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Damázio

( 2007 ) destaca questões importantes sobre o atendimento educacional especializado (AEE) que envolve o ensino de Libras. Para a autora, o AEE com o uso de Libras

A dificulta o acesso à comunicação expressiva em sala de aula comum, devido ao fato de a língua ficar restrita à sala de recursos.
B ensina e enriquece os conteúdos curriculares, promovendo a aprendizagem dos alunos com surdez na sala comum.
C promove a construção da identidade e da cultura surda para as crianças que necessitam comunicar-se com sua comunidade linguística.
D amplia a possibilidade de comunicação total entre surdos e ouvintes matriculados na mesma escola e série.
E estabelece momentos do uso da língua de sinais como motivador das interações sociais com os pares surdos.

Com base em Damázio

( 2007 ), assinale a alternativa que expressa o que é essencial e indispensável para o respeito à estrutura da Libras e da língua portuguesa.

A A escola comum inclusiva.
B A formação do professor em Libras.
C Os espaços com materiais em Libras.
D O ambiente educacional bilíngue.
E A Escola Especializada.

Góes e Campos (em Lacerda e Santos, 2014) afirmam que a Libras não é a tradução da língua portuguesa, ou seja, não se trata de português sinalizado. Isso significa dizer que

A a língua de sinais é universal, portanto não pode ser traduzida em uma língua em especial.
B os estudos linguísticos consideram a Libras como uma representação da língua oral.
C a organização gramatical da Libras segue o modelo estrutural da língua portuguesa.
D a Libras é uma outra língua, com gramática e características próprias.
E a Libras é considerada língua de instrução, portanto não pode ser traduzida.

Conforme afirmam Quadros e Karnopp

( 2004 ), os articuladores primários das línguas de sinais são

A as mãos, que se movimentam no espaço em frente ao corpo e articulam sinais em determinadas posições.
B os movimentos corporais, que se articulam com as expressões faciais e os movimentos das mãos no espaço.
C as expressões faciais, que indicam o contexto e a intencionalidade do sinal produzido durante a comunicação.
D as configurações manuais associadas às expressões das mãos, que se complementam para produzir uma informação.
E as configurações de mãos, movimentos corporais e expressões faciais em contexto de comunicação.

Leia a descrição a seguir: Mão direita horizontal aberta, palma para baixo, dedos para frente, na altura da cintura. (Capovilla e Raphael, 2005) Assinale a alternativa que apresenta a palavra correspondente ao sinal em Libras descrito.

A SOPA
B CRIANÇA
C VERDE
D SAPO
E VIDA

Leia a descrição a seguir: Mão direita horizontal aberta, palma para cima, dedos separados e curvados. Movê-los em direção ao corpo, duas vezes. (Capovilla e Raphael, 2005) Assinale a alternativa que apresenta o verbo correspondente ao sinal em Libras descrito.

A PEDIR
B RECUSAR
C QUERER
D GOSTAR
E AMAR

Em relação ao uso de adjetivos, segundo Felipe

( 2007 ), 53. Observe a imagem a seguir: “em português, quando uma pessoa se refere a um objeto como sendo arredondado, quadrado, listrado, está também descrevendo. Mas, na Libras, esse processo é mais ‘transparente’, porque o formato ou a textura são traçados no espaço ou no corpo do emissor, em uma tri dimensionalidade permitida pela modalidade da língua”. Na Libras, em relação à colocação dos adjetivos na frase, eles geralmente vêm

A antes do adjunto adverbial.
B após o substantivo que qualifica.
C antes do verbo principal.
D após a locução adjetiva.
E entre o substantivo e o verbo.

Quadros e Karnopp

( 2004 ) afirmaram que há diferentes formas para que verbos e substantivos na língua brasileira de sinais apresentem flexão de número. Quando há repetição do sinal, a flexão refere-se à

A distinção entre singular e plural
B adição de pessoas ou objetos à frase.
C sinalização de adição ou multiplicação.
D diferenciação entre uma ou mais pessoas.
E redução de quantidade de objetos.

Kotaki e Lacerda (em Lacerda e Santos, 2014) destacam que o intérprete de língua de sinais é uma figura importante para que os estudantes surdos, usuários da Libras, tenham acesso aos conteúdos escolares e também tenham a oportunidade de inserção e interação social na escola. Além disso, de acordo com as autoras, o intérprete exerce a função de

A tradutor em atividades extraescolares, promovendo a interação com pessoas com surdocegueira.
B viabilizar a comunicação entre surdos e ouvintes, atuando entre os sentidos das duas línguas.
C promover a inclusão escolar, adaptando o acesso ao currículo previsto do projeto pedagógico.
D organizar os tempos e espaços escolares, possibilitando o ensino da língua de sinais às famílias.
E coordenar projetos inclusivos, organizando espaços bilíngues em escolas comuns inclusivas.

Ana é uma criança com deficiência auditiva que foi matriculada na escola comum. De acordo com Almeida, Santos e Lacerda

( 2015 ), será necessário respeitar suas demandas linguísticas para que ela

A entre em contato com a língua portuguesa falada.
B desenvolva competências comunicativas por português sinalizado com ouvintes.
C estruture pensamento e linguagem em línguas estrangeiras.
D possa se apropriar integramente dos conteúdos ministrados em sala de aula.
E aprenda a língua oral e possibilite sua comunicação com seus pares.