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No que se refere aos Órgãos Sociais e Estatutários da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), segundo dispõe seu Estatuto Social, assinale a alternativa que apresente incorretamente um órgão estatutário da EBSERH.

A Conselho de Administração
B Conselho Nacional de Fiscalização Sanitária
C Comitê de Auditoria
D Conselho Fiscal
E Diretoria Executiva

A Interpretação Técnica Geral (ITG) 2000 R1 trata dos critérios e procedimentos que devem ser adotados pelas empresas para sua escrituração contábil, bem como a responsabilidade do profissional de contabilidade e a guarda e manutenção da documentação e de arquivos contábeis. Sobre o assunto exposto, assinale a alternativa INCORRETA :

A A terminologia utilizada no registro contábil deve expressar a essência econômica da transação
B A escrituração contábil deve ser realizada com observância aos Princípios de Contabilidade
C O detalhamento dos registros contábeis de qualquer empresa estabelecida no país, deve ser único e necessariamente observar um padrão pré-definido pelos normativos contábeis
D Os livros contábeis obrigatórios, entre eles o Livro Diário e o Livro Razão, em forma digital, devem ser assinados digitalmente pela entidade e pelo profissional da contabilidade regularmente habilitado e serem autenticados no registro público ou entidade competente, desde que exigível por legislação específica
E Os documentos em papel que deram origem aos lançamentos contábeis podem ser digitalizados e armazenados em meio magnético, desde que assinados pelo responsável pela entidade e pelo profissional da contabilidade regularmente habilitado, devendo ser submetidos ao registro público competente
Texto associado
Texto I O conto do vigário (Joseli Dias) Um conto de réis. Foi esta quantia, enorme para a época, que o velho pároco de Cantanzal perdeu para Pedro Lulu, boa vida cuja única ocupação, além de levar à perdição as mocinhas do lugar, era tocar viola para garantir, de uma casa em outra, o almoço de todos os dias. Nenhum vendeiro, por maior esforço de memória que fizesse, lembraria o dia em que Pedro Lulu tirou do bolso uma nota qualquer para comprar alguma coisa. Sempre vinha com uma conversa maneira, uma lábia enroladora e no final terminava por comprar o que queria, deixando fiado e desaparecendo por vários meses, até achar que o dono do boteco tinha esquecido a dívida, para fazer uma nova por cima. A vida de Pedro Lulu era relativamente boa. Tocava nas festas, ganhava roupas usadas dos amigos e juras de amor de moças solteironas de Cantanzal. A vida mansa, no entanto, terminou quando o Padre Bastião chegou por ali. Homem sisudo, pregava o trabalho como meio único para progredir na vida. Ele mesmo dava exemplo, pegando no batente de manhã cedo, preparando massa de cimento e assentando tijolos da igreja em construção. Quando deu com Pedro Lulu, que só queria sombra e água fresca, iniciou uma verdadeira campanha contra ele. Nos sermões, pregava o trabalho árduo. Pedro Lulu era o exemplo mais formidável que dava aos fiéis. “Não tem família, não tem dinheiro, veste o que lhe dão, vive a cantar e a mendigar comida na mesa alheia”, pregava o padre, diante do rebanho. Aos poucos Pedro Lulu foi perdendo amizades valiosas, os almoços oferecidos foram escasseando e até mesmo nas rodas de cantoria era olhado de lado por alguns. “Isso tem que acabar”, disse consigo. Naquele dia foi até a igreja e prostou-se diante do confessionário. Fingindo ser outra pessoa, pediu ao padre o mais absoluto segredo do que iria contar, porque havia prometido a um amigo que não faria o mesmo diante das maiores dificuldades, mas que vê-lo em tamanha necessidade, tinha resolvido confessar-se passando o segredo adiante. O Padre, cujo único defeito era interessar-se pela vida alheia, ficou todo ouvidos. E foi assim que a misteriosa figura contou que Pedro Lulu era, na verdade, riquíssimo, mas que por uma aposta que fez, não podia usufruir de seus bens na capital, que somavam milhares de contos de réis. [...]

A leitura atenta do texto permite-nos classificá-lo como pertencente à tipologia narrativa. A respeito dos elementos que o caracterizam, é correto afirmar que:

A a apresentação idealizada atribuída ao personagem Pedro Lulu reforça a indiferença dos demais personagens por ele.
B a ausência de uma delimitação do espaço em que se passa a história permite, ao leitor, situá-la em qualquer região do país.
C a longa descrição apresentada pelo narrador acerca do personagem Pedro Lulu revela a posição isenta do foco narrativo selecionado.
D o texto concentra-se na caracterização dos traços físicos do personagem Pedro Lulu em detrimento de suas atitudes.
E a situação apresentada logo no início do texto revela um recorte temporal da história que ainda será explicado posteriormente.
Texto associado
Texto I O conto do vigário (Joseli Dias) Um conto de réis. Foi esta quantia, enorme para a época, que o velho pároco de Cantanzal perdeu para Pedro Lulu, boa vida cuja única ocupação, além de levar à perdição as mocinhas do lugar, era tocar viola para garantir, de uma casa em outra, o almoço de todos os dias. Nenhum vendeiro, por maior esforço de memória que fizesse, lembraria o dia em que Pedro Lulu tirou do bolso uma nota qualquer para comprar alguma coisa. Sempre vinha com uma conversa maneira, uma lábia enroladora e no final terminava por comprar o que queria, deixando fiado e desaparecendo por vários meses, até achar que o dono do boteco tinha esquecido a dívida, para fazer uma nova por cima. A vida de Pedro Lulu era relativamente boa. Tocava nas festas, ganhava roupas usadas dos amigos e juras de amor de moças solteironas de Cantanzal. A vida mansa, no entanto, terminou quando o Padre Bastião chegou por ali. Homem sisudo, pregava o trabalho como meio único para progredir na vida. Ele mesmo dava exemplo, pegando no batente de manhã cedo, preparando massa de cimento e assentando tijolos da igreja em construção. Quando deu com Pedro Lulu, que só queria sombra e água fresca, iniciou uma verdadeira campanha contra ele. Nos sermões, pregava o trabalho árduo. Pedro Lulu era o exemplo mais formidável que dava aos fiéis. “Não tem família, não tem dinheiro, veste o que lhe dão, vive a cantar e a mendigar comida na mesa alheia”, pregava o padre, diante do rebanho. Aos poucos Pedro Lulu foi perdendo amizades valiosas, os almoços oferecidos foram escasseando e até mesmo nas rodas de cantoria era olhado de lado por alguns. “Isso tem que acabar”, disse consigo. Naquele dia foi até a igreja e prostou-se diante do confessionário. Fingindo ser outra pessoa, pediu ao padre o mais absoluto segredo do que iria contar, porque havia prometido a um amigo que não faria o mesmo diante das maiores dificuldades, mas que vê-lo em tamanha necessidade, tinha resolvido confessar-se passando o segredo adiante. O Padre, cujo único defeito era interessar-se pela vida alheia, ficou todo ouvidos. E foi assim que a misteriosa figura contou que Pedro Lulu era, na verdade, riquíssimo, mas que por uma aposta que fez, não podia usufruir de seus bens na capital, que somavam milhares de contos de réis. [...]

Considere a passagem abaixo para responder à questão. “ Ele mesmo dava exemplo, pegando no batente de manhã cedo, preparando massa de cimento e assentando tijolos da igreja em construção.” (2º§) As três últimas orações do período composto acima conservam, em sua estrutura, um traço comum que nos permite classificá-las como:

A reduzidas.
B substantivas.
C adjetivas.
D assindéticas.
E justapostas.
Texto associado
Texto I O conto do vigário (Joseli Dias) Um conto de réis. Foi esta quantia, enorme para a época, que o velho pároco de Cantanzal perdeu para Pedro Lulu, boa vida cuja única ocupação, além de levar à perdição as mocinhas do lugar, era tocar viola para garantir, de uma casa em outra, o almoço de todos os dias. Nenhum vendeiro, por maior esforço de memória que fizesse, lembraria o dia em que Pedro Lulu tirou do bolso uma nota qualquer para comprar alguma coisa. Sempre vinha com uma conversa maneira, uma lábia enroladora e no final terminava por comprar o que queria, deixando fiado e desaparecendo por vários meses, até achar que o dono do boteco tinha esquecido a dívida, para fazer uma nova por cima. A vida de Pedro Lulu era relativamente boa. Tocava nas festas, ganhava roupas usadas dos amigos e juras de amor de moças solteironas de Cantanzal. A vida mansa, no entanto, terminou quando o Padre Bastião chegou por ali. Homem sisudo, pregava o trabalho como meio único para progredir na vida. Ele mesmo dava exemplo, pegando no batente de manhã cedo, preparando massa de cimento e assentando tijolos da igreja em construção. Quando deu com Pedro Lulu, que só queria sombra e água fresca, iniciou uma verdadeira campanha contra ele. Nos sermões, pregava o trabalho árduo. Pedro Lulu era o exemplo mais formidável que dava aos fiéis. “Não tem família, não tem dinheiro, veste o que lhe dão, vive a cantar e a mendigar comida na mesa alheia”, pregava o padre, diante do rebanho. Aos poucos Pedro Lulu foi perdendo amizades valiosas, os almoços oferecidos foram escasseando e até mesmo nas rodas de cantoria era olhado de lado por alguns. “Isso tem que acabar”, disse consigo. Naquele dia foi até a igreja e prostou-se diante do confessionário. Fingindo ser outra pessoa, pediu ao padre o mais absoluto segredo do que iria contar, porque havia prometido a um amigo que não faria o mesmo diante das maiores dificuldades, mas que vê-lo em tamanha necessidade, tinha resolvido confessar-se passando o segredo adiante. O Padre, cujo único defeito era interessar-se pela vida alheia, ficou todo ouvidos. E foi assim que a misteriosa figura contou que Pedro Lulu era, na verdade, riquíssimo, mas que por uma aposta que fez, não podia usufruir de seus bens na capital, que somavam milhares de contos de réis. [...]

Considere a passagem abaixo para responder à questão. “ Ele mesmo dava exemplo, pegando no batente de manhã cedo, preparando massa de cimento e assentando tijolos da igreja em construção.” (2º§) Destaca-se, na passagem, o vocábulo “mesmo” que cumpre um papel de reforço em relação ao pronome “Ele”. Entendendo “mesmo” também como pronome, deve ser classificado morfologicamente como:

A relativo.
B indefinido.
C demonstrativo.
D possessivo.
E interrogativo.
Texto associado
Texto I O conto do vigário (Joseli Dias) Um conto de réis. Foi esta quantia, enorme para a época, que o velho pároco de Cantanzal perdeu para Pedro Lulu, boa vida cuja única ocupação, além de levar à perdição as mocinhas do lugar, era tocar viola para garantir, de uma casa em outra, o almoço de todos os dias. Nenhum vendeiro, por maior esforço de memória que fizesse, lembraria o dia em que Pedro Lulu tirou do bolso uma nota qualquer para comprar alguma coisa. Sempre vinha com uma conversa maneira, uma lábia enroladora e no final terminava por comprar o que queria, deixando fiado e desaparecendo por vários meses, até achar que o dono do boteco tinha esquecido a dívida, para fazer uma nova por cima. A vida de Pedro Lulu era relativamente boa. Tocava nas festas, ganhava roupas usadas dos amigos e juras de amor de moças solteironas de Cantanzal. A vida mansa, no entanto, terminou quando o Padre Bastião chegou por ali. Homem sisudo, pregava o trabalho como meio único para progredir na vida. Ele mesmo dava exemplo, pegando no batente de manhã cedo, preparando massa de cimento e assentando tijolos da igreja em construção. Quando deu com Pedro Lulu, que só queria sombra e água fresca, iniciou uma verdadeira campanha contra ele. Nos sermões, pregava o trabalho árduo. Pedro Lulu era o exemplo mais formidável que dava aos fiéis. “Não tem família, não tem dinheiro, veste o que lhe dão, vive a cantar e a mendigar comida na mesa alheia”, pregava o padre, diante do rebanho. Aos poucos Pedro Lulu foi perdendo amizades valiosas, os almoços oferecidos foram escasseando e até mesmo nas rodas de cantoria era olhado de lado por alguns. “Isso tem que acabar”, disse consigo. Naquele dia foi até a igreja e prostou-se diante do confessionário. Fingindo ser outra pessoa, pediu ao padre o mais absoluto segredo do que iria contar, porque havia prometido a um amigo que não faria o mesmo diante das maiores dificuldades, mas que vê-lo em tamanha necessidade, tinha resolvido confessar-se passando o segredo adiante. O Padre, cujo único defeito era interessar-se pela vida alheia, ficou todo ouvidos. E foi assim que a misteriosa figura contou que Pedro Lulu era, na verdade, riquíssimo, mas que por uma aposta que fez, não podia usufruir de seus bens na capital, que somavam milhares de contos de réis. [...]

De acordo com o texto, pode-se afirmar que a opinião de moradores acerca de Pedro Lulu:

A era resultado da identificação com um comportamento típico.
B foi alterada em função da avaliação feita pelo padre.
C dependia da qualidade com que ele tocava a viola.
D era marcada por vínculos sólidos de longas amizades.
E jamais considerou as atitudes cotidianas por ele realizadas.

A empresa XYZ comprou um terreno por R$100.000,00 e vendeu-o depois de um certo tempo, por R$ 140.000,00. Durante período entre a compra e a venda, houve uma inflação de 12%. Selecione a alternativa correta que mostra o ganho real da empresa.

A 71%
B 40%
C 35%
D 25%
E 12%

Uma empresa optante pelo SIMPLES federal possui uma folha de pagamento no valor bruto mensal de R$ 12.000,00. A Previdência Social dos empregados referente a esta folha de pagamento monta em R$ 824,00. Assinale alternativa que apresenta as contas de débito e crédito dos lançamentos para a contabilização da folha de pagamento no último dia do mês:

A Débito: Salários a Pagar R$ 11.176,00 Débito: Previdência Social a Recolher R$ 824,00 Crédito: Salários devidos no mês R$ 12.000,00
B Débito: Salários devidos no mês R$ 12.000,00 Débito: Previdência Social R$ 824,00 Crédito: Bancos R$ 12.000,00 Crédito Previdência Social a Recolher R$ 824,00
C Débito: Bancos R$ 11.176,00 Débito: Previdência Social R$ 824,00 Crédito: Salários devidos no mês R$ 12.000,00
D Débito: Salários devidos no mês R$ 12.000,00 Crédito: Salários a Pagar R$ 11.176,00 Crédito: Previdência Social a Recolher R$ 824,00
E Débito: Salários devidos no mês R$ 11.176,00 Débito: Despesa com Previdência R$ 824,00 Crédito: Salários a Pagar R$ 12.000,00

A empresa ABC efetuou uma compra com seu fornecedor no valor de R$ 3.600,00. O vencimento da duplicata era 28/02/22, mas teria um desconto de 5% se pagasse até 14/02/22. A empresa ABC aceitou pagar antes do vencimento a duplicata, obtendo assim, o desconto prometido. Assinale a alternativa que apresenta as contas de débito e crédito dos lançamentos para a contabilização do pagamento da duplicata e seu desconto.

A Débito: Fornecedores R$ 3.600,00 Crédito: Bancos R$ 3.420,00 Crédito: Receita com descontos obtidos R$ 180,00
B Débito: Fornecedores R$ 3.420,00 Débito: Receita com descontos obtidos R$ 180,00 Crédito: Bancos R$ 3.600,00
C Débito: Bancos R$ 3.420,00 Débito: Receita com descontos obtidos R$ 180,00 Crédito: Fornecedores R$ 3.600,00
D Débito: Bancos R$ 3.600,00 Crédito: Fornecedores R$ 3.420,00 Crédito: Receita com descontos concedidos R$ 180,00
E Débito: Descontos concedidos R$ 180,00 Débito: Duplicatas descontadas R$ 3.420,00 Crédito: Fornecedores R$ 3.600,00

A empresa BFG devia pagar a um fornecedor uma duplicata no valor de R$ 12.000,00 em 31/01/22. No entanto, pagou 10 dias depois. Os juros de mora ficaram em R$ 80,00. Assinale a que apresenta as contas de débito e crédito dos lançamentos para a contabilização do pagamento da duplicata e o respectivo juros.

A Débito: Bancos R$ 12.080,00 Crédito: Juros de Mora R$ 80,00 Crédito: Fornecedores R$ 12.000,00
B Débito: Fornecedores R$ 12.000,00 Débito: Juros de Mora R$ 80,00 Crédito: Bancos R$ 12.080,00
C Débito: Juros recebidos por atraso R$ 80,00 Débito: Bancos R$ 12.000,00 Crédito: Fornecedores R$ 12.080,00
D Débito: Bancos R$ 12.000,00 Crédito: Juros recebidos R$ 80,00 Crédito: Fornecedores R$ 11.320,00
E Débito: Bancos R$ 11.320,00 Crédito: Juros de Mora R$ 80,00 Crédito: Fornecedores R$ 12.000,00