da biomedicina, enfocando o uso de animais para o xenotransplante.
E das manipulações do DNA humano, para permitir a prevenção de doenças nos rins.
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. Os corpos dos porcos Os caminhos da biomedicina não cessam de surpreender. Quem diria, décadas atrás, que partes dos animais mais identificados com sujidades viriam a salvar milhares de pessoas? Pois agora se convive com a era dos transplantes com órgãos de porcos, com notável avanço anunciado. O Hospital Geral de Massachusetts em Boston divulgou operação bem-sucedida, comandada por um médico brasileiro, em que um homem de 62 anos com insuficiência renal grave recebeu um rim suíno geneticamente modificado. O paciente se recuperava bem. Dá-se o nome de xenotransplante ao procedimento em que o doente recebe órgão de outra espécie, para contornar a escassez de doações humanas. A fila de brasileiros à espera de um rim, por exemplo, conta cerca de 39 mil pessoas. Embora pouco se pareçam com humanos, suínos têm a parte central do corpo e os órgãos vitais nela contidos de tamanhos comparáveis. A desvantagem está no potencial aumentado para rejeição, dado o parentesco distante com a espécie Sus scrofa domesticus. Recorreu-se a dezenas de manipulações de DNA para diminuir a rejeição, com a retirada de genes porcinos e inserção de genes humanos. Também se inativaram sequências genéticas correspondentes a vírus adormecidos, por assim dizer, no genoma de porcos. Vida longa aos xenotransplantes. De uma perspectiva pragmática, é finalidade nobre destinar corpos de animais para salvar pessoas condenadas pela relutância de parentes, esta sim injustificável, a doar órgãos de entes queridos. (Editorial. Folha de S.Paulo, 22.03.2024. Adaptado)

Assinale a alternativa em que é possível identificar, no editorial, a opinião do jornal em relação ao tema tratado.

A … procedimento em que o doente recebe órgão de outra espécie, para contornar a escassez de doações humanas.
B … é finalidade nobre destinar corpos de animais para salvar pessoas condenadas pela relutância de parentes...
C … suínos têm a parte central do corpo e os órgãos vitais nela contidos de tamanhos comparáveis.
D Recorreu-se a dezenas de manipulações de DNA para diminuir a rejeição, com a retirada de genes porcinos...
E … um homem de 62 anos com insuficiência renal grave recebeu um rim suíno geneticamente modificado.
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. Os corpos dos porcos Os caminhos da biomedicina não cessam de surpreender. Quem diria, décadas atrás, que partes dos animais mais identificados com sujidades viriam a salvar milhares de pessoas? Pois agora se convive com a era dos transplantes com órgãos de porcos, com notável avanço anunciado. O Hospital Geral de Massachusetts em Boston divulgou operação bem-sucedida, comandada por um médico brasileiro, em que um homem de 62 anos com insuficiência renal grave recebeu um rim suíno geneticamente modificado. O paciente se recuperava bem. Dá-se o nome de xenotransplante ao procedimento em que o doente recebe órgão de outra espécie, para contornar a escassez de doações humanas. A fila de brasileiros à espera de um rim, por exemplo, conta cerca de 39 mil pessoas. Embora pouco se pareçam com humanos, suínos têm a parte central do corpo e os órgãos vitais nela contidos de tamanhos comparáveis. A desvantagem está no potencial aumentado para rejeição, dado o parentesco distante com a espécie Sus scrofa domesticus. Recorreu-se a dezenas de manipulações de DNA para diminuir a rejeição, com a retirada de genes porcinos e inserção de genes humanos. Também se inativaram sequências genéticas correspondentes a vírus adormecidos, por assim dizer, no genoma de porcos. Vida longa aos xenotransplantes. De uma perspectiva pragmática, é finalidade nobre destinar corpos de animais para salvar pessoas condenadas pela relutância de parentes, esta sim injustificável, a doar órgãos de entes queridos. (Editorial. Folha de S.Paulo, 22.03.2024. Adaptado)

De acordo com a norma-padrão e o sentido do texto, a oração destacada no trecho do 4º parágrafo – Embora pouco se pareçam com humanos , suínos têm a parte central do corpo e os órgãos vitais nela contidos de tamanhos comparáveis. – pode ser substituída por:

A Ainda que pouco se pareçam com humanos...
B À medida que pouco se pareçam com humanos...
C Como pouco se pareçam com humanos...
D Conforme pouco se pareçam com humanos...
E Porquanto pouco se pareçam com humanos...
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. Os corpos dos porcos Os caminhos da biomedicina não cessam de surpreender. Quem diria, décadas atrás, que partes dos animais mais identificados com sujidades viriam a salvar milhares de pessoas? Pois agora se convive com a era dos transplantes com órgãos de porcos, com notável avanço anunciado. O Hospital Geral de Massachusetts em Boston divulgou operação bem-sucedida, comandada por um médico brasileiro, em que um homem de 62 anos com insuficiência renal grave recebeu um rim suíno geneticamente modificado. O paciente se recuperava bem. Dá-se o nome de xenotransplante ao procedimento em que o doente recebe órgão de outra espécie, para contornar a escassez de doações humanas. A fila de brasileiros à espera de um rim, por exemplo, conta cerca de 39 mil pessoas. Embora pouco se pareçam com humanos, suínos têm a parte central do corpo e os órgãos vitais nela contidos de tamanhos comparáveis. A desvantagem está no potencial aumentado para rejeição, dado o parentesco distante com a espécie Sus scrofa domesticus. Recorreu-se a dezenas de manipulações de DNA para diminuir a rejeição, com a retirada de genes porcinos e inserção de genes humanos. Também se inativaram sequências genéticas correspondentes a vírus adormecidos, por assim dizer, no genoma de porcos. Vida longa aos xenotransplantes. De uma perspectiva pragmática, é finalidade nobre destinar corpos de animais para salvar pessoas condenadas pela relutância de parentes, esta sim injustificável, a doar órgãos de entes queridos. (Editorial. Folha de S.Paulo, 22.03.2024. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o uso do acento indicativo da crase está em conformidade com a norma-padrão.

A Xenotransplante é a técnica em que o doente recebe órgão de outra espécie, devido à escassez de doações humanas.
B Quem diria, décadas atrás, que partes dos animais mais relacionados à sujidades salvariam milhares de pessoas?
C Suínos têm a parte central do corpo e os órgãos vitais nela contidos de tamanhos comparáveis à dos humanos.
D Recorreu-se à manipulações de DNA para diminuir a rejeição, com a retirada de genes porcinos e inserção de genes humanos.
E É finalidade nobre dar destino à corpos de animais para salvar pessoas condenadas pela relutância de parentes.

Segundo Archer Jr., o título Gênesis foi dado ao livro durante a tradução da Septuaginta. No hebraico, o termo Bereshit (תישארב (consiste na primeira palavra do livro “No princípio”, cujo o assunto principal é o das origens. Nesse sentido,

A Gênesis considera o relato da criação como um registro factual da origem da Terra e da vida, o que refuta o design inteligente.
B Gênesis aborda a origem da criação do universo, das criaturas, da raça humana e dos povos.
C Gênesis aborda a origem da criação do universo, das criaturas, da raça humana, das nações da terra, e depois, da aliança com o povo de Deus.
D Gênesis considera o relato da criação como um registro factual da origem da Terra e da vida, o que refuta o teísmo evolucionário.
E Gênesis aborda a origem da criação do cosmos, dos anjos, da raça humana e dos povos.

F.F. Bruce identifica um grupo do segundo século a.C. que remonta aos ancestrais da comunidade de Qumran, grupo de judeus que ficou conhecido a partir de 1947 em razão da descoberta de pergaminhos e das escavações realizadas nas regiões do Mar Morto. Esse grupo é chamado de

A Halachá.
B Tefilim.
C Kanavim.
D Hasidim.
E Hititas.

Diante dos desafios de sua época, como o racionalismo, o humanismo e o liberalismo, tendências na teologia protestante no século XIX, Karl Barth produz uma resposta retomando a unicidade e o paradoxo da fé bíblica. Com efeito, elabora a seguinte obra:

A A carta aos Romanos.
B Dinâmica da fé.
C Cristianismo e a crise moderna.
D A natureza da fé cristã.
E O princípio da Reforma Protestante.