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Interoperabilidade refere-se ao processo de comunicação entre sistemas sem que seja criada uma dependência tecnológica entre eles. Uma maneira de implementar a interoperabilidade é pela transferência de dados pelo uso de uma linguagem de intercâmbio de dados como

A JSON
B GTFS
C SPARQL
D XML Schema
E XSLT
Órgão: Liquigás Distribuidora SA Cargo: Profissional Júnior TI - Área Analista de Sistemas Prova: CESGRANRIO - Liquigás Distribuidora SA - Profissional Júnior TI - Área Analista de Sistemas - 2018
Texto associado
Velhas casas

Tenho um amigo arquiteto que gosta de me falar
de velhas casas brasileiras, da simplicidade e do gos-
to dos antigos mestres de obra, dos homens práticos
que encheram o Brasil de casarões, de igrejas, de
5 cidades.
O meu amigo vê a casa como um técnico, um
especialista, o homem que ama a sua profissão. Com
ele andei pelos solares de Vassouras. E vi e senti o
seu entusiasmo diante dos velhos sobrados do café.
10 As soluções encontradas pelos antigos, a sobriedade,
a solidez, a marca do lusitano transplantado, sempre
mereciam dele uma crítica de quem admirava tudo e,
às vezes, se espantava. Havia, de fato, grandeza no
que aquela gente fizera.
15 Sérgio Buarque de Hollanda fala no caráter em-
pírico das cidades portuguesas da América. Em con-
fronto com os espanhóis, os portugueses fundaram
as suas cidades com liberdade, dando mais vida,
mais força aos seus criadores. O instinto, a intuição,
20 a necessidade de viver comandava-os. Não seriam
conduzidos por urbanistas, seriam levados pela ne-
cessidade, pelo arrojo, pelos fatos. Mas esta energia
nunca se desmandou. As casas portuguesas nunca
seriam um despropósito. Havia na arquitetura que
25 eles nos legaram um toque de sobriedade que é uma
maravilha de equilíbrio. O barroco, que se excedera
nos interiores das igrejas, contivera-se nos exterio-
res. Era até aí de uma simplicidade tocante. Na arquitetura
residencial quase que ele não se fez sentir. A
30 pureza de linhas, o gosto, o chão dos nossos sobrados
falam de homens que amavam mais a solidez do
que o ornato. Os mestres de obras não eram indivi-
dualistas, artistas que quisessem dar um sinal de sua
personalidade. Eles edificavam, construíam.

REGO, José Lins do. In: O Cravo de Mozart é eterno: crônicas e ensaios. Rio de Janeiro: José Olympio, 2004, p. 303-4. Adaptado

A última frase do texto contém dois verbos.

Há entre eles uma relação

A sinonímica
B antonímica
C paronímica
D homonímica
E apassivadora
Órgão: Liquigás Distribuidora SA Cargo: Profissional Júnior TI - Área Analista de Sistemas Prova: CESGRANRIO - Liquigás Distribuidora SA - Profissional Júnior TI - Área Analista de Sistemas - 2018
Texto associado
Velhas casas

Tenho um amigo arquiteto que gosta de me falar
de velhas casas brasileiras, da simplicidade e do gos-
to dos antigos mestres de obra, dos homens práticos
que encheram o Brasil de casarões, de igrejas, de
5 cidades.
O meu amigo vê a casa como um técnico, um
especialista, o homem que ama a sua profissão. Com
ele andei pelos solares de Vassouras. E vi e senti o
seu entusiasmo diante dos velhos sobrados do café.
10 As soluções encontradas pelos antigos, a sobriedade,
a solidez, a marca do lusitano transplantado, sempre
mereciam dele uma crítica de quem admirava tudo e,
às vezes, se espantava. Havia, de fato, grandeza no
que aquela gente fizera.
15 Sérgio Buarque de Hollanda fala no caráter em-
pírico das cidades portuguesas da América. Em con-
fronto com os espanhóis, os portugueses fundaram
as suas cidades com liberdade, dando mais vida,
mais força aos seus criadores. O instinto, a intuição,
20 a necessidade de viver comandava-os. Não seriam
conduzidos por urbanistas, seriam levados pela ne-
cessidade, pelo arrojo, pelos fatos. Mas esta energia
nunca se desmandou. As casas portuguesas nunca
seriam um despropósito. Havia na arquitetura que
25 eles nos legaram um toque de sobriedade que é uma
maravilha de equilíbrio. O barroco, que se excedera
nos interiores das igrejas, contivera-se nos exterio-
res. Era até aí de uma simplicidade tocante. Na arquitetura
residencial quase que ele não se fez sentir. A
30 pureza de linhas, o gosto, o chão dos nossos sobrados
falam de homens que amavam mais a solidez do
que o ornato. Os mestres de obras não eram indivi-
dualistas, artistas que quisessem dar um sinal de sua
personalidade. Eles edificavam, construíam.

REGO, José Lins do. In: O Cravo de Mozart é eterno: crônicas e ensaios. Rio de Janeiro: José Olympio, 2004, p. 303-4. Adaptado

Uma das virtudes na construção dessas casas tão elogiadas no texto é que seus criadores eram “levados pela necessidade, pelo arrojo, pelos fatos” (l. 21-22).

Essa afirmação serve como argumento para criticar os

A espanhóis
B urbanistas
C arquitetos
D portugueses
E criadores
Órgão: Liquigás Distribuidora SA Cargo: Profissional Júnior TI - Área Analista de Sistemas Prova: CESGRANRIO - Liquigás Distribuidora SA - Profissional Júnior TI - Área Analista de Sistemas - 2018

Se uma tabela relacional atende à 2a forma normal, então ela NÃO possui

A dependência funcional transitiva
B dependência funcional multivalorada
C coluna multivalorada
D chave primária atômica
E chave primária composta
Órgão: Liquigás Distribuidora SA Cargo: Profissional Júnior TI - Área Analista de Sistemas Prova: CESGRANRIO - Liquigás Distribuidora SA - Profissional Júnior TI - Área Analista de Sistemas - 2018

Ao utilizar um hub que funciona como um repetidor em
uma rede local, sabe-se que a topologia física dessa rede
será a de uma estrela, e sua topologia lógica será a de
um(a)

A anel
B estrela
C barra
D grafo parcialmente conectado
E malha completamente ligada
Órgão: Liquigás Distribuidora SA Cargo: Profissional Júnior TI - Área Analista de Sistemas Prova: CESGRANRIO - Liquigás Distribuidora SA - Profissional Júnior TI - Área Analista de Sistemas - 2018

Um analista de sistemas, responsável pelo suporte em
uma empresa, recebeu de um fabricante um equipamento
sem manual. Mas havia algumas informações importantes
descritas na caixa: concentrador com 8 interfaces IEEE
802.3 10BASET, podendo operar tanto half-duplex como
full-duplex.
Com essas informações, o analista pode afirmar que se
trata de um equipamento que pode funcionar

A tanto como um repetidor (hub, de nível 1) quanto como
uma ponte (switch, de nível 2), para uma rede Ethernet
a 10 Mbps, usando o CSMA/CD como protocolo de
acesso ao meio, na operação half-duplex.
B tanto como um roteador quanto como uma ponte
(switches, de níveis 1 e 3), para uma rede Ethernet
a 10 Mbps, usando o CSMA/CA como protocolo de
acesso ao meio, nas operações half-duplex e fullduplex.
C apenas como uma ponte (switch, de nível 1), para
uma rede Ethernet a 10 Mbps, usando o CSMA/CD
como protocolo de acesso ao meio, nas operações
half-duplex e full-duplex.
D apenas como um repetidor (hub, de nível 1) para uma
rede Ethernet a 10 ou 100 Mbps, usando o CSMA/CD
como protocolo de acesso ao meio, na operação halfduplex.
E apenas como um roteador (switch, de nível 3), para
uma rede Ethernet a 10 ou 100 Mbps, usando o IP
como protocolo, nas operações half-duplex e fullduplex.
Órgão: Liquigás Distribuidora SA Cargo: Profissional Júnior TI - Área Analista de Sistemas Prova: CESGRANRIO - Liquigás Distribuidora SA - Profissional Júnior TI - Área Analista de Sistemas - 2018