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O perfil epidemiológico da população idosa é caracterizado pela tripla carga de doenças com forte predomínio das condições crônicas, prevalência de elevada mortalidade e morbidade por condições agudas decorrentes de causas externas e

A das agudizações de condições crônicas.
B do acesso limitado ao tratamento de doenças básicas.
C da baixa cobertura de saneamento básico.
D da escassez de vagas em instituições de longa permanência.
E da falta de tecnologias médicas disponíveis.

No Brasil, a atual Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa estabelece como meta a atenção integral à saúde da pessoa idosa e considera como um importante indicador de saúde dessa população

A a ausência de doenças degenerativas.
B a condição de funcionalidade.
C a higidez antropométrica.
D a cobertura vacinal adequada.
E parâmetros laboratoriais controlados.

O plano de cuidados de enfermagem para W.B., sexo masculino, 83 anos de idade, internado por uma infecção de vias respiratórias, deve levar em conta, além das alterações decorrentes da doença que motivou a internação, aquelas que ocorrem pelo processo natural de envelhecimento e afetam o sistema respiratório, incluindo

A diminuição do débito cardíaco.
B aumento da eficiência das trocas gasosas.
C aumento do volume residual pulmonar.
D degeneração das cartilagens.
E diminuição da sensação de sede.

A diminuição da gordura subcutânea, do líquido intersticial, da atividade glandular e dos receptores sensoriais constitui alterações presentes no idoso que justificam as condutas que incluem

A realização de atividades físicas nas horas mais quentes do dia.
B oferta de dieta hipercalórica para recomposição do tecido subcutâneo.
C estímulo da atividade glandular com aplicação de calor e massagem.
D restrição a exposição solar e adição de vitamina D.
E uso de protetor solar e limite do tempo de exposição ao sol.

D.M., sexo feminino, 84 anos de idade, é hígida, mas se queixa das alterações percebidas na pele, como fragilidade e transparência, presentes principalmente nas mãos e antebraços. Essas alterações são decorrentes de

A determinação genética.
B higiene e hidratação insuficientes.
C desidratação sistêmica.
D adelgaçamento das camadas dérmicas.
E alterações vasculares profundas.

Embora o tratamento medicamentoso tenha indicações precisas, a adoção de um estilo de vida saudável é fortemente sugerida como coadjuvante para o controle da hipertensão arterial sistêmica, com destaque, entre outros itens, para a alimentação saudável. Essa prática aplicada a idosos hipertensos abrange

A a eliminação do sal no preparo dos alimentos, dando­-se preferência a outros temperos.
B a substituição do jantar por uma ceia leve, mantendo­-se, no máximo, três refeições diárias.
C a inclusão de três porções ou mais de frutas entre sobremesas e lanches.
D a ingestão de, pelo menos, uma porção de carne ao dia, utilizando-se as próprias gorduras e peles no seu preparo.
E a combinação de arroz e feijão em substituição, com vantagem, ao consumo de carne vermelha.

Em um Centro de Referência de Idosos, o enfermeiro avalia anualmente a capacidade funcional dos pacientes em acompanhamento. O objetivo dessa avaliação é, entre outros,

A identificar o padrão de controle de patologias mais prevalentes.
B detectar a rede de apoio dos idosos e sua dependência financeira.
C caracterizar a estrutura familiar dos idosos.
D verificar o nível de conhecimento dos idosos sobre seus agravos.
E monitorar o declínio funcional e estabelecer um plano assistencial.

Na última consulta de enfermagem de J.F., sexo feminino, 73 anos de idade, foi constatada “Manutenção ineficaz da saúde”, que se define como a incapacidade de identificar, controlar e/ou buscar ajuda para manter o bem-estar (NANDA 2018-2020). O enfermeiro realiza uma visita domiciliária com o objetivo de intervir nos fatores determinantes desse fenômeno. Nesse contexto, ele deve

A enfatizar as perdas e os riscos à saúde e à manutenção da vida, se mantidos os comportamentos atuais.
B contrapor os valores culturais quando se mostrarem contrários à disposição para o autocuidado.
C aguardar até que a paciente esteja emocionalmente pronta e demonstre capacidade para o autocuidado.
D avaliar os pontos fortes da paciente e incentivá-la a usá-los para compensar suas limitações.
E orientar a paciente sobre as patologias que a acometem e providenciar as recomendações para seu controle por escrito.

M.W., sexo masculino, 88 anos de idade, com deficiência auditiva importante, apresenta dependência de cuidados para as AIVD e ABVD. O enfermeiro responsável pela gestão de seu cuidado orienta os familiares sobre estratégias para preservar uma boa comunicação com o idoso. A esse respeito, está correto

A elevar a voz e preferir tons agudos para favorecer o entendimento.
B utilizar termos técnicos para facilitar o entendimento.
C falar pausadamente, permanecendo à vista do idoso.
D interromper o idoso quando ele repetir velhas histórias, avisando-o sobre isso.
E utilizar termos carinhosos e diminutivos para demonstrar afeição.