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Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma entre parênteses a respeito das expressões a seguir.

A Deixando de trabalhar para o João, Otaviano encontrou paz e alegria. (As orações têm sujeitos diferentes: na primeira, o sujeito é o João; na segunda, o sujeito é o Otaviano).
B Eu não quero que você perca o jogo. (O escopo da negação recai na segunda oração. Na verdade, o que se pretende exprimir é: “eu quero que você não perca o jogo”).
C André tem dinheiro e não paga as dívidas (Como a conjunção entre as orações é uma aditiva, torna-se impossível o período exprimir, no caso, uma relação de contraste).
D Não fui ao casamento de Gláucia e Orlando: não me convidaram. (Não há uma conjunção sintaticamente explícita entre as orações; portanto, não é possível identificar qualquer interdependência pragmática entre elas).
E Ele não saiu correndo. (O escopo da negação recai sobre a primeira oração, ou seja, pretende-se negar que “ele tenha saído”).
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia Cargo: Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa Prova: Instituto AOCP - IFBA - Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa - 2016
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Leia o texto a seguir e responda às questões de 37 a 44.

Gregório de Matos Guerra: o Boca do Inferno

Gregório de Matos Guerra nasceu em Salvador (BA) e morreu em Recife (PE). Estudou no colégio dos jesuítas e formou-se em Direito em Coimbra (Portugal). Recebeu o apelido de Boca do Inferno, graças a sua irreverente obra satírica. Gregório de Matos firmou-se como o primeiro poeta brasileiro: cultivou a poesia lírica, satírica, erótica e religiosa. O que se conhece de sua obra é fruto de inúmeras pesquisas, pois Gregório não publicou seus poemas em vida. Por essa razão, há dúvidas quanto à autenticidade de muitos textos que lhe são atribuídos.
O poeta religioso - A preocupação religiosa do escritor revela-se no grande número de textos que tratam do tema da salvação espiritual do homem (...).
O poeta satírico – O Boca do Inferno é amplamente conhecido por suas críticas à situação econômica da Bahia, especialmente de Salvador, graças à expansão econômica chegando a fazer, inclusive, uma crítica ao então governador da Bahia Antonio Luis da Camara Coutinho. Além disso, suas críticas à Igreja e a religiosidade presente naquele momento. Essa atitude de subversão por meio das palavras rendeu-lhe o apelido de “Boca do Inferno”, por satirizar seus desafetos.
O poeta lírico - Em sua produção lírica, Gregório de Matos se mostra um poeta angustiado em face à vida, à religião e ao amor. Na poesia lírico-amorosa, o poeta revela sua amada, uma mulher bela que é constantemente comparada aos elementos da natureza. Além disso, ao mesmo tempo que o amor desperta os desejos corporais, o poeta é assaltado pela culpa e pela angústia do pecado.
O poeta erótico - Também alcunhado de profano, o poeta exalta a sensualidade e a volúpia das amantes que conquistou na Bahia, além dos escândalos sexuais envolvendo os conventos da cidade.

Texto adaptado. Fonte: http://www.soliteratura.com.br/barroco/barroco06.php

“Gregório de Matos Guerra: o Boca do Inferno” é um texto

A argumentativo.
B descritivo.
C injuntivo.
D narrativo.
E expositivo.
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia Cargo: Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa Prova: Instituto AOCP - IFBA - Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa - 2016
Texto associado
Leia o texto a seguir e responda às questões de 37 a 44.

Gregório de Matos Guerra: o Boca do Inferno

Gregório de Matos Guerra nasceu em Salvador (BA) e morreu em Recife (PE). Estudou no colégio dos jesuítas e formou-se em Direito em Coimbra (Portugal). Recebeu o apelido de Boca do Inferno, graças a sua irreverente obra satírica. Gregório de Matos firmou-se como o primeiro poeta brasileiro: cultivou a poesia lírica, satírica, erótica e religiosa. O que se conhece de sua obra é fruto de inúmeras pesquisas, pois Gregório não publicou seus poemas em vida. Por essa razão, há dúvidas quanto à autenticidade de muitos textos que lhe são atribuídos.
O poeta religioso - A preocupação religiosa do escritor revela-se no grande número de textos que tratam do tema da salvação espiritual do homem (...).
O poeta satírico – O Boca do Inferno é amplamente conhecido por suas críticas à situação econômica da Bahia, especialmente de Salvador, graças à expansão econômica chegando a fazer, inclusive, uma crítica ao então governador da Bahia Antonio Luis da Camara Coutinho. Além disso, suas críticas à Igreja e a religiosidade presente naquele momento. Essa atitude de subversão por meio das palavras rendeu-lhe o apelido de “Boca do Inferno”, por satirizar seus desafetos.
O poeta lírico - Em sua produção lírica, Gregório de Matos se mostra um poeta angustiado em face à vida, à religião e ao amor. Na poesia lírico-amorosa, o poeta revela sua amada, uma mulher bela que é constantemente comparada aos elementos da natureza. Além disso, ao mesmo tempo que o amor desperta os desejos corporais, o poeta é assaltado pela culpa e pela angústia do pecado.
O poeta erótico - Também alcunhado de profano, o poeta exalta a sensualidade e a volúpia das amantes que conquistou na Bahia, além dos escândalos sexuais envolvendo os conventos da cidade.

Texto adaptado. Fonte: http://www.soliteratura.com.br/barroco/barroco06.php

Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma a respeito da expressão em destaque em “O poeta erótico - Também alcunhado de profano , o poeta exalta a sensualidade e a volúpia das amantes que conquistou na Bahia, além dos escândalos sexuais envolvendo os conventos da cidade”.

A Esse termo significa “o que está no âmbito do sagrado”.
B Termo criado para designar o poeta conforme uma de suas características, atribuindo-lhe valor específico.
C Designação utilizada com função específica de retomar o referente anteriormente citado.
D Termo que faz parte de uma locução adjetiva: “de profano”.
E É um adjunto adnominal com função de caracterizar o termo antecedente.
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia Cargo: Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa Prova: Instituto AOCP - IFBA - Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa - 2016
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Leia os trechos de textos a seguir e responda às questões de 21 a 24.

A língua portuguesa encontra-se em constante alteração, evolução e atualização, não sendo um sistema estático e fechado. O uso faz a regra e os falantes usam a língua de modo a suprir suas necessidades comunicativas, adaptando-a conforme suas intenções e necessidades.
Sendo uma sociedade complexa, formada por diferentes grupos sociais, com diferentes hábitos linguísticos e diferentes graus de escolarização, ocorrem variações na língua, principalmente de caráter local, temporal e social.
Nem todas as variações linguísticas usufruem do mesmo prestígio, sendo algumas consideradas menos cultas. Contudo, todas as variações devem ser encaradas como fator de enriquecimento e cultura e não como erros ou desvios.
Fonte: http://www.normaculta.com.br/ variacoes-linguisticas/
Ao se tratar de variação linguística, é viável falar a respeito do conceito de norma. Castilho (2002) denomina um conceito amplo e um conceito estrito de norma. Esse conceito mais estrito é que seria de maior interesse por entender-se como os usos e as atitudes de uma classe social de prestígio distinguindo-se como norma objetiva, norma subjetiva e norma prescritiva, esta última encarada e difundida pela escola como sendo a representação única e exata da língua.
O autor denomina norma objetiva, ou padrão real como a linguagem efetivamente praticada pela classe social de prestígio, a qual se define também como a classe que tem os maiores níveis de escolaridade, identificando-se como a classe culta. A variedade da língua utilizada pelas pessoas deste nível social, linguisticamente, não é superior aos outros dialetos, porém é o que tem maior prestígio, pois corresponde à importância que se dá à classe social do falante. A norma subjetiva, ou padrão ideal, segundo Castilho, é a atitude que o falante assume para com a norma objetiva, ou seja, corresponde ao dialeto que as pessoas esperam que os outros falem em determinadas situações de interação, e a norma prescritiva é assumida pelo autor como a combinação entre o que ele chamou de norma objetiva e norma subjetiva, isto é, são os usos linguísticos da classe social de prestígio, identificados como o ideal de perfeição da linguagem.
(...)
(...) fica claro que não se pode falar ou querer que as pessoas utilizem apenas uma única norma linguística, já que estas refletem os usos da língua de grupos que se unem em torno de diversos valores: sociais, culturais, religiosos e que é responsável também pela identificação que existe entre os indivíduos que compõem esse grupo, o que, porém, não impede que as pessoas desse grupo entrem em contato e sofram influências das normas utilizadas em outras instâncias da sociedade.
(...)
É importante ressaltar que a norma culta é mais uma variedade da língua e, como tal, é também bastante heterogênea e está longe de cumprir os ideais linguísticos de correção gramatical, além de também ser fortemente influenciada pelas normas populares.
(...)
Lucchesi (2002) afirma que a realidade linguística brasileira não é apenas heterogênea, mas é também polarizada, definindo-se dentro desse sistema heterogêneo do português dois outros sistemas também heterogêneos e variáveis que são a norma culta e a norma vernácula ou popular.
Fonte: Texto adaptado: http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:wRlHnSQ77akJ:www.letramagna.com/artigo19_XII.pdf+&cd=9&hl=pt-BR&ct=clnk≷=br&client=firefox-b

A variação linguística é um fenômeno característico de qualquer língua natural. Nenhuma língua é homogênea e uniforme. A língua existe exclusivamente no conjunto das variedades que a constituem. Essa heterogeneidade constituída NÃO está diretamente relacionada com

A as diversidades das experiências históricas, das atividades sociais e culturais dos grupos humanos que a falam.
B a diversificada ocupação demográfica de cada ponto do território em que a língua é falada e com as diferentes circunstâncias históricas que se desenvolveram em cada um desses pontos.
C as formas como a língua é falada nas diferentes regiões de um país, em diferentes momentos de sua história, por diferentes segmentos sociais, identificados por: faixa etária, gênero, atividade profissional e nível de renda, experiência de escolaridade e assim por diante.
D o fato de a língua ser intrínseca a cada falante, o que faz com que os falantes sejam unilíngues, no sentido de dominar apenas uma variedade da língua, pois cada falante, em sua vida social e cultural, participa de uma comunidade específica.
E as mudanças contínuas na sociedade, as quais influenciam nas variedades sociolinguísticas que também passam por mudanças lentas e contínuas. Nesse sentido, nenhuma variedade é estática.
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia Cargo: Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa Prova: Instituto AOCP - IFBA - Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa - 2016

A respeito da oração em destaque: “João está doente, está reclamando de dor ”, é correto afirmar que

A não existe qualquer relação sintática com a oração que a antecede e ela não é uma oração coordenada, pois não apresenta conjunção.
B ela estabelece relação de modo com a que antecede.
C é uma oração que indica causa.
D é uma oração coordenada aditiva.
E ela estabelece uma explicação com relação à que a antecede.
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia Cargo: Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa Prova: Instituto AOCP - IFBA - Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa - 2016

Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma a respeito de coesão e coerência.

A Para que um texto tenha o seu sentido completo, ou seja, transmita a mensagem pretendida, não é necessário que ele esteja coerente, basta ser coeso.
B A coerência trata da conexão formal e harmoniosa entre partes do texto, permite a sequência lógico-semântica e a progressão do texto.
C A coesão é a relação lógica entre as ideias, possibilitando que umas complementem as outras, não se contradigam e formem um todo significativo.
D Referências e reiterações, conectores, substituições lexicais e correlação dos verbos (coesão temporal e aspectual) são todos mecanismos de coesão.
E Fragmentos de textos que falam de assuntos diferentes, e que não se relacionam entre si, acabam tornando o texto coerente.
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia Cargo: Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa Prova: Instituto AOCP - IFBA - Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa - 2016
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Leia o texto e responda às questões de 30 a 33.

BELEZA

A beleza está nos olhos da dona Maria Francisca. Há alguns dias, ela não estava tão bela. Deitada na maca, com suplemento de oxigênio em suas narinas, sua fala ainda cansada e intercortada, buscava me deixar feliz dizendo que estava melhorando. Mesmo no seu pior dia, olhava-me com seus marejados e dizia: só um pouco de falta de ar. Em alguns dias, por preceitos que ultrapassam qualquer lógica natural da vida, ela melhorou. Respirava agora por conta própria. Enchia o peito e agora dizia com fôlego: estou ótima, graças ao senhor e a Deus! Mais belas que sua face agora corada estavam naquele momento as lágrimas que desciam de seus olhos. Mais belas estavam sua fé e força de vontade. Minha função foi cumprida, mas meu esforço foi recompensado. Não há beleza maior que a gratidão mais sincera.

Texto adaptado. Fonte : https://www.passeidireto.com/arquivo/19626867/ exercicio-de-comu-e-expressao-questoes-objetivas-de-g1

Assinale a alternativa em que a expressão em destaque indica o sujeito da oração.

A “ Há alguns dias ela não estava tão bela”.
B “Beleza está nos olhos da dona Maria Francisca ”.
C “Deitada na maca, com suplemento de oxigênio em suas narinas, sua fala , ainda cansada e intercortada, buscava me deixar feliz...”.
D “Respirava agora por conta própria ”.
E “Não há beleza maior que a gratidão mais sincera ”.
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia Cargo: Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa Prova: Instituto AOCP - IFBA - Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa - 2016

Assinale a alternativa cujo recurso é comum na língua falada e pode, por influência desta, aparecer na língua escrita.

A Correlação verbal de tempos e modos.
B Predominância de orações subordinadas.
C Prevalência de orações coordenadas.
D Abundância de nominalizações e da voz passiva.
E Uso do futuro do presente e do pretérito-mais-que perfeito.
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia Cargo: Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa Prova: Instituto AOCP - IFBA - Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa - 2016

Assinale a alternativa em que as características da língua escrita prevaleceram, sem que houvesse influência da oralidade.

A “Eu gosto do parque porque eu vejo os meus amigos lá e porque eu brinco com eles e também vou nos brinquedos”.
B “Uns homens tentaram entrar no quintal da casa vizinha daqui, daí, saiu correndo os cachorro aí os cara saíram correndo lá pra cima”.
C “Aqui na empresa gosto de todas as pessoas que trabalham aqui”.
D “Como atividade da semana, os alunos deverão assistir ao filme para fazerem a resenha crítica”.
E “Eu prefiro mais café com açúcar do que com adoçante porque, com açúcar, a gente não sente o gosto de remédio que tem o adoçante.”
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia Cargo: Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa Prova: Instituto AOCP - IFBA - Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa - 2016
Texto associado
Leia o texto a seguir e responda às questões de 37 a 44.

Gregório de Matos Guerra: o Boca do Inferno

Gregório de Matos Guerra nasceu em Salvador (BA) e morreu em Recife (PE). Estudou no colégio dos jesuítas e formou-se em Direito em Coimbra (Portugal). Recebeu o apelido de Boca do Inferno, graças a sua irreverente obra satírica. Gregório de Matos firmou-se como o primeiro poeta brasileiro: cultivou a poesia lírica, satírica, erótica e religiosa. O que se conhece de sua obra é fruto de inúmeras pesquisas, pois Gregório não publicou seus poemas em vida. Por essa razão, há dúvidas quanto à autenticidade de muitos textos que lhe são atribuídos.
O poeta religioso - A preocupação religiosa do escritor revela-se no grande número de textos que tratam do tema da salvação espiritual do homem (...).
O poeta satírico – O Boca do Inferno é amplamente conhecido por suas críticas à situação econômica da Bahia, especialmente de Salvador, graças à expansão econômica chegando a fazer, inclusive, uma crítica ao então governador da Bahia Antonio Luis da Camara Coutinho. Além disso, suas críticas à Igreja e a religiosidade presente naquele momento. Essa atitude de subversão por meio das palavras rendeu-lhe o apelido de “Boca do Inferno”, por satirizar seus desafetos.
O poeta lírico - Em sua produção lírica, Gregório de Matos se mostra um poeta angustiado em face à vida, à religião e ao amor. Na poesia lírico-amorosa, o poeta revela sua amada, uma mulher bela que é constantemente comparada aos elementos da natureza. Além disso, ao mesmo tempo que o amor desperta os desejos corporais, o poeta é assaltado pela culpa e pela angústia do pecado.
O poeta erótico - Também alcunhado de profano, o poeta exalta a sensualidade e a volúpia das amantes que conquistou na Bahia, além dos escândalos sexuais envolvendo os conventos da cidade.

Texto adaptado. Fonte: http://www.soliteratura.com.br/barroco/barroco06.php

Em relação ao excerto “O Boca do Inferno é amplamente conhecido por suas críticas à situação econômica da Bahia, especialmente de Salvador, graças à expansão econômica chegando a fazer, inclusive, uma crítica ao então governador da Bahia Antonio Luis da Camara Coutinho”, assinale a alternativa correta.

A A expressão “chegando a fazer” é uma locução verbal em que apenas o verbo principal está em sua forma finita, o que compromete o sentido do período.
B “chegando a fazer” tem como sujeito lógico “expansão econômica”.
C O “então”, na expressão “ao então governador”, exprime a ideia de “atual na época”.
D “amplamente” e “especialmente” são advérbios que expressam intensidade.
E Há uma inadequação sintática referente à expressão “O boca do Inferno”, pois o substantivo “boca” deveria ser definido por um determinante que concordasse em gênero com tal substantivo, no caso, pelo artigo “a”.
Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia Cargo: Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa Prova: Instituto AOCP - IFBA - Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área: Letras - Lingua Portuguesa - 2016