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A Educação Bilíngue para Surdos traz a proposta de que esses alunos devem ser ensinados através de sua língua materna e que essa seria a base para o aprendizado da língua oral de seu país. (Kezio, 2016) O autor destaca que a Educação Bilíngue percebe a língua de sinais como sendo

A o modo de comunicação entre surdos e ouvintes na escola.
B a primeira língua de pessoas com deficiência auditiva moderada bilateral.
C uma linguagem estruturada para comunicação na Comunidade de Surdos.
D a língua utilizada para a comunicação na escola especial.
E a língua natural das Comunidades Surdas.

Campos

( 2014 ), In: Lacerda e Santos

( 2014 ), apresenta dois tipos de inclusão dos Surdos: a bilíngue/cultural e a bilíngue intercultural. De acordo com a autora, o modelo bilíngue/cultural é aquele em que

A os alunos surdos são matriculados em salas de ouvintes com a participação de intérprete de Libras, professores fluentes em Libras, materiais pedagógicos em língua portuguesa como primeira língua.
B os espaços pedagógicos são estruturados de modo a atender a cultura surda, em um ambiente que proporciona a troca entre diferentes saberes e identidades linguísticas e culturais dos surdos.
C os surdos são inseridos dentro da escola de ouvintes com colegas ouvintes, em espaço com a cultura surda como metodologias e currículos adaptados à experiência visual e professores surdos e professores bilíngues.
D a identidade cultural da comunidade surda determina o currículo escolar, de modo a incluir, no planejamento pedagógico e nas sequências didáticas, o ensino da Libras e elementos estruturantes da cultura surda para ouvintes.
E a cultura dominante, dos ouvintes, não se sobressai em relação a da comunidade surda, possibilitando aprendizagens para alunos surdos e ouvintes em um ambiente plural, heterogêneo e que promove o ensino da Libras para toda comunidade escolar.

As línguas de sinais utilizam as expressões faciais e corporais para estabelecer tipos de frases, como as entonações na língua portuguesa. Por isso para perceber se uma frase em Libras está na forma afirmativa, exclamativa, interrogativa, negativa ou imperativa, precisa-se estar atento às expressões facial e corporal que são feitas simultaneamente com certos sinais ou com toda a frase. (Felipe, 2007) Quando é uma frase afirmativa, observa-se:

A sobrancelhas franzidas e ligeiro movimento de cabeça para cima.
B expressão facial neutra.
C sobrancelhas levantadas e um ligeiro movimento de cabeça para cima e para baixo.
D expressão facial com leve sorriso.
E sobrancelhas arqueadas e balanço de cabeça.

Felipe

( 2007 ) destaca que os adjetivos são sinais que formam uma classe específica na Libras e sempre estão na forma

A de derivação de palavras.
B flexionada em número, gênero e grau.
C de combinação de diferentes sinais.
D neutra, não havendo marca para gênero ou número.
E conjugada em singular ou plural.

Além do acesso às salas de aula em ambiente bilíngue, os alunos com surdez têm direito a um período adicional para o Atendimento Educacional Especializado, que pode ser dividido em três momentos didáticos, segundo Damázio

( 2007 ). Seriam os momentos de Atendimento Educacional Especializado:

A realizado na sala comum, na sala de recursos e na escola especializada.
B para ensino da Libras, para o ensino da língua portuguesa oral e para o acesso ao currículo.
C em língua de sinais da comunidade local, em língua portuguesa na modalidade escrita e em comunicação alternativa.
D ofertado em salas de recursos no contraturno escolar, em salas de aula inclusiva e para o ensino da Libras para filhos de ouvintes.
E em Libras na escola comum, para o ensino da Libras na escola comum e para o ensino da Língua Portuguesa.

Segundo descrito em Capovilla e Raphael

( 2005 ), o sinal em Libras para “Ajudar” é descrito da seguinte forma:

A Mãos horizontais abertas, palmas para baixo, palma da mão esquerda tocando o dorso da mão direita acima da cabeça. Mover a mão direita para frente.
B Mão esquerda horizontal aberta, palma para baixo, dedos para a direita; mão direita vertical aberta, palma para frete, tocando a base da palma na lateral do indicador esquerdo. Movê-las para frente.
C Mão direita vertical aberta, palma para dentro, pontas dos dedos tocando os lábios. Mover a mão em um arco para frente e para baixo, inclinando a palma para cima.
D Mão direita em V, palma para frente. Passar o lado do indicador no lado direito da testa, duas vezes.
E Mãos verticais abertas, palmas para frente, a cada lado do corpo. Movê-las para frente, inclinando as palmas para baixo.

Segundo descrito em Capovilla e Raphael

( 2005 ), o sinal em Libras para “Igualdade” é descrito da seguinte forma:

A Mão esquerda horizontal aberta, palma para cima, dedos unidos e apontando para frente; mão direita em P, acima da mão esquerda. Tocar a ponta do indicador na palma esquerda, com força, duas vezes.
B Mão direita vertical aberta, palma para dentro, dedos separados na altura dos ombros. Baixar a mão fechando-a em S, palma para cima.
C Mãos horizontais abertas, palma a palma, dedos polegar e indicador de cada mão, unidos pelas pontas. Movê-las alternadamente para cima e para baixo.
D Mão direita em U, palma para baixo. Oscilar os dedos médio e indicador, alternadamente, para cima e para baixo.
E Mão esquerda vertical aberta, palma para a direita, na altura do ombro esquerdo; mão direita vertical aberta, palma para a esquerda. Bater os dedos direitos na palma esquerda, várias vezes.
Texto associado
Lea el siguiente texto y responda la cuestione. La coeducación se ha ido abriendo paso durante los últimos años dentro del sistema educativo español a partir de diversas experiencias que han ido cuestionando los planteamientos tradicionales de un modelo educativo que confundía la igualdad de acceso a la educación con la educación para la igualdad de oportunidades. Estas experiencias se han encargado de desmentir esta idea y han detectado ámbitos del proceso educativo y de sus resultados en los que se pone de manifiesto que esa supuesta igualdad no resulta ser tal y que, hoy en día, en la escuela todavía perduran elementos que reproducen y perpetúan el sexismo y las diferencias entre los futuros hombres y mujeres que formarán nuestra sociedad. Los nuevos retos a los que se enfrenta el sistema educativo: la interculturalidad, el respeto al medio ambiente, la normalización del uso de idioma extranjero, la necesidad de aportar resultados, etc., han podido desviar la atención sobre la igualdad de oportunidades en la educación y, en ocasiones, se ha podido llegar a pensar que la batalla por la igualdad entre hombres y mujeres estaba ganada. Sin embargo, un análisis detallado de la situación actual demuestra que todavía queda mucho más por hacer para garantizar la igualdad de oportunidades en la educación de los niños y las niñas. Aunque el término o concepto coeducación se utiliza para referirse a la educación conjunta de dos o más colectivos o grupos netamente distintos, que lo pueden ser por cuestión de etnia, clase social, etc., su uso habitual hace referencia a la educación conjunta de hombres y mujeres. Por tanto, se trata de una propuesta pedagógica en la que la formación y la educación se imparten en condiciones de igualdad para ambos sexos y en la que no se pone límites a los aprendizajes a recibir por cada uno de ellos. (https://www.inmujeres.gob.es/observatorios/ observIgualdad/estudiosInformes/docs/009-guia.pdf)

En el fragmento “... se pone de manifiesto que esa supuesta igualdad no resulta ser tal y que, hoy en día, en la escuela todavía perduran elementos...” (párrafo 2) la locución ‘hoy en día’ hace referencia a la

A tarde en que se dan los eventos.
B hora precisa en que ocurren los acontecimientos.
C mañana en que ocurren los hechos.
D época en que se produce la comunicación.
E noche en que se concretiza la situación.
Texto associado
Lea el siguiente texto y responda la cuestione. La coeducación se ha ido abriendo paso durante los últimos años dentro del sistema educativo español a partir de diversas experiencias que han ido cuestionando los planteamientos tradicionales de un modelo educativo que confundía la igualdad de acceso a la educación con la educación para la igualdad de oportunidades. Estas experiencias se han encargado de desmentir esta idea y han detectado ámbitos del proceso educativo y de sus resultados en los que se pone de manifiesto que esa supuesta igualdad no resulta ser tal y que, hoy en día, en la escuela todavía perduran elementos que reproducen y perpetúan el sexismo y las diferencias entre los futuros hombres y mujeres que formarán nuestra sociedad. Los nuevos retos a los que se enfrenta el sistema educativo: la interculturalidad, el respeto al medio ambiente, la normalización del uso de idioma extranjero, la necesidad de aportar resultados, etc., han podido desviar la atención sobre la igualdad de oportunidades en la educación y, en ocasiones, se ha podido llegar a pensar que la batalla por la igualdad entre hombres y mujeres estaba ganada. Sin embargo, un análisis detallado de la situación actual demuestra que todavía queda mucho más por hacer para garantizar la igualdad de oportunidades en la educación de los niños y las niñas. Aunque el término o concepto coeducación se utiliza para referirse a la educación conjunta de dos o más colectivos o grupos netamente distintos, que lo pueden ser por cuestión de etnia, clase social, etc., su uso habitual hace referencia a la educación conjunta de hombres y mujeres. Por tanto, se trata de una propuesta pedagógica en la que la formación y la educación se imparten en condiciones de igualdad para ambos sexos y en la que no se pone límites a los aprendizajes a recibir por cada uno de ellos. (https://www.inmujeres.gob.es/observatorios/ observIgualdad/estudiosInformes/docs/009-guia.pdf)

El pronombre “lo” que aparece en la secuencia “lo pueden ser” (párrafo 3) hace referencia a

A la palabra “término”.
B el substantivo “colectivos”.
C la cualidad de ser distinto.
D el sustantivo “concepto”.
E la palabra “grupos ”.
Texto associado
Lea el siguiente texto y responda la cuestione. La coeducación se ha ido abriendo paso durante los últimos años dentro del sistema educativo español a partir de diversas experiencias que han ido cuestionando los planteamientos tradicionales de un modelo educativo que confundía la igualdad de acceso a la educación con la educación para la igualdad de oportunidades. Estas experiencias se han encargado de desmentir esta idea y han detectado ámbitos del proceso educativo y de sus resultados en los que se pone de manifiesto que esa supuesta igualdad no resulta ser tal y que, hoy en día, en la escuela todavía perduran elementos que reproducen y perpetúan el sexismo y las diferencias entre los futuros hombres y mujeres que formarán nuestra sociedad. Los nuevos retos a los que se enfrenta el sistema educativo: la interculturalidad, el respeto al medio ambiente, la normalización del uso de idioma extranjero, la necesidad de aportar resultados, etc., han podido desviar la atención sobre la igualdad de oportunidades en la educación y, en ocasiones, se ha podido llegar a pensar que la batalla por la igualdad entre hombres y mujeres estaba ganada. Sin embargo, un análisis detallado de la situación actual demuestra que todavía queda mucho más por hacer para garantizar la igualdad de oportunidades en la educación de los niños y las niñas. Aunque el término o concepto coeducación se utiliza para referirse a la educación conjunta de dos o más colectivos o grupos netamente distintos, que lo pueden ser por cuestión de etnia, clase social, etc., su uso habitual hace referencia a la educación conjunta de hombres y mujeres. Por tanto, se trata de una propuesta pedagógica en la que la formación y la educación se imparten en condiciones de igualdad para ambos sexos y en la que no se pone límites a los aprendizajes a recibir por cada uno de ellos. (https://www.inmujeres.gob.es/observatorios/ observIgualdad/estudiosInformes/docs/009-guia.pdf)

Al analizar los acentos gráficos contenidos en el segundo párrafo se advierte que las palabras que llevan acento dierético son:

A más.
B fértil.
C ámbitos y análisis.
D educación, situación, formarán y normalización.
E todavía, perpetúan y día.