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A política de alocação de páginas da técnica de memória virtual por paginação determina quantos frames cada processo pode manter na memória principal. Em algumas situações, quando um processo atinge o seu limite de alocação de frames e necessita alocar novas páginas na memória principal, o sistema operacional deve selecionar, dentre as diversas páginas alocadas, qual deverá ser liberada com base numa política de substituição de páginas. O algoritmo de substituição de páginas tem por objetivo selecionar os frames que tenham as menores chances de serem referenciados em um futuro próximo. Em particular, o algoritmo Least-Recently-Used (LRU)

A usa apenas uma lista de páginas alocadas e seleciona o frame que foi utilizado primeiro e que está há mais tempo na memória.
B usa um contador de referências em cada frame e seleciona o frame que foi menos referenciado.
C usa um marcador de tempo da última referência em cada frame e seleciona o frame que está há mais tempo sem ser referenciado.
D combina uma lista de páginas alocadas (LPA) com uma lista de páginas livres (LPL) e seleciona o frame em uso há mais tempo na memória, movendo-o da LPA para a LPL.
E usa um bit de referência e um bit de modificação em cada frame e classifica os frames em função desses bits em quatro categorias, selecionando o frame classificado na categoria inferior.

Para fornecer um acesso eficiente e conveniente a disco, o sistema operacional utiliza um sistema de arquivos no qual os dados são facilmente armazenados, localizados e recuperados. As informações sobre os arquivos, como, por exemplo, o nome do arquivo, são mantidas em entradas de um diretório no sistema de arquivos. A estrutura de diretório mais comum é a árvore. Todo arquivo no sistema tem um nome de caminho exclusivo. Um nome de caminho absoluto define um caminho a partir do

A diretório pai e segue um caminho parcial até o arquivo especificado, fornecendo os nomes dos diretórios no caminho.
B diretório corrente e segue um caminho parcial até o arquivo especificado, fornecendo os nomes dos diretórios no caminho.
C diretório pai e segue um caminho completo até o arquivo especificado, fornecendo os nomes dos diretórios no caminho.
D diretório corrente e segue um caminho completo até o arquivo especificado, fornecendo os nomes dos diretórios no caminho.
E diretório raiz e segue um caminho completo até o arquivo especificado, fornecendo os nomes dos diretórios no caminho.

O gerenciamento dos espaços alocados aos arquivos é de fundamental importância para o sistema de arquivos. Como os arquivos são criados e eliminados frequentemente, os segmentos livres vão-se fragmentando em pequenos pedaços por todo o disco, configurando um problema chamado fragmentação de espaços livres. Essa fragmentação pode atingir um estado crítico e impossibilitar a alocação de novos arquivos APENAS na(s) alocação(ões)

A contígua
B encadeada
C indexada
D contígua e encadeada
E encadeada e indexada

Os sistemas de armazenamento de dados se diferenciam pelo tipo de armazenamento, escalabilidade, custo e compartilhamento de dados. Um desses sistemas de armazenamento possui sistema operacional de rede e permite o compartilhamento de arquivos e pastas de um sistema de arquivos, usando protocolos de comunicação padronizados, como o Network File System (NFS) e o Common Internet File System (CIFS). Esse sistema de armazenamento é conhecido como

A DAS
B Fibre Channel
C iSCSI
D NAS
E SAN

Unidades de estado sólido (Solid State Drive – SSD) se tornaram gradualmente o foco para aprimorar os equipamentos de armazenamento com um aumento significativo do desempenho de leitura e escrita de dados. Porém, um SSD do tipo flash NAND é capaz de suportar apenas um número limitado de ciclos de escrita, que varia de acordo com o tipo de célula de memória flash NAND. Para minimizar esse problema, o controlador do SSD deve usar alguma técnica para prolongar a vida útil da memória flash, usando todas as células de memória de forma equilibrada. Numa dessas técnicas, cada vez que um bloco de dados é reescrito na memória flash, ele é escrito em um novo local. No entanto, blocos de memória flash que armazenam dados que não sofrem modificação não participam do controle de desgaste. Dessa forma, blocos que armazenam dados frequentemente modificados se desgastam mais do que os blocos que armazenam dados raramente modificados. Essa técnica é conhecida como

A dynamic wear leveling
B dynamic write balancing
C static wear leveling
D static write balancing
E write-wear balancing

Uma unidade de disco rígido (Hard Disk Drive – HDD) magnético é formada por discos (pratos) empilhados em um único eixo comum, mas que mantém um espaçamento entre os discos suficiente para as cabeças de leitura percorrerem o disco no sentido radial. A organização dos dados num disco é feita com um conjunto concêntrico de anéis, chamados de trilhas. Cada trilha tem a mesma largura da cabeça e é dividida em setores. Todas as cabeças sempre estão posicionadas nas mesmas trilhas dos seus respectivos discos. A junção de todas trilhas de mesmo número de todas as faces de todos os discos forma o conceito lógico de

A bloco
B cluster
C cilindro
D partição
E segmento

O Redundant Array of Independent Disks (RAID) é um arranjo de discos que distribui a gravação de dados entre os discos, com o objetivo de melhorar o desempenho, a confiabilidade e a capacidade de armazenamento. No caso do RAID 5, para melhorar, respectivamente, o desempenho e a confiabilidade, são adotadas as seguintes técnicas:

A espelhamento e paridade de bloco distribuída e intercalada
B espelhamento e paridade de bloco dupla distribuída e intercalada
C striping e espelhamento
D striping e paridade de bloco distribuída e intercalada
E striping e paridade de bloco dupla distribuída e intercalada

A gerência de memória virtual utiliza a técnica de mapeamento para traduzir endereços virtuais em endereços reais. Esse mapeamento é realizado com o apoio de uma memória especial que mantém apenas as traduções dos endereços virtuais das páginas mais recentemente referenciadas. Essa memória utiliza o esquema de mapeamento associativo que permite verificar simultaneamente em todas as suas entradas a presença do endereço virtual. Essa memória é conhecida como

A High Bandwidth Memory
B Translation Lookaside Buffer
C Dynamic Random-Access Memory
D Synchronous Dynamic Random-Access Memory
E Electrically Erasable Programmable Read-Only Memory

A gerência de dispositivos realizada pelo sistema operacional é organizada em camadas e estruturada para tornar as operações de E/S (Entrada/Saída) o mais simples possível para as aplicações dos usuários. Algumas camadas são implementadas via software e outras via hardware. Uma dessas camadas de software tem como função receber comandos gerais sobre acessos aos dispositivos e traduzi-los para comandos específicos que poderão ser executados pelos controladores. Qual o nome dessa camada de software?

A biblioteca de E/S
B device driver
C sistema de arquivos
D subsistema de E/S
E system call

No gerenciamento de processos pelo sistema operacional, há uma situação que pode ocorrer quando dois ou mais processos ficam aguardando indefinidamente por um evento que só pode ser causado por esses processos que estão em espera. Esse problema é conhecido como

A deadlock.
B interrupção.
C badblock.
D fork.
E looping.