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Uma empresa deseja automatizar a alocação de recursos em seu data center utilizando Inteligência Artificial (IA) com base em padrões históricos de uso. A ideia é que a IA analise os dados de consumo e ajuste automaticamente os recursos computacionais, prevenindo sobrecargas e otimizando custos. Para essa automação, deve ser utilizada uma aplicação de aprendizado de máquina que

A treine um modelo de aprendizado supervisionado para prever picos de demanda e ajustar os recursos automaticamente.
B utilize um script de programação que aloque recursos fixos, independentemente da carga.
C configure um sistema de balanceamento de carga manual para gerenciar a utilização de recursos.
D implemente um modelo de aprendizado não supervisionado para criar backups automáticos.
E treine um modelo de aprendizado não supervisionado para alocação independente de carga.

As ferramentas Zabbix, Prometheus, ElasticSearch e Grafana são usadas para monitoração e observabilidade. Nesse contexto, um técnico de suporte de um banco recebeu a tarefa de escolher a ferramenta adequada para cada uma das seguintes tarefas. Tarefa 1 – coleta de métricas e de séries temporais em tempo real; Tarefa 2 – armazenamento e busca de logs; Tarefa 3 – monitoramento da disponibilidade de dispo- sitivos; e Tarefa 4 – visualização de dados. As ferramentas a serem utilizadas para as tarefas descritas são, respectivamente,

A Tarefa 1ElasticSearchTarefa 2PrometheusTarefa 3GrafanaTarefa 4Zabbix
B Tarefa 1ZabbixTarefa 2PrometheusTarefa 3ElasticSearchTarefa 4Grafana
C Tarefa 1GrafanaTarefa 2ElasticSearchTarefa 3ZabbixTarefa 4Prometheus
D Tarefa 1PrometheusTarefa 2ElasticSearchTarefa 3ZabbixTarefa 4Grafana
E Tarefa 1PrometheusTarefa 2GrafanaTarefa 3ElasticSearchTarefa 4Zabbix

Um técnico bancário de suporte resolveu configurar a infraestrutura de um ambiente de produção utilizando o processo de Infraestrutura como Código (IaC). Ao estudar sobre o assunto, ele descobriu que há dois tipos de abordagem para IaC: a declarativa e a imperativa. A respeito dessas abordagens, o técnico aprendeu que

A a abordagem declarativa é mais adequada para ambientes locais, enquanto a abordagem imperativa é ideal apenas para ambientes em nuvem.
B a abordagem declarativa descreve o estado final da infraestrutura, enquanto a abordagem imperativa detalha os passos para alcançar esse estado.
C a abordagem imperativa é adequada para hardware e software, enquanto a abordagem declarativa descreve os modelos de ambientes on-premises.
D a abordagem imperativa descreve apenas recursos de software, enquanto a abordagem declarativa é utilizada exclusivamente para hardware.
E ambas focam a descrição do estado final da infraestrutura, sendo que a declarativa descreve esse estado mais detalhadamente que a imperativa.

Em um banco de grande porte, o time de operações de TI enfrenta dificuldades para monitorar a grande quantidade de eventos e alertas provenientes de diversos sistemas e ferramentas. O time está considerando implementar uma solução baseada em Inteligência Artificial (IA) para automatizar as tarefas operacionais (AiOps) de identificação de problemas e de redução do tempo de resposta a incidentes críticos. Nesse contexto, o uso de IA é possível, pelo fato de a AiOps, nesse caso,

A focar apenas a coleta de logs e relatórios de desempenho de sistemas, fornecendo somente dados para os administradores, sem integrar a automação de tarefas.
B usar aprendizado de máquina para processar grandes volumes de dados em tempo real, identificar padrões e prever falhas antes que ocorram, permitindo a automação de correções de problemas críticos com mínima intervenção manual.
C utilizar redes neurais para aumentar a complexidade das tarefas operacionais e realizar decisões mais informadas, mas sem automatizar processos em tempo real.
D usar algoritmos baseados em regras fixas para corrigir incidentes de forma reativa, não considerando dados históricos nem possíveis falhas futuras.
E aumentar a capacidade dos servidores físicos para lidar com picos de demanda em tempo real, para prever e evitar falhas.

Associe corretamente os tipos de nuvem com suas características. I - Privadas II - Públicas III - Híbridas P- Proporcionam serviços escaláveis e acessíveis a qualquer pessoa ou organização pela internet. Q - Integram recursos de diferentes infraestruturas, permitindo a interoperabilidade entre ambientes com níveis distintos de controle e escalabilidade. R - São ideais para ambientes com restrições de segurança e conformidade, mas não oferecem escalabilidade. S - Oferecem maior controle e segurança, sendo hospedadas internamente ou em data centers dedicados. As associações corretas são:

A I – R , II – Q , III – P
B I – R , II – P , III – S
C I – S , II – P , III – Q
D I – S , II – R , III – P
E I – Q , II – R , III – S

Uma equipe de desenvolvimento está planejando implantar uma aplicação em contêineres com altas disponibilidade e escalabilidade. A equipe decide, inicialmente, usar Docker para criar os contêineres e precisa definir qual ferramenta de orquestração usarão para gerenciar automaticamente o escalonamento e o balanceamento de carga entre os contêineres. Além disso, a solução deve oferecer integração com uma plataforma que facilite a gestão do ciclo de vida da aplicação em ambientes híbridos. Para esse caso, a abordagem mais apropriada é a de

A usar apenas Docker para criar, implantar e gerenciar os contêineres, pois ele já suporta balanceamento de carga nativamente.
B utilizar Kubernetes para gerenciar o cluster de contêineres e orquestrar os serviços, garantindo escalabilidade e balanceamento de carga.
C implantar a aplicação em OpenShift, que oferece uma plataforma completa, baseada em Kubernetes, para orquestração de contêineres com funcionalidades adicionais.
D configurar manualmente scripts de balanceamento de carga para gerenciar os contêineres Docker, garantindo a escalabilidade da aplicação.
E implantar a aplicação em Docker e configurar o OpenShift para executar diretamente os contêineres Docker, sem a necessidade de um runtime de contêiner adicional.

As estratégias de alocação de partição tentam evitar ou diminuir o problema da fragmentação externa. O sistema mantém uma lista de áreas livres, com o endereço e o tamanho de cada área. O algoritmo de alocação determina a área livre a ser ocupada com base em uma série de fatores. Uma das estratégias aloca a partição que deixa a menor área livre, e a tendência é que cada vez mais a memória fique com pequenas áreas não contíguas, aumentando o problema da fragmentação. Essa estratégia de alocação de partição é conhecida como

A average-fit
B best-fit
C first-fit
D overlay
E worst-fit

Um mecanismo de sincronização clássico é conhecido como semáforo. Um semáforo é uma variável inteira não negativa que só pode ser manipulada por duas instruções, chamadas de instruções Down e Up. Para evitar a espera ocupada, que desperdiça tempo de processamento da máquina, a operação Down utiliza uma estrutura de dados, geralmente uma First In, First Out (FIFO). Quando um processo executa a instrução Down num semáforo que tem o valor zero, o processo

A segue a sua execução normal, e o semáforo permanece com o valor zero.
B segue a sua execução normal, e o semáforo é incrementado de uma unidade.
C entra no estado de espera, e o semáforo permanece com o valor zero.
D entra no estado de espera, e o semáforo é incrementado de uma unidade.
E entra no estado de espera, e outro processo é retirado da fila de espera do semáforo.

A segurança é uma condição do sistema resultante do estabelecimento e da manutenção das medidas de proteção do sistema. As vulnerabilidades de um sistema podem ser exploradas para violar a sua segurança. Uma medida de proteção básica é configurar um sistema para operar de uma forma que elimine ou mitigue vulnerabilidades conhecidas. Essa medida de proteção é conhecida como

A blocking
B evading
C hardening
D jamming
E sealing

Um ataque cibernético é qualquer esforço intencional para roubar, expor, alterar, desabilitar ou destruir dados, aplicativos ou outros ativos por meio de acesso não autorizado a uma rede, sistema de computador ou dispositivo digital. Um ataque pode ser caracterizado de acordo com a sua intenção, seu ponto de origem ou seu método de entrega. Como exemplo da característica de intenção, um ataque passivo

A interrompe serviços do alvo.
B altera a funcionalidade do alvo.
C realiza uma interação direta com o alvo.
D observa os dados transmitidos de/para o alvo.
E requer que o atacante se passe por um usuário legítimo do alvo.