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O estudo dos riscos constitui uma importante ferramenta para a prevenção e a mitigação dos efeitos dos desastres. Esse estudo leva em consideração duas dimensões: a existência de ameaças e a vulnerabilidade. Nas análises tradicionais de risco, a vulnerabilidade é mensurada a partir:

A da abrangência espaço-temporal dos desastres no interior das zonas de risco;
B dos danos potenciais de uma ameaça sobre pessoas, bens e ambientes;
C dos efeitos multiplicadores decorrentes das formas de ocupação do solo;
D da magnitude das perdas humanas que sucedem os eventos catastróficos;
E da probabilidade de ocorrência de processos naturais não constantes.

Muitos dos fenômenos estudados pela Geografia manifestam-se de forma contínua no espaço, porém as informações de que dispomos para caracterizá-los são obtidas de forma descontínua. Uma das técnicas tradicionalmente utilizadas para mapeá-los envolve a construção de superfícies estatísticas, também denominadas modelos numéricos de terreno (MNT). O mapeamento se inicia com a aquisição de amostras representativas do fenômeno de interesse, em diferentes pontos de coleta. Os dados obtidos na amostragem bem como a posição espacial dos pontos de coleta são armazenados. Na etapa seguinte, por meio de procedimentos de interpolação, constrói-se uma superfície estatística tridimensional suavizada, na qual os dados são representados pelas coordenadas planas x e y, e pela coordenada z, que corresponde aos valores do parâmetro estudado. O passo seguinte envolve a transformação da superfície tridimensional para um suporte bidimensional. Essa transformação é feita pela interceptação da superfície estatística por uma série de planos paralelos ao seu plano de origem. As interseções desses planos com a superfície definem linhas que são, em seguida, projetadas ortogonalmente sobre o plano de origem. Cria-se assim um mapa no qual diferentes valores de z são associados às feições lineares. Adaptado de: FERNANDES, M e MENEZES, P. Roteiro de cartografia. São Paulo: Oficina de Textos, 2013. O tipo de mapeamento descrito acima, que representa uma superfície estatística tridimensional por convenção linear, é denominado:

A pictórico;
B dinâmico;
C coroplético;
D isarítmico;
E dasimétrico.

A resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas intitulada “O futuro que queremos” data de 2012 e se inscreve no âmbito da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). O documento reconhece que cidades bem planejadas e construídas podem fomentar sociedades sustentáveis em termos econômicos, sociais e ambientais. Nesse sentido, as formas e os usos urbanos foram considerados como dimensões a serem repensadas e planejadas. Para tornar as cidades ambientalmente sustentáveis, o documento “O futuro que queremos” preconiza:

A a desdensificação das áreas centrais;
B a supressão gradual de espaços livres;
C o adensamento da franja rural-urbana;
D a remoção de assentamentos informais;
E o incentivo ao uso misto do solo urbano.

Em 2014, o IBGE publicou um estudo sobre as ligações aéreas no Brasil, com dados de 2010. Entre as conclusões do estudo, destaca-se que: ? * Existem ligações entre a maioria das cidades brasileiras que possuem aeroportos. A princípio, de qualquer cidade com aeroporto é possível acessar a outra, já que são poucos os centros que necessitam de mais de um passo para se ligar com as demais cidades da rede. ? * A ligação das seis metrópoles mais populosas do país com São Paulo era responsável por mais de 25% do total de passageiros transportados. ? * Em geral, as viagens para cidades menores e mais periféricas tendem a ser mais longas e apresentar custo mais elevado. As conclusões acima descrevem três aspectos da estrutura da rede de transporte aéreo brasileira. Esses aspectos são, respectivamente:

A fraca centralidade; primazia; extensão variável;
B baixa conectividade; difusão; amplitude variável;
C alta concentração; assimetria; mobilidade desigual;
D forte centralidade; concentração; mobilidade parcial;
E alta conectividade; polarização; acessibilidade desigual.

Desde a década de 1990, a organização não governamental SOS Mata Atlântica, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), vem realizando levantamentos periódicos para acompanhar a dinâmica da cobertura vegetal do bioma Mata Atlântica. Os mapeamentos gerados utilizam como referência o Mapa da Área de Aplicação da Lei da Mata Atlântica, que delimita a configuração original das formações florestais e ecossistemas associados ao bioma. A legenda adotada nos atlas produzidos foi definida de acordo com os objetivos básicos do projeto. Os dois principais conceitos empregados para qualificar as fisionomias mapeadas e acompanhar a sua dinâmica são:

A áreas de tensão ecológica e regeneração florestal;
B formações arbóreas secundárias e desflorestamento;
C áreas naturais não antropizadas e grau de degradação;
D refúgios vegetacionais e estágios sucessionais florestais;
E remanescentes de vegetação e decremento de vegetação.

O catálogo da biblioteca que é classificado, tem por finalidade registrar todo o acervo da biblioteca, oferece todas as informações das fichas principais, dispensando, em termos de conteúdo, as áreas 6 e 7, e cuja última informação de descrição bibliográfica deve ser a colação, é o:

A registro;
B sistemático;
C topográfico;
D especial;
E decisório;

No âmbito da Indexação, considere as afirmativas a seguir:

I. A especificidade permite uma alta precisão na recuperação da informação.

II. O nível de exaustividade é definido pela política de indexação e pode variar segundo o tipo de documento ou de acordo com o conteúdo temático.

III. Nos sistemas pós-coordenados, a combinação dos termos é feita no momento da representação da informação.

Está correto o que se afirma em:

A I e II;
B I e III;
C II e III;
D I, II e III;
E nenhuma.

De acordo com a 2ª edição-padrão internacional em língua portuguesa da Classificação Decimal Universal, a ordem de citação padrão para a representação de um “artigo de jornal em inglês sobre a educação superior de mulheres portuguesas no Brasil na década de 1990” é:

A (046)=111:378-055.2(=1::469)(81)”199”
B =111(046)(81)(=1::469)”199”378-055.2
C 378(81)”199”(=1::469)( 046)=111-055.2
D 378-055.2”199”(=1::469)(81)(046)=111
E 378(=1::469) -055.2”199”(81)(046)=111

Se uma publicação seriada é publicada em suportes diferentes, com o mesmo título ou não, às diversas edições deve(m)-se atribuir:

A diferentes ISSN e títulos-chave;
B diferentes ISSN e o mesmo título-chave;
C diferentes títulos-chave e o mesmo ISSN;
D os mesmos ISSN e títulos-chave;
E o mesmo ISSN, sem indicação de títulos-chave.

Considerando os conceitos praticados e difundidos na literatura sobre colecionismo e Biblioteconomia, a Biblioteca do IBGE divide os acervos que preserva em coleções específicas, definidas e nomeadas conforme sua história e missão. Nesses termos, a coleção bibliográfica que “registra a evolução das pesquisas e estudos desenvolvidos pelo IBGE, desde a sua criação” é designada como:

A Ibgeana;
B Obras Raras;
C Trabalhos Geográficos;
D Municípios Brasileiros;
E Instrumentos de Coleta.