Texto 1 (Para as questões de 1 a 3)
Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs)
As Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs) têm o conceito referindo-se a aquelas espécies cujas partes consumidas não são comuns ou convencionalmente conhecidas, do mesmo modo que plantas ou partes delas que economicamente possuem determinadas funcionalidades inexploradas, além de se encontrarem fora da cadeia atual de produção de alimentos, possuindo potencial alimentar para os seres humanos.
O termo PANC, Planta Alimentícia Não Convencional, foi criado em 2008, pelo biólogo Valdely Ferreira Kinupp e se popularizou desde então. As plantas não convencionais, conforme a espécie, tem seu valor nutricional com teores significativos de vitaminas, sais minerais, fibras, carboidratos e proteínas, além do reconhecido efeito funcional.
Apesar dessas espécies já estarem presentes há séculos em certas comunidades tradicionais (quilombos, aldeias indígenas, ribeirinhos etc) e causarem uma grande influência na alimentação dessas comunidades, nos últimos anos, essas passaram a ter uma redução expressiva tanto economicamente, quanto socialmente, perdendo espaço para outros produtos, o que acarreta numa menor diversidade de espécies consumidas. Segundo Kinupp e Lorenzi (2014), no Brasil existem cerca de 5.000 espécies de PANCs.
Sendo assim, a busca pela diversidade dessas plantas é fundamental para o conhecimento mais aprofundado das espécies, ajudando a entender a biodiversidade, aspectos nutricionais, sua utilização e produção em maior escala, bem como a pesquisa de novas estratégias que busquem a conservação destes recursos.
Adaptado de: BEBÉ, F. V.; LINO, J. C.; TEIXEIRA, L. M. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs), Características e Algumas Espécies Presentes No Território Brasileiro. Cadernos de Agroecologia – ISSN 2236-7934 - Anais do 2° Congresso Online Internacional de Sementes Crioulas e Agrobiodiversidade – Dourados/MS - v. 17, no 2, 2022.
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Texto 1 (Para as questões de 1 a 3)
Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs)
As Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs) têm o conceito referindo-se a aquelas espécies cujas partes consumidas não são comuns ou convencionalmente conhecidas, do mesmo modo que plantas ou partes delas que economicamente possuem determinadas funcionalidades inexploradas, além de se encontrarem fora da cadeia atual de produção de alimentos, possuindo potencial alimentar para os seres humanos.
O termo PANC, Planta Alimentícia Não Convencional, foi criado em 2008, pelo biólogo Valdely Ferreira Kinupp e se popularizou desde então. As plantas não convencionais, conforme a espécie, tem seu valor nutricional com teores significativos de vitaminas, sais minerais, fibras, carboidratos e proteínas, além do reconhecido efeito funcional.
Apesar dessas espécies já estarem presentes há séculos em certas comunidades tradicionais (quilombos, aldeias indígenas, ribeirinhos etc) e causarem uma grande influência na alimentação dessas comunidades, nos últimos anos, essas passaram a ter uma redução expressiva tanto economicamente, quanto socialmente, perdendo espaço para outros produtos, o que acarreta numa menor diversidade de espécies consumidas. Segundo Kinupp e Lorenzi (2014), no Brasil existem cerca de 5.000 espécies de PANCs.
Sendo assim, a busca pela diversidade dessas plantas é fundamental para o conhecimento mais aprofundado das espécies, ajudando a entender a biodiversidade, aspectos nutricionais, sua utilização e produção em maior escala, bem como a pesquisa de novas estratégias que busquem a conservação destes recursos.
Adaptado de: BEBÉ, F. V.; LINO, J. C.; TEIXEIRA, L. M. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs), Características e Algumas Espécies Presentes No Território Brasileiro. Cadernos de Agroecologia – ISSN 2236-7934 - Anais do 2° Congresso Online Internacional de Sementes Crioulas e Agrobiodiversidade – Dourados/MS - v. 17, no 2, 2022.
Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs)
As Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs) têm o conceito referindo-se a aquelas espécies cujas partes consumidas não são comuns ou convencionalmente conhecidas, do mesmo modo que plantas ou partes delas que economicamente possuem determinadas funcionalidades inexploradas, além de se encontrarem fora da cadeia atual de produção de alimentos, possuindo potencial alimentar para os seres humanos.
O termo PANC, Planta Alimentícia Não Convencional, foi criado em 2008, pelo biólogo Valdely Ferreira Kinupp e se popularizou desde então. As plantas não convencionais, conforme a espécie, tem seu valor nutricional com teores significativos de vitaminas, sais minerais, fibras, carboidratos e proteínas, além do reconhecido efeito funcional.
Apesar dessas espécies já estarem presentes há séculos em certas comunidades tradicionais (quilombos, aldeias indígenas, ribeirinhos etc) e causarem uma grande influência na alimentação dessas comunidades, nos últimos anos, essas passaram a ter uma redução expressiva tanto economicamente, quanto socialmente, perdendo espaço para outros produtos, o que acarreta numa menor diversidade de espécies consumidas. Segundo Kinupp e Lorenzi (2014), no Brasil existem cerca de 5.000 espécies de PANCs.
Sendo assim, a busca pela diversidade dessas plantas é fundamental para o conhecimento mais aprofundado das espécies, ajudando a entender a biodiversidade, aspectos nutricionais, sua utilização e produção em maior escala, bem como a pesquisa de novas estratégias que busquem a conservação destes recursos.
Adaptado de: BEBÉ, F. V.; LINO, J. C.; TEIXEIRA, L. M. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs), Características e Algumas Espécies Presentes No Território Brasileiro. Cadernos de Agroecologia – ISSN 2236-7934 - Anais do 2° Congresso Online Internacional de Sementes Crioulas e Agrobiodiversidade – Dourados/MS - v. 17, no 2, 2022.