QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
144 questões encontradas

Considere que, após uma exodontia (extração dentária), o cirurgião-dentista tenha colocado sobre a bancada dois dentes, o 36 e o 15. Nesse caso, no que concerne às diferenças anatômicas entre esses dois dentes, é correto afirmar que

A o dente 36 apresenta duas raízes, vestibular e lingual, e sua coroa possui 5 cúspides, enquanto o dente 15 tem duas raízes e duas cúspides, palatina e vestibular.
B o dente 36 apresenta três raízes, mesial, distal e palatina, e cinco cúspides, enquanto o dente 15 apresenta 2 raízes e duas cúspides, mesial e distal.
C o dente 36 apresenta duas raízes, uma mesial e outra distal, e sua coroa possui 5 cúspides, enquanto o dente 15 tem duas cúspides, vestibular e palatina, com uma única raiz.
D o dente 36, diferentemente do dente 15, apresenta duas raízes, uma mesial e outra distal, e sua coroa tem 4 cúspides.
E o dente 36 possui 3 raízes, com 4 cúspides, enquanto o dente 15 tem duas cúspides, mesial e distal, com uma única raiz.

Em relação ao processo saúde-doença e aos níveis de prevenção, assinale a opção correta.

A Promoção de saúde, proteção específica e diagnóstico precoce são medidas da pré-patogênese.
B A prevenção secundária ocorre no período patogênico e contempla diagnóstico precoce, tratamento imediato e limitação do dano.
C No processo saúde-doença, após o início da patogênese, há somente a necessidade da prevenção terciária, para reabilitação das incapacidades.
D A prevenção terciária visa ao tratamento precoce para a melhor reabilitação das incapacidades.
E A proteção específica é importante no período patogênico do processo saúde-doença.

Em relação às tomadas radiográficas, é correto afirmar que, em um exame de radiografia de boca total, devem ser realizadas exatamente

A 10 radiografias periapicais.
B 11 radiografias periapicais.
C 12 radiografias periapicais.
D 13 radiografias periapicais.
E 14 radiografias periapicais.

No que diz respeito ao relacionamento com o paciente e com a equipe de trabalho no âmbito odontológico, assinale a opção correta.

A O uso de termos científicos deve ser priorizado em qualquer situação, mesmo que o paciente não compreenda.
B A comunicação entre os membros da equipe é secundária, pois cada profissional deve atuar de forma isolada em suas funções.
C O diálogo deve ser restrito ao paciente, não havendo necessidade de interação entre técnico em saúde bucal e cirurgião-dentista.
D O excesso de comunicação dentro da equipe pode comprometer o andamento do trabalho odontológico.
E A comunicação clara e respeitosa entre os profissionais favorece o entrosamento da equipe, melhora o ambiente de trabalho e reflete positivamente na qualidade do atendimento ao paciente.

Durante um atendimento odontológico de rotina, certo paciente subitamente se queixa de tontura. Ele apresenta palidez e começa a suar frio, evoluindo para perda momentânea da consciência, ainda sentado na cadeira odontológica.

Nessa situação hipotética, a conduta inicial correta a ser realizada consiste em

A deitar o paciente em posição supina, elevar as suas pernas e assegurar ventilação adequada.
B deitar o paciente e oferecer sal ou algum alimento com alto teor de sódio.
C manter o paciente sentado e oferecer água imediatamente para evitar desidratação.
D administrar medicamentos sedativos para controlar a crise e reduzir sintomas.
E inclinar o paciente para frente, apoiando a sua cabeça entre os joelhos, até recuperar a consciência.

Assinale a opção em que são corretamente apresentados apenas procedimentos que, conforme legislação vigente, podem ser realizados por técnicos em saúde bucal.

A raspagem subgengival e profilaxia
B fotografias intraorais e afastamento da margem gengival com fio retrator
C troca dos elásticos ortodônticos e remoção de suturas
D remoção de suturas e escultura oclusal de restaurações
E radiografias intraorais e isolamento do campo operatório
Texto associado
DEFINITIVO Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos quegostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim quemil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais! A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forçasque não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando−se do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...

Fonte: Martha Medeiros(adaptado).

De acordo com o texto, sofrimento é:

A Aquilo que não está explícito, mas que foi deixado de ser vivido em função de nossas escolhas ou como a vida se apresenta.
B A dor das coisas que vivemos por nossas escolhas e que nos fazem infeliz.
C Ter de fazer coisas que não gostamos, mas somos obrigados por necessidade.
D Uma condição inerente ao ser humano, já que não temos escolha.
Texto associado
DEFINITIVO Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos quegostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim quemil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais! A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forçasque não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando−se do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...

Fonte: Martha Medeiros(adaptado).

Considerando−se o texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Iludir−se é a melhor forma de enganar o sofrimento.

( ) A dor é inevitável, logo, o sofrimento também.

( ) Desperdiçamos a vida no esforço que se gasta para evitar o sofrimento.

A C ? C ? C.
B E ? E ? C.
C C ? E ? C.
D E ? E ? E.
Texto associado
DEFINITIVO Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos quegostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim quemil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais! A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forçasque não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando−se do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...

Fonte: Martha Medeiros(adaptado).

Ao longo de todo o texto, a autora se utiliza de mecanismos de coesão, por meio de conectivos, para ser eficaz na transmissão da mensagem. O conectivo “mas” é usado diversas vezes e tem o sentido de:

A Comparação.
B Conclusão.
C Oposição.
D Finalidade.
Texto associado
DEFINITIVO Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos quegostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim quemil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais! A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forçasque não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando−se do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...

Fonte: Martha Medeiros(adaptado).

Segundo o texto, no 1º parágrafo, na frase “Sofremos por quê?”, caso invertêssemos a ordem, como ficaria o uso do “por quê”?

A Porquê sofremos?
B Porque sofremos?
C Por quê sofremos?
D Por que sofremos?