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Considerando o software de correio eletrônico Mozilla Thunderbird, versão 68 em português, ao acessar uma mensagem e então utilizar a tecla de atalho CTRL + L é correto afirmar que (Obs: O caractere “+” foi utilizado apenas para interpretação da questão)

A essa mensagem será encaminhada.
B essa mensagem será respondida para todos os destinatários.
C essa mensagem será respondida apenas para o remetente.
D será aberta a caixa de diálogo verificar Anexos.
E será aberta a caixa de diálogo Localizar na Página.

Considerando o navegador Google Chrome, versão 79 em português, ao fechar uma guia de forma “acidental”, é possível, em seguida, reabrir essa respectiva guia através de qual tecla de atalho? (Obs: O caractere “+” foi utilizado apenas para interpretação da questão)

A Ctrl + F7
B Ctrl + Alt + f
C Ctrl + z
D Ctrl + Shift + t
E Ctrl + F3
Texto associado
“O último baobá”, conheça a lenda africana sobre o renascimento da esperança Ninguém acreditava mais nas antigas lendas. Os narradores que se sentavam embaixo do baobá a desemaranhar longas histórias, protegidos pelas estrelas, já tinham partido quando a areia chegou. As palavras estavam caladas. Ninguém mais acreditava em um céu protetor.

África era um enorme lençol amarelo. A areia, grão a grão, tinha construído um grande deserto. Interminável. Ninguém percebeu, ou ninguém quis se dar conta. A desolação chegou em silêncio. Aconteceu quando os glaciais se esvaneceram em uma queixa interminável, quando os ursos e as baleias se converteram em recordação, quando as águias perderam o rumo.

O céu, cansado da torpeza da humanidade, se refugiou em outro céu, mais distante. Fugiu. Não podia mais proteger a terra.

O velho tinha visto as pessoas partirem, os mais jovens em direção ao norte, os mais fracos em direção à escuridão. Sentiu uma nostalgia distante o invadir lentamente. O velho narrador, embaixo do último baobá, contou uma lenda antiga. Nela, falava do nascimento das estrelas, da luz, do mundo… Mas não havia ninguém mais disposto a escutar um velho prosador. Olhou em torno, procurando algum ouvido. África, rio amarelo, estava rodeada de silêncio. Buscou uma estrela perdida, no céu só havia escuridão.

O velho apoiou as costas cansadas no tronco dolorido do baobá. Casca com casca. Pele rachada, alma dolorida. A árvore da vida estremeceu. O vento dava rajadas contra a areia carbonizada. Tinha que partir. Sabia que tudo se acabava. O último baobá e a última voz da África iriam embora juntos.

Abriu o punho. Trêmulo, contemplou a semente diminuta que havia guardado tanto tempo. A semente da esperança. Olhou a árvore. Era o momento. Não se pode atrasar a retirada. Separou a areia até chegar à terra. Virou a mão e, pela linha da vida, girou a semente até encontrar um sulco.

O baobá havia aberto a casca e do oculto coração brotou a água milagrosa. A árvore era a vida. O velho voltou a fazer crescer baobás grandiosos como gigantes que beijavam as nuvens.

Agora, sobre os escritórios, nos telhados, sobre as avenidas e os trens; nos beirais, sobre comércios, bancos e ministérios crescem trepadeiras coloridas. Embaixo delas, está escondida a destruição como uma lembrança dolorosa.

Adaptado de https://www.revistapazes.com/o-ultimo-baobaconheca-a-lenda-africana-sobre-o-renascimento-da-esperanca/

Assinale a alternativa em que todas as palavras sejam acentuadas graficamente pelo mesmo motivo.

A Ninguém, último, baobá.
B Histórias, céu, ninguém.
C Até, céu, já.
D Interminável, silêncio, trêmulo.
E Ninguém, baobá, até.

O protocolo DHCP permite aos computadores obter um endereço IP de forma automática ao se conectar na rede. Essa ideia que permite automatizar a configuração dos endereços IP nos computadores é sucessora do protocolo

A DHMC.
B BOOTP.
C CMCP.
D HLTC.
E REIP.

Considere a seguinte proposição: “Se Luiza passar no concurso, então ela não irá morar em outra cidade”. Assinale a alternativa que apresenta a proposição composta equivalente.

A “Se Luiza não passar no concurso, então ela não irá morar em outra cidade”.
B “Se Luiza não passar no concurso, então ela irá morar em outra cidade”.
C “Luiza passou no concurso e não foi morar em outra cidade”.
D “Luiza passou no concurso ou não foi morar em outra cidade”.
E “Se Luiza for morar em outra cidade, então ela não passou no concurso”.
Texto associado
“O último baobá”, conheça a lenda africana sobre o renascimento da esperança Ninguém acreditava mais nas antigas lendas. Os narradores que se sentavam embaixo do baobá a desemaranhar longas histórias, protegidos pelas estrelas, já tinham partido quando a areia chegou. As palavras estavam caladas. Ninguém mais acreditava em um céu protetor.

África era um enorme lençol amarelo. A areia, grão a grão, tinha construído um grande deserto. Interminável. Ninguém percebeu, ou ninguém quis se dar conta. A desolação chegou em silêncio. Aconteceu quando os glaciais se esvaneceram em uma queixa interminável, quando os ursos e as baleias se converteram em recordação, quando as águias perderam o rumo.

O céu, cansado da torpeza da humanidade, se refugiou em outro céu, mais distante. Fugiu. Não podia mais proteger a terra.

O velho tinha visto as pessoas partirem, os mais jovens em direção ao norte, os mais fracos em direção à escuridão. Sentiu uma nostalgia distante o invadir lentamente. O velho narrador, embaixo do último baobá, contou uma lenda antiga. Nela, falava do nascimento das estrelas, da luz, do mundo… Mas não havia ninguém mais disposto a escutar um velho prosador. Olhou em torno, procurando algum ouvido. África, rio amarelo, estava rodeada de silêncio. Buscou uma estrela perdida, no céu só havia escuridão.

O velho apoiou as costas cansadas no tronco dolorido do baobá. Casca com casca. Pele rachada, alma dolorida. A árvore da vida estremeceu. O vento dava rajadas contra a areia carbonizada. Tinha que partir. Sabia que tudo se acabava. O último baobá e a última voz da África iriam embora juntos.

Abriu o punho. Trêmulo, contemplou a semente diminuta que havia guardado tanto tempo. A semente da esperança. Olhou a árvore. Era o momento. Não se pode atrasar a retirada. Separou a areia até chegar à terra. Virou a mão e, pela linha da vida, girou a semente até encontrar um sulco.

O baobá havia aberto a casca e do oculto coração brotou a água milagrosa. A árvore era a vida. O velho voltou a fazer crescer baobás grandiosos como gigantes que beijavam as nuvens.

Agora, sobre os escritórios, nos telhados, sobre as avenidas e os trens; nos beirais, sobre comércios, bancos e ministérios crescem trepadeiras coloridas. Embaixo delas, está escondida a destruição como uma lembrança dolorosa.

Adaptado de https://www.revistapazes.com/o-ultimo-baobaconheca-a-lenda-africana-sobre-o-renascimento-da-esperanca/

Em relação à figura de linguagem, em “As palavras estavam caladas.”, assinale a alternativa correta.

A Ocorre um eufemismo, já que há a tentativa de amenizar o fato de que todas as vidas foram perdidas, por isso, o silêncio.
B Há uma metáfora, visto que se compara as palavras à vida humana.
C Configura-se uma prosopopeia (personificação), pois atribui-se às palavras uma característica humana, ou seja, o fato de estarem caladas.
D Há uma antítese, porque as palavras se calarem é algo controverso.
E Ocorre uma elipse, pois há termos faltantes para que a frase tenha sentido completo.

O Modelo OSI é um modelo de rede de computadores de referência da ISO dividido em camadas. Qual é a camada responsável pela representação dos dados, incluindo “tarefas” como a compressão de dados, criptografia e a conversão de códigos?

A Camada de apresentação.
B Camada de transporte.
C Camada de rede.
D Camada de enlace.
E Camada física.