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Um Técnico deseja incluir um campo chamado status na tabela Processo, que aceitará até 30 caracteres. Considerando que o banco de dados está aberto e em condições ideais, para realizar este procedimento terá que usar o comando

A ADD COLUMN status VARCHAR(30) TO Processo;
B ALTER TABLE Processo APPEND COLUMN status VARCHAR(30);
C INSERT INTO Processo COLUMN status TYPE VARCHAR(30);
D ADD COLUMN status TO Processo WITH TYPE VARCHAR(30);
E ALTER TABLE Processo ADD COLUMN status VARCHAR(30);

Para selecionar na tabela Magistrados todos os registros cadastrados cujo conteúdo do campo cidade inicia-se pela letra 'A', utiliza-se o comando

A SELECT * FROM Magistrados WHERE cidade START WITH 'A';
B SELECT * FROM Magistrados WHERE cidade LIKE 'A*';
C SELECT *.* FROM Magistrados WHERE cidade LIKE 'A_';
D SELECT * FROM Magistrados WHERE cidade LIKE 'A%';
E SELECT all FROM Magistrados WHERE cidade START WITH 'A';
Texto associado
A mensagem desejada Brigaram muitas vezes e muitas vezes se reconciliaram, mas depois de uma discussão particularmente azeda, ele decidiu: o rompimento agora seria definitivo. Um anúncio que a deixou desesperada: vamos tentar mais uma vez, só uma vez, implorou, em prantos. Ele, porém, se mostrou irredutível: entre eles estava tudo acabado. Se pensava que tal declaração encerrava o assunto, estava enganado. Ela voltou à carga. E o fez, naturalmente, através do e-mail . Naturalmente, porque através do e-mail se tinham conhecido, através do e-mail tinham namorado. Ela agora confiava no poder do correio eletrônico para demovê-lo de seus propósitos. Assim, quando ele viu, estava com a caixa de entrada entupida de ardentes mensagens de amor. O que o deixou furioso. Consultando um amigo, contudo, descobriu que era possível bloquear as mensagens de remetentes incômodos. Com uns poucos cliques resolveu o assunto. Naquela mesma noite o telefone tocou e era ela. Nem se dignou a ouvi-la: desligou imediatamente. Ela ainda repetiu a manobra umas três ou quatro vezes. Esgotada a fase eletrônica, começaram as cartas. Três ou quatro por dia, em grossos envelopes. Que ele nem abria. Esperava juntar vinte, trinta, colocava todas em um envelope e mandava de volta para ela. Mas se pensou que ela tinha desistido, estava enganado. Uma manhã acordou com batidinhas na janela do apartamento. Era um pombo-correio, trazendo numa das patas uma mensagem. Não teve dúvidas: agarrou-o, aparou-lhe as asas. Pombo, sim. Correio, não mais. E pronto, não havia mais opções para a coitada. Aparentemente chegara o momento de gozar seu triunfo; mas então, e para seu espanto, notou que sentia falta dela. Mandou-lhe um e-mail , e depois outro, e outro: ela não respondeu. E não atendia ao telefone. E devolveu as cartas dele. Agora ele passa os dias na janela, contemplando a distância o bairro onde ela mora. Espera que dali venha algum tipo de mensagem. Sinais de fumaça, talvez . (Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. O imaginário cotidiano . São Paulo: Global, 2013, p. 71-72)

Da leitura do penúltimo parágrafo, no contexto, entende-se que

A o rapaz se sentiu triunfante quando a namorada deixou de procurá-lo, embora demorasse para se acostumar a ficar sem suas abordagens insistentes.
B o rapaz se arrependeu de ter rejeitado a namorada, mas não conseguiu falar com ela, pois já não sabia onde poderia encontrá-la.
C o rapaz busca persuadir a namorada a reatar o namoro usando as mesmas estratégias que ela usara e, assim como ela, fracassa.
D a moça não desistiu até que obteve êxito em reconquistar o amado, porém, depois de reatarem, ela perdeu o interesse por ele.
E a moça entregou de volta ao rapaz as cartas que ela tinha lhe enviado depois que ele passou a responder suas mensagens.
Texto associado
A mensagem desejada Brigaram muitas vezes e muitas vezes se reconciliaram, mas depois de uma discussão particularmente azeda, ele decidiu: o rompimento agora seria definitivo. Um anúncio que a deixou desesperada: vamos tentar mais uma vez, só uma vez, implorou, em prantos. Ele, porém, se mostrou irredutível: entre eles estava tudo acabado. Se pensava que tal declaração encerrava o assunto, estava enganado. Ela voltou à carga. E o fez, naturalmente, através do e-mail . Naturalmente, porque através do e-mail se tinham conhecido, através do e-mail tinham namorado. Ela agora confiava no poder do correio eletrônico para demovê-lo de seus propósitos. Assim, quando ele viu, estava com a caixa de entrada entupida de ardentes mensagens de amor. O que o deixou furioso. Consultando um amigo, contudo, descobriu que era possível bloquear as mensagens de remetentes incômodos. Com uns poucos cliques resolveu o assunto. Naquela mesma noite o telefone tocou e era ela. Nem se dignou a ouvi-la: desligou imediatamente. Ela ainda repetiu a manobra umas três ou quatro vezes. Esgotada a fase eletrônica, começaram as cartas. Três ou quatro por dia, em grossos envelopes. Que ele nem abria. Esperava juntar vinte, trinta, colocava todas em um envelope e mandava de volta para ela. Mas se pensou que ela tinha desistido, estava enganado. Uma manhã acordou com batidinhas na janela do apartamento. Era um pombo-correio, trazendo numa das patas uma mensagem. Não teve dúvidas: agarrou-o, aparou-lhe as asas. Pombo, sim. Correio, não mais. E pronto, não havia mais opções para a coitada. Aparentemente chegara o momento de gozar seu triunfo; mas então, e para seu espanto, notou que sentia falta dela. Mandou-lhe um e-mail , e depois outro, e outro: ela não respondeu. E não atendia ao telefone. E devolveu as cartas dele. Agora ele passa os dias na janela, contemplando a distância o bairro onde ela mora. Espera que dali venha algum tipo de mensagem. Sinais de fumaça, talvez . (Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. O imaginário cotidiano . São Paulo: Global, 2013, p. 71-72)

Um anúncio que a deixou desesperada: vamos tentar mais uma vez, só uma vez, implorou, em prantos. (1° parágrafo) O trecho acima estará corretamente reescrito com a fala da namorada reportada em discurso indireto, e sem prejuízo do sentido, em: Um anúncio que a deixou desesperada, implorando, em prantos,

A tentássemos mais uma vez, pelo menos uma vez.
B que tentemos por uma única vez mais.
C tentem mais uma vez, apenas uma vez.
D que tentassem mais uma vez, ao menos uma vez.
E só uma vez, para tentarem mais uma vez.
Texto associado
A mensagem desejada Brigaram muitas vezes e muitas vezes se reconciliaram, mas depois de uma discussão particularmente azeda, ele decidiu: o rompimento agora seria definitivo. Um anúncio que a deixou desesperada: vamos tentar mais uma vez, só uma vez, implorou, em prantos. Ele, porém, se mostrou irredutível: entre eles estava tudo acabado. Se pensava que tal declaração encerrava o assunto, estava enganado. Ela voltou à carga. E o fez, naturalmente, através do e-mail . Naturalmente, porque através do e-mail se tinham conhecido, através do e-mail tinham namorado. Ela agora confiava no poder do correio eletrônico para demovê-lo de seus propósitos. Assim, quando ele viu, estava com a caixa de entrada entupida de ardentes mensagens de amor. O que o deixou furioso. Consultando um amigo, contudo, descobriu que era possível bloquear as mensagens de remetentes incômodos. Com uns poucos cliques resolveu o assunto. Naquela mesma noite o telefone tocou e era ela. Nem se dignou a ouvi-la: desligou imediatamente. Ela ainda repetiu a manobra umas três ou quatro vezes. Esgotada a fase eletrônica, começaram as cartas. Três ou quatro por dia, em grossos envelopes. Que ele nem abria. Esperava juntar vinte, trinta, colocava todas em um envelope e mandava de volta para ela. Mas se pensou que ela tinha desistido, estava enganado. Uma manhã acordou com batidinhas na janela do apartamento. Era um pombo-correio, trazendo numa das patas uma mensagem. Não teve dúvidas: agarrou-o, aparou-lhe as asas. Pombo, sim. Correio, não mais. E pronto, não havia mais opções para a coitada. Aparentemente chegara o momento de gozar seu triunfo; mas então, e para seu espanto, notou que sentia falta dela. Mandou-lhe um e-mail , e depois outro, e outro: ela não respondeu. E não atendia ao telefone. E devolveu as cartas dele. Agora ele passa os dias na janela, contemplando a distância o bairro onde ela mora. Espera que dali venha algum tipo de mensagem. Sinais de fumaça, talvez . (Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. O imaginário cotidiano . São Paulo: Global, 2013, p. 71-72)

O segmento Mas se pensou que ela tinha desistido, estava enganado (6° parágrafo) está corretamente reescrito, com a correlação entre as formas verbais preservada, em: Mas se

A pensou que ela tinha desistido, tinha estado enganado.
B pensasse que ela tinha desistido, estaria enganado.
C pensaria que ela tinha desistido, está enganado.
D pense que ela tinha desistido, estivesse enganado.
E pensará que ela tinha desistido, teria estado enganado.
Texto associado
A mensagem desejada Brigaram muitas vezes e muitas vezes se reconciliaram, mas depois de uma discussão particularmente azeda, ele decidiu: o rompimento agora seria definitivo. Um anúncio que a deixou desesperada: vamos tentar mais uma vez, só uma vez, implorou, em prantos. Ele, porém, se mostrou irredutível: entre eles estava tudo acabado. Se pensava que tal declaração encerrava o assunto, estava enganado. Ela voltou à carga. E o fez, naturalmente, através do e-mail . Naturalmente, porque através do e-mail se tinham conhecido, através do e-mail tinham namorado. Ela agora confiava no poder do correio eletrônico para demovê-lo de seus propósitos. Assim, quando ele viu, estava com a caixa de entrada entupida de ardentes mensagens de amor. O que o deixou furioso. Consultando um amigo, contudo, descobriu que era possível bloquear as mensagens de remetentes incômodos. Com uns poucos cliques resolveu o assunto. Naquela mesma noite o telefone tocou e era ela. Nem se dignou a ouvi-la: desligou imediatamente. Ela ainda repetiu a manobra umas três ou quatro vezes. Esgotada a fase eletrônica, começaram as cartas. Três ou quatro por dia, em grossos envelopes. Que ele nem abria. Esperava juntar vinte, trinta, colocava todas em um envelope e mandava de volta para ela. Mas se pensou que ela tinha desistido, estava enganado. Uma manhã acordou com batidinhas na janela do apartamento. Era um pombo-correio, trazendo numa das patas uma mensagem. Não teve dúvidas: agarrou-o, aparou-lhe as asas. Pombo, sim. Correio, não mais. E pronto, não havia mais opções para a coitada. Aparentemente chegara o momento de gozar seu triunfo; mas então, e para seu espanto, notou que sentia falta dela. Mandou-lhe um e-mail , e depois outro, e outro: ela não respondeu. E não atendia ao telefone. E devolveu as cartas dele. Agora ele passa os dias na janela, contemplando a distância o bairro onde ela mora. Espera que dali venha algum tipo de mensagem. Sinais de fumaça, talvez . (Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. O imaginário cotidiano . São Paulo: Global, 2013, p. 71-72)

Esgotada a fase eletrônica, começaram as cartas. Três ou quatro por dia, em grossos envelopes. Que ele nem abria. (5° parágrafo) O trecho acima está corretamente reescrito em:

A Ao se ver esgotada a fase eletrônica, começaram as cartas: aparecia três ou quatro por dia, em grossos envelopes, aos quais ele nem chegava à abrir.
B Quando tinha se esgotada a fase eletrônica, começaram as cartas: tinha três ou quatro por dia, em grossos envelopes, de que ele nem chegava a abrir.
C Tendo esgotado-se a fase eletrônica, começaram as cartas: haviam três ou quatro por dia, em grossos envelopes, o que ele nem chegava à abrir.
D Depois de ter sido esgotado a fase eletrônica, começaram as cartas: somava-se três ou quatro por dia, em grossos envelopes, as quais ele nem chegava à abrir.
E Após ter se esgotado a fase eletrônica, começaram as cartas: eram três ou quatro por dia, em grossos envelopes, os quais ele nem chegava a abrir.

Um ciclista pedalou durante três horas. Na primeira hora percorreu 5/18 do trajeto, na segunda hora percorreu 7/25 do trajeto e na terceira hora percorreu 11/45 do trajeto. A fração do trajeto que falta percorrer é

A 361/450
B 351/450
C 89/450
D 99/450
E 250/450

Marcelo comprou ovos de Páscoa para cada idoso de uma casa de repouso. Sabe-se que há mais de 1000 e menos de 1200 idosos. Quando lhe perguntam quantos ovos comprou, ele diz apenas que o número de ovos comprados lido ao contrário é 9 vezes o número de ovos comprados. A soma dos algarismos do número de ovos de Páscoa comprados é

A 15
B 16
C 17
D 18
E 19

Uma empresa levará seus funcionários ao teatro. O grupo é formado por 240 funcionários e, dentre eles, há pessoas com mais de 60 anos. No teatro há 2 tipos de ingressos: normal ao preço de R$ 50,00; com desconto, para quem tem mais de 60 anos, por R$ 25,00. O gasto da empresa com os ingressos para os funcionários que têm mais de 60 anos foi 1/11 do gasto total. O valor gasto, em reais, com os demais funcionários foi de

A 12.000,00
B 11.000,00
C 10.000,00
D 8.000,00
E 5.000,00