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Um técnico em enfermagem, durante a manipulação de material perfurocortante, deve ter o cuidado de

A utilizar os dedos como anteparo durante a realização de punção venosa.
B preencher acima de 2/3 a capacidade total dos coletores para descarte de material perfurocortante.
C acondicionar vidrarias e lâminas de barbear em saco de lixo branco para descarte.
D se equipar com luvas de procedimento, reencapar as agulhas antes do descarte, para evitar acidentes.
E desprezar todo material perfurocortante (mesmo que estéril) em recipientes resistentes à perfuração e com tampa.

Um técnico em enfermagem deve conhecer sua regulamentação profissional. Assim, de acordo com o decreto nº 94.406/1987, cabe a esse profissional executar qual das seguintes atividades?

A Prescrever assistência de enfermagem.
B Realizar auditoria em serviços hospitalares de complexidade intermediária.
C Chefiar serviços públicos e de unidade de enfermagem.
D Assistir ao enfermeiro na supervisão de assistência de enfermagem.
E Prescrever medicamentos estabelecidos em programas de saúde pública.

São considerados sinais de presunção de gravidez:

A náuseas, vômitos e aumento do volume das mamas.
B atraso menstrual e amolecimento da cérvice uterina.
C percepção de movimentos fetais e paredes vaginais aumentadas.
D sonolência, salivação excessiva e positividade da fração beta do HCG.
E saída de colostro pelo mamilo e paredes vaginais aumentadas.
Órgão: Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo Cargo: Técnico em Enfermagem Prova: Instituto AOCP - Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo - Técnico em Enfermagem - 2021

As responsabilidades legais relacionadas ao preparo e à administração de medicamentos são orientadas pelo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. Assim, quando um técnico em enfermagem administra um fármaco sem conhecer sua natureza e os riscos na sua administração, ele está sendo

A imperito.
B imprudente.
C precipitado.
D inseguro.
E indolente.

Está indicado, prioritariamente, para o diagnóstico de tuberculose pulmonar e laríngea em adultos e adolescentes,

A o teste de sensibilidade cutânea para tuberculose.
B o Teste Rápido Molecular para Tuberculose (TRM-TB).
C o raio X de tórax.
D a baciloscopia indireta (BAAR).
E o swab de orofaringe.

Ao realizar a coleta de sangue para exames, em veia periférica, o técnico de enfermagem deve observar alguns cuidados para evitar alterações no material coletado que comprometam os resultados, tais como

A coletar o sangue abaixo de um acesso venoso.
B retirar o torniquete/garrote antes de retirar a agulha do local de punção.
C aplicar pressão sobre o local de punção após a retirada da agulha.
D instruir o cliente/paciente a abrir e fechar a mão vigorosamente após a aplicação do torniquete/garrote no braço escolhido, enquanto o material necessário está sendo preparado.
E limpar o local de punção com álcool 70%, em movimentos circulares do centro para fora, e secá-lo com gaze estéril, se necessário.

A prescrição de enfermagem para um paciente internado, portador de ferida contaminada, determina que, para a realização de curativo na lesão, a limpeza seja realizada com soro fisiológico 0,9%, em jato. Para alcançar o jato adequado para a irrigação, o técnico de enfermagem deve utilizar, entre outros recursos,

A uma seringa de 20 mL com agulha de calibre 40 X 12 ou similar.
B uma sonda nasogástrica número 24.
C um frasco de soro fisiológico perfurado com agulha de calibre 25 X 6
D uma sonda de aspiração traqueal de grosso calibre
E uma seringa de 5 mL, com agulha de calibre 30 X 7.

Na sala de espera, enquanto aguardava ser chamada para consulta, P.J., 58 anos, sexo feminino, hipertensa, diabética, obesa, apresentou um “desmaio”. Ao chegar no local, o técnico de enfermagem (TE) constatou que P.J. apresentava parada cardiorrespiratória. Frente a essa situação, o TE deve, entre outros cuidados,

A solicitar e aguardar a presença do médico ou enfermeiro para início dos procedimentos de reanimação cardiopulmonar (RCP).
B iniciar, imediatamente, os procedimentos de reanimação cardiopulmonar (RCP) realizando duas ventilações seguidas de compressões torácicas a uma frequência de 80 a 100 compressões por minuto.
C colocar a paciente em maca, transportá-la para local privado, oferecer oxigênio em alto fluxo, via cateter nasal, e iniciar compressões torácicas a uma frequência de 60 a 80 compressões por minuto.
D iniciar os procedimentos de reanimação cardiopulmonar (RCP) puncionando veia periférica de grosso calibre, instalar cateter nasal e oferecer oxigênio seco em fluxo de 5 litros por minuto e, a seguir, aplicar compressões torácicas a uma frequência de 80 a 120 compressões por minuto.
E solicitar ajuda e iniciar os procedimentos de reanimação com compressões torácicas a uma frequência de 100 a 120 compressões por minuto e profundidade de 5 a 6 cm

A tuberculose continua sendo uma epidemia em grande parte do mundo, causando a morte de quase um milhão e meio de pessoas a cada ano, principalmente em países em desenvolvimento. Embora seja uma doença passível de ser prevenida, tratada e curada, ainda mata cerca de 4,4 mil pessoas todos os anos no Brasil (MS, 2019). Frente a essa situação, o município adotou, como uma das estratégias para o controle dessa doença, a busca ativa de sintomáticos respiratórios, ou seja, indivíduos que apresentem tosse

A e febre por, pelo menos, cinco dias consecutivos.
B por três semanas ou mais
C com expectoração de cor esverdeada há pelo menos sete dias.
D seca e febre acima de 38,5ºC, há mais de sete dias.
E com expectoração amarela há, pelo menos, dez dias.
Texto associado
Para responder à questão, considere o relato a seguir. J.R., 68 anos, sexo masculino, viúvo, compareceu ao ambulatório de especialidades para consulta médica. Durante a aferição dos sinais vitais, relatou ao técnico de enfermagem (TE) que toma regularmente a medicação prescrita, que realiza caminhadas de 30 minutos, cinco vezes por semana, mas que tem dificuldades em relação à alimentação, principalmente em relação ao uso do sal. Após a consulta, o técnico de enfermagem fez as orientações de enfermagem pertinentes.

Ao aferir a pressão arterial de J.R., para a obtenção de valores fidedignos, o técnico de enfermagem deve

A estimar o nível da pressão arterial diastólica pela palpação do pulso radial.
B determinar a pressão arterial sistólica após o desaparecimento dos sons (fase IV de Korotkoff).
C anotar os valores obtidos, arredondando-os para o valor inteiro acima, bem como qual foi o braço em que a pressão arterial foi medida.
D certificar-se de que o paciente não praticou exercícios físicos há, pelo menos, 10 minutos.
E realizar pelo menos duas medições, com intervalo entre elas em torno de um minuto.