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Kátia é uma web designer contratada para fazer uma página web para o Tribunal de Justiça. Ela fará uso do protocolo HTTP, pois este é um protocolo da camada de aplicação, o qual executa sob o TCP e associado à web. As operações nesse protocolo são chamadas de métodos. Kátia, então, testa o envio da página pelo servidor, cria uma coleção de páginas web em um servidor remoto e instrui o servidor a enviar de volta a solicitação. Para implementar a página web, Kátia deve usar, respectivamente, os métodos:

A POST, HEAD, DELETE;
B GET, CONNECT, TRACE;
C PUT, CONNECT, OPTIONS;
D POST, HEAD, OPTIONS;
E GET, PUT, TRACE.

O site do Tribunal de Justiça está na fase de pré-produção, ou seja, faltam apenas pequenos ajustes para disponibilizá-lo. Durante os últimos testes foi verificado que não estava conseguindo cadastrar o serviço de DNS para o site, pois o tráfego do protocolo UDP estava com alguns problemas. Para que o protocolo funcione corretamente, a equipe de rede deve implementar a funcionalidade de:

A envio de uma quantidade de mensagens maior que o TCP;
B checksum do cabeçalho, dos dados e de um pseudocabeçalho conceituais do IP;
C controle de congestionamento a partir do protocolo de janela deslizante;
D controle de retransmissão utilizando o jitter em sua verificação;
E controle de fluxo para que não haja a perda de pacotes e que, caso ocorra, solicite a retransmissão.

Após ser aceita em uma licitação do Tribunal de Justiça, a empresa Seg X foi contratada para implementar a segurança na rede sem fio existente. A empresa identificou que a rede sem fio utilizava o padrão 802.11 com o protocolo WPA2 (wi-fi Protected Access 2) e forneceu, como solução, a utilização do protocolo de segurança CCMP (Counter Mode with Cipher Block Chaining Message Authentication Code Protocol). A partir do uso do protocolo CCMP, a rede do Tribunal de Justiça obterá:

A criptografia com AES com bloco e chave de 128 bits e garantia de integridade com o modo de encadeamento de blocos de cifras;
B codificação de dados por confidencialidade, realizando um XOR com a saída de um fluxo de cifras;
C verificação de integridade das mensagens baseada em um CRC de 32 bits;
D criptografia com 3DES com chave de 128 bits e autenticação a partir do código de autenticação de mensagens;
E criptografia com o DES com chave de 56 bits no modo de operação ECB (Eletronic Code Book).

O Tribunal de Justiça está mudando a sua sede para um novo endereço. Nesse processo, a equipe de redes está distribuindo os endereços IPs de forma que fiquem com a mesma quantidade por departamento. Foi fornecido o endereço 10.210.114.0/20 para a nova sede. Para cumprir seu objetivo e atender aos 16 departamentos, a equipe de redes necessita da máscara:

A 255.255.254.0;
B 255.255.255.128;
C 255.255.252.0;
D 255.255.255.192;
E 255.255.255.0.

A empresa World Coorp está com problemas de alocação de endereços IPs em sua rede local. A intenção é reduzir o número de IPs sendo utilizado e a técnica selecionada foi o NAT (Network Address Translation). Isso permite que uma máquina da rede local tenha um endereço privado, também conhecido como não roteável que, ao sair para a Internet, deve ser convertido para um endereço roteável. Para que a empresa possa utilizar o NAT, a faixa de endereços da rede interna deve ser:

A 127.0.0.1/16;
B 169.254.0.0/16;
C 186.45.123.69/24;
D 192.168.0.0/16;
E 198.133.219.25/24.

Marina recebeu uma ligação de um suposto funcionário que dizia estar fazendo uma pesquisa sanitária sobre uma pandemia. Marina passou suas informações pessoais e profissionais, que permitiram ao falso funcionário acessar um sistema com suas credenciais. A técnica empregada pelo falso funcionário para conseguir as informações de Marina é:

A poisoning;
B flooding;
C engenharia social;
D suborno;
E sniffer.

Carlos recebeu um e-mail que parecia pertencer ao seu banco e, sem perceber, baixou e instalou um software malicioso no seu computador. A partir desse software, um criminoso cibernético passou a ter o controle do computador de Carlos. O software malicioso instalado no computador de Carlos é:

A phishing;
B DoS;
C ransomware;
D rootkit;
E sandbox.

Os analistas de segurança da informação estão pesquisando como mitigar riscos e monitorar ameaças que podem surgir no futuro. No modelo de ameaças STRIDE, a ameaça que tenta violar o princípio da confidencialidade é:

A spoofing;
B tampering;
C repudiation;
D information disclosure;
E elevation of privilege.

Marcelo está elaborando a política de segurança em seu órgão e incluiu orientações sobre criação de senhas fortes para acesso aos sistemas, principalmente aqueles acessados pela internet. A orientação do Marcelo visa proteger seus usuários contra ataques de hackers que utilizam software automático para descobrir senhas fracas. A técnica para obtenção de senhas da qual Marcelo está tentando proteger seus usuários é:

A man-in-the-middle;
B brute force;
C backdoors;
D session hijacking;
E XSS.

Um novo sistema operacional foi instalado nos servidores de um Centro de Dados, e a equipe de segurança recebeu a informação de que o novo sistema pode ter uma vulnerabilidade dia-zero. As vulnerabilidades dia-zero são perigosas porque são desconhecidas e suas correções ainda não foram produzidas. Durante o período de espera pela correção, os usuários ficam sujeitos às tentativas de explorações dessas vulnerabilidades pelos hackers. Uma das formas utilizadas pelos hackers para a descoberta das vulnerabilidades dia-zero é o fuzzing , cujo processo de funcionamento consiste em:

A inserir muitos dados em intervalos diferentes e verificar como um programa responde;
B adaptar vulnerabilidades anteriores a novos programas;
C roubar a identidade de um desenvolvedor para ter acesso ao código-fonte do programa;
D confundir um roteador a fim de se passar por um ativo da rede;
E enviar um código malicioso através de uma porta aberta na aplicação.