QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
73 questões encontradas

Um professor estava editando um arquivo texto em seu computador, usando sua conta corporativa, e o salvou. Em seguida, esse seu computador (chamaremos de computador original) parou de funcionar, e a equipe de informática forneceu um notebook de forma temporária, sem fazer qualquer transferência de dados entre os equipamentos. Usando esse notebook e sua conta corporativa, e considerando que ambos os equipamentos contêm o Microsoft Windows 10, em sua configuração original, esse professor abriu o mesmo arquivo texto previamente editado, e continuou com novas edições. Isso foi possível porque o arquivo texto estava salvo

A em um backup local dentro do computador original.
B em uma pasta oculta dentro do computador original.
C em um serviço de armazenamento em nuvem vinculado à conta corporativa.
D no cache do navegador do notebook.
E no cache do navegador usado no computador original.

No Explorador de Arquivos do Microsoft Windows 10, ambos em sua configuração original, um usuário . Em seguida, . Depois dessas operações, a Lixeira do Windows . Considerando que o usuário tem todas as permissões para as operações descritas, que não existem restrições no computador e que todas as eventuais confirmações solicitadas pelo Windows foram aceitas, assinale a alternativa que preenche as lacunas, correta e respectivamente.

A esvaziou a Lixeira do Windows … selecionou um arquivo e pressionou DEL para apagá-lo … está vazia
B selecionou um arquivo e pressionou DEL para apagá-lo … esvaziou a Lixeira do Windows … está vazia
C selecionou um arquivo e pressionou DEL para apagá-lo … esvaziou a Lixeira do Windows … contém 1 arquivo
D selecionou e compactou um arquivo e pressionou SHIFT+DEL para apagá-lo … esvaziou a Lixeira do Windows … contém 1 arquivo
E esvaziou a Lixeira do Windows … ocultou um arquivo … contém 1 arquivo
Texto associado
O SANTO GRAAL DE QUEM SE BASTA Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que se bastam. Essas criaturas independentes viajam sozinhas para qualquer destino, longe ou perto, sem ninguém para compartilhar as impressões sobre os lugares visitados. Não esperam companhia para assistir a um filme nem para experimentar algo novo no menu do restaurante — o preferido ou o recém-inaugurado. Confesso certa inveja desses seres felizes, livres por natureza, capazes de se reinventar quantas vezes desejarem. Eles apenas se permitem, não precisam caminhar de braço dado, não pedem licença para viver. Falam o que pensam, fazem o que decidem, exercem os seus direitos de escolha com total convicção. Admiro esse modo de existir, eu, que, na ausência de interlocutores, faço comentários em voz alta. E rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita, em que anoto as minhas conversas internas sem temer causar estranheza, caso me ouçam. Ocorre-me agora uma outra característica dessa gente singular: não se importar com a opinião alheia. E, ao contrário do que você possa imaginar, são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis. Preocupam-se com quem convivem, são empáticos com os desconhecidos. Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo e que, ao longo da leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade de maneira a arrancar um “tenho uma colega assim” ou “esse é exatamente o meu irmão”. Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles, tesouro mais valioso do que o Santo Graal, fonte da juventude eterna. Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão. Marília Lovatel, OP+. Colunistas. Publicado 18:00 | 29 de Mar de 2025.

Conforme a intencionalidade discursiva da autora na crônica em evidência, o Santo Graal de quem se basta está contido no trecho:

A “[...] rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita [...]”
B “[...] são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis [...]”
C “Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo [...]”
D “[...] o Santo Graal, fonte da juventude eterna.”
E “Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão.”
Texto associado
O SANTO GRAAL DE QUEM SE BASTA Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que se bastam. Essas criaturas independentes viajam sozinhas para qualquer destino, longe ou perto, sem ninguém para compartilhar as impressões sobre os lugares visitados. Não esperam companhia para assistir a um filme nem para experimentar algo novo no menu do restaurante — o preferido ou o recém-inaugurado. Confesso certa inveja desses seres felizes, livres por natureza, capazes de se reinventar quantas vezes desejarem. Eles apenas se permitem, não precisam caminhar de braço dado, não pedem licença para viver. Falam o que pensam, fazem o que decidem, exercem os seus direitos de escolha com total convicção. Admiro esse modo de existir, eu, que, na ausência de interlocutores, faço comentários em voz alta. E rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita, em que anoto as minhas conversas internas sem temer causar estranheza, caso me ouçam. Ocorre-me agora uma outra característica dessa gente singular: não se importar com a opinião alheia. E, ao contrário do que você possa imaginar, são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis. Preocupam-se com quem convivem, são empáticos com os desconhecidos. Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo e que, ao longo da leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade de maneira a arrancar um “tenho uma colega assim” ou “esse é exatamente o meu irmão”. Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles, tesouro mais valioso do que o Santo Graal, fonte da juventude eterna. Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão. Marília Lovatel, OP+. Colunistas. Publicado 18:00 | 29 de Mar de 2025.

“Falam o que pensam [...]” O termo demarcado, no trecho em evidência, desempenha a função de

A pronome pessoal do caso oblíquo.
B pronome pessoal do caso reto.
C pronome demonstrativo.
D pronome indefinido.
E pronome relativo.
Texto associado
O SANTO GRAAL DE QUEM SE BASTA Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que se bastam. Essas criaturas independentes viajam sozinhas para qualquer destino, longe ou perto, sem ninguém para compartilhar as impressões sobre os lugares visitados. Não esperam companhia para assistir a um filme nem para experimentar algo novo no menu do restaurante — o preferido ou o recém-inaugurado. Confesso certa inveja desses seres felizes, livres por natureza, capazes de se reinventar quantas vezes desejarem. Eles apenas se permitem, não precisam caminhar de braço dado, não pedem licença para viver. Falam o que pensam, fazem o que decidem, exercem os seus direitos de escolha com total convicção. Admiro esse modo de existir, eu, que, na ausência de interlocutores, faço comentários em voz alta. E rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita, em que anoto as minhas conversas internas sem temer causar estranheza, caso me ouçam. Ocorre-me agora uma outra característica dessa gente singular: não se importar com a opinião alheia. E, ao contrário do que você possa imaginar, são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis. Preocupam-se com quem convivem, são empáticos com os desconhecidos. Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo e que, ao longo da leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade de maneira a arrancar um “tenho uma colega assim” ou “esse é exatamente o meu irmão”. Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles, tesouro mais valioso do que o Santo Graal, fonte da juventude eterna. Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão. Marília Lovatel, OP+. Colunistas. Publicado 18:00 | 29 de Mar de 2025.

Sobre a regência dos verbos realçados, no contexto dos períodos a seguir, é verdadeiro afirmar que • “Não esperam 1 companhia[...]” • “ Espero 2 que haja muitos deles espalhados pelo mundo [...]”

A é intransitiva em 1 e em 2, pois os períodos poderiam ser encerrados nos verbos que os estruturam.
B é transitiva direta em 1 e em 2, pois há objetos diretos subsequentes ao verbo “ esperar ” em ambos os contextos.
C é intransitiva e bitransitiva, respectivamente: pela autossuficiência do verbo em 1 e pela dupla complementação em 2.
D é transitiva direta em 1, cujo objeto direto é o termo “ companhia ”; e transitiva indireta em 2, por força do conectivo o qual introduz a oração seguinte.
E é transitiva direta em 1, em que há a presença de um termo integrante posposto ao verbo; e intransitiva em 2, pela autossuficiência sintático-semântica do verbo no contexto discursivo.
Texto associado
O SANTO GRAAL DE QUEM SE BASTA Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que se bastam. Essas criaturas independentes viajam sozinhas para qualquer destino, longe ou perto, sem ninguém para compartilhar as impressões sobre os lugares visitados. Não esperam companhia para assistir a um filme nem para experimentar algo novo no menu do restaurante — o preferido ou o recém-inaugurado. Confesso certa inveja desses seres felizes, livres por natureza, capazes de se reinventar quantas vezes desejarem. Eles apenas se permitem, não precisam caminhar de braço dado, não pedem licença para viver. Falam o que pensam, fazem o que decidem, exercem os seus direitos de escolha com total convicção. Admiro esse modo de existir, eu, que, na ausência de interlocutores, faço comentários em voz alta. E rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita, em que anoto as minhas conversas internas sem temer causar estranheza, caso me ouçam. Ocorre-me agora uma outra característica dessa gente singular: não se importar com a opinião alheia. E, ao contrário do que você possa imaginar, são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis. Preocupam-se com quem convivem, são empáticos com os desconhecidos. Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo e que, ao longo da leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade de maneira a arrancar um “tenho uma colega assim” ou “esse é exatamente o meu irmão”. Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles, tesouro mais valioso do que o Santo Graal, fonte da juventude eterna. Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão. Marília Lovatel, OP+. Colunistas. Publicado 18:00 | 29 de Mar de 2025.

Atente-se aos elementos conectores enumerados a seguir, de modo a assinalar o item correto em se tratando da função que desempenham nos contextos seguintes. • “[...] as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que 1 se bastam.” • [...] e que 2 , ao longo da leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade [...]

A 1 e 2 são pronomes relativos.
B 1 e 2 são conjunções integrantes.
C 1 é conjunção subordinativa; 2, preposição.
D 1 é pronome relativo; 2, conjunção integrante.
E 1 é conjunção integrante; 2, pronome relativo.
Texto associado
O SANTO GRAAL DE QUEM SE BASTA Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que se bastam. Essas criaturas independentes viajam sozinhas para qualquer destino, longe ou perto, sem ninguém para compartilhar as impressões sobre os lugares visitados. Não esperam companhia para assistir a um filme nem para experimentar algo novo no menu do restaurante — o preferido ou o recém-inaugurado. Confesso certa inveja desses seres felizes, livres por natureza, capazes de se reinventar quantas vezes desejarem. Eles apenas se permitem, não precisam caminhar de braço dado, não pedem licença para viver. Falam o que pensam, fazem o que decidem, exercem os seus direitos de escolha com total convicção. Admiro esse modo de existir, eu, que, na ausência de interlocutores, faço comentários em voz alta. E rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita, em que anoto as minhas conversas internas sem temer causar estranheza, caso me ouçam. Ocorre-me agora uma outra característica dessa gente singular: não se importar com a opinião alheia. E, ao contrário do que você possa imaginar, são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis. Preocupam-se com quem convivem, são empáticos com os desconhecidos. Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo e que, ao longo da leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade de maneira a arrancar um “tenho uma colega assim” ou “esse é exatamente o meu irmão”. Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles, tesouro mais valioso do que o Santo Graal, fonte da juventude eterna. Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão. Marília Lovatel, OP+. Colunistas. Publicado 18:00 | 29 de Mar de 2025.

A oração ressaltada em “[...] fazem o que decidem [...]” é tipificada como

A subordinada adverbial causal.
B subordinada adjetiva restritiva.
C subordinada substantiva subjetiva.
D subordinada adverbial consecutiva.
E subordinada substantiva objetiva direta.
Texto associado
O SANTO GRAAL DE QUEM SE BASTA Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que se bastam. Essas criaturas independentes viajam sozinhas para qualquer destino, longe ou perto, sem ninguém para compartilhar as impressões sobre os lugares visitados. Não esperam companhia para assistir a um filme nem para experimentar algo novo no menu do restaurante — o preferido ou o recém-inaugurado. Confesso certa inveja desses seres felizes, livres por natureza, capazes de se reinventar quantas vezes desejarem. Eles apenas se permitem, não precisam caminhar de braço dado, não pedem licença para viver. Falam o que pensam, fazem o que decidem, exercem os seus direitos de escolha com total convicção. Admiro esse modo de existir, eu, que, na ausência de interlocutores, faço comentários em voz alta. E rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita, em que anoto as minhas conversas internas sem temer causar estranheza, caso me ouçam. Ocorre-me agora uma outra característica dessa gente singular: não se importar com a opinião alheia. E, ao contrário do que você possa imaginar, são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis. Preocupam-se com quem convivem, são empáticos com os desconhecidos. Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo e que, ao longo da leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade de maneira a arrancar um “tenho uma colega assim” ou “esse é exatamente o meu irmão”. Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles, tesouro mais valioso do que o Santo Graal, fonte da juventude eterna. Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão. Marília Lovatel, OP+. Colunistas. Publicado 18:00 | 29 de Mar de 2025.

“[...] o preferido ou o r ecém-ina ugurado .” Assim como em recém-inaugurado , há uma palavra formada corretamente, por hifenização, realçada na alternativa

A Ele é o manda-chuva da sala.
B Essa possibilidade é mal-vista pelos mercados.
C O ponta-pé inicial para os jogos da Copa foi dado.
D Essa solução é apenas uma meia-sola para o problema.
E A linguagem n ão-ve rbal refere-se à comunicação que não utiliza palavras.
Texto associado
O SANTO GRAAL DE QUEM SE BASTA Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que se bastam. Essas criaturas independentes viajam sozinhas para qualquer destino, longe ou perto, sem ninguém para compartilhar as impressões sobre os lugares visitados. Não esperam companhia para assistir a um filme nem para experimentar algo novo no menu do restaurante — o preferido ou o recém-inaugurado. Confesso certa inveja desses seres felizes, livres por natureza, capazes de se reinventar quantas vezes desejarem. Eles apenas se permitem, não precisam caminhar de braço dado, não pedem licença para viver. Falam o que pensam, fazem o que decidem, exercem os seus direitos de escolha com total convicção. Admiro esse modo de existir, eu, que, na ausência de interlocutores, faço comentários em voz alta. E rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita, em que anoto as minhas conversas internas sem temer causar estranheza, caso me ouçam. Ocorre-me agora uma outra característica dessa gente singular: não se importar com a opinião alheia. E, ao contrário do que você possa imaginar, são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis. Preocupam-se com quem convivem, são empáticos com os desconhecidos. Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo e que, ao longo da leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade de maneira a arrancar um “tenho uma colega assim” ou “esse é exatamente o meu irmão”. Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles, tesouro mais valioso do que o Santo Graal, fonte da juventude eterna. Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão. Marília Lovatel, OP+. Colunistas. Publicado 18:00 | 29 de Mar de 2025.

A informação 1, em relação à informação 2, no excerto a seguir, trata-se de uma articulação por coesão “Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria 1 : as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que se bastam 2 .”

A parafrástica.
B exofórica.
C anafórica.
D catafórica.
E elíptica.
Texto associado
O SANTO GRAAL DE QUEM SE BASTA Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que se bastam. Essas criaturas independentes viajam sozinhas para qualquer destino, longe ou perto, sem ninguém para compartilhar as impressões sobre os lugares visitados. Não esperam companhia para assistir a um filme nem para experimentar algo novo no menu do restaurante — o preferido ou o recém-inaugurado. Confesso certa inveja desses seres felizes, livres por natureza, capazes de se reinventar quantas vezes desejarem. Eles apenas se permitem, não precisam caminhar de braço dado, não pedem licença para viver. Falam o que pensam, fazem o que decidem, exercem os seus direitos de escolha com total convicção. Admiro esse modo de existir, eu, que, na ausência de interlocutores, faço comentários em voz alta. E rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita, em que anoto as minhas conversas internas sem temer causar estranheza, caso me ouçam. Ocorre-me agora uma outra característica dessa gente singular: não se importar com a opinião alheia. E, ao contrário do que você possa imaginar, são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis. Preocupam-se com quem convivem, são empáticos com os desconhecidos. Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo e que, ao longo da leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade de maneira a arrancar um “tenho uma colega assim” ou “esse é exatamente o meu irmão”. Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles, tesouro mais valioso do que o Santo Graal, fonte da juventude eterna. Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão. Marília Lovatel, OP+. Colunistas. Publicado 18:00 | 29 de Mar de 2025.

“Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles” Somente a forma verbal em destaque, transposta para a segunda pessoa do plural do pretérito-mais-que-perfeito do indicativo, está corretamente estruturada em

A vireis.
B viríeis.
C viéreis.
D vierdes.
E venhais.