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Um homem de 45 anos, fumante, apresentou dispneia progressiva e realizou radiografia simples de tórax para avaliação de pneumonia. No exame, foi encontrado um nódulo pulmonar e recomendada a realização de tomografia computadorizada de tórax. Acerca dos nódulos pulmonares, é correto afirmar que:

A micronódulos são lesões com tamanho inferior a 10 mm;
B nódulos no interstício axial são característicos da fibrose pulmonar idiopática;
C são definidos como lesões com tamanho máximo de 45 mm;
D presença de sinais de gordura no interior de um nódulo sugere benignidade;
E evidência de calcificação no interior de um nódulo exclui a possibilidade de malignidade.

Uma mulher de 42 anos, com queixa de dor abdominal em hipocôndrio esquerdo, realizou tomografia computadorizada sem contraste, que evidenciou estrutura ovoide de densidade de gordura adjacente ao cólon, com 3,0 cm de diâmetro, associada a tênue contorno de alta densidade bem como a ponto central hiperdenso. A principal hipótese é:

A diverticulite;
B infarto omental;
C liposarcoma atípico;
D apendagite epiploica;
E paniculite mesentérica.

Em sua primeira sessão clínica durante a residência médica de radiologia num hospital universitário, o R1 escuta o R2 dizer que a radiografia de tórax do caso clínico de um paciente dispneico tem "sinal de Westermak”. Esse sinal é encontrado nas situações de:

A fibrose idiopática;
B embolia pulmonar;
C edema cardiogênico;
D tuberculose primária;
E pneumonia de organização.

Um homem de 80 anos, com alteração da deglutição, realizou esofagografia para avaliar possíveis alterações de motilidade que pudessem ser identificadas durante exame dinâmico. No entanto, a documentação do exame em perfil mostrou importante rechaço da coluna de meio de contraste esofágico em consequência do aumento da seguinte cavidade cardíaca:

A átrio direito;
B átrio esquerdo;
C ventrículo direito;
D artéria pulmonar;
E ventrículo esquerdo.

Uma mulher de 24 anos, gesta I para 0, aborto 0, realizou ultrassonografia pré-natal. O laudo relata o seguinte: “imagem cística localizada na região nucal associado a finas septações de permeio, sem evidência de anasarca ou hidropisia fetal. O volume é estimado em 4,6 cm³ . Correlacionar com cariótipo fetal”. Não foi sugerido um diagnóstico ao final do laudo. Com base na descrição, a principal suspeita é de:

A higroma cístico;
B translucência nucal;
C meningocele cervical;
D encefalocele occipital;
E cisto cervical idiopático.

Uma mulher de 36 anos relata dor abdominal difusa, febre baixa e diarreia persistente após uso de antibiótico para tratamento de infecção de via aérea superior. Ao exame físico, apresenta sinais de desidratação, distensão abdominal e dor à palpação. Tomografia computadorizada de abdômen apresentou distensão líquida difusa das alças intestinais colônicas bem como espessamento da parede intestinal envolvendo esse segmento, além de moderada quantidade de líquido livre peritoneal. Foi internada para a conduta terapêutica adequada. A provável causa do quadro clínico da paciente é:

A linfoma colônico;
B doença de Crohn;
C retocolite ulcerativa;
D colite pseudomembranosa;
E colite induzida por radiação.

Um recém-nascido a termo, masculino, apresenta falha na eliminação de mecônio. Foi realizado enema contrastado, que evidenciou fasciculação/irregularidade em dente de serra de um segmento de pequeno calibre com dilatação proximal. A principal hipótese diagnóstica é:

A microcólon;
B neuroblastoma;
C megareto funcional;
D enterocolite necrosante;
E doença de Hirschsprung.

Um lactente de 20 dias apresenta cianose nas mucosas e extremidades, letargia e dispneia após mamar. Radiografia de tórax demonstra coração “em formato de bota”. O provável acometimento do recém-nascido é:

A atresia pulmonar;
B tetralogia de Fallot;
C tronco arterial comum;
D dupla saída do ventrículo direito;
E síndrome da valva pulmonar ausente.

Um homem de 70 anos, que trabalhou com artesanato de vidro durante mais de 20 anos, apresenta quadro de dispneia progressiva. Foram realizadas radiografia e tomografia computadorizada do tórax, que sugeriram diagnóstico de silicone, em sua forma crônica complicada. Essa condição é marcada principalmente por:

A massas pulmonares confluentes;
B consolidações difusas que se associam a derrames pleurais;
C bronquiectasias e extensas regiões de colapso do parênquima;
D pequenos nódulos em grande número predominantes nos lobos superiores;
E opacidades em vidro fosco, pavimentação em mosaico, consolidações e nódulos silicóticos.

Um paciente com quadro clínico compatível com pneumonia fez uma radiografia de tórax no pronto-socorro, que mostrou borramento do contorno cardíaco direito na incidência posteroanterior. O segmento que mais provavelmente corresponde à consolidação é o:

A inferior da língula;
B medial do lobo médio;
C anterior do lobo inferior;
D superior do lobo inferior;
E posterior do lobo superior.