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A introdução da soja, a velocidade de ocupação de novas áreas e a incorporação de baixa diversidade de sistemas de produção, suscitam a hipótese de que a expansão da soja neste estado, favorecida pela dinâmica do clima regional, possa repercutir em impactos ambientais e sociais negativos. Essa preocupação surge em defesa dos alvos que podem sofrer vários impactos com a continuidade e evolução desse processo: as sociedades indígenas que se veem cada vez mais sitiadas, e o ecossistema regional constantemente ameaçado em sua extensão, integridade e biodiversidade. De acordo com o autor do texto a relação entre a produção de soja e questão climática é de

A causalidade direta, já que a crise ambiental que devastou o pantanal na última década foi provocada pela poluição causada pelo plantio de soja.
B reforço no impacto socioambiental, pois aspectos locais e globais se somam e tem repercussão não apenas climática, mas, social, política e cultural na região.
C oposição e recuperação, resultado do esforço do Estado em revigorar o clima pantaneiro pela produção de soja em substituição ao gado e aos pastos.
D compensação, pois a ocupação de áreas desertificadas, devido ao aquecimento global, por uma cultura de soja orgânica busca recuperar a economia e a cobertura vegetal da região.
E inconciliabilidade em caso de crise climática, já que a alteração do clima da região pode levar ao fracasso da produção de soja que precisa das planícies alagadas para se estabelecer.

Em um batalhão do corpo de bombeiros foram construídos dois reservatórios para armazenar água. A soma total do volume interno dos dois reservatórios é igual a 28000 litros e a razão entre os volumes internos do primeiro e do segundo é 1/3. O valor absoluto da diferença entre os volumes internos dos dois reservatórios, em m³, é igual a

A 7
B 14
C 21
D 24
E 28
Texto associado
Texto para a questão. O que fazer quando alguém “surta”? Para a medicina, surtar é entrar em um quadro psicótico agudo. Esse quadro antigamente era chamado de loucura, mas eu não gosto dessa expressão Arthur Guerra - 25 de outubro de 2022 Antes de mais nada, vamos diferenciar o termo médico surto do popular “surto”. Para a medicina, surtar é entrar em um quadro psicótico agudo. Esse quadro antigamente era chamado de “loucura”, mas eu não gosto dessa expressão. O que vamos tratar aqui é do vocábulo popular, que pode ser aplicado para uma série de situações, como descontrole emocional, ataque de pânico, desajuste de comportamento. Fiquei com vontade de falar sobre isso porque recentemente viralizou um vídeo gravado dentro de um avião em que, por algum motivo, um passageiro se descontrolava, se debatia muito, superagitado, e todos na cabine estavam sem saber o que fazer. Será que é preciso segurar essa pessoa? Controlá-la? Levá-la para o hospital tão logo quando possível? O que fazer se alguém perto de nós entrar em um quadro parecido com o desse passageiro? Uma curiosidade. Casos como o desse homem não são tão raros. Nos Estados Unidos, por exemplo, existe uma expressão para descrever pessoas que ficam violentas, indisciplinadas e inquietas no voo: raiva aérea. Só em 2021, auge da pandemia, foram mais de 5.000 casos, sendo a maioria causados pelo uso de máscara. Bebida e, especialmente, bebida misturada com remédios também podem eventualmente fazer alguém surtar. Em primeiro lugar, tenha muita calma e, se vocês estiverem em um ambiente fechado, procure retirar objetos que possam, sem querer, quebrar ou ferir a pessoa que está excitada. Procure conter essa pessoa, abraçandoa fortemente. Isso é importante para que ela, na sua agitação, não se machuque. Agora, se porventura a inquietação dessa pessoa começar a aumentar ao ponto de, por exemplo, ela bater a cabeça na parede ou ter a intenção de se machucar, é fundamental levá-la para um pronto-socorro, nem que seja à força. Qualquer PS público ou privado está capacitado para atender uma pessoa assim. O Samu também está. Se o surto acontecer durante uma viagem de avião, os comissários de bordo estão orientados a perguntar se existe um médico entre os passageiros. Os voos internacionais, cujas viagens são longas, carregam um kit médico, que, entre outros remédios, tem aqueles voltados para quadros psiquiátricos. Geralmente são drogas da classe dos calmantes, que vão ajudar a tranquilizar quem está agitado, permitindo que a viagem siga sossegada até o pouso, quando esse passageiro deverá ser encaminhado a um hospital ou médico. Dr. Arthur Guerra é professor da Faculdade de Medicina da USP, da Faculdade de Medicina do ABC e cofundador da Caliandra Saúde Mental. GUERRA, Arthur. O que fazer quando alguém “surta”? Forbes Brasil , 25 de outubro de 2022. Colunas. Disponível em: https://forbes.com.br/forbessaude/2022/10/arthur-guerra-o-que-fazerquando-alguem-surta/

De acordo com o texto,

A a palavra surto é utilizada de modo errado pela população, devendo haver somente o uso médico desse termo.
B as pessoas que manifestam quadros psicóticos agudos são atualmente diagnosticadas como loucas.
C aeronaves geralmente têm médicos e remédios calmantes disponíveis para eventuais casos de surto dentro do avião.
D é preciso atendimento hospitalar quando a inquietação de um indivíduo tende a atos mais violentos contra si próprio.
E a raiva aérea é quase sempre causada pelo uso de bebida alcoólica misturada com remédios psiquiátricos.
Texto associado
Texto para a questão. O que fazer quando alguém “surta”? Para a medicina, surtar é entrar em um quadro psicótico agudo. Esse quadro antigamente era chamado de loucura, mas eu não gosto dessa expressão Arthur Guerra - 25 de outubro de 2022 Antes de mais nada, vamos diferenciar o termo médico surto do popular “surto”. Para a medicina, surtar é entrar em um quadro psicótico agudo. Esse quadro antigamente era chamado de “loucura”, mas eu não gosto dessa expressão. O que vamos tratar aqui é do vocábulo popular, que pode ser aplicado para uma série de situações, como descontrole emocional, ataque de pânico, desajuste de comportamento. Fiquei com vontade de falar sobre isso porque recentemente viralizou um vídeo gravado dentro de um avião em que, por algum motivo, um passageiro se descontrolava, se debatia muito, superagitado, e todos na cabine estavam sem saber o que fazer. Será que é preciso segurar essa pessoa? Controlá-la? Levá-la para o hospital tão logo quando possível? O que fazer se alguém perto de nós entrar em um quadro parecido com o desse passageiro? Uma curiosidade. Casos como o desse homem não são tão raros. Nos Estados Unidos, por exemplo, existe uma expressão para descrever pessoas que ficam violentas, indisciplinadas e inquietas no voo: raiva aérea. Só em 2021, auge da pandemia, foram mais de 5.000 casos, sendo a maioria causados pelo uso de máscara. Bebida e, especialmente, bebida misturada com remédios também podem eventualmente fazer alguém surtar. Em primeiro lugar, tenha muita calma e, se vocês estiverem em um ambiente fechado, procure retirar objetos que possam, sem querer, quebrar ou ferir a pessoa que está excitada. Procure conter essa pessoa, abraçandoa fortemente. Isso é importante para que ela, na sua agitação, não se machuque. Agora, se porventura a inquietação dessa pessoa começar a aumentar ao ponto de, por exemplo, ela bater a cabeça na parede ou ter a intenção de se machucar, é fundamental levá-la para um pronto-socorro, nem que seja à força. Qualquer PS público ou privado está capacitado para atender uma pessoa assim. O Samu também está. Se o surto acontecer durante uma viagem de avião, os comissários de bordo estão orientados a perguntar se existe um médico entre os passageiros. Os voos internacionais, cujas viagens são longas, carregam um kit médico, que, entre outros remédios, tem aqueles voltados para quadros psiquiátricos. Geralmente são drogas da classe dos calmantes, que vão ajudar a tranquilizar quem está agitado, permitindo que a viagem siga sossegada até o pouso, quando esse passageiro deverá ser encaminhado a um hospital ou médico. Dr. Arthur Guerra é professor da Faculdade de Medicina da USP, da Faculdade de Medicina do ABC e cofundador da Caliandra Saúde Mental. GUERRA, Arthur. O que fazer quando alguém “surta”? Forbes Brasil , 25 de outubro de 2022. Colunas. Disponível em: https://forbes.com.br/forbessaude/2022/10/arthur-guerra-o-que-fazerquando-alguem-surta/

Ao fazer uso de “PS” para se referir a “pronto-socorro” (6º parágrafo), o autor se vale do processo de formação de palavras que cria:

A palavras derivadas.
B palavras compostas.
C palavras híbridas.
D onomatopeias.
E siglas.

Observe, no fragmento a seguir, a oração sublinhada. “O café é uma bebida popular que, ao entrar na boca , inevitavelmente entra em contato com os dentes. É um líquido ácido - o pH dele está em torno de 5, em uma escala que vai de 1 a 14 - e contém taninos, que promovem manchas nos dentes.” LLAMBÍAS, Felipe. É melhor escovar os dentes antes ou depois de tomar café? Como evitar manchas. BBC Brasil, 24 de outubro de 2022. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-63334188. A oração grifada pode adquirir, no contexto em que ela foi empregada, uma ideia de:

A comparação.
B finalidade.
C tempo.
D consequência.
E concessão.

Indique a frase em que a inserção do acento indicativo de crase se faz necessária em alguma expressão.

A A Missa do Galo acontece na época do Natal.
B Choveu em todas as manhãs em que fui para a praia.
C A professora entregou a redação aos alunos.
D A meia-noite, todos os sinos param de badalar.
E As peças de roupa foram enviadas para a loja do centro.

No fragmento “O metaverso já é um termo popular entre os gamers brasileiros. Uma pesquisa da Bayz, plataforma especializada em criptogames, mostra que aproximadamente 9 em cada 10 jogadores revelam conhecer, em algum nível, o ecossistema de tecnologias imersivas.” (Forbes Brasil, 25/10/22). O primeiro par de vírgulas foi empregado para:

A isolar uma estrutura de aposto explicativo.
B separar termos de uma enumeração.
C isolar um adjunto adverbial de grande extensão deslocado.
D suprimir um verbo já utilizado no enunciado.
E isolar uma estrutura de vocativo.