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Atenção : Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 8.

Certos medos e angústias não têm relação com a idade e são universais

1. Anos atrás, eu achava que os 80 anos me encontrariam num estado de serenidade plena. Claro que não tinha a pretensão de resolver as contradições do mundo, muito menos a de decifrar os mistérios da condição humana, mas achava que estaria livre das angústias e dos desacertos existenciais que me atormentavam.
Eu estava enganado. Os medos, a ansiedade, as frustrações e perdas atribuídas ao envelhecimento são universais, não importa se você tem 40 ou 70, ou 90 anos. Lord Byron escreveu aos 36 anos:
“Meus dias estão nas folhas amarelas/ As flores e frutos do amor se foram/ O verme, a doença, e o luto” São somente meus”.
A preocupação com o envelhecimento aflige a mulher e o homem moderno, muito mais do que inquietava nossos ancestrais. Eles viviam cercados por tantos perigos, que pensar nos problemas da velhice não fazia o menor sentido. Assolados por doenças graves, guerras, fome e epidemias, completar 30 anos era privilégio de poucos no tempo das cavernas.
5. Embora sempre tenha havido mulheres e homens com 70 ou 80 anos, eles costumavam atingir essa idade em condições tão deploráveis que se referiam à velhice como fonte inesgotável de dores, limitações cognitivas, prazeres perdidos e decadência física.
Montaigne escreveu há mais de 450 anos: “Que fantasia inútil esperar a morte causada pela perda dos poderes trazida pela idade avançada... Uma vez que essa é a mais rara das mortes... Nós a chamamos de natural, como se fosse contrário à natureza ver um homem quebrar o pescoço numa queda, afogar-se num naufrágio, ser dizimado pela peste ou pleurisia... Morrer em idade avançada é um evento raro, singular e extraordinário, portanto menos natural do que os outros.”
Desde Montaigne, a expectativa de vida aumentou devagar. Num de seus textos, Machado de Assis se refere a um “velho gaiteiro de 50 anos”. Anos airás, quem chegava aos 60 anos era sexagenário. No início da carreira, ao ouvir uma paciente dizer que tinha 70 anos, mas não se considerava velha, julguei que lhe faltasse autocrítica.
Em meados do século 20, o crítico literário Irving Howe escreveu: “Já tendo chegado aos 60 anos, penso com frequência na morte... Algumas vezes em resposta às mensagens do corpo: uma flechada no peito, um ranger nos ossos da bacia. Outras vezes penso no desejo de mais tempo: para terminar outro livro, o fim de outro tirano para ser celebrado. As pessoas se iludem supondo que a fome de viver tenha alguma validade objetiva.
Com a mesma idade, William Yeats publicou o poema: “O que farei com este absurdo/ Oh coração, Oh coração atormentado — esta caricatura,/ Idade decrépita que foi amarrada a mim/ Como a cauda num cachorro?”
10. Howe e Yeats morreram sem saber que, no século seguinte, os brasileiros com mais de 60 anos constituiriam a faixa etária que mais cresce. Se eles tivessem chegado a essa idade no Brasil de hoje, teriam a expectativa de viver mais 22 anos, em média.
Ao contrário dos que se retiravam da vida ativa aos 50, em obediência as recomendações médicas de “fazer repouso", o desafio agora é envelhecer com sabedoria, o que implica em aceitar as limitações impostas pelo corpo, sem abandonar a atividade física e o desejo de experimentar o novo. É combater a vontade de desistir, de isolar-se, de achar que não vale a pena viver, de se queixar de tudo e de todos, o tempo inteiro.
É não se irritar quando se referem a nós, velhos, com eufemismos: terceira idade, melhor idade e idoso, palavras que nos infantilizam. Você compraria um vinho idoso ou da terceira idade? Pior ainda quando dizem que temos cabeça de jovem. Como você se sentiria aos 30 se lhe dissessem que sua cabeça é de 15?
Bernard Shaw escreveu sos 92 anos: “É mais difícil lidar com o envelhecimento do que com a morte... Acreditar na imortalidade genuína é acreditar no horror inimaginável".
Em mais de 50 anos de oncologia, adquir a impressão de que quem passou a existência sem fé religiosa, como eu, aceita com mais naturalidade a ideia do eterno não-ser. Enquanto não recebo a visita da indesejável senhora, procuro conduzir a minha vida seguindo a filosofia do poeta: “Que não seja imortal posto que é chama, mas que seja infinita enquanto dure”. Ou, de acordo com a linguagem simples de seu José Araújo, carcereiro do antigo Carandiru: “Sabendo levar, doutor, a vida é uma festa”.
15. Feliz Ano-Novo.
(Adaptado de: VARELLA, Drauzio. Disponível em: Publicado em: 31 de dez. de 2025. Acesso em: 05 de jan. de 2026)

Considere as três afirmações a respeito do uso de pronomes no texto:

I. Em Anos atrás, quem chegava aos 80 era sexagenário , o termo destacado atua como um pronome relativo e cumpre a função de sujeito da frase.
II. Em Outras vezes penso no desejo de mais tempo, o termo destacado é um pronome indefinido e assume, na frase, a função de adjetivo.
III. Em [...] ao ouvir uma paciente dizer que tinha 70 anos, mas não se considerava velha, julguei que lhe faltasse autocrítica , o termo destacado refere-se a paciente e cumpre a função de objeto indireto.

É correto o que se afirma APENAS em:

A I.
B III.
C I e II.
D II e III.
E I e III.
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Atenção : Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 8.

Certos medos e angústias não têm relação com a idade e são universais

1. Anos atrás, eu achava que os 80 anos me encontrariam num estado de serenidade plena. Claro que não tinha a pretensão de resolver as contradições do mundo, muito menos a de decifrar os mistérios da condição humana, mas achava que estaria livre das angústias e dos desacertos existenciais que me atormentavam.
Eu estava enganado. Os medos, a ansiedade, as frustrações e perdas atribuídas ao envelhecimento são universais, não importa se você tem 40 ou 70, ou 90 anos. Lord Byron escreveu aos 36 anos:
“Meus dias estão nas folhas amarelas/ As flores e frutos do amor se foram/ O verme, a doença, e o luto” São somente meus”.
A preocupação com o envelhecimento aflige a mulher e o homem moderno, muito mais do que inquietava nossos ancestrais. Eles viviam cercados por tantos perigos, que pensar nos problemas da velhice não fazia o menor sentido. Assolados por doenças graves, guerras, fome e epidemias, completar 30 anos era privilégio de poucos no tempo das cavernas.
5. Embora sempre tenha havido mulheres e homens com 70 ou 80 anos, eles costumavam atingir essa idade em condições tão deploráveis que se referiam à velhice como fonte inesgotável de dores, limitações cognitivas, prazeres perdidos e decadência física.
Montaigne escreveu há mais de 450 anos: “Que fantasia inútil esperar a morte causada pela perda dos poderes trazida pela idade avançada... Uma vez que essa é a mais rara das mortes... Nós a chamamos de natural, como se fosse contrário à natureza ver um homem quebrar o pescoço numa queda, afogar-se num naufrágio, ser dizimado pela peste ou pleurisia... Morrer em idade avançada é um evento raro, singular e extraordinário, portanto menos natural do que os outros.”
Desde Montaigne, a expectativa de vida aumentou devagar. Num de seus textos, Machado de Assis se refere a um “velho gaiteiro de 50 anos”. Anos airás, quem chegava aos 60 anos era sexagenário. No início da carreira, ao ouvir uma paciente dizer que tinha 70 anos, mas não se considerava velha, julguei que lhe faltasse autocrítica.
Em meados do século 20, o crítico literário Irving Howe escreveu: “Já tendo chegado aos 60 anos, penso com frequência na morte... Algumas vezes em resposta às mensagens do corpo: uma flechada no peito, um ranger nos ossos da bacia. Outras vezes penso no desejo de mais tempo: para terminar outro livro, o fim de outro tirano para ser celebrado. As pessoas se iludem supondo que a fome de viver tenha alguma validade objetiva.
Com a mesma idade, William Yeats publicou o poema: “O que farei com este absurdo/ Oh coração, Oh coração atormentado — esta caricatura,/ Idade decrépita que foi amarrada a mim/ Como a cauda num cachorro?”
10. Howe e Yeats morreram sem saber que, no século seguinte, os brasileiros com mais de 60 anos constituiriam a faixa etária que mais cresce. Se eles tivessem chegado a essa idade no Brasil de hoje, teriam a expectativa de viver mais 22 anos, em média.
Ao contrário dos que se retiravam da vida ativa aos 50, em obediência as recomendações médicas de “fazer repouso", o desafio agora é envelhecer com sabedoria, o que implica em aceitar as limitações impostas pelo corpo, sem abandonar a atividade física e o desejo de experimentar o novo. É combater a vontade de desistir, de isolar-se, de achar que não vale a pena viver, de se queixar de tudo e de todos, o tempo inteiro.
É não se irritar quando se referem a nós, velhos, com eufemismos: terceira idade, melhor idade e idoso, palavras que nos infantilizam. Você compraria um vinho idoso ou da terceira idade? Pior ainda quando dizem que temos cabeça de jovem. Como você se sentiria aos 30 se lhe dissessem que sua cabeça é de 15?
Bernard Shaw escreveu sos 92 anos: “É mais difícil lidar com o envelhecimento do que com a morte... Acreditar na imortalidade genuína é acreditar no horror inimaginável".
Em mais de 50 anos de oncologia, adquir a impressão de que quem passou a existência sem fé religiosa, como eu, aceita com mais naturalidade a ideia do eterno não-ser. Enquanto não recebo a visita da indesejável senhora, procuro conduzir a minha vida seguindo a filosofia do poeta: “Que não seja imortal posto que é chama, mas que seja infinita enquanto dure”. Ou, de acordo com a linguagem simples de seu José Araújo, carcereiro do antigo Carandiru: “Sabendo levar, doutor, a vida é uma festa”.
15. Feliz Ano-Novo.
(Adaptado de: VARELLA, Drauzio. Disponível em: Publicado em: 31 de dez. de 2025. Acesso em: 05 de jan. de 2026)

O trecho que apresenta uma incorreção , segundo a gramática normativa, é:

A Ao contrário dos que se retiravam da vida aos 80 anos, em obediência as recomendações médicas de “fazer repouso” ... (parágrafo 11)
B Os medos, a ansiedade, as frustrações e perdas atribuídas ao envelhecimento são universais, não importa se você tem 40 ou 70, ou 90 anos. (parágrafo 2)
C Anos atrás, eu achava que os 80 anos me encontrariam num estado de serenidade plena. (parágrafo 1)
D A preocupação com o envelhecimento aflige a mulher e o homem moderno, muito mais do que inquietava nossos ancestrais. (parágrafo 4)
E Embora sempre tenha havido mulheres e homens com 70 ou 80 anos, eles costumavam atingir essa idade em condições tão deploráveis que se referiam à velhice como fonte inesgotável de dores. (parágrafo 15)
Texto associado
Atenção : Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 8.

Certos medos e angústias não têm relação com a idade e são universais

1. Anos atrás, eu achava que os 80 anos me encontrariam num estado de serenidade plena. Claro que não tinha a pretensão de resolver as contradições do mundo, muito menos a de decifrar os mistérios da condição humana, mas achava que estaria livre das angústias e dos desacertos existenciais que me atormentavam.
Eu estava enganado. Os medos, a ansiedade, as frustrações e perdas atribuídas ao envelhecimento são universais, não importa se você tem 40 ou 70, ou 90 anos. Lord Byron escreveu aos 36 anos:
“Meus dias estão nas folhas amarelas/ As flores e frutos do amor se foram/ O verme, a doença, e o luto” São somente meus”.
A preocupação com o envelhecimento aflige a mulher e o homem moderno, muito mais do que inquietava nossos ancestrais. Eles viviam cercados por tantos perigos, que pensar nos problemas da velhice não fazia o menor sentido. Assolados por doenças graves, guerras, fome e epidemias, completar 30 anos era privilégio de poucos no tempo das cavernas.
5. Embora sempre tenha havido mulheres e homens com 70 ou 80 anos, eles costumavam atingir essa idade em condições tão deploráveis que se referiam à velhice como fonte inesgotável de dores, limitações cognitivas, prazeres perdidos e decadência física.
Montaigne escreveu há mais de 450 anos: “Que fantasia inútil esperar a morte causada pela perda dos poderes trazida pela idade avançada... Uma vez que essa é a mais rara das mortes... Nós a chamamos de natural, como se fosse contrário à natureza ver um homem quebrar o pescoço numa queda, afogar-se num naufrágio, ser dizimado pela peste ou pleurisia... Morrer em idade avançada é um evento raro, singular e extraordinário, portanto menos natural do que os outros.”
Desde Montaigne, a expectativa de vida aumentou devagar. Num de seus textos, Machado de Assis se refere a um “velho gaiteiro de 50 anos”. Anos airás, quem chegava aos 60 anos era sexagenário. No início da carreira, ao ouvir uma paciente dizer que tinha 70 anos, mas não se considerava velha, julguei que lhe faltasse autocrítica.
Em meados do século 20, o crítico literário Irving Howe escreveu: “Já tendo chegado aos 60 anos, penso com frequência na morte... Algumas vezes em resposta às mensagens do corpo: uma flechada no peito, um ranger nos ossos da bacia. Outras vezes penso no desejo de mais tempo: para terminar outro livro, o fim de outro tirano para ser celebrado. As pessoas se iludem supondo que a fome de viver tenha alguma validade objetiva.
Com a mesma idade, William Yeats publicou o poema: “O que farei com este absurdo/ Oh coração, Oh coração atormentado — esta caricatura,/ Idade decrépita que foi amarrada a mim/ Como a cauda num cachorro?”
10. Howe e Yeats morreram sem saber que, no século seguinte, os brasileiros com mais de 60 anos constituiriam a faixa etária que mais cresce. Se eles tivessem chegado a essa idade no Brasil de hoje, teriam a expectativa de viver mais 22 anos, em média.
Ao contrário dos que se retiravam da vida ativa aos 50, em obediência as recomendações médicas de “fazer repouso", o desafio agora é envelhecer com sabedoria, o que implica em aceitar as limitações impostas pelo corpo, sem abandonar a atividade física e o desejo de experimentar o novo. É combater a vontade de desistir, de isolar-se, de achar que não vale a pena viver, de se queixar de tudo e de todos, o tempo inteiro.
É não se irritar quando se referem a nós, velhos, com eufemismos: terceira idade, melhor idade e idoso, palavras que nos infantilizam. Você compraria um vinho idoso ou da terceira idade? Pior ainda quando dizem que temos cabeça de jovem. Como você se sentiria aos 30 se lhe dissessem que sua cabeça é de 15?
Bernard Shaw escreveu sos 92 anos: “É mais difícil lidar com o envelhecimento do que com a morte... Acreditar na imortalidade genuína é acreditar no horror inimaginável".
Em mais de 50 anos de oncologia, adquir a impressão de que quem passou a existência sem fé religiosa, como eu, aceita com mais naturalidade a ideia do eterno não-ser. Enquanto não recebo a visita da indesejável senhora, procuro conduzir a minha vida seguindo a filosofia do poeta: “Que não seja imortal posto que é chama, mas que seja infinita enquanto dure”. Ou, de acordo com a linguagem simples de seu José Araújo, carcereiro do antigo Carandiru: “Sabendo levar, doutor, a vida é uma festa”.
15. Feliz Ano-Novo.
(Adaptado de: VARELLA, Drauzio. Disponível em: Publicado em: 31 de dez. de 2025. Acesso em: 05 de jan. de 2026)

Segundo o texto, é coreto afirmar que Drauzio Varella

A passou a pensar na morte com frequência a partir dos 60, quando começou a sentir sintomas físicos.
B começou a fazer mais atividades físicas conforme envelhecia por ter se dado conta de que a vida pode ser “infinita enquanto dure”,
C temia, desde jovem, sofrer com sentimentos e inquietudes que são característicos da velhice.
D defende que a aceitação de limitações, a prática de atividades físicas e a curiosidade pelo novo são importantes para envelhecer bem.
E já observava na sociedade, quando era mais jovem, a presença de idosos saudáveis e funcionais.

Em um hospital, técnicos de enfermagem relatam cansaço constante, pressão emocional e trabalho físico repetitivo. A interação entre estresse e movimentações repetidas que mais contribui para a ocorrência de DORT está evidenciada em:

A A combinação de estresse e repetitividade reduz a capacidade de descanso muscular entre um movimento e outro, favorecendo inflamações e dor.
B A repetitividade impede que o estresse afete o corpo, uma vez que o trabalhador tende a automatizar os movimentos, reduzindo os esforços.
C A repetitividade e o estresse não têm relação entre si; cada um atua separadamente e não agrava o outro.
D O estresse melhora o tempo de recuperação dos músculos, compensando o desgaste das tarefas repetidas.
E O estresse, entre outras consequências, gera aumento de apetite, sendo a principal causa de problemas nos ombros e braços.

Um modelo simplificado para a física da frenagem de um automóvel supõe que o tempo de frenagem é diretamente proporcional à velocidade do veículo no instante em que o freio é acionado. Considere que, a uma velocidade de 60 km/h, o tempo aproximado de frenagem de certo veículo seja 2,4 segundos.

De acordo com esse modelo, o tempo de frenagem estimado desse veículo se a velocidade fosse de 100 km/h seria de

A 6 segundos.
B 7 segundos.
C 4 segundos.
D 3 segundos.
E 5 segundos.

Leia o excerto de notícia a seguir.

O Instituto de Pesquisa DataSenado realizou uma pesquisa entre os dias 5 e 28 de junho de 2024 com brasileiros de todas as regiões do país, analisando o impacto das notícias falsas e da polarização política nas eleições no Brasil. Uma das perguntas feitas na pesquisa foi respondida apenas pelos entrevistados que declararam usar alguma rede social; a figura a seguir apresenta essa pergunta e o gráfico que foi elaborado a partir das respostas dadas a ela.

Supondo que 21.308 respondentes da pesquisa utilizem alguma rede social, dentre eles o número dos que desconfiam ter tido acesso a notícias falsas nos seis meses anteriores à pesquisa é aproximadamente igual a:

A 15.700.
B 19.500.
C 2.200.
D 5.900.
E 11.000.

Um cliente comprou um produto que custava R$ 127,00. No momento da cobrança, porém, o vendedor cometeu um erro: ao registrar o valor na caixa registradora, inverteu o algarismo das dezenas pelo algarismo das unidades.

O cliente só percebeu o equivoco mais tarde, notando que, com relação ao preço correto, o valor pago tinha uma diferença de:

A 45 reais a mais.
B 55 reais a mais.
C 40 reais a menos.
D 80 reais a menos.
E 90 reais a mais.

De acordo com a NR-17 — Ergonomia, no item que trata da adaptação do mobiliário às dimensões antropométricas do trabalhador, no posto de trabalho, o

A uso do apoio para os pés é vedado pela NR-17, pois a adaptação do mobiliário deve ser feita exclusivamente através das regulagens de altura da cadeira e do plano de trabalho.
B apoio para os pés é um dispositivo exclusivo para compensar o desnível do piso e só deve ser adotado após a constatação de desníveis superiores a 5 cm no local de trabalho.
C uso do apoio para os pés é obrigatório em todos os postos de trabalho sentados, independentemente da altura do assento ou da estatura do trabalhador, como medida ergonômica universal.
D apoio para os pés deve ser utilizado apenas quando o trabalhador optar por se manter na posição de pé, visando reduzir a fadiga da região plantar durante a jornada de trabalho.
E apoio para os pés pode ser utilizado sempre que o trabalhador, em sua posição sentada, não conseguir manter a região plantar dos pés completamente apoiada no piso.

A Festa do Boi Bumbá (ou Bumba Meu Boi), associada ao estado do Piauí, tem como principal característica histórica

A ter sido reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO em 2019, e envolve dança, teatro, artesanalo, festival gastronômico e personagens como Pai Francisco e Mãe Catirina.
B ter como principal personagem um búfalo em vez de um boi, influenciado pela cultura amazônica, notadamente da região da Ilha de Marajó.
C ser uma competição anual entre dois bois rivais em um bumbódromo, como em Parintins (AM), influenciada pelas disputas carnavalescas do Sudeste.
D ter surgido no final do século XVII nas fazendas de gado do sul do Piauí, misturando culturas indígena, africana e europeia, coincidindo com ciclo das festas juninas.
E celebrada exclusivamente durante o Carnaval, com foco em ritmos de samba, maracatu, frevo e outros ritmos de origem afro-brasileira.