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Considerando o previsto no Código de Ética de Enfermagem, exercer a enfermagem com liberdade, autonomia, segurança técnica, científica e ambiental, e ser tratado sem discriminação de qualquer natureza, segundo os princípios e pressupostos legais, éticos e dos direitos humanos, é um(uma):

A responsabilidade dos profissionais de enfermagem.
B direito dos profissionais de enfermagem.
C opção dos profissionais de enfermagem.
D dever dos profissionais de enfermagem.
E proibição dos profissionais de enfermagem.

De acordo com o Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde (MS), julgue as afirmativas a seguir:

I- A vacina BCG e a vacina da raiva humana em esquema de pré-exposição, por exemplo, são administradas pela via intradérmica. II- A vacina da poliomielite é administrada somente em via intramuscular (IM) em dose única. III- A vacina do HPV é tomada em duas doses, sendo em meninas de 9 a 14 anos e em meninos de 11 a 14 anos. IV- A vacina da febre amarela é administrada em crianças aos 9 meses em dose única. Estão corretas as afirmativas:

A l e IV apenas.
B I, II, III e IV.
C I, III e IV apenas.
D III e IV apenas
E I, II e III apenas.

O sistema respiratório é o conjunto dos órgãos responsáveis, basicamente, pela absorção do oxigênio do ar pelo organismo e pela eliminação do gás carbônico retirado das células. Esse sistema pode ser atacado por diversas doenças infecciosas, como por exemplo a pneumonia, muito comum em pacientes idosos internados. Uma das importantes intervenções de enfermagem que possibilita uma maior expansão pulmonar e melhora da aeração é:

A realizar aspiração de vias aéreas superiores
B realizar aspiração de vias aéreas inferiores.
C promover maior estímulo a tosse.
D administrar oxigênio em alta pressão.
E colocar o paciente em posição ereta.
Texto associado
Pedro Nava expõe lado humano da medicina MOACYR SCLIAR Estudante de medicina, assisti em Porto Alegre a uma conferência de um então famoso reumatologista, o doutor Pedro Nava (1903-1984). Àquela altura eu já escrevia, e julgava-me razoavelmente familiarizado com a literatura brasileira. Mas eu não conhecia Nava como escritor. Explicável: era o típico poeta bissexto. Publicava raramente, ainda que tivesse estreado em 1924 com os modernistas mineiros e ainda que Pablo Neruda tivesse considerado o seu "Defunto" ("Meus amigos, tenham pena/ senão do morto, ao menos dos sapatos do morto/ dos seus incríveis, patéticos/ sapatos pretos de verniz") o maior poema da língua portuguesa. Agora, o sobrinho de Pedro Nava, o também médico Paulo Penido, reúne, em "O Anfiteatro", textos sobre medicina, na maioria extraídos da obra memorialística de Nava, que aliás fazia uma diferença entre memorialista ("conta o que quer") e historiador ("deve contar o que sabe "). Mas, sendo memorialista, Nava é também historiador, não só porque alude a episódios como a Revolução de 1932, como também porque suas memórias evocam a trajetória da medicina ao longo de boa parte do século 20, graças a uma abrangente experiência, iniciada no interior de Minas: "Clínico de roça, fui médico, operador e parteiro (...). Entrei em todas as casas, desde a choça do sertão e do barraco dos morros aos solares dos ricos e aos palácios presidenciais. Vi todas as agonias da carne e da alma. Todas as misérias do pobre corpo humano". Descreve depois as aventuras do dr. Egon (que, como o nome sugere, funciona como alter ego), o atendimento realizado em condições precárias: para fazer um parto, o médico precisa primeiro remover folhas de urucum colocadas na vagina da parturiente; para atender um enfermo, retira o cataplasma de bosta de vaca nele colocado. E os desafios são grandes, nesta área de doenças endêmicas, em que a malária é frequente. Mais tarde, Pedro Nava se muda para o Rio, torna-se chefe da Policlínica Central (o "Anfiteatro" do título é o lugar onde ele organizava as reuniões clínicas). Médicos-escritores não são figuras raras na história da medicina: foi o caso de Rabelais, de Anton Tchekov, de Conan Doyle, de Miguel Torga, de Jorge de Lima, de Guimarães Rosa. Também não são raras obras literárias sobre médicos e pacientes, como "A Montanha Mágica", de Thomas Mann, ou "O Alienista", de Machado de Assis . Pedro Nava inscreve-se assim numa tradição ilustre - e necessária, numa época em que os aspectos tecnológicos da medicina se acentuam cada vez mais, em detrimento do lado humanístico. Muitas faculdades de medicina estão, por isso, estimulando seus alunos a ampliar sua cultura literária, dentro do que se cham a "humanidades médicas". "O médico", diz Nava, "precisa duma grande curiosidade de si mesmo e de suas reações diante das doenças e dos doentes". Para esta curiosidade, para esse interesse, "O Anfiteatro" é uma bela resposta. https://www1 .folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2109200218.htm

Moacyr Scliar faz referência a diversos autores e a obras literárias, ligados ao universo da medicina. Em relação a isso, é correto afirmar que:

A Em "O Alienista", Machado de Assis conta-nos suas dolorosas vivências como médico em um hospício.
B Jorge de Lima, do Guimarães Rosa, era médico.
C Rabelais é o nome de um importante personagem do romance francês.
D Thomas Mann relata suas experiências como médico no famoso livro “A Montanha Mágica”.
E Anthon Tchekov era médico e tornou-se um famoso escritor.

O controle social do SUS está previsto em lei e deve ser realizado pelos órgãos competentes. Segundo a Lei n° 8.142/90, existe um órgão que possui caráter permanente e deliberativo, com posto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, que atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera do governo. O órgão ao qual o texto se refere é o(a):

A Fundação de Saúde,
B Ministério da Saúde.
C Conselho de Saúde.
D Regional de Saúde.
E Unidade de Saúde.
Texto associado
Pedro Nava expõe lado humano da medicina MOACYR SCLIAR Estudante de medicina, assisti em Porto Alegre a uma conferência de um então famoso reumatologista, o doutor Pedro Nava (1903-1984). Àquela altura eu já escrevia, e julgava-me razoavelmente familiarizado com a literatura brasileira. Mas eu não conhecia Nava como escritor. Explicável: era o típico poeta bissexto. Publicava raramente, ainda que tivesse estreado em 1924 com os modernistas mineiros e ainda que Pablo Neruda tivesse considerado o seu "Defunto" ("Meus amigos, tenham pena/ senão do morto, ao menos dos sapatos do morto/ dos seus incríveis, patéticos/ sapatos pretos de verniz") o maior poema da língua portuguesa. Agora, o sobrinho de Pedro Nava, o também médico Paulo Penido, reúne, em "O Anfiteatro", textos sobre medicina, na maioria extraídos da obra memorialística de Nava, que aliás fazia uma diferença entre memorialista ("conta o que quer") e historiador ("deve contar o que sabe "). Mas, sendo memorialista, Nava é também historiador, não só porque alude a episódios como a Revolução de 1932, como também porque suas memórias evocam a trajetória da medicina ao longo de boa parte do século 20, graças a uma abrangente experiência, iniciada no interior de Minas: "Clínico de roça, fui médico, operador e parteiro (...). Entrei em todas as casas, desde a choça do sertão e do barraco dos morros aos solares dos ricos e aos palácios presidenciais. Vi todas as agonias da carne e da alma. Todas as misérias do pobre corpo humano". Descreve depois as aventuras do dr. Egon (que, como o nome sugere, funciona como alter ego), o atendimento realizado em condições precárias: para fazer um parto, o médico precisa primeiro remover folhas de urucum colocadas na vagina da parturiente; para atender um enfermo, retira o cataplasma de bosta de vaca nele colocado. E os desafios são grandes, nesta área de doenças endêmicas, em que a malária é frequente. Mais tarde, Pedro Nava se muda para o Rio, torna-se chefe da Policlínica Central (o "Anfiteatro" do título é o lugar onde ele organizava as reuniões clínicas). Médicos-escritores não são figuras raras na história da medicina: foi o caso de Rabelais, de Anton Tchekov, de Conan Doyle, de Miguel Torga, de Jorge de Lima, de Guimarães Rosa. Também não são raras obras literárias sobre médicos e pacientes, como "A Montanha Mágica", de Thomas Mann, ou "O Alienista", de Machado de Assis . Pedro Nava inscreve-se assim numa tradição ilustre - e necessária, numa época em que os aspectos tecnológicos da medicina se acentuam cada vez mais, em detrimento do lado humanístico. Muitas faculdades de medicina estão, por isso, estimulando seus alunos a ampliar sua cultura literária, dentro do que se cham a "humanidades médicas". "O médico", diz Nava, "precisa duma grande curiosidade de si mesmo e de suas reações diante das doenças e dos doentes". Para esta curiosidade, para esse interesse, "O Anfiteatro" é uma bela resposta. https://www1 .folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2109200218.htm

Observe o emprego do acento grave indicador de crase no trecho a seguir: “Àquela altura eu já escrevia, e julgava-me razoavelmente familiarizado com a literatura brasileira.” Ele foi, também, corretamente usado em:

A As cestas foram distribuídas à uma instituição cadastrada.
B À nenhuma das famílias foi oferecido auxílio.
C Àquele paciente, foi prescrito um medicamento oral.
D O médico ofereceu assistência à suas clientes.
E Referia-se à ela e ao filho.

Paciente J.M .G. de 72 anos encontra-se em uma unidade de internação para tratamento de um quadro de desidratação. O médico plantonista prescreveu a infusão de hidratação de 2.000ml de solução fisiológica a cada 24 horas, em via endovenosa. Seguindo essa prescrição, o número de gotas por minuto que o técnico de enfermagem deverá infundir será de, aproximadamente:

A 28 gotas/minuto
B 25 gotas/minuto
C 40 gotas/minuto
D 29 gotas/minuto
E 31 gotas/minuto

Paciente M.C.S. de 35 anos deu entrada em uma unidade de pronto atendimento com quadro de crise hipertensiva, apresentando aumento rápido de pressão sanguínea com risco de morte diante do comprometimento de função cerebral, dor torácica e dispnéia. Diante desses sinais e sintomas, o técnico de enfermagem deverá priorizar a(o):

A garantia de via aérea, puncionar acesso venoso e administrar anti-hipertensivos CPM.
B realização do exame de eletrocardiograma (EC G ), administrar anti-hipertensivo e monitorizar o paciente com eletrodos.
C elevação dos membros inferiores, administração de hidratação conforme prescrição médica (CPM) e verificar os sinais vitais a cada duas horas.
D administração de medicamentos anti-hipertensivos e broncodilatadores CMP, manter membros inferiores elevados e verificar sinais vitais a cada trinta minutos.
E administração de broncodilatadores por via inalatória CPM, realizar gasometria e ECG
Texto associado
Pedro Nava expõe lado humano da medicina MOACYR SCLIAR Estudante de medicina, assisti em Porto Alegre a uma conferência de um então famoso reumatologista, o doutor Pedro Nava (1903-1984). Àquela altura eu já escrevia, e julgava-me razoavelmente familiarizado com a literatura brasileira. Mas eu não conhecia Nava como escritor. Explicável: era o típico poeta bissexto. Publicava raramente, ainda que tivesse estreado em 1924 com os modernistas mineiros e ainda que Pablo Neruda tivesse considerado o seu "Defunto" ("Meus amigos, tenham pena/ senão do morto, ao menos dos sapatos do morto/ dos seus incríveis, patéticos/ sapatos pretos de verniz") o maior poema da língua portuguesa. Agora, o sobrinho de Pedro Nava, o também médico Paulo Penido, reúne, em "O Anfiteatro", textos sobre medicina, na maioria extraídos da obra memorialística de Nava, que aliás fazia uma diferença entre memorialista ("conta o que quer") e historiador ("deve contar o que sabe "). Mas, sendo memorialista, Nava é também historiador, não só porque alude a episódios como a Revolução de 1932, como também porque suas memórias evocam a trajetória da medicina ao longo de boa parte do século 20, graças a uma abrangente experiência, iniciada no interior de Minas: "Clínico de roça, fui médico, operador e parteiro (...). Entrei em todas as casas, desde a choça do sertão e do barraco dos morros aos solares dos ricos e aos palácios presidenciais. Vi todas as agonias da carne e da alma. Todas as misérias do pobre corpo humano". Descreve depois as aventuras do dr. Egon (que, como o nome sugere, funciona como alter ego), o atendimento realizado em condições precárias: para fazer um parto, o médico precisa primeiro remover folhas de urucum colocadas na vagina da parturiente; para atender um enfermo, retira o cataplasma de bosta de vaca nele colocado. E os desafios são grandes, nesta área de doenças endêmicas, em que a malária é frequente. Mais tarde, Pedro Nava se muda para o Rio, torna-se chefe da Policlínica Central (o "Anfiteatro" do título é o lugar onde ele organizava as reuniões clínicas). Médicos-escritores não são figuras raras na história da medicina: foi o caso de Rabelais, de Anton Tchekov, de Conan Doyle, de Miguel Torga, de Jorge de Lima, de Guimarães Rosa. Também não são raras obras literárias sobre médicos e pacientes, como "A Montanha Mágica", de Thomas Mann, ou "O Alienista", de Machado de Assis . Pedro Nava inscreve-se assim numa tradição ilustre - e necessária, numa época em que os aspectos tecnológicos da medicina se acentuam cada vez mais, em detrimento do lado humanístico. Muitas faculdades de medicina estão, por isso, estimulando seus alunos a ampliar sua cultura literária, dentro do que se cham a "humanidades médicas". "O médico", diz Nava, "precisa duma grande curiosidade de si mesmo e de suas reações diante das doenças e dos doentes". Para esta curiosidade, para esse interesse, "O Anfiteatro" é uma bela resposta. https://www1 .folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2109200218.htm

Diga se a afirmativa é Verdadeira (V) ou Falsa (F), segundo o texto:

I. Pedro Nava pensava que, por não ter formação em História, só poderia se considerar um memorialista, nunca um historiador.

( )

II. O livro “Anfiteatro” foi escrito por Nava para relatar suas experiências médicas, e ele escolheu esse título por contar histórias da época em que trabalhou na Policlínica Centra, onde havia um anfiteatro.

( )

III. A personagem “dr. Egon” foi criada por Nava a fim de não revelar sua identidade e não se envolver nas histórias.

( )

IV. Pedro Nava encarava a curiosidade como uma virtude para a formação de um médico.

( )

V. Entende-se por “humanidades médicas” uma formação mais larga do que a técnica, nela inserindo-se a ampliação da cultura literária dos futuros médicos.

( ) A sequência correta é:

A F - F - F - V - V .
B F - V - F - F - V .
C V - F - V - V - F .
D V - V - F - V - V .
E F - V - V - F - F .