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De acordo com Kézio

( 2016 ), repercutindo a valorização do método Oral, as línguas de sinais eram consideradas como método tradicional, e essa visão acomodou o surdo, o desmotivou a falar, passando a viver numa subcultura. Ele também menciona que pesquisas revelam resultados esmagadores no requisito vida acadêmica dos alunos educados com o método Oral. Assinale a alternativa que, segundo o autor, faz uma afirmação correta quanto a essas pesquisas.

A Nos Estados Unidos, alunos surdos oralizados da quarta série mostraram nível linguístico de graduados.
B A maioria dos surdos apenas oralizados consegue bom desempenho em língua portuguesa.
C Foi observado um rebaixamento significativo no desempenho cognitivo dos surdos.
D Na Inglaterra, constatou-se que 95% de surdos com 15/16 anos conseguem articular a fala de modo inteligível.
E Surdos pós-linguísticos oralizados não costumam apresentar dificuldade na produção de texto escrito.

Assinale a alternativa que, de acordo com Quadros e Karnopp

( 2004 ), corretamente, denomina o termo “dupla articulação”.

A A execução de duas línguas de sinais simultaneamente.
B A articulação de uma língua de sinal ao mesmo tempo que se fala uma língua oral.
C A aquisição de significado de fonemas apenas quando combinados com outros fonemas.
D O uso de duas mãos para a sinalização de libras.
E O auxílio da expressão facial para enfatizar um sinal realizado pelas mãos.

As expressões não manuais (movimento da face, dos olhos, da cabeça ou do tronco) prestam-se a papéis específicos na língua de sinais. Assinale a alternativa que apresenta corretamente um desses papéis.

A Delimitação do espaço de enunciação.
B Constituição do principal ponto de articulação em libras.
C Composição única de pares mínimos em libras.
D Diferenciação de itens lexicais.
E Especificamente a direcionalidade do verbo.

De acordo com Quadros e Karnopp

( 2004 ), as línguas de sinais diferem das línguas orais no tipo de processos combinatórios que frequentemente criam palavras morfologicamente complexas. Para as línguas orais, palavras complexas são muitas vezes formadas pela adição de um prefixo ou um sufixo a uma raiz. Nas línguas de sinais,

A devido ao baixo nível de complexidade lexical, palavras complexas, ainda que pudessem ser criadas, não apresentariam correspondência semântica.
B essas formas resultam frequentemente de processos em que uma raiz é enriquecida com vários movimentos e contornos no espaço de sinalização.
C as palavras complexas devem ser compostas em processos concatenativos de raízes igualmente complexas.
D a palavra complexa é substituída por sua explicação, haja vista a impossibilidade de se criar o mesmo número de sinais referentes aos verbetes das línguas orais.
E há léxico e um sistema de criação de novos sinais em que as unidades mínimas com significado não podem ser combinadas.

As línguas de sinais utilizam as expressões faciais e corporais para estabelecer tipos de frases, como as entonações na língua portuguesa, por isso para perceber se uma frase em libras está na forma afirmativa, exclamativa, interrogativa, negativa ou imperativa, precisa-se estar atento às expressões facial e corporal que são feitas simultaneamente com certos sinais ou com toda a frase. De acordo com Felipe

( 2007 ), sobrancelhas franzidas e um ligeiro movimento da cabeça inclinando-se para cima representam uma frase na forma

A exclamativa.
B imperativa.
C negativa.
D interrogativa.
E afirmativa.

Assinale a alternativa que, de acordo com Capovilla e Raphael

( 2005 ), contém a configuração correta para o sinal de “Mau”.

A Mão esquerda horizontal aberta, palma para baixo, dedos para a direita; mão direita horizontal aberta, palma para a esquerda, dedos separados, ponta do polegar tocando a palma esquerda. Fechar os dedos, iniciando pelos mínimos, enquanto vira a palma para dentro.
B Mão direita vertical aberta, palma para a esquerda, acima do ombro direito. Mover a mão em um arco para a esquerda e para baixo, virando a palma para baixo, com expressão facial negativa.
C Mão Direita vertical fechada, palma para a direita, acima do ombro esquerdo. Mover a mão em um arco para a esquerda e para baixo, virando a palma para baixo.
D Mão esquerda horizontal aberta, palma para baixo, dedos para a direita; mão direita horizontal aberta, palmas para baixo, dedos para frente, atrás da mão esquerda. Mover a mão direita para frente, passando-a por debaixo e além da palma esquerda, virando a palma para cima, com expressão negativa.
E Mão esquerda horizontal aberta, palma para baixo, dedos para a direita; mão direita horizontal aberta, palma para baixo, polegar tocando a palma esquerda e dedos direitos tocando o dorso da mão esquerda. Oscilar os dedos direitos sobre a mão esquerda.

Observe a configuração a seguir: Mão direita horizontal aberta, palma para dentro, tocando o peito. Movê-la, descrevendo círculos horizontais, para a esquerda. Assinale a alternativa que, de acordo com Capovilla e Raphael

( 2005 ), apresenta o significado correto da configuração apresentada.

A Sentir saudade.
B Gostar.
C Doer.
D Perdoar.
E Perder.

Observe a configuração a seguir: Mão direita em P vertical, palma para dentro, indicador para cima. Dobrar a mão pelo pulso para frente e para trás, duas vezes. Assinale a alternativa que, de acordo com Capovilla e Raphael

( 2005 ), apresenta o significado correto da configuração apresentada.

A Cabra.
B Outro.
C Dúvida.
D Nosso.
E Cobra.
Texto associado
Lea el siguiente texto para responder la cuestione. Procrastinar es el hábito de posponer las actividades importantes para dedicar el tiempo a tareas más entretenidas, pero menos relevantes. Hasta no hace muchos años, procrastinación era una palabra que no conocía casi nadie fuera del ámbito de la psicología y otras disciplinas dedicadas a estudiar el comportamiento humano. En los últimos años, sin embargo, se ha difundido a gran velocidad. Tal vez porque la vida moderna, tan cargada de distracciones y estímulos nuevos, nos hace cada vez más procrastinadores. Es necesario tener en cuenta que, según diversos estudios, el 20% de los adultos se autoperciben como procrastinadores crónicos, porcentaje que aumenta hasta el 50% en la población estudiantil. A tal punto que muchos trabajos aluden al llamado “síndrome del estudiante”: la tendencia a comenzar las tareas lo más tarde posible, tras desperdiciar mucho tiempo en el comienzo del plazo asignado, y llegar a la fecha límite sometido a elevados niveles de estrés. Si bien no es un trastorno, los niveles elevados de procrastinación se asocian con problemas más importantes, como un aumento en el estrés y la ansiedad, bajo rendimiento escolar y laboral y el empeoramiento de algunas enfermedades. Así lo explica, por ejemplo, un artículo publicado en 2013 por investigadores canadienses. De acuerdo con los autores de este trabajo, además, las causas no hay que buscarlas tanto en la pereza o en la mala gestión del tiempo. Al contrario, su origen radica en problemas para la regulación de las emociones. “La procrastinación tiene mucho que ver con la reparación del estado de ánimo en el corto plazo”, explica el texto. Por ello, se trata de un proceso irracional, dado que la prioridad de sentirse bien en el momento presente se impone por sobre las consecuencias negativas que – la propia persona lo sabe – deberá asumir su yo futuro. Científicos alemanes, en 2018, descubrieron que el origen de la procrastinación podría hallarse en unas conexiones cerebrales débiles. Tras escanear los cerebros de 264 personas a las que también encuestaron acerca de sus hábitos dilatorios, llegaron a la conclusión de que los procrastinadores tienen más grande la amígdala, una estructura cerebral que procesa las emociones y controla la motivación. Según este trabajo, estas personas tienen mayores dificultades para eludir las emociones y distracciones, y debido a eso posponen su actividad. Todo lo cual viene a corroborar la idea de que no se trata de desgana ni de desorden en el manejo del tiempo: la clave de la procrastinación se halla en el control de las emociones. (https://www.eldiario.es)

El contenido general del texto responde a la pregunta

A “¿El tamaño de la amígdala es un indicativo fiable de que la persona padece de procrastinación?”.
B “¿Qué se entiende en la actualidad por el llamado “síndrome del estudiante”?”.
C “¿La procrastinación es un trastorno o solo un rasgo de la personalidad?”.
D “¿Cuál ha sido el aporte de los científicos alemanes a la comprensión de la procrastinación?”.
E “¿Por qué hoy en día se habla más de la procrastinación que antaño?”.
Texto associado
Lea el siguiente texto para responder la cuestione. Procrastinar es el hábito de posponer las actividades importantes para dedicar el tiempo a tareas más entretenidas, pero menos relevantes. Hasta no hace muchos años, procrastinación era una palabra que no conocía casi nadie fuera del ámbito de la psicología y otras disciplinas dedicadas a estudiar el comportamiento humano. En los últimos años, sin embargo, se ha difundido a gran velocidad. Tal vez porque la vida moderna, tan cargada de distracciones y estímulos nuevos, nos hace cada vez más procrastinadores. Es necesario tener en cuenta que, según diversos estudios, el 20% de los adultos se autoperciben como procrastinadores crónicos, porcentaje que aumenta hasta el 50% en la población estudiantil. A tal punto que muchos trabajos aluden al llamado “síndrome del estudiante”: la tendencia a comenzar las tareas lo más tarde posible, tras desperdiciar mucho tiempo en el comienzo del plazo asignado, y llegar a la fecha límite sometido a elevados niveles de estrés. Si bien no es un trastorno, los niveles elevados de procrastinación se asocian con problemas más importantes, como un aumento en el estrés y la ansiedad, bajo rendimiento escolar y laboral y el empeoramiento de algunas enfermedades. Así lo explica, por ejemplo, un artículo publicado en 2013 por investigadores canadienses. De acuerdo con los autores de este trabajo, además, las causas no hay que buscarlas tanto en la pereza o en la mala gestión del tiempo. Al contrario, su origen radica en problemas para la regulación de las emociones. “La procrastinación tiene mucho que ver con la reparación del estado de ánimo en el corto plazo”, explica el texto. Por ello, se trata de un proceso irracional, dado que la prioridad de sentirse bien en el momento presente se impone por sobre las consecuencias negativas que – la propia persona lo sabe – deberá asumir su yo futuro. Científicos alemanes, en 2018, descubrieron que el origen de la procrastinación podría hallarse en unas conexiones cerebrales débiles. Tras escanear los cerebros de 264 personas a las que también encuestaron acerca de sus hábitos dilatorios, llegaron a la conclusión de que los procrastinadores tienen más grande la amígdala, una estructura cerebral que procesa las emociones y controla la motivación. Según este trabajo, estas personas tienen mayores dificultades para eludir las emociones y distracciones, y debido a eso posponen su actividad. Todo lo cual viene a corroborar la idea de que no se trata de desgana ni de desorden en el manejo del tiempo: la clave de la procrastinación se halla en el control de las emociones. (https://www.eldiario.es)

El fragmento en el que es posible encontrar una locución de tipo verbal es

A “Es necesario tener en cuenta que, según diversos estudios (…)” (párrafo 2).
B “(…) la procrastinación podría hallarse en unas conexiones cerebrales débiles (…)” (párrafo 4).
C “(…) se impone por sobre las consecuencias negativas (…)” (párrafo 3).
D “(…) dedicadas a estudiar el comportamiento humano.” (párrafo 1).
E “Todo lo cual viene a corroborar la idea (…)” (párrafo 4).