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São características da atuação dos Jesuítas no Brasil colonial:

A a vida em mosteiros com rígida disciplina interna; o empenho na educação cristã, abarcando a alfabetização de indígenas
e africanos; a criação e administração de Universidades católicas.
B o estabelecimento de missões em regiões com potencial de exploração econômica, como as drogas do sertão; a defesa
dos indígenas ante os ataques dos bandeirantes; a formação da elite colonial segundo princípios iluministas.
C a expansão das fronteiras do território português; a conversão de judeus ao cristianismo segundo as leis inquisitoriais; a
pacificação dos conflitos intertribais, sob a justificativa da Guerra Justa.
D a mobilidade dentro do território; a preocupação com a conversão dos indígenas ao catolicismo; o estabelecimento de
colégios em várias cidades da Colônia, como o Colégio da Bahia.
E a pregação e a manutenção da fé cristã entre os colonizadores; o combate à escravidão, sobretudo a de negros; e o cultivo
e exportação da cana de açúcar nas missões.

A chamada “Política dos Governadores” foi uma estratégia implementada pelo presidente Campos Salles (1898-1902) como forma
de resolver os conflitos entre o poder central e as forças políticas regionais que marcaram o início da república no Brasil.
Essa política foi

A marcada por um conjunto de intervenções militares articuladas pelo Governo Federal nos estados que se recusavam a
apoiar as medidas nacionalistas e centralistas do Presidente da República.
B produto de um pacto que implicava no apoio do governo federal aos grupos políticos dominantes em cada estado, mesmo
que estes se valessem de fraudes eleitorais, em troca do apoio aos projetos do governo Federal no Congresso
Nacional.
C caracterizada pela troca de favores entre o Presidente da República e os governadores dos Estados produtores de café, o
que incluía a compra da safra excedente como forma de estabilizar o preço deste produto no mercado.
D consequência da imposição de uma política de Partido único, o Partido Republicano Federal, proibindo que governadores
de outros partidos concorressem aos governos estaduais.
E resultado de uma revolta dos governadores estaduais do Norte e Nordeste contra a hegemonia das oligarquias do Sul e
Sudeste na política nacional.

Considere abaixo o trecho do Hino da Inconfidência Baiana.

Igualdade e liberdade / No sacrário da Razão / ao lado da Sã Justiça / Preenchem meu coração / (...) Se este dogma for seguido
(...) e assim que florescido / tem na América a Nação / Assim flutue o pendão dos franceses / que a imitaram / depois que
afoitos, entraram / no sacrário da Razão.

(Apud MOURA, Clóvis. Dicionário da Escravidão Negra no Brasil. Edusp, 2004, p. 205)

O trecho revela as seguintes influências da chamada Inconfidência Baiana (1798), também conhecida como Conjuração Baiana
e Revolta dos Búzios:

A o Império Napoleônico e o positivismo, escola que cultuava a ciência como Razão universal.
B a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, e a Justiça praticada pela Maçonaria, como exemplos da defesa da
igualdade em nome da Razão.
C a Revolução Francesa e o iluminismo, corrente que cultuava a Razão como valor universal.
D a Revolução Pernambucana e o nacionalismo como exemplos de libertação racional dos povos contra a escravidão e o
colonialismo.
E o liberalismo e a religião calvinista, crença que considerava Deus como símbolo da Justiça e da Razão.