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Partindo do pressuposto de que o Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola tem em si as propostas pedagógicas, verifica-se que o PPP é uma ferramenta que

A valoriza os meios do processo educativo em detrimento dos fins a serem alcançados.
B apresenta uma única proposta de plano de ação a ser seguido.
C faz parte do trabalho exclusivo do gestor, que deve mantê-lo sempre atualizado.
D planeja e define o que a escola busca alcançar.
E garante a repetição de saberes acumulados.

Os princípios da Pedagogia Renovada Progressivista vêm sendo difundidos ao longo dos anos.
São representantes dessa tendência pedagógica:

A Lobrot e Freinet
B Locke e Herbart
C Skinner e Bloom
D Montessori e Decroly
E Makarenko e Dermeval Saviani

A escolha de um método de ensino não é um ato neutro, à revelia dos fins educativos, mas está atrelada a determinados ideais pedagógicos.
Sendo assim, ao se escolher o método científico, característico da Pedagogia Renovada Progressivista, optam-se por ações didáticas que

A recorrem ao mecanismo de memorização, à assimilação descontextualizada e à estratégia de reprodução de modelos.
B destacam a formulação de problemas, a construção de hipóteses, a coleta de dados, a experimentação e a aplicação das descobertas.
C modelam respostas apropriadas aos objetivos instrucionais, buscando alcançar o comportamento adequado, através do controle do ensino.
D procuram desenvolver a capacidade de organização do estudante, utilizando técnicas de sensibilização, onde os sentimentos possam ser expostos.
E relacionam a prática vivida pelos e pelas estudantes com os conteúdos propostos pelas diversas disciplinas oferecidas pela escola.

Uma equipe de três funcionários de uma secretaria acadêmica atua no atendimento aos cursos de Mestrado e Doutorado de uma faculdade. No mês do preenchimento do relatório de avaliação da CAPES, o chefe do setor, que possui experiência com a atividade, adoeceu e teve que se afastar de suas atividades laborais por trinta dias. O servidor mais jovem da equipe, apesar de pouco tempo de casa, assumiu temporariamente a coordenação da equipe na realização daquela tarefa, por ter conhecimento prévio advindo de sua atuação na mesma atividade, em outra IES. Os demais colegas concordaram, tendo em vista o interesse deles em concluir satisfatoriamente o trabalho e em atender às expectativas da faculdade com a avaliação da CAPES.
Na situação descrita, o jovem servidor liderou a equipe de um modo característico de uma liderança

A contingencial
B intuitiva
C personalística
D de mentoria
E de estilo

O paradigma clássico da gestão evoluiu com mudanças graduais, sem apresentar rupturas em sua conceituação e sem transformações radicais. A aceleração do processo de mudança no mundo exigiu a necessidade de uma gestão por competências, em que a racionalidade dá passagem para a entrada da subjetividade, sob a égide do paradigma da complexidade. O gestor que desempenhava funções exclusivamente administrativas e burocráticas passa a desempenhar novas funções dentro da escola. Nesse contexto, na elaboração do Projeto Político Pedagógico, esse gestor

A cria o Projeto Político Pedagógico.
B estabelece as linhas de ação a serem seguidas por todos.
C determina os critérios de avaliação dos objetivos operacionais.
D elabora os conteúdos curriculares.
E articula a gestão pedagógica.

Atualmente, é importante que as organizações criem condições para que as pessoas trabalhem, com maior eficácia, em conjunto que isoladamente. Considere que uma equipe é orientada no sentido de garantir que tenha liberdade para tomar decisões importantes sobre prazos e contratações, bem como sobre métodos de trabalho que proporcionem significado, identidade e avaliação. Nesse contexto, qual critério de criação de equipes sustenta a orientação apresentada?

A Recompensas individuais
B Rotatividade de pessoal
C Restrição à interação
D Tarefas simples
E Autonomia

Conseguiremos formar um aluno curioso, imaginativo, questionador, dotado de visão crítica, politicamente comprometido a partir de um currículo centrado em dicotomizações e em verdades absolutas? Acreditamos que não. [...] É preciso aprender a conviver com a incerteza que necessariamente caracteriza o processo de conhecer

MOREIRA, A. F. B. Conhecimento, currículo e ensino: questões e perspectivas. Em aberto. Brasília, ano 12, n.58. abr./jun. 1993.

No esforço para alcançar essa formação, descrita com todas essas características apresentadas acima pelo autor, é essencial que, na relação educador-educando, seja considerado a(o)

A neutralidade
B imposição
C uniformidade
D diálogo
E poder

No desenvolvimento das afirmações “Não há docência sem discência”; “Ensinar não é transferir conhecimento” e “Ensinar é uma especificidade humana”, Paulo Freire descreve um conjunto de saberes necessários à prática educativa. Na perspectiva Freiriana, o princípio que fundamenta a ação docente é o Princípio da(o)

A Neutralidade
B Divergência
C Desconstrução
D Autonomia
E Autoritarismo
Texto associado
Considere o texto abaixo para responder às questões de n o ​ s 39 e 40.

A professora, ao avaliar, é avaliada, coloca-se em contato com o movimento de permanente produção de conhecimento e de desconhecimento, atos entrelaçados no cotidiano escolar. Assim, ao investigar, por meio dos instrumentos e procedimentos de avaliação que vai criando em função da dinâmica peculiar de sua sala de aula, os percursos peculiares de seus alunos e alunas, sabe que se estão confrontando também os seus próprios conhecimentos e desconhecimentos, aprofundando-se em seu próprio trajeto, fazendo opções que levam tanto ao autoconhecimento quanto ao autodesconhecimento.

ESTEBAN, Maria Teresa. Ser professora: avaliar e ser avaliada. In: ESTEBAN, Maria Teresa. Escola, currículo e avaliação. São Paulo: Cortez, 2005. p.34. Adaptado.

A ênfase no resultado, que algumas perspectivas de avaliação defendem, dificulta a percepção do ensino-aprendizagem como um processo dialógico, integrado em um sistema complexo.
Essa configuração faz da aprendizagem

A mera reprodução de conteúdos, de acordo com modelos pedagógicos mais progressistas, e, da avaliação, um ato dialógico, demarcado por um processo social de silenciamento dos sujeitos, saberes e culturas periféricos.
B mera reprodução de conteúdos, de acordo com modelos pedagógicos que desvitalizam o conhecimento, e, da avaliação, um ato externo, demarcado por um processo social de silenciamento dos sujeitos, saberes e culturas periféricos.
C ampla construção de conhecimentos por parte de docentes e estudantes, de acordo com modelos pedagógicos mais progressistas, e, da avaliação, um ato dialético, demarcado por um processo social de silenciamento dos sujeitos, saberes e culturas periféricos.
D ampla construção de conteúdos, de acordo com modelos pedagógicos que desvitalizam o conhecimento, e, da avaliação, um ato emancipatório, demarcado por um processo social de enaltecimento dos sujeitos, saberes e culturas periféricos.
E ampla construção de conhecimentos por parte apenas dos docentes, de acordo com modelos pedagógicos mais progressistas, e, da avaliação, um ato externo, demarcado por um processo social de enaltecimento dos sujeitos, saberes e culturas periféricos.