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Dentro da Administração Pública, a gestão de processos possui a característica de

A simulação, que testa projetos e fluxos antes de torná-los definitivos.
B redirecionamento, que repensa o fluxo de trabalho.
C documentação, que entrega valor à empresa.
D monitoramento, que registra um conjunto de práticas organizacionais.
E modelação, que consiste no redesenho de fluxos de trabalho.

O planejamento estratégico, um dos modelos de gestão estratégica, é aquele considerado

A relevante para atendimento a situações de emergência, conduzindo a gestão a uma resposta de curto e médio prazo para a solução da questão apresentada.
B adequado para implementar atividades de alocação de recursos dentro do processo de gestão, considerando efeitos que ocorrerão a médio prazo.
C sistêmico, realizado ao nivel de toda a empresa, visando um horizonte temporal mais longo e considerando os efeitos que produzirá na empresa no seu todo.
D para elaboração de projetos, padrões e programas dentro da gestão pública, e que considera que seus efeitos se darão em curto, médio e longo prazo.
E garantidor de flexibilidade na resposta da gestão a mudanças no ambiente, permitindo um horizonte temporal reduzido, a curtissimo prazo.

A construção da rodovia Transamazônica foi motivada

A pela meta do governo militar de construir a maior rodovia do país, somando-se a outras obras “faraônicas” desse periodo como a Hidrelétrica de Itaipu e a Usina de Volta Redonda, simbolos do chamado “milagre brasileiro”.
B pelo propósito de se ter no país uma estrada que ligasse a costa atlântica ao Pacífico, objetivo que não se concretizou pois os govemos do Peru e do Equador não quiseram participar dessa obra alegando que, além de custosa, ela implicava em desmatamento e invasão de territórios indigenas,
C pela necessidade de se ampliar a integração nacional e a comunicação da região Norte com os estados do Nordeste, no sentido leste-neste, meta que se realizou muito precariamente, quando de sua inauguração em 1972, considerando os inumeros trechos intransitáveis e inacabados.
D por interesses econômicos voltados à exportação do látex, visto que o acesso aos portos, por seus produtores, sempre foi uma dificuldade para o desenvolvimento dessa exploração e o meio terrestre se mostrava como o mais adequado naquela região de grandes rios intransponiveis.
E pelo plano SALTE, implementado pelo general Eurico Gaspar Dutra, que visava, com a Transamazônica, promover e incentivar a ocupação da região norte, considerada muito despovoada e suscetível a invasões estrangeiras ou à instalação de movimentos de guerrilha rural.
Texto associado
Atenção: Para responder às questões de números 7 a 10, baseie-se no texto abaixo.

O cantar de um hino

Já na origem grega da palavra hino ( húmnos ) está o sentido de canto , de cantar Também se diz que “canta sua terra” quem decide homenageá-la. Um hino é a homenagem que se presta à energia da natureza de um lugar, aos seus habitantes mais empenhados, à sua origem histórica, à sua vocação política. Nenhum desses compromissos falta ao Hino de Fortaleza, cujas palavras compôs o escritor cearense Gustavo Barroso (1888-1959).
A natureza comparece no “emplumado e virente coqueiro”, nas “areias de prata”, na “manhã cristalina”; jangadas e jangadeiros são ícones locais que nos ocorrem imediatamente; um nome como Iracema, da tabajara “com alma de virgem”, acusa a presença forte dos povos originais; e a menção aos “escravos partindo os grilhões” é uma celebração da resistência do cativo.
A um hino não costuma faltar um refrão — lugar onde a poesia se condensa e se repete ritualmente, que costuma ter grande efeito numa interpretação coral. O refrão escolhido pelo poeta desse hino invoca o nome querida e reiterado, a natureza luminosa e o compromisso afetivo dos filhos do lugar, ainda quando distantes: “Fortaleza! Fortaleza! / Irmã do Sol e do mar, / Fortaleza! Fortaleza! Sempre havemos de te amar”. Todos esses atributos, insiste o poeta, trarão de volta quem do lugar amado se afaste, pois tais encantos “Não se apagam no seu coração” — como diz o verso que arremata a homenagem prestada a Fortaleza com o hino de um filho seu.

(Justiniano Almeida Cunha, inédito)

Analisando-se a relação existente entre parágrafos do lexto, observa-se que

A o 3° parágrafo relativiza a concepção de hino desenvolvida nos dois primeiros parágrafos.
B o 2° parágrafo exemplifica de modo particular os atributos de um hino nomeado no 1º parágrafo.
C o 1° e o 2° parágrafos articulam-se para melhor ressaltar a característica técnica do refrão.
D o 2° e o 3º parágrafos divergem quanto à Importância histórica dos povos oprimidos.
E o 3° parágrafo exalta detalhadamente a brava resistência referida no 2º parágrafo.

A gestão por projetos utilizando como ferramenta o método do caminho crítico, Critical Path Method (CPM), pressupõe a identificação

A dos cenários de probabilidade de sucesso e de insucesso do projeto, bem como de fatores que impactam o cumprimento do respectivo cronograma de execução.
B do conjunto de atividades ou tarefas críticas que não podem sofrer atrasos, sob pena de comprometer o prazo de execução do projeto.
C das áreas mais deficientes da organização, ou seja, de seu caminho crítico, a fim de evitar que realizem etapas relevantes dos projetos.
D dos colaboradores menos engajados e que tendem a dificultar e até mesmo sabotar os projetos da organização, os quais devem ser afastados de projetos prioritários.
E dos obstáculos externos à organização, que constituem ameaças à execução dos projetos, procurando-se caminhos alternativos.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 11 a 15, baseie-se no texto abaixo.

[Vida a compartilhar]

Um jovem amigo meu é uma pessoa exasperada e deprimida. Na semana passada, ele foi atraído por uma história edificante. Lima escola americana dedicara um anfiteatro a uma professora de escola fundamenta! que, depois de uma longa carreira de ensino, foi paralisada por uma distrofia muscular, e seguiu ensinando. Quando perdeu a voz, passou a ensinar surdos-mudos. Na reportagem, ela estranhava a atenção e os elogios: era uma mulher em paz consigo mesma e com o mundo, sem furores caritativos ou vocações martirológicas. Sua vida parecia simplesmente normal.
Meu jovem amigo comentou que, se estivesse no lugar dela, já teria acabado com sua própria vida. Essa ideia, concordei, passaria por qualquer cabeça. Mas por que a professora não foi por esse caminho? O insuportável numa doença como essa, afirmou então meu interlocutor, são os limites, as impotências.
Observei-lhe então que há uma infinidade de coisas que não conseguimos fazer. Afinal, não sei voar, nem ficar por respirar mais que dois minutos. Com paciência condescendente, meu amigo explicou que essas são coisas que ninguém, ou quase ninguém, consegue fazer O que dói, acrescentou, é não conseguir fazer as coisas que os outros conseguem. E declarou que, se tivesse uma invalidez grave, talvez pudesse seguir vivendo, mas só entre pessoas tão inválidas quanto ele. Conclusão da conversa: o problema não é a invalidez, o problema são os outros. Melhor dizendo, a necessidade de se comparar aos outros.
De todo modo, ficamos sem apurar que tipo de energia animava aquela prejudicada professora, excepcionalmente apta e disposta a só compartilhar o que tinha de positivo.
(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Terra de ninguém. São Paulo: Publifolha, 2004, p. 70-71)

No 3° parágrafo, ao considerar que todos nós temos limites, o autor se deparou com a seguinte posição defendida pelo jovem amigo:

A os males que acometem as outras pessoas passam a ser nossos, quando não os avaliamos com lucidez critica.
B todo sofrimento compartilhado tende a ir diminuindo na medida em que as pessoas se deem conta de sua inevitabilidade.
C as pessoas potenciam nossos males, quando não buscam entender a injustiça que se entranha na condenação que nos aflige.
D a ninguém deve animar a esperança de que sua invalidez se apequene diante da invalidez de muitos outros.
E os males que nos afligem podem tornar-se suportáveis quando na mesma medida afligirem os nossos semelhantes.

Sandra nasceu em pais estrangeiro quando os seus pais, brasileiros, desfrutavam das suas férias, não tendo sido registrada em repartição brasileira competente. Sandra nunca viveu no Brasil, porém tem planos para, no futuro, aqui residir é seguir, em território nacional, carreira diplomática. Em conformidade com a Constituição Federal, nessa situação, Sandra

A não poderá seguir a carreira diplomática em nenhuma circunstância, pois não foi registrada em repartição brasileira competente do nascer.
B Poderá seguir a carreira diplomática, pois tanto brasileiros quanto estrangeiros podem segui-la.
C Poderá seguir a carreira diplomática, desde que venha a residir no Brasil e opte, em qualquer tempo, depois de atingida a maioridade, pela nacionalidade brasileira.
D Poderá seguir a carreira diplomática, pois o fato de ser filha de brasileiros a torna brasileira nata, independentemente do preenchimento de qualquer outro requisito.
E poderá seguir a carreira diplomática apenas se se naturalizar brasileira, pois a mesma é privativa de brasileiros, tanto natos quanto naturalizados.

Sinfrônio está negociando com a sua empregadora, a Financeira Tradição, a prestação de serviços na modalidade de teletrabalho. Nessa situação, conforme prevê o ordenamento jurídico trabalhista.

A na hipótese de determinação da Financeira Tradição para o retomo de Sinfrônio ao labor presencial, a mesma deverá garantir um período de transição de, no mínimo, 30 dias, registrado em contrato.
B o trabalhador devera prestar serviços sempre fora do estabelecimento do empregador, ficando descaracterizado o teletrabalho se o empregado comparecer habitualmente na empresa para serviços que exijam a sua presença.
C o aditivo contratual poderá prever a prestação de serviços por jornada, ou por produção ou por tarefa.
D a convenção coletiva aplicável à relação de emprego entre Sinfrônio e a Financeira Tradição passará a ser a do novo local da prestação de serviços (da residência de Sinfrônio), não mais a da base territorial do estabelecimento de lotação.
E as despesas com manutenção de equipamentos necessários para a prestação dos serviços remotos serão sempre da responsabilidade do empregador, independente de previsão contratual.

A Teoria da Hierarquia das Necessidades Humanas, desenvolvida por Abraham Maslow, apresenta uma pirâmide em cujo topo encontram-se as

A principais necessidades do ser humano, ligadas à subsistência e segurança e que são a razão pela qual os Indivíduos se sentem motivados à realização de tarefas no ambiente de trabalho.
B necessidades ligadas à autorrealização, as quais o indivíduo somente busca satisfazer depois de supridas necessidades mais básicas (fisiológicas, segurança, sociais e de estima).
C recompensas financeiras, consideradas os principais fatores de motivação do ser humano e que não podem ser substituídos por outras compensações como estima e pertencimento ao grupo.
D atividades consideradas mais prazerosas, ligadas ao bem-estar e convívio familiar e que somente podem ser realizadas ou usufruídas depois de realizadas as atividades ligadas ao trabalho e obrigações perante a sociedade.
E camadas mais privilegiadas da sociedade, cujas necessidades são totalmente atendidas, diversamente do que ocorre com as demais classes sociais que se situam em outros estratos da pirâmide social.

Acerca dos recursos, considere:

I. A interposição de recursos não impede a eficácia da decisão recorrida, salvo disposição legal ou decisão judicial em sentido diverso.
II. O recurso adesivo é admissível na apelação e no agravo de instrumento e não se subordina ao recurso independente.
III. O recorrente pode desistir do recurso a qualquer tempo sem anuência do recorrido ou dos litisconsortes.
IV. A renúncia ao direito de recorrer depende de aceitação da parte contrária.

De acordo com o Código de Processo Civil, está correto o que se afirma APENAS em

A I e IV.
B I e II.
C II e IV.
D III e IV.
E I e III.