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A primeira-ministra britânica, Theresa May, anunciou nesta sexta-feira (24/05) que vai deixar o cargo em 7 de junho. A renúncia foi anunciada após a líder do Partido Conservador fracassar na condução do Brexit, processo de saída do Reino Unido da União Europeia . (Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em 25.mai.2019) Sobre o Brexit é correto afirmar que

A a falta de acordo entre as partes ocorre porque a União Europeia tem se negado a pagar cerca de 5 milhões de euros ao Reino Unido sobre a rescisão do acordo.
B diante das dificuldades para estabelecer um acordo entre Reino Unido e União Europeia, haverá um novo plebiscito, em outubro, para que os ingleses possam rever sua posição.
C inúmeros entraves sociais, econômicos, financeiros e de delimitação de fronteiras têm dificultado o processo de retirada do Reino Unido da União Europeia.
D o ponto mais sensível do acordo se refere à implantação de nova política britânica de acolhimento dos imigrantes e refugiados, antes semelhante à da União Europeia.
E várias empresas de países membros da União Europeia já anunciaram que deverão instalar filiais no Reino Unido devido ao forte mercado consumidor do país.

Todo processo baseado na confiabilidade de instrumentos de controle ou de medição, exigem o cumprimento e a garantia de que se esteja executando as atividades com todo o critério que este exige, sendo fundamental para a qualidade dos processos produtivos. Nesse cenário, a calibração tem papel determinante, sendo

A uma série de conjunto de operações que estabelecem, sob condições gerais, a relação entre os valores indicados por um instrumento (calibrador) ou sistema de medição e os valores representados por uma medida estimada.
B uma ferramenta básica que visa assegurar a confiabilidade de um instrumento de medição, por meio da comparação do valor medido com um padrão rastreado.
C as operações de calibração baseadas na comparação de instrumentos de uso geral, de modo a determinar a sua aproximação e verificar se a exatidão continua de acordo com a idealização do fabricante.
D resumidamente, uma comparação entre os valores tabelados para um instrumento de medição e os indicados pela gerência da área ou pelo diretor de produção.
E uma espécie de comparação entre os valores indicados em uma série de instrumentos usados para um determinado fim e a medição feita e obtida em instrumentos escolhidos para serem adotados como referência.
Texto associado
De cedo, aprendi a subir ladeira e a pegar bonde andando. Posso dizer, com humildade orgulhosa, que tive morros e bondes no meu tempo de menino. Nossa pobreza não era envergonhada. Ainda não fora substituída pela miséria nos morros pobres, como o da Geada. Que tinha esse nome a propósito: lá pelos altos do Jaguaré, quando fazia muito frio, no morro costumava gear. Tínhamos um par de sapatos para o domingo. Só. A semana tocada de tamancos ou de pés no chão. Não há lembrança que me chegue sem os gostos. Será difícil esquecer, lá no morro, o gosto de fel de chá para os rins, chá de carqueja empurrado goela abaixo pelas mãos de minha bisavó Júlia. Havia pobreza, marcada. Mas se o chá de carqueja me descia brabo pela goela, como me é difícil esquecer o gosto bom do leite quente na caneca esmaltada estirada, amorosamente, também no morro da Geada, pelas mãos de minha avó Nair. A miséria não substituíra a pobreza. E lá no morro da Geada, além do futebol e do jogo de malha, a gente criava de um tudo. Havia galinha, cabrito, porco, marreco, passarinho, e a natureza criava rolinha, corruíra, papa-capim, andorinha, quanto. Tudo ali nos Jaguarés, no morro da Geada, sem água encanada, com luz só recente, sem televisão, sem aparelho de som e sem inflação. Nenhum de nós sabia dizer a palavra solidariedade. Mas, na casa do tio Otacílio, criavam-se até filhos dos outros, e estou certo que o nosso coração era simples, espichado e melhor. Não desandávamos a reclamar da vida, não nos hostilizávamos feito possessos, tocávamos a pé pra baixo e pra cima e, quando um se encontrava com o outro, a gente não dizia: “Oi!”. A gente se saudava, largo e profundo: - Ô, batuta*! *batuta: amigo, camarada. (Texto adaptado. João Antônio. Meus tempos de menino. In: WERNEK, Humberto (org.). Boa companhia: crônicas. São Paulo, Companhia das Letras, 2005, p. 141-143)

Os verbos e o sinal indicativo de crase estão empregados corretamente na seguinte frase, redigida a partir do texto:

A Caso você quer voltar à um dia da infância, tome chá de carqueja.
B Os bondes não se manteram com à passagem do tempo.
C Nós nos dedicávamos à criação de uma infinidade de animais.
D Na casa do tio Otacílio, proporam-se à criar filhos dos outros.
E Não era comum que um hostiliza-se à outro no morro da Geada.

Em uma equipe de futebol, sempre que André ou Bruno não jogam, o técnico escala Carlos para jogar, e Daniel sempre joga quando André joga. Se Carlos não jogou, então

A André jogou, mas Bruno não.
B Daniel jogou, mas Bruno não.
C André e Bruno não jogaram.
D Bruno jogou, mas Daniel não.
E Daniel e André jogaram.
Texto associado
De cedo, aprendi a subir ladeira e a pegar bonde andando. Posso dizer, com humildade orgulhosa, que tive morros e bondes no meu tempo de menino. Nossa pobreza não era envergonhada. Ainda não fora substituída pela miséria nos morros pobres, como o da Geada. Que tinha esse nome a propósito: lá pelos altos do Jaguaré, quando fazia muito frio, no morro costumava gear. Tínhamos um par de sapatos para o domingo. Só. A semana tocada de tamancos ou de pés no chão. Não há lembrança que me chegue sem os gostos. Será difícil esquecer, lá no morro, o gosto de fel de chá para os rins, chá de carqueja empurrado goela abaixo pelas mãos de minha bisavó Júlia. Havia pobreza, marcada. Mas se o chá de carqueja me descia brabo pela goela, como me é difícil esquecer o gosto bom do leite quente na caneca esmaltada estirada, amorosamente, também no morro da Geada, pelas mãos de minha avó Nair. A miséria não substituíra a pobreza. E lá no morro da Geada, além do futebol e do jogo de malha, a gente criava de um tudo. Havia galinha, cabrito, porco, marreco, passarinho, e a natureza criava rolinha, corruíra, papa-capim, andorinha, quanto. Tudo ali nos Jaguarés, no morro da Geada, sem água encanada, com luz só recente, sem televisão, sem aparelho de som e sem inflação. Nenhum de nós sabia dizer a palavra solidariedade. Mas, na casa do tio Otacílio, criavam-se até filhos dos outros, e estou certo que o nosso coração era simples, espichado e melhor. Não desandávamos a reclamar da vida, não nos hostilizávamos feito possessos, tocávamos a pé pra baixo e pra cima e, quando um se encontrava com o outro, a gente não dizia: “Oi!”. A gente se saudava, largo e profundo: - Ô, batuta*! *batuta: amigo, camarada. (Texto adaptado. João Antônio. Meus tempos de menino. In: WERNEK, Humberto (org.). Boa companhia: crônicas. São Paulo, Companhia das Letras, 2005, p. 141-143)

No segmento ... morros pobres, como o da Geada. Que tinha esse nome a propósito: lá pelos altos do Jaguaré, quando fazia muito frio, no morro costumava gear (2°parágrafo), o sinal de dois-pontos introduz

A uma ressalva.
B uma citação.
C um esclarecimento.
D uma contradição.
E um resumo.

Os sistemas informatizados requerem atenção especial quanto a segurança em relação às informações armazenadas. Nesse sentido, o sistema operacional Windows 7, apresenta uma barreira protetora chamada Firewall do Windows, que visa

A impedir que se abra e-mails com anexos perigosos ou suspeitos, dos quais não se tenha segurança da origem.
B utilizar um prompt de comando, como interpretador de linha de comando do sistema, objetivando a identificação de vírus e à correção de erros.
C detectar e/ou desativar qualquer vírus que tenha sido transmitido e que esteja instalado ou que tenha infectado o computador do usuário.
D identificar, rastrear, bloquear e/ou impedir a entrada e abertura de spam ou e-mail ou mensagens que não tenham sido solicitados.
E monitorar e restringir as informações transmitidas entre o computador do usuário e uma rede ou com a Internet, impedindo o acesso de pessoas sem permissão.

Fenômenos como as descargas atmosféricas que atingem redes elétricas, ou partidas de grandes motores, podem interferir diretamente nas instalações elétricas, comprometendo o seu funcionamento. Para a proteção da rede contra surtos de tensão, um recurso utilizado é a instalação do Dispositivo de Proteção Contra Surtos (DPS). Quando ocorre a sobretensão, passando pelo DPS, o encaminhamento da tensão excedente e o processamento desta ação, se dão, respectivamente, conforme descrito em:

A a tensão em sobrecarga é baixada, estabilizada e encaminhada para a rede, de tal forma que a corrente elétrica flua em apenas um sentido, do ânodo (+) para o cátodo (-) – esses ajustes são realizados pelo diodo retificador incorporado no dispositivo.
B a tensão mais elevada, percebida no dispositivo de proteção é reduzida, por derivação, para outros caminhos do circuito, que será distribuída, de tal forma que o valor é baixado para um valor préajustado – ação promovida pelo resistor incorporado.
C a tensão sobrecarregada é retificada para um valor inferior ao ajustado no DPS, para que possa ser encaminhada para a rede; se esta corrente for alternada, o dispositivo conduzirá na alternância positiva e não conduzirá na negativa – este processamento se dá por meio do tirístor.
D um caminho com menor oposição à passagem da corrente elétrica é oferecido, escoando toda essa energia pelo sistema de aterramento – a responsabilidade por esta ação é do varistor incorporado.
E constatada a sobretensão, modificações súbitas predeterminadas são produzidas na alimentação, por um eletroímã, dirigindo a corrente para um ou mais circuitos elétricos secundários de saída – procedimento processado por um relé interno ao DPS.
Texto associado
De cedo, aprendi a subir ladeira e a pegar bonde andando. Posso dizer, com humildade orgulhosa, que tive morros e bondes no meu tempo de menino. Nossa pobreza não era envergonhada. Ainda não fora substituída pela miséria nos morros pobres, como o da Geada. Que tinha esse nome a propósito: lá pelos altos do Jaguaré, quando fazia muito frio, no morro costumava gear. Tínhamos um par de sapatos para o domingo. Só. A semana tocada de tamancos ou de pés no chão. Não há lembrança que me chegue sem os gostos. Será difícil esquecer, lá no morro, o gosto de fel de chá para os rins, chá de carqueja empurrado goela abaixo pelas mãos de minha bisavó Júlia. Havia pobreza, marcada. Mas se o chá de carqueja me descia brabo pela goela, como me é difícil esquecer o gosto bom do leite quente na caneca esmaltada estirada, amorosamente, também no morro da Geada, pelas mãos de minha avó Nair. A miséria não substituíra a pobreza. E lá no morro da Geada, além do futebol e do jogo de malha, a gente criava de um tudo. Havia galinha, cabrito, porco, marreco, passarinho, e a natureza criava rolinha, corruíra, papa-capim, andorinha, quanto. Tudo ali nos Jaguarés, no morro da Geada, sem água encanada, com luz só recente, sem televisão, sem aparelho de som e sem inflação. Nenhum de nós sabia dizer a palavra solidariedade. Mas, na casa do tio Otacílio, criavam-se até filhos dos outros, e estou certo que o nosso coração era simples, espichado e melhor. Não desandávamos a reclamar da vida, não nos hostilizávamos feito possessos, tocávamos a pé pra baixo e pra cima e, quando um se encontrava com o outro, a gente não dizia: “Oi!”. A gente se saudava, largo e profundo: - Ô, batuta*! *batuta: amigo, camarada. (Texto adaptado. João Antônio. Meus tempos de menino. In: WERNEK, Humberto (org.). Boa companhia: crônicas. São Paulo, Companhia das Letras, 2005, p. 141-143)

Uma frase em que se interpreta corretamente o conteúdo do 5° parágrafo é

A As pessoas do morro não se hostilizavam, tampouco se solidarizavam umas com as outras.
B Para os moradores do morro da Geada, a solidariedade era uma experiência vivida na prática.
C Na casa do tio Otacílio, fazia-se de tudo para ganhar a vida, até criar filhos dos outros.
D Como não tínhamos liberdade de reclamar, andávamos freneticamente de um lado a outro.
E Éramos tão simplórios que não reclamávamos da vida, mesmo quando ficávamos revoltados.

Em todos os quadros elétricos, pode-se projetar sistema de proteção contra surto de tensão com zona de proteção contra sobretensões. Assim procedendo, há que se estabelecer que a tensão residual dos protetores

A deve ser feita com o uso de transdutor trifásico para tensão alternada.
B deve ser encaminhada para refinamento através do QDLF geral, logo após o disjuntor de entrada.
C deve retornar para o sistema, a afim de reduzir os custos de produção.
D não deve exceder a isolação do equipamento e dos componentes do sistema.
E deve ser encaminhada integralmente à terra.

Um funcionário de uma empresa verificou que serão necessários 103 metros de cabo para uma instalação elétrica em 5 salas e que todas as salas da empresa necessitarão da mesma metragem de cabo. Sabendo que o cabo é vendido a R$ 0,95 o metro e que se pode adquirir frações de metro pelo preço proporcional, o gasto total da empresa com a compra de cabo para essa instalação elétrica em 27 salas será, em R$, de

A 542,31.
B 537,26.
C 519,47.
D 528,39.
E 550,15.