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No contexto de gerenciamento de redes TCP/IP, diversos protocolos são usados para monitoramento e controle de dispositivos. Entre eles, o SNMP

A utiliza, a partir da versão 1, criptografia de dados para garantir que eles não sejam lidos por agentes não autorizados.
B usa, por padrão, a porta TCP 22, com criptografia de dados para maior garantia de segurança.
C opera na camada de enlace do modelo TCP/IP e pode ser usado para controle de acesso ao meio físico.
D tem sido substituído pelo HTTPS em redes de grande porte, por suas deficiências de segurança e desempenho.
E permite a coleta de informações dos dispositivos gerenciados por meio da estrutura MIB (Management Information Base).

Assinale a opção em que é citada uma das características do modelo de computação em nuvem.

A impossibilidade de acesso remoto a arquivos e aplicativos
B capacidade de adaptação dinâmica, que possibilita a expansão ou redução dos recursos conforme a necessidade do usuário
C restrição ao uso de apenas um provedor de serviços em nuvem
D dependência de servidores físicos locais para processar os dados
E necessidade de aquisição de hardware próprio, o que implica elevação de custos

Na computação em nuvem, diferentes modelos de serviço oferecem níveis variados de controle e responsabilidade ao usuário. Um dos principais modelos é o PaaS (plataforma como serviço), que se caracteriza por

A restringir a implementação de aplicações apenas a servidores físicos próprios da empresa.
B fornecer hardware e armazenamento ao usuário, sem interface de desenvolvimento.
C proporcionar total controle sobre hardware e software , o que permite a configuração personalizada do sistema operacional.
D limitar o acesso remoto à plataforma, o que exige instalação local das ferramentas de desenvolvimento.
E disponibilizar um ambiente completo para desenvolvimento e execução de aplicações, sem necessidade de gerenciamento de infraestrutura.

Um dos principais desafios para empresas que utilizam serviços baseados na nuvem é a segurança dos dados. Uma estratégia eficaz para a mitigação de riscos consiste em

A implementar autenticação multifator, criptografia de dados e monitoramento contínuo, para a proteção contra acessos não autorizados.
B utilizar eventualmente um único fator de autenticação, para facilitar o acesso dos usuários.
C manter os dados em servidores locais, para evitar a necessidade de criptografia na nuvem.
D compartilhar credenciais administrativas entre múltiplos usuários, para garantir rapidez ao gerenciamento.
E evitar ferramentas de monitoramento de segurança, pois sua utilização pode impactar o desempenho da infraestrutura em nuvem.

A virtualização é uma tecnologia essencial para a computação em nuvem, pois permite a criação de ambientes isolados dentro de um único servidor físico. Um dos principais componentes responsáveis por essa funcionalidade é o

A firewall , que protege as máquinas virtuais contra acessos não autorizados.
B balanceador de carga, que distribui os recursos entre as máquinas virtuais.
C hipervisor, que gerencia e aloca recursos para as máquinas virtuais dentro do servidor físico.
D sistema operacional do host , que gerencia diretamente todas as máquinas virtuais.
E armazenamento em nuvem, que permite a execução de múltiplas instâncias simultâneas.

A virtualização de servidor

A consolida múltiplos dispositivos físicos em um único sistema lógico.
B permite o acesso remoto a ambientes de trabalho personalizados.
C isola programas para a execução independente do sistema operacional.
D permite a criação de várias máquinas virtuais independentes dentro de um único hardware físico.
E segmenta e gerencia conexões de tráfego.

A conteinerização de aplicações permite que se empacote uma aplicação junto com todas as suas dependências, garantindo que ela funcione de maneira consistente em diferentes ambientes. Uma das características dessa abordagem é a

A redução da escalabilidade devido ao isolamento dos contêineres.
B portabilidade, que permite que a aplicação seja executada em diferentes sistemas operacionais sem necessidade de ajustes.
C dependência de um único sistema operacional para garantir compatibilidade.
D necessidade de máquinas virtuais para rodar aplicações conteinerizadas.
E restrição ao uso de apenas um tipo de infraestrutura de nuvem.

Na computação em nuvem, a coordenação automatizada de contêineres é um processo essencial para gerenciá-los em larga escala. Uma das ferramentas mais utilizadas para essa finalidade é o

A Kubernetes, que administra e orquestra múltiplos contêineres em ambientes distribuídos.
B Terraform, que automatiza a criação de infraestrutura em nuvem.
C Jenkins, que facilita a integração contínua de aplicações conteinerizadas.
D VirtualBox, que permite a criação de máquinas virtuais para rodar contêineres.
E Apache Kafka, que gerencia fluxos de dados entre aplicações conteinerizadas.

DevSecOps é uma abordagem que integra segurança ao ciclo de vida do desenvolvimento de software , garantindo que vulnerabilidades sejam identificadas e corrigidas desde as primeiras etapas do processo. Uma das características dessa abordagem é a

A dependência exclusiva de ferramentas externas para a garantia da segurança do software .
B separação total entre desenvolvimento e segurança, que permite que cada equipe trabalhe de forma independente.
C eliminação da necessidade de monitoramento contínuo, pois os testes são realizados apenas antes da implantação.
D restrição do acesso ao código-fonte apenas para a equipe de segurança, o que garante maior proteção.
E automação de testes de segurança, que reduz o tempo necessário para identificação e correção de vulnerabilidades.

No DevSecOps, diversas ferramentas são utilizadas para a segurança do software durante todo o ciclo de desenvolvimento. Uma das práticas dessa abordagem consiste na

A eliminação da necessidade de auditorias de segurança, pois os testes automatizados garantem a proteção do software .
B separação entre desenvolvimento e segurança, que permite que cada equipe trabalhe de forma independente.
C integração de testes de segurança automatizados no pipeline de CI/CD, para garantir a detecção precoce de vulnerabilidades.
D realização de testes de segurança restrita à fase final do desenvolvimento para evitar impacto na produtividade.
E implementação de segurança manual, sem o uso de automação, para garantir maior controle sobre os processos.