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Suponha que o Governador do Distrito Federal vete o texto integral de um projeto de lei complementar aprovado pela Câmara Legislativa. De acordo com a Lei Complementar Distrital n° 13/1996, que dispõe sobre a elaboração, redação, alteração e consolidação das leis do Distrito Federal, referido veto

A e suas razões devem ser encaminhados à Câmara Legislativa no prazo legal, que poderá rejeitar apenas totalmente o veto total.
B e suas razões devem ser encaminhados à Câmara Legislativa no prazo legal, que apenas poderá rejeitar parcialmente o veto total.
C e suas razões devem ser encaminhados à Câmara Legislativa no prazo legal, que poderá rejeitar, total ou parcialmente, o veto total.
D e suas razões devem ser encaminhados à Câmara Legislativa em 24 horas, o que, não observado, será tido como veto tácito.
E deve ser encaminhado à Câmara Legislativa, sem a necessidade da apresentação de suas razões, no prazo legal, que poderá rejeitar apenas parcialmente o veto total.
Texto associado
Atenção : Leia a fábula “O leão, a raposa e a corça”, do escritor grego Esopo, para responder às questões de números 7 a 12.

Um leão, que jazia doente em uma caverna, disse à estimada raposa, com quem mantinha convívio: “Se você me quer vivo e saudável, ludibrie com palavras a maior corça que vive na floresta, faça com que ela venha às minhas mãos, pois ela tem um coração e entranhas que despertam o meu apetite”. A raposa se foi e, ao encontrar a corça a saltitar na floresta, saudou-a efusivamente e, em seguida, lhe disse: “Vim trazer boas novas! Você sabe que o leão, nosso rei, é meu vizinho. Ele está doente, moribundo, e se pôs a considerar sobre qual dos animais iria sucedê-lo. O javali é sem juízo”, afirmava ele, “o urso, balofo, a pantera, ranzinza, o tigre, fanfarrão. A corça é a mais digna da realeza, porque tem porte altivo, vida longa e um chifre que intimida as serpentes. Bom, mais delongas para quê? Por decisão dele, você assumirá o reinado! E eu, que recompensa vou ganhar por ter-lhe dado essa notícia em primeira mão? Vamos, prometa-me alguma coisa. Estou com pressa, não vá ele sentir a minha falta! Ele me tem como conselheira para tudo. Se você quer ouvir a mim, sou velha, meu conselho é que você venha também e aguarde junto do moribundo”. Assim disse a raposa. Com essas palavras, a corça ficou toda cheia de si e foi à caverna, ignorando o que ia acontecer.
O leão, então, lançou impetuoso suas garras sobre ela, dilacerando-lhe somente as orelhas, pois a corça tratou de fugir rapidamente para a floresta. Enquanto a raposa dava murros porque havia feito esforços em vão, o leão gemia, entre fortes rugidos, pois a fome e o desgosto o dominavam. Então ele suplicou à raposa que fizesse uma segunda tentativa para trazer a corça novamente, por meio de um ardil. “A tarefa que você me atribuiu é difícil e penosa. Contudo, vou lhe dar esse apoio”, disse a raposa. Assim, como um cão farejador, saiu à procura da corça e foi tramando trapaças rumo à floresta, seguindo a indicação de uns pastores, a quem ela perguntou se tinham visto uma corça sangrando.
A raposa a encontrou esbaforida e parou diante dela com a maior cara de pau. Indignada, a corça arrepiou o pelo e disse: “Nunca mais você me pega, sua peste! E se chegar perto de mim, não sairá viva! Vá raposinhar com outros, inexperientes, estimulando-os a se tornarem reis!” A raposa rebateu: “Você é tão frágil e covarde assim, que desconfia de nós, seus amigos? O leão, quando agarrou sua orelha, ia dar conselhos e recomendações a respeito desse cargo tão importante, porque ele está morrendo! E você não tolerou nem mesmo um arranhão da pata de um enfermo! Agora a indignação dele é muito maior que a sua, e ele pretende tornar rei o lobo. Ai de mim, um senhor malvado! Mas venha, não se deixe sugestionar por nada, comporte-se como um cordeiro. Juro por todas as folhas e fontes que não sofrerá nenhum mal da parte do leão. Quanto a mim, quero apenas o seu bem”.
Com tais ludíbrios, a raposa convenceu a medrosa a acompanhá-la uma segunda vez. E quando a corça adentrou a caverna, o leão agarrou a sua janta e se pôs a comer os ossos todos, o tutano e as entranhas. A raposa ficou parada, observando. Nisso cai o coração da corça e a raposa sorrateiramente o apanha e devora, como prêmio de seu empenho. E quando percebeu que o leão farejava todas as partes mas não achava o coração, ela, postada à distância, lhe disse: “A bem da verdade, essa fulana aí não tinha coração. Não adianta procurar! Que espécie de coração teria ela, que veio ter por duas vezes à morada e às mãos de um leão?”

(Esopo. Fábulas completas . Tradução de Maria Celeste Dezotti. São Paulo: Cosac Naify, 2013, p. 309-311.)

Verifica-se o emprego de verbo no modo imperativo no seguinte trecho:

A Então ele suplicou à raposa que fizesse uma segunda tentativa para trazer a corça novamente...
B Vim trazer boas novas!
C Por decisão dele, você assumirá o reinado!
D E se chegar perto de mim, não sairá viva!
E Se você me quer vivo e saudável, ludibrie com palavras a maior corça que vive na floresta...
Texto associado
Atenção : Leia a fábula “O leão, a raposa e a corça”, do escritor grego Esopo, para responder às questões de números 7 a 12.

Um leão, que jazia doente em uma caverna, disse à estimada raposa, com quem mantinha convívio: “Se você me quer vivo e saudável, ludibrie com palavras a maior corça que vive na floresta, faça com que ela venha às minhas mãos, pois ela tem um coração e entranhas que despertam o meu apetite”. A raposa se foi e, ao encontrar a corça a saltitar na floresta, saudou-a efusivamente e, em seguida, lhe disse: “Vim trazer boas novas! Você sabe que o leão, nosso rei, é meu vizinho. Ele está doente, moribundo, e se pôs a considerar sobre qual dos animais iria sucedê-lo. O javali é sem juízo”, afirmava ele, “o urso, balofo, a pantera, ranzinza, o tigre, fanfarrão. A corça é a mais digna da realeza, porque tem porte altivo, vida longa e um chifre que intimida as serpentes. Bom, mais delongas para quê? Por decisão dele, você assumirá o reinado! E eu, que recompensa vou ganhar por ter-lhe dado essa notícia em primeira mão? Vamos, prometa-me alguma coisa. Estou com pressa, não vá ele sentir a minha falta! Ele me tem como conselheira para tudo. Se você quer ouvir a mim, sou velha, meu conselho é que você venha também e aguarde junto do moribundo”. Assim disse a raposa. Com essas palavras, a corça ficou toda cheia de si e foi à caverna, ignorando o que ia acontecer.
O leão, então, lançou impetuoso suas garras sobre ela, dilacerando-lhe somente as orelhas, pois a corça tratou de fugir rapidamente para a floresta. Enquanto a raposa dava murros porque havia feito esforços em vão, o leão gemia, entre fortes rugidos, pois a fome e o desgosto o dominavam. Então ele suplicou à raposa que fizesse uma segunda tentativa para trazer a corça novamente, por meio de um ardil. “A tarefa que você me atribuiu é difícil e penosa. Contudo, vou lhe dar esse apoio”, disse a raposa. Assim, como um cão farejador, saiu à procura da corça e foi tramando trapaças rumo à floresta, seguindo a indicação de uns pastores, a quem ela perguntou se tinham visto uma corça sangrando.
A raposa a encontrou esbaforida e parou diante dela com a maior cara de pau. Indignada, a corça arrepiou o pelo e disse: “Nunca mais você me pega, sua peste! E se chegar perto de mim, não sairá viva! Vá raposinhar com outros, inexperientes, estimulando-os a se tornarem reis!” A raposa rebateu: “Você é tão frágil e covarde assim, que desconfia de nós, seus amigos? O leão, quando agarrou sua orelha, ia dar conselhos e recomendações a respeito desse cargo tão importante, porque ele está morrendo! E você não tolerou nem mesmo um arranhão da pata de um enfermo! Agora a indignação dele é muito maior que a sua, e ele pretende tornar rei o lobo. Ai de mim, um senhor malvado! Mas venha, não se deixe sugestionar por nada, comporte-se como um cordeiro. Juro por todas as folhas e fontes que não sofrerá nenhum mal da parte do leão. Quanto a mim, quero apenas o seu bem”.
Com tais ludíbrios, a raposa convenceu a medrosa a acompanhá-la uma segunda vez. E quando a corça adentrou a caverna, o leão agarrou a sua janta e se pôs a comer os ossos todos, o tutano e as entranhas. A raposa ficou parada, observando. Nisso cai o coração da corça e a raposa sorrateiramente o apanha e devora, como prêmio de seu empenho. E quando percebeu que o leão farejava todas as partes mas não achava o coração, ela, postada à distância, lhe disse: “A bem da verdade, essa fulana aí não tinha coração. Não adianta procurar! Que espécie de coração teria ela, que veio ter por duas vezes à morada e às mãos de um leão?”

(Esopo. Fábulas completas . Tradução de Maria Celeste Dezotti. São Paulo: Cosac Naify, 2013, p. 309-311.)

Verifica-se o emprego de vírgula para indicar elipse do verbo no seguinte trecho:

A “O javali é sem juízo”, afirmava ele, “o urso, balofo”...
B Com essas palavras, a corça ficou toda cheia de si e foi à caverna, ignorando o que ia acontecer.
C Você sabe que o leão, nosso rei, é meu vizinho.
D “Contudo, vou lhe dar esse apoio”, disse a raposa.
E Mas venha, não se deixe sugestionar por nada, comporte-se como um cordeiro.

Um software de construção e gerenciamento de planilhas de dados organiza-se em linhas numeradas e colunas indicadas por letras do alfabeto de 26 letras: A, B, ..., Z. A partir da 27a coluna, são usadas combinações das letras do alfabeto: AA, AB, AC..., AZ, BA, BB, BC..., BZ, ..., ZA, ZB, ZC, ..., ZZ,AAA, AAB, AAC, ..., AAZ, ABA, ABB, ABC..., ABZ... e assim por diante. Um secretário utiliza uma planilha desse software para registrar as correspondências que chegam diariamente ao escritório, durante todos os dias úteis do ano. Ele registra a data na primeira linha de uma coluna e, logo abaixo, em cada linha, as correspondências do dia; no dia seguinte, passa para a próxima coluna e faz o mesmo. Ainda que não haja correspondência em um determinado dia, ele anota a data e deixa o restante da coluna em branco.
Em um ano com 252 dias úteis, se os registros das correspondências forem feitos a partir da coluna A, então a coluna da planilha com o registro da última correspondência será indicada por

A IR.
B ABB.
C PQ.
D HA.
E AAC.

Por permitir a construção de números compostos, a característica mais inovadora da Classificação Decimal Universal

A é a classificação por aspectos.
B é a subdivisão paralela.
C são os relativos dispersos.
D é a notação alfa-numérica.
E são as tabelas auxiliares.

O setor da biblioteca responsável pela orientação dos usuários em suas necessidades de informação é conhecido como serviço de

A referência.
B desenvolvimento de coleções.
C orientação bibliográfica.
D relações públicas.
E serviços ao público.

Alguns livros, cujas notações estão de acordo com a Classificação Decimal Universal (CDU), foram retirados das estantes, consultados e deixados sobre uma mesa para serem guardados.

I. 35

II. 330.36.012.2

III. 35+39

IV. 330.322.12

V. 330.33
Ao recolocá-los, de acordo com a CDU, a sequência correta dos livros nas estantes é

A II, IV, V, I, III.
B I, III, V, II, IV.
C I, III, IV, V, II.
D IV, V, II, III, I.
E III, I, II, V, IV.

O ícone de uma estrela que aparece do lado direito, no interior da linha de endereço do navegador Google Chrome (onde se digita o endereço dos sites que se quer visitar), serve para

A alterar as configurações do navegador.
B adicionar extensões, ou plug-ins, ao navegador.
C adicionar a página corrente à lista de sites favoritos.
D indicar que o site é patrocinado por alguma organização.
E exibir a lista de sites favoritos.

Um Técnico Administrativo percebe, ao executar suas tarefas de rotina, que seu computador, com o sistema operacional Windows 7, travou. Tentou, inutilmente, clicar a combinação das teclas Ctrl + Alt + Del para acessar a área onde possíveis processos estariam causando o problema. Atribuiu, então, o travamento ao acionamento acidental da tecla Break. Para que o computador volte a funcionar, o Técnico deve

A desligar o computador, mantendo pressionado o botão liga/desliga do gabinete por cerca de 5 segundos. Depois, pressionar novamente o botão liga/desliga, aguardar o Windows inicializar e retomar suas tarefas de rotina.
B tirar o computador da tomada e, após cessar o fornecimento de energia e o computador desligar, colocá-lo na tomada novamente, ligá-lo, e retomar todas as tarefas do ponto onde parou, já que o Windows 7 recupera automaticamente tudo que estava sendo realizado antes do desligamento.
C chamar o suporte de Tecnologia da Informação, já que desligar o computador, nesse caso, irá danificá-lo permanentemente, impossibilitando o acesso a todos os documentos gravados.
D pressionar a combinação de teclas Ctrl + R, pois o travamento ocorreu porque o computador entrou em modo de bloqueio, decorrente do pressionamento inadvertido da tecla Break, que bloqueia as funções principais do computador.
E desconectar o teclado e o mouse do gabinete do computador e, após 5 segundos, conectá-los novamente, pois esse procedimento fará com que o Windows habilite novamente as funções destes componentes.

Uma ação que NÃO potencializa o risco de golpes (scam) na Internet e de infecção de computador por malware é

A baixar atualizações ou softwares em sites de acesso mais rápido que o do fabricante.
B entrar em sites para baixar uma faixa musical, álbum ou filmes sem pagar.
C utilizar a mesma senha complexa em todos os sites que possui cadastro.
D utilizar Virtual Private Network confiável para acessar a Internet em locais públicos.
E abrir arquivos anexos no webmail, quando o assunto indicar alta prioridade.