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A frase abaixo cuja estrutura NÃO se apoia em uma comparação ou metáfora é:

A Leis são como salsichas. É melhor não ver como são feitas;
B A compra de autoridades ocorreu do mesmo modo como se compra bacalhau na feira: pelo cheiro;
C Encontrei Roma como uma cidade de tijolos e a deixei como uma cidade de mármore;
D Cuidar da casa e da família é como presidir um pequeno país: é muito duro;
E Fazer política é a arte de dividir o bolo de tal maneira que cada um pensa ter ficado com o pedaço maior.

Se reconheces que algo é injusto, tenta pôr fim à injustiça o mais rápido possível: para que esperar o próximo ano? Essa frase critica um aspecto da justiça que é:

A a corrupção do Poder Judiciário;
B a ausência de funcionários competentes;
C o fato de os juízes desfrutarem de privilégios;
D a falta de responsabilidade dos magistrados;
E a demora no julgamento dos processos.

“Não se enforca um homem por ele ter roubado cavalos, mas para que cavalos não sejam roubados”. Segundo esse pensamento:

A as penas não devem exceder a maldade do crime;
B as punições devem servir de exemplo social;
C algumas penas por pequenos roubos são exageradas;
D nem sempre as penas aplicadas são justas;
E as leis penais foram elaboradas de forma equivocada.

O jurista romano Ulpiano formulou o seguinte pensamento: “Tais são os preceitos do direito: viver honestamente, não ofender ninguém, dar a cada um o que lhe pertence”. Abaixo aparecem cinco diferentes maneiras de reescrever essa mesma frase; a reescritura que mostra uma forma inadequada é:

A Os preceitos do direito são tais: viver honestamente, não ofender ninguém, dar a cada um o que lhe pertence;
B Tais são os preceitos do direito: viver honestamente, dar a cada um o que lhe pertence e não ofender ninguém;
C Tais são os preceitos do direito: viver honestamente, não ofender ninguém, dar o que lhe pertence a cada um;
D São tais os preceitos do direito: viver honestamente, não ofender ninguém, dar a cada um o que lhe pertence;
E Viver honestamente, não ofender ninguém, dar a cada um o que lhe pertence: tais são os preceitos do direito.

“Excesso de direito, excesso de injustiça”. A forma adequada de indicar-se de modo mais explícito a relação lógica desse pensamento é:

A Se houver excesso de direito, haverá excesso de injustiça;
B ) O excesso de direito é sempre seguido do excesso de injustiça;
C Em havendo excesso de direito, desaparecerá o excesso de injustiça;
D O excesso de direito ocorre em função do excesso de injustiça;
E Quanto menor o excesso de direito, maior o excesso de injustiça.

A frase abaixo em que o termo sublinhado repete ou se refere a um termo anterior é:

A O justo é tranquilíssimo, o injusto é sempre muito solícito;
B Raspai o juiz, encontrareis o carrasco ;
C Não pretendas ser juiz se não tens força para desenraizar as injustiças ;
D É natural desejar que se faça justiça; a maior de todas as almas não ficaria insensível ao prazer de ser conhecida como ta l;
E Causam menos dano cem delinquentes do que um mau juiz.

“Se algum dia inclinares a balança da justiça, não o faças com o peso das doações, mas com o da misericórdia”. Esse pensamento de Dom Quixote condena o seguinte traço da justiça:

A os privilégios do Judiciário;
B a possibilidade de corrupção;
C a indiferença pelos mais pobres;
D o sentimentalismo exagerado;
E o tecnicismo excessivo.

“Querendo abolir a pena de morte, que comecem os senhores assassinos!” Em relação à pena de morte, esse pensamento é:

A favorável, pregando que sua abolição deveria começar pela ausência de crimes de morte;
B favorável, defendendo a ideia de que os assassinos devem ser os primeiros a serem mortos;
C favorável, argumentando que ela não deve ser abolida quando houver mais assassinos;
D contrário, mostrando que ela também é uma forma de assassinato;
E contrário, indicando a sua abolição, começando pelo fato de os assassinos deixarem de matar.

Observe o seguinte diálogo: A – Não há justiça sobre a terra. B – Por acaso, existe no céu? Sendo esse um texto argumentativo, o segundo argumentador apela para a seguinte estratégia:

A emprega um argumento de autoridade religiosa;
B utiliza-se de uma opinião pessoal como argumento;
C foge do assunto, apresentando uma pergunta;
D constrói um círculo vicioso;
E opõe-se ao primeiro, com apelo ao bom senso.

“O fim das penas não é atormentar , perseguir e afligir um ser sensível... Seu fim é apenas impedir que o réu cause novos danos aos seus concidadãos e dissuadir os outros de fazerem o mesmo”. Se quiséssemos nominalizar todas as ações sublinhadas, deveríamos trocar os verbos por substantivos; nesse caso, a substituição inadequada seria:

A atormentar um ser sensível / atormentação de um ser sensível;
B perseguir um ser sensível / perseguição de um ser sensível;
C afligir um ser sensível / aflição de um ser sensível;
D impedir que o réu cause novos danos / impedimento de o réu causar novos danos;
E dissuadir os outros / dissuasão dos outros.