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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
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2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
38 questões encontradas
Leia os dois trechos das músicas a seguir. O primeiro é a versão original da música “Mulheres”, de Toninho Geraes, e o segundo é uma adaptação da música, realizada por Doralyce Ferreira e Silvia Duffrayer.
Leia o trecho a seguir sobre a declaração de Daniel Munduruku, filósofo indígena. Acho que posso generalizar sem medo de ser injusto. Em geral, os povos indígenas têm uma concepção de que o tempo é circular, como os ciclos da natureza. Eles não veem o tempo como algo linear, mas sim como algo que alimenta a si mesmo, desdobrandose e se projetando adiante. O passado diz respeito a quem somos, de onde viemos, e o presente é onde vivenciamos o resultado disso tudo. Com isto, esses povos construíram uma visão de mundo que, originalmente, não é baseada no tempo do relógio, da produção, do acúmulo de riquezas materiais. Essa é a visão resultante da concepção linear de tempo, que tem a ver com a certeza de que existe algo além do presente, ou seja, o futuro. Por essa ótica linear, no futuro, as pessoas serão mais felizes. Assim nascem as grandes histórias ocidentais sobre uma busca por algo muito importante: do santo graal a uma vida após esta vida. Esse olhar para o futuro aliena as pessoas para a necessidade mais imediata de construirmos nossa própria existência no presente. Fonte:https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2024- 04/modo-nao-indigena-de-pensar-futuro-e-alienante-diz-danielmunduruku As afirmativas a seguir apresentam possíveis objetivos para a utilização deste trecho em sala de aula, à exceção de uma . Assinale-a.
Leia o trecho a seguir. A ideia de uma “Sociedade de Consumo” vai além da ideia trivial de que todos os membros dessa sociedade consomem, uma vez que todos os seres humanos e todas as criaturas vivas consomem e sempre consumiram. Acreditamos que a análise do consumo como uma atividade social e cultural possibilitará uma melhor compreensão dos novos discursos e propostas advindas do pensamento ambientalista internacional, a partir da percepção da questão ambiental como um problema relativo aos estilos de vida e consumo. Deve-se destacar que a Sociedade de Consumo, como uma ideologia e utopia pautada na abundância, adquiriu um status de natural, universal e eterna, mas foi na verdade construída e instituída em oposição a outras ideologias, utopias pautadas na suficiência, que precisaram ser neutralizadas para permitir sua emergência. O consumo se converteu na arena onde a cultura é motivo de disputas e remodelações. Assim, decisões como o que comprar, quanto gastar, quanto economizar etc. são decisões baseadas em juízos morais e tanto geram quanto expressam aquilo que conhecemos como cultura, no seu sentido mais geral. Adaptado de: PORTILHO , Fátima. Sustentabilidade ambiental, consumo e cidadania. São Paulo: Cortez, 2005, p. 68-74. Com base na leitura do trecho, assinale a afirmativa que descreve corretamente a interpretação da autora sobre a sociedade do consumo.
As afirmativas a seguir descrevem corretamente uma competência a ser desenvolvida no ensino de Sociologia, conforme estabelecido pelos Parâmetros Curriculares Nacionais, à exceção de uma. Assinale-a.
Analise as afirmativas a seguir sobre o materialismo histórico.
I. O materialismo histórico é uma tradição de pensamento idealista, que tem como objetivo a subversão da ordem social vigente.
II. O materialismo histórico-dialético entende as classes sociais como opostas, reconhecendo sua relação dialética desde os primórdios da humanidade.
III. O materialismo histórico possui um caráter científico, visando compreender a sociedade a partir de sua realidade concreta. Está correto o que se afirma em
Texto associado
A sociologia surgiu no final do século XIX, quando se tentava compreender a transição da sociedade tradicional para uma ordem social moderna. A respeito de aspectos relativos à sociologia como ciência, julgue os itens que se seguem.
Na Alemanha e na França, criaram-se duas abordagens distintas para a sociologia: enquanto Durkheim buscava leis coercitivas e exteriores aos indivíduos, Weber buscava compreender os sentidos que os agentes atribuíam às próprias ações.
Texto associado
A sociologia surgiu no final do século XIX, quando se tentava compreender a transição da sociedade tradicional para uma ordem social moderna. A respeito de aspectos relativos à sociologia como ciência, julgue os itens que se seguem.
Tanto Durkheim quanto Simmel se esforçaram para institucionalizar a sociologia em seus respectivos países e foram bem-sucedidos nisso, na medida em que fundaram cátedras, revistas e grupos de orientandos.
Texto associado
__ No caso brasileiro, a dicotomia entre raça e classe se revigora diante das mudanças causadas pelas ações afirmativas, cujo debate levou estudiosos brasileiros de diferentes áreas e temas a fazerem considerações acerca da dinâmica de tal dicotomia.
Márcia Lima. “Raça” e pobreza em contextos metropolitanos.
In: Tempo Social , 24(2), nov./2012, p. 247 (com adaptações).
Considerando o tema tratado no texto precedente e os debates que lhe são pertinentes, julgue os itens a seguir.
Márcia Lima. “Raça” e pobreza em contextos metropolitanos.
In: Tempo Social , 24(2), nov./2012, p. 247 (com adaptações).
Considerando o tema tratado no texto precedente e os debates que lhe são pertinentes, julgue os itens a seguir.
Ainda que não constituam uma instância de enfrentamento da discriminação racial, as políticas de ação afirmativa representam um poderoso instrumento de luta contra as desigualdades sociais, pois contribuem para o aumento das oportunidades de acesso da população negra à educação formal.
Texto associado
__ A violência nas relações de intimidade permanece, na atualidade, como uma relevante fonte de exclusão social. Com uma crescente visibilidade na esfera pública, traduzida num claro aumento das denúncias, a violência nas relações íntimas tem sido objeto de diversas políticas dirigidas à sua prevenção e criminalização e ao apoio às vítimas. Os diversos estudos sobre a violência nas relações de intimidade evidenciam, claramente, que esta é perpetrada, na sua grande maioria, por homens sobre mulheres. Segundo a teoria da interseccionalidade, as mulheres [imigrantes] vítimas de violência experienciam, simultaneamente, diferentes formas de opressão e de controle social, uma vez que estão imersas em contextos sociais onde se cruzam diferentes sistemas de poder (como a raça, a etnia, a classe social, o gênero e a orientação sexual). Na verdade, as situações de violência nas relações de intimidade podem ser agravadas por fatores como o estatuto legal, a classe social, a cultura ou a etnicidade, entre outros. Para além disso, a pouca familiaridade com a língua, o difícil acesso a empregos adequados, o conhecimento insuficiente dos seus direitos, o isolamento da comunidade imigrante e o distanciamento das redes sociais e familiares de apoio também contribuem para reduzir a capacidade de as mulheres imigrantes se protegerem contra situações de violência e abuso.
Madalena Duarte e Ana Oliveira. Mulheres nas margens : a violência
doméstica e as mulheres imigrantes. In: Sociologia. Porto, 23,
jun./2012, p. 223-224 (com adaptações).
Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue os itens a seguir.
Madalena Duarte e Ana Oliveira. Mulheres nas margens : a violência
doméstica e as mulheres imigrantes. In: Sociologia. Porto, 23,
jun./2012, p. 223-224 (com adaptações).
Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue os itens a seguir.