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De acordo com as tabelas de padrão de turbidez para água pós-filtração ou pré-desinfecção, que constam nos ANEXOS II e III da Portaria n o 2.914 de 2011 do Ministério da Saúde, o valor máximo permitido para turbidez em uT (Unidade de Turbidez) no tratamento de água, utilizando filtração rápida (tratamento direto ou filtração direta), vigente no ano de 2016 é de

A 0,5 uT em 25 % das amostras.
B 0,5 uT em 95 % das amostras.
C 1,0 uT em 25 % das amostras.
D 1,0 uT em 50 % das amostras.
E 1,0 uT em 95 % das amostras.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química - 2016

O processo de tratamento de lodo baseado na elevação das partículas até a superfície do tanque com o uso de microbolhas de ar, onde o lodo é removido por raspadores mecânicos superficiais é denominado

A Adensamento por gravidade.
B Centrifugação.
C Floculação.
D Flotação.
E Tanque de aeração com lodo ativado.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química - 2016

Considere as 6 estruturas abaixo.

Em relação à isomeria é INCORRETO afirmar que

A V não é isômero funcional de VI.
B I e II e I e III são isômeros cis trans.
C II e III são antípodas ópticos.
D IV e V são tautômeros.
E I, II e III são isômeros geométricos.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química - 2016
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 23 a 25, considere as informações abaixo.

Tabela 1. Propriedades físico-químicas do LAS

Alquilbenzeno Sulfonato Linear
C 10
C 10
C 11
C 11
C 12
C 12
C 13
C 13
Isômero
IE a
II b
IE
II
IE
II
IE
II
Massa molar
320
320
334
334
348
348
362
362
Sol.(g.L −1 )
20
20
15
15
10
10
5
5
K (d −1 ) e
2,0
1,33
2,60
1,73
3,38
2,25
4,39
2,93
Kp(Lkg −1 ) d
220
220
1.000
1.000
3.070
3.070
9.330
9.330

a isômero externo; b isômero interno; e constante de biodegração; d coeficiente de partição no lodo.

Estrutura molecular do Alquilbenzeno Sulfonato Linear (LAS)

CH 3 __ (CH 2 ) n __ CH __ (CH 2 ) n’ ___ CH 3

SO 3 ​ − ​

Onde n e n’ na figura, são valores diferentes.
“O LAS (Alquilbenzeno Linear Sulfonato) é uma mistura de inúmeros homólogos e isômeros com diferentes massas moleculares (Tabela 1). Nessa mistura estão presentes homólogos que possuem número de átomos de carbono diferentes na cadeia alquílica. A posição do grupo assinalado na cadeia carbônica tem-se os diversos isômeros de um determinado homólogo. Os isômeros externos (IE) são aqueles em que o grupo assinalado está mais próximo ao átomo de carbono terminal da cadeia alquílica, enquanto que os isômeros internos (II) são aqueles que o grupo assinalado está mais distante.”
(Extraído e adaptado de: http://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/16388/16388_3.PDF . p.24)

Baseados na Tabela 1 e no texto, considere:

I. Os isômeros externos e internos do mesmo homólogo apresentam diferenças de solubilidade.

II. A solubilidade entre os homólogos é inversamente proporcional ao aumento da cadeia linear.

III. O tamanho da cadeia linear e a posição do grupamento na cadeia alquílica interfere na constante de biodegradação (k).

IV. O coeficiente de partição no lodo varia de acordo com a posição do radical (interno ou externo) sendo maior na fração C 10 .

Está correto o que consta APENAS em

A I e II.
B I e IV.
C I e III.
D II e IV.
E II e III.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química - 2016

Dibromoetano e dibromopropano são compostos usados em pesticidas e são potencialmente carcinogênicos. Podem apresentar a forma de dois enantiômeros o

A 1,1 dibromopropano.
B 1,3 dibromopropano.
C 1,2 dibromoetano.
D 1,1 dibromoetano.
E 1,2 dibromopropano.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química - 2016

No processo de tingimento de fibras de nylon , o efluente não tratado do banho de corante na fibra foi preparado com solução tampão de ácido acético e acetato de sódio, em uma concentração de 0,60 g . L − 1 − 1 e 1,64 g . L −1 , respectivamente.

Dados :
log1 = 0; log0,5 = −0,3 log2 = 0,3
pKa do ácido acético = 4,74
massas molares (g.mol −1 ): ácido acético = 60; acetato de sódio = 82

O pH estimado do efluente será

A 4,74.
B 4,24.
C 5,74.
D 5,04.
E 5,24.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química - 2016

Considere a seguinte reação nuclear:

8 8 2 2 3 ​ Ra → 8 6 2 1 9 ​ Rn + 2 4 ​ a

O isótopo Ra-223, em relação ao isótopo Rn-219, possui

A 4 prótons a mais.
B 4 nêutrons a mais.
C 2 prótons a mais.
D 2 nêutrons a menos.
E 2 prótons a menos.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química - 2016

Considere a reação química entre sulfeto e ácido iodídrico (não balanceada) abaixo.

S 2− + I 2 + H + → S + HI

O número de oxidação para o

A iodo varia de −2 para zero, sofrendo oxidação; o enxofre sofre redução com número de oxidação variando de −1 a zero.
B iodo varia de −1 para zero, sofrendo oxidação; o enxofre sofre redução com número de oxidação variando de −2 a zero.
C enxofre varia de −1 para zero, sofrendo oxidação; o iodo sofre redução com número de oxidação variando de zero a −2.
D enxofre variam de −2 para zero, sofrendo redução; o iodo sofre oxidação com número de oxidação variando de −1 a zero.
E enxofre varia de −2 para zero, sofrendo oxidação; o iodo sofre redução com número de oxidação variando de zero a −1.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química - 2016
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 26 e 27, considere as informações abaixo.

A principal fonte de sulfeto em águas naturais é o lançamento de esgotos sanitários e de efluentes industriais que contenham sulfato, em condições anaeróbias. Devido à ação biológica, ocorre a transformação do sulfato. Em menor proporção, o íon sulfeto pode também ser gerado da decomposição biológica de matéria orgânica contendo enxofre, notadamente as proteínas albuminoides. A seguinte equação química (não balanceada) representa a redução de sulfato a sulfeto em meio anaeróbio pelas bactérias do gênero Desulphovibrio desulphuricans:”

(w)SO 4 ​ 2 − ​ + (x)C + (y)H 2 O → (z 1 ) (HCO 3 ) - + (z 2 ) H 2 S

(Extraído e adaptado de: http://www.leb.esalq.usp.br/disciplinas/Fernando/leb360/Fasciculo%207%20-%20Anions%20em%20Aguas.pdf. P.5)

Nessa reação, sofre redução o átomo de

A enxofre, pois ganhou elétrons.
B carbono, pois ganhou elétrons.
C carbono, pois perdeu elétrons.
D enxofre, pois perdeu elétrons.
E oxigênio, pois ganhou elétrons.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química - 2016

Em uma Estação de Tratamento de Água para Abastecimento Público, no tratamento convencional, considerando um fluxo sequencial progressivo, a etapa posterior à decantação e que precede a desinfecção é denominada

A Coagulação.
B Floculação.
C Fluoretação.
D Filtração.
E Sedimentação.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior - Analista Ambiental - Área: Química - 2016