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Para a prevenção de defeitos do tubo neural e alterações na divisão celular recomenda-se que as gestantes sejam orientadas a consumirem vegetais folhosos verdes, legumes, bife de fígado e frutas cítricas devido o conjunto desses alimentos serem ricos em

A ferro.
B ácido fólico.
C cálcio.
D vitamina D.
E vitamina A.

H.C.M., 32 anos, quartigesta, 36 semanas de gestação, manifesta preocupação em relação a normalidade de movimentação do seu bebê. A enfermeira orienta a fazer o registro do diário dos movimento fetais (RDMF). Alimentada previamente a gestante deverá sentar-se, com a mão no abdome, registrando o número de movimentos do feto durante o tempo máximo de 60 minutos. O parâmetro de “feto ativo” nesse intervalo de tempo é de

A 3 movimentos.
B 5 movimentos.
C 6 movimentos.
D 8 movimentos.
E 10 movimentos.
Texto associado
Em 15.06.2019, R.O.S., 26 anos, primigesta, DUM 30.11.2018, compareceu à consulta de Enfermagem para início do seu pré-natal. Ao questionar sobre a situação vacinal, o Enfermeiro foi informado que a gestante não recordava de ter tomado essa vacina e não tinha carteira de vacinação.

Frente a situação vacinal de R.O.S., o Enfermeiro deve aplicar

A 1 dose única de dT na primeira consulta.
B 2 doses dT com intervalo de 60 dias entre cada dose.
C 2 doses dTpa com intervalo mínimo de 30 dias entre cada dose.
D 3 doses de dTpa com intervalo de 60 dias entre cada dose.
E 1 dose dTpa e 2 doses de dT com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.
Texto associado
Em 15.06.2019, R.O.S., 26 anos, primigesta, DUM 30.11.2018, compareceu à consulta de Enfermagem para início do seu pré-natal. Ao questionar sobre a situação vacinal, o Enfermeiro foi informado que a gestante não recordava de ter tomado essa vacina e não tinha carteira de vacinação.

Aplicando a Regra de Naegele, o cálculo da data provável do parto (DPP) e a idade gestacional (IG) no dia da consulta são, respectivamente:

A DPP=07.08.2019; IG= 28 1/7 semanas.
B DPP=08.09.2019; IG= 28 2/7 semanas.
C DPP=22.03.2020; IG= 27 1/7 semanas.
D DPP=07.09.2019; IG= 28 1/7 semanas.
E DPP=22.03.2020; IG= 28 2/7 semanas.

Considere as afecções mais comuns na gestação de alto risco e assinale a afirmativa correta.

A Gestante com HBsAg reagente e com idade abaixo de 20 anos deve receber a vacina para hepatite B. Deve-se proceder a coletar de anti-HbsAg em gestantes que não sabem se tomaram a vacina.
B Infecção do Trato Urinário (ITU) que representa a complicação clínica mais frequente na gestação, está associada à rotura prematura de membranas, ao aborto, ao trabalho de parto prematuro, à corioamnionite, ao baixo peso ao nascer, infecção neonatal e septicemia na gravidez. É indicado como tratamento antibioticoterapia e acompanhamento.
C A Doença hemolítica perinatal (DHP) caracteriza­ -se pela hemólise fetal e é decorrente da incompatibilidade sanguínea materno-fetal. A identificação do fator Rh Positivo materno, deve-se pesquisar a presença do anticorpo anti-D, por meio do teste de Coombs direto.
D Gestantes que tenham menos de 20 anos, estatura maior que 1,70 cm, ganho de peso excessivo na gestação, feto com retardo de crescimento intraútero, e histórico familiar de diabetes mellitus deverão ser investigadas se apresentam diabetes mellitus gestacional.
E Pielonefrite aguda na gravidez não é uma doença grave, mas por vezes pode culminar com sepse e trabalho de parto prematuro. O diagnóstico é feito por bacteriúria acompanhada de sintomas sistêmicos como febre, taquicardia, calafrios, náuseas, vômitos e dor lombar, com sinal de Giordano negativo. É indicado tratamento por via oral no pós-parto.

O indicador Razão de Mortalidade Materna (RMM) reflete

A a qualidade da assistência à saúde da mulher.
B a taxa de natalidade em determinado espaço geográfico.
C proporção de crianças órfãos.
D os problemas de saúde da mulher durante gestação e parto.
E o número de gestantes de baixo risco.

Enfermeiro realiza o Acolhimento da Gestante D.Y.K. com o quadro clínico de: dor abdominal e persistência da dor entre as contrações no trabalho de parto, sangramento genital de quantidade variável, história de hipertensão, hipertonia uterina, monitoração fetal apresenta padrão não tranquilizador e palpação abdominal com contrações tetânicas. Realizado Ultrassom com a visualização de hematomas retroplacentários de tamanhos variados. O conjunto de sinais e sintomas e exame ultrassonográfico descritos é compatível com o quadro emergencial obstétrico denominado

A placenta prévia.
B bolsa rota.
C descolamento prematuro de placenta.
D Hellp Síndrome.
E prenhez ectópica.

G.A.S, primigesta, com idade gestacional de 28 semanas, é encontrada por vizinhos em sua casa, em quarto escuro, inconsciente, convulsionando intermitentemente. Solicitada a equipe do SAMU, que ao chegar ao local constatou a pressão arterial da gestante era de 180 X 120 mmHg e foi informado por familiares que a gestação de G.A.S. vinha evoluindo sem intercorrências até começar a apresentar “manifestações espirituais” há algumas horas. Os sinais e sintomas apresentados são sugestivos de

A eclâmpsia.
B hipertensão aguda.
C pré-eclâmpsia leve.
D pré-eclâmpsia grave.
E Hellp Síndrome.

Para composição mínima de recursos humanos da equipe de enfermagem no alojamento conjunto, o enfermeiro gestor deverá ter como parâmetros:

A 1 Enfermeiro Assistencial / 10 binômios/turno, 1 Técnico de Enfermagem/10 binômios/turno.
B 1 Enfermeiro Assistencial / 08 binômios/turno, 1 Técnico de Enfermagem/08 binômios/turno.
C 2 Enfermeiro Assistencial / 20 binômios/turno, 1 Técnico de Enfermagem/20 binômios/turno.
D 1 Enfermeiro Assistencial / 30 binômios/turno, 1 Técnico de Enfermagem/08 binômios/turno.
E 1 Enfermeiro Assistencial / 20 binômios/turno, 1 Técnico de Enfermagem/8 binômios/turno.

J.S.L. 23 anos, 2° dia de pós-operatório de parto normal (42 hs), em alojamento conjunto, manifesta à enfermeira obstetra o desejo de que seja colocado o DIU de cobre. Ela está mantendo aleitamento materno exclusivo, sem sinais de infecção e aguarda a coleta do Exame do Pezinho do bebê para saída de alta. Nessa situação, a conduta da Enfermeira deve ser:

A orientar a paciente a procurar a UBS ao final do puerpério.
B esclarecer a paciente que o DIU só pode ser colocado no pós-parto imediato.
C encaminhar ao obstetra, considerando que o DIU pode ser colocado até 48 horas pós-parto.
D orientar a paciente a procurar a UBS após 6 meses.
E suspender a alta e a amamentação por 24horas, para viabilizar a colocação do DIU.