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No que tange à abordagem ciência, tecnologia e sociedade (abordagem CTS), julgue os itens seguintes. Os estudos sobre a abordagem CTS se desenvolveram no bojo de uma reflexão sobre o problema do cientificismo e suas consequências para o mundo atual.

A Certo
B Errado

No que tange à abordagem ciência, tecnologia e sociedade (abordagem CTS), julgue os itens seguintes. A abordagem CTS tem por função disponibilizar as representações que permitam ao cidadão agir, tomar decisão e compreender o que está em jogo no discurso dos especialistas.

A Certo
B Errado

Acerca dos fundamentos e das tendências pedagógicas do ensino de arte no Brasil, julgue os itens subsequentes. A partir de 1999, foi iniciado um movimento em favor da formação pedagógica polivalente em arte, de maneira que professores de artes plásticas, desenho, música, artes industriais e artes cênicas, bem como aqueles formados em educação artística, passassem a ser responsáveis pelo ensino de todas as linguagens artísticas nas escolas de educação básica.

A Certo
B Errado

Com a criação do Território Federal do Amapá, em 13 de setembro de 1943, definiu-se que a primeira capital seria a cidade de

A Macapá, fundada em 1758 e mais antiga povoação do atual Amapá.
B Amapá, antiga vila que se incrementou com a criação da Base Aérea do Amapá.
C Oiapoque, que cumpria um importante papel estratégico de fronteira.
D Mazagão, criada no século XVIII para acolher os colonos vindos do Marrocos.
E Belém, então capital do Pará, já que territórios federais não possuem capital.

Os litígios fronteiriços entre a região do Amapá e a Guiana Francesa tiveram desfecho com

A o Tratado de Utrecht de 1713, que definiu as fronteiras entre os territórios portugueses e franceses na América.
B os tratados de Madrid de 1750 e de Santo Idelfonso de 1777, que definiram grande parte das fronteiras atuais do Brasil.
C a devolução da região aos franceses em 1817, depois que D. João VI mandara invadir a Guiana em 1809.
D o resultado da arbitragem suíça de 1900, conseguida com a atuação do Barão do Rio Branco.
E os acordos do governo de Getúlio Vargas com as autoridades francesas instaladas na Guiana Francesa.

Em abril de 2018 foi sancionada a lei que cria a Região Metropolitana de Macapá (RMM). Sobre essa Região são feitas as seguintes afirmações:

I. Inicialmente, a RMM era formada por Macapá e Santana, as duas cidades mais populosas do estado e que se caracterizavam por concentrar a maior parte da população amapaense; recentemente, Mazagão foi incorporado à região.

II. A integração metropolitana foi realizada desde o início da década de 2010 possibilitando ao poder público criar inúmeros serviços que atendem toda a população da região.

III. Apesar da expansão urbana da RMM, a Área de Proteção Ambiental Curiaú (APA Curiaú) mantém-se íntegra e preserva ambientes de alta diversidade paisagística. Está correto o que se afirma APENAS em

A I e III.
B I.
C I e II.
D II.
E II e III.

A importância econômica da região conhecida como Serra do Navio deve-se à exploração

A de minério de ferro, levada a cabo pela Vale do Rio Doce desde os anos de 1960.
B de ricas minas de ouro, extraído desde os anos de 1980 pela Anglo American.
C de minas de zinco, beneficiadas pela Bethlehem Steel desde os anos de 1970.
D do petróleo, que vem sendo administrada pela Petrobrás desde os anos 2000.
E de ricas jazidas de manganês, concedidas à ICOMI nos anos de 1950.
Texto associado
O cérebro imoral – Mentes corrompidas

DANIEL MARTINS DE BARROS

As decisões morais, como todo tipo de decisão, passam por nosso cérebro. Se não sabemos ao certo todos os elementos que levam alguém a se corromper, conhecemos pelo menos algumas áreas cerebrais que falham na tentativa de impedir tais decisões.
As mentes corruptas podem ser influenciadas pelo poder – o sujeito passa a se achar menos condenável que os outros por ser poderoso (hipocrisia moral) – e também pelas atitudes – depois de se corromper as pessoas se convencem que não era errado, para fugir da dissonância ética. Mas o que será que acontece no cérebro corrompido?
A corrupção é uma atitude que resulta de um cálculo no qual pesam dois principais fatores: a importância que se dá às normas sociais e o risco de ser pego. Outras variáveis podem influir na decisão, como a quantidade roubada, quem será prejudicado, por quanto tempo durará o crime, o meio de perpetrálo etc., mas de uma maneira ou outra estão todas atreladas aos dois primeiros. Quanto mais se consideram os valores da sociedade, menor a chance de violá-los. Como menor também é a chance de fazer algo errado na proporção que cresce a chance de ser flagrado. Essa tomada de decisão moral, como todas as outras, no fim das contas, depende de um cérebro bem afinado. Sobretudo no componente emocional.
Um dos modelos usados para compreender a relação entre cérebro e comportamento moral é o da psicopatia. Embora não exista uma causa para ela, nem um exame cerebral que a diagnostique, sabese que, de forma geral, o cérebro dos psicopatas funciona de forma diferente do das outras pessoas. Sua frieza, baixa reação emocional, ausência de medo devem-se – ao menos em parte – a um menor funcionamento das estruturas cerebrais chamadas amígdalas (nada a ver com as da garganta). Elas captam sinais de perigo, de ameaças, e disparam reações físicas automáticas, como aceleração do coração e sudorese, reações que os psicopatas não apresentam (daí serem literalmente frios). Tais reações não se devem apenas ao que vemos e ouvimos, mas também à forma como interpretamos as situações com base em memórias, conhecimento e raciocínio – o que ocorre numa outra região com o longo nome de córtex pré-frontal ventromedial VMPFC, na sigla em inglês). É nessa região que ocorre a deliberação, onde os aspectos emocionais e racionais são calculados e a decisão é tomada. Pacientes que sofrem lesões neurológicas nessa área mudam seu comportamento e tornam-se mais indiferentes aos outros, egoístas, decidindo de forma mais imediatista e irresponsável – não por acaso, tal condição é por vezes chamada de “psicopatia adquirida”.
Se muitas vezes deixamos de fazer o que queríamos é por conta desses freios emocionais que faltam aos psicopatas. Não falo só de sermos capazes de resistir àquela vontade de avançar no pescoço de alguém, mas também de não trapacear no trabalho para conseguir uma promoção; não prejudicar um amigo por dinheiro; não pegar da geladeira o último pedaço de doce que não é nosso. Imaginamos que as pessoas afetadas irão sofrer, o que nos faz pensar duas vezes. O medo de ser pego também nos segura. Esses dois breques comportamentais faltam absolutamente nos psicopatas e parcialmente nos corruptos. Como a corrupção é sempre lesiva para alguém, para se corromper a pessoa tem que superar os sentimentos negativos que seu ato gera, além de passar por cima do medo.
Claro que nem todo corrupto tem o diagnóstico de psicopatia (a maioria não deve ter), mas fica evidente que corromper-se é, em alguma medida, pensar como um psicopata, é buscar o máximo de ganho com o mínimo de esforço, pagando por isso apenas o preço de lesar os outros. E é o tamanho desse “apenas” que diferencia o cidadão que opta por não roubar, o corrupto que supera sua culpa e o psicopata incapaz de empatia.
E nós, com que tipo de cérebro queremos pensar nosso país?

Texto adaptado de: http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/daniel-mar
tins-de-barros/o-cerebro-imoral-mentes-corrompidas-parte-3/
Acesso em 23 de março de 2016.

Em “As mentes corruptas podem ser influenciadas pelo poder – o sujeito passa a se achar menos condenável que os outros por ser poderoso [...]”, a palavra “menos”

A pertence a uma classe de palavras invariável.
B está flexionada no gênero masculino.
C pertence à classe dos adjetivos.
D está flexionada em gênero e número.
E pertence a uma classe de palavras variável.

Quando a criança pensa que pode escrever com desenhos, rabiscos, letras ou outros sinais gráficos, imaginando que a palavra assim inscrita representa a coisa a que se refere, dizemos que ela se encontra no nível

A icônico.
B pré-sílabico
C silábico-alfabético.
D alfabético.
E silábico.

Sobre o letramento, é correto afirmar que

A preocupa-se com a aquisição do código escrito.
B implica adotar na alfabetização uma concepção tradicional de escrita.
C tem como pressuposto que as ações do professor devem ter como preocupação “qual é a sequência mais adequada de apresentação dos conteúdos (geralmente, as letras para formarem sílabas, as sílabas para formarem palavras e as palavras para formarem frases)”
D concebe a atividade de ler e escrever como um conjunto de habilidades progressivamente desenvolvidas até se chegar a uma competência leitora e escritora ideal: a do usuário proficiente da língua escrita.
E tem como objeto de reflexão, de ensino, ou de aprendizagem os aspectos sociais da língua escrita.