QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
96 questões encontradas

Analise a configuração: Mão direita vertical fechada, palma para a esquerda, dedos indicador e polegar distendidos, apontando para a esquerda. Dobrar a mão pelo pulso para baixo, duas vezes. A configuração representa o sinal de

A fio elétrico.
B cano.
C corrente.
D Tesoura.
E haste.

Assinale uma alternativa que apresenta a configuração do sinal referente a “Saída”.

A Mão esquerda em B horizontal, palma para a direita; mão direita em B horizontal, palma para dentro. Mova a mão direita para a esquerda, passando-a por baixo da esquerda, e então aponte os dedos direitos para trás.
B Mãos horizontais abertas, palma para dentro, lado a lado e próximo. Movê-las para cima.
C Mãos em B, palmas para frente, tocando-se na altura da face. Separe-os para os lados opostos.
D Mãos em 4, palmas para frente, lado a lado. Afastá-las para os lados opostos, movendo-se avançando para cima e para baixo.
E Mão esquerda horizontal aberta, palma para baixo, mão direita em B horizontal, palma para dentro, em frente ao ombro direito. Mover a mão direita em um arco para baixo e para a esquerda, passando-a por baixo da segunda.

De acordo com Damázio

( 2007 ), o trabalho pedagógico, com os alunos com surdez nas escolas comuns, deve ser desenvolvido em um ambiente bilíngue, ou seja, em um espaço em que se utiliza a Língua de Sinais e a Língua Portuguesa. Assinale uma alternativa que denomina corretamente o momento didático-pedagógico em que todos os conhecimentos dos diferentes conteúdos curriculares sejam explicados em Libras por um professor, preferencialmente surdo. Assinale uma alternativa que denomina corretamente o momento didático-pedagógico em que todos os conhecimentos dos diferentes conteúdos curriculares sejam explicados em Libras por um professor, preferencialmente surdo.

A Momento do Atendimento Educacional Especializado para o ensino da Língua Portuguesa na escola comum.
B Contraturno na Sala de Recursos Multifuncionais específico das escolas especiais.
C No mesmo turno da aula comum, na Sala de Recursos Multifuncionais, específico das escolas especiais.
D Momento do Atendimento Educacional Especializado em Libras na escola comum.
E Momento do Atendimento Educacional Especializado para o ensino de Libras na escola comum.

As tendências de educação escolar para pessoas com surdez centram-se ora na inserção desses alunos na escola comum e/ou em suas classes especiais, ora na escola especial de surdos. Existem três tendências educacionais. Assinale a alternativa que corretamente denomina a tendência educacional para surdos que fazia uso do Português Sinalizado.

A Oralismo.
B Bilinguismo.
C Gestuno.
D Língua Brasileira de Sinais (Libras).
E Comunicação Total.

Quanto ao uso de Libras na escola, segundo Damázio

( 2007 ), se somente o uso de uma língua bastasse para aprender, as pessoas ouvintes não teriam problemas de aproveitamento escolar, já que entram na escola com uma língua oral desenvolvida. De acordo com o autor, é correto afirmar que

A o uso da Libras na escola promove mais discriminação e preconceitos com os surdos que garantem a possibilidade de melhorar o processo de aprendizagem.
B a tentativa de inclusão de surdos na escola comum é basicamente impossível, mesmo com a presença de tradutores/intérpretes em sala de aula.
C a escola comum precisa implementar ações que tenham sentido para os alunos em geral e que esse sentido possa ser compartilhado com os alunos com surdez.
D uma vez que o uso da língua não garante a aprendizagem dos surdos, que todas as aulas podem ser em português, o que já preparava o surdo para viver em sociedade.
E a presença de tradutores/intérpretes em sala de aula dificulta a concentração da atenção e provoca dificuldade de aprendizagem por parte dos alunos ouvintes.

De acordo com Felipe

( 2007 ), para os estudiosos, um classificador é uma forma que existe em número restrito em uma língua e estabelece um tipo de concordância. Na Libras, os classificadores são configurações de mãos que, relacionadas à coisa, pessoa, ao animal e veículo, funcionam como

A prefixos e sufixos para indicação específica de número.
B indicadores de incapacidade linguística.
C desinências estritamente temporais.
D marcadores de concordância.
E flexores de gênero, exclusivamente.

De acordo com Felipe

( 2007 ), na Libras, como em Português, os pronomes demonstrativos e os advérbios de lugar estão relacionados às pessoas do discurso e representam, na perspectiva do emissor, o que está bem próximo, perto ou distante. De base no excerto, é correto afirmar que os pronomes demonstrativos e os advérbios de lugar

A têm a mesma configuração de mãos dos pronomes pessoais, mas os pontos de articulação e as orientações do olhar são diferentes.
B são sinalizados unicamente por expressão facial e dependem necessariamente da presença física do objeto do discurso.
C são sinalizados unicamente por expressão facial apesar de não dependerem necessariamente da presença do objeto do discurso.
D apresentam configuração de mãos que variam em função do regionalismo, são realizados sempre nos mesmos pontos de articulação e não contam com expressão facial.
E têm diferentes configurações de mãos entre si, são sinalizados nos mesmos pontos e articulação e não contam com a participação dos olhares.

De acordo com Felipe

( 2007 ), na Libras não há marca de tempo nas formas verbais. O tempo é marcado sintaticamente com advérbios temporais que indicam se a ação está ocorrendo no presente, ocorreu no passado, ou ocorrerá no futuro. Os advérbios geralmente vêm no começo da frase, mas podem ser usados também no final. Quando não há, na frase, um advérbio de tempo específico, geralmente assume-se que a frase está no Quando não há, na frase, um advérbio de tempo específico, geralmente assume-se que a frase está no

A pretérito perfeito.
B pretérito imperfeito.
C pretérito mais que perfeito.
D presente.
E futuro.
Texto associado
Content and Language Integrated Learning (CLIL) is a dual-focused educational approach in which an additional language* is used for the learning and teaching of both content and language. That is, in the teaching and learning process, there is a focus not only on content, and not only on language. Each is interwoven, even if the emphasis is greater on one or the other at a given time. CLIL is not a new form of language education. It is not a new form of subject education. It is an innovative fusion of both. CLIL is closely related to and shares some elements of a range of educational practices. Some of these practices – such as bilingual education and immersion – have been in operation for decades in specific countries and contexts; others, such as content-based language teaching or English as an Additional Language (EAL), may share some basic theories and practice but are not synonymous with CLIL, since there are some fundamental differences. CLIL is content-driven, and this is where it both extends the experience of learning a language, and where it becomes different to existing language-teaching approaches. * “often a learner’s ‘foreign language’, but it may also be a second language or some form of heritage or community language.” (COYLE, Do; HOOD, Philip; MARSH, David. 2010, p. 1. Adaptado)

According to the text, the concept “additional language” refers to

A any language shared by a group, other than a first or native language.
B a language, other than the mother tongue, that a person or community uses for trade, and education.
C a non-native language officially recognized and adopted in a multilingual country as a means of public communication.
D any language that is not an official language of, nor typically spoken in, a specific country.
E a language that is learned in addition to one’s native language or mother tongue.
Texto associado
Content and Language Integrated Learning (CLIL) is a dual-focused educational approach in which an additional language* is used for the learning and teaching of both content and language. That is, in the teaching and learning process, there is a focus not only on content, and not only on language. Each is interwoven, even if the emphasis is greater on one or the other at a given time. CLIL is not a new form of language education. It is not a new form of subject education. It is an innovative fusion of both. CLIL is closely related to and shares some elements of a range of educational practices. Some of these practices – such as bilingual education and immersion – have been in operation for decades in specific countries and contexts; others, such as content-based language teaching or English as an Additional Language (EAL), may share some basic theories and practice but are not synonymous with CLIL, since there are some fundamental differences. CLIL is content-driven, and this is where it both extends the experience of learning a language, and where it becomes different to existing language-teaching approaches. * “often a learner’s ‘foreign language’, but it may also be a second language or some form of heritage or community language.” (COYLE, Do; HOOD, Philip; MARSH, David. 2010, p. 1. Adaptado)

The expression in bold in the excerpt “ such as contentbased language teaching” is being used to

A offer a definition.
B introduce a list.
C provide an example.
D create emphasis.
E make a suggestion.